(William Faulkner, citado por Daniel Sokatch, in "Israel")
"O que se faz com um miúdo… que descobre subitamente os factos da vida e da morte?"
“O que se faz com uma criança que com o seu dinheiro de bolso, compra um pequeno bloco laranja e aponta nele diariamente, a lápis, quantos israelitas restam depois do último atentado terrorista."
"E um dia descobriu que uma parte dos israelitas são árabes….
Que os seus cálculos estavam todos errados, e que tinha de deduzir os árabes israelitas do número total dos israelitas."
"… que é possível viver uma vida inteira sem que essa vida tenha algum sentido."
"… uma vida que em nada nos faz sofrer nem nos dá realmente prazer. É viver por viver. Porque por acaso não estamos mortos.”
DAVID GROSSMAN, escritor israelita (1954-), in “Até ao fim da terra”, Ed. Dom Quixote, 2012
“Talvez a vida não seja de facto para todos.”
DAVID GROSSMAN, escritor israelita (1954-), in “A vida brinca comigo”, Ed. Dom Quixote, 2020
“… tal como aconteceu no passado, a história de Israel
continuará a ser escrita em tons cinzentos.”
DANIEL SOKATCH, judeu, activista americano (1968-), in “Israel”, Bertrand Editora, 2021
(fotos net)