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18 novembro, 2022

Pétala nº 3674

Um pingo de ódio na tua alma é o suficiente para descolorir tudo, como um pingo de tinta preta no leite.”

ALICE MUNRO, escritora canadiana (1931-), in “O progresso do amor”, Ed. Relógio d’Água, 2013 
Prémio Nobel de Literatura, 2013
Quando odiamos alguém, odiamos na sua imagem algo que está dentro de nós.”

HERMANN HESSE, escritor alemão (1877-1962) 
Prémio Nobel de Literatura, 1946


09 outubro, 2022

Pétala nº 3634

“A felicidade é amor, nada mais. Aquele que sabe amar é feliz”. 

HERMANN HESSE, escritor alemão (1877-1962) 
Prémio Nobel de Literatura, 1946


04 janeiro, 2022

Pétala nº 3413

“Não devemos ler para nos esquecermos de nós próprios e da nossa vida quotidiana, mas sim, ao invés, para que nos seja possível retomar nas mãos, com maior consciência, firmeza e maturidade, a nossa existência.”
 
HERMANN HESSE escritor alemão (1877-1962), in “Uma biblioteca da literatura universal”, Ed. Cavalo de Ferro, 2018 
Prémio Nobel de Literatura, 1946


03 novembro, 2021

Pétala nº 3377

A vida é breve e, no outro mundo, não se perguntará a ninguém quantos livros conseguiu ler seriamente e até ao fim. Por isso, é imprudente e nocivo desperdiçar o nosso tempo em leituras sem uma finalidade concreta.” 

HERMANN HESSE, escritor alemão (1877-1962), in “Uma biblioteca da literatura universal”, Ed. Cavalo de Ferro, 2018 
Prémio Nobel de Literatura, 1946

09 setembro, 2021

Pétala nº 3338

“Os livros não existem para que todos os leiam e encontrem neles um tema de conversas mundanas durante um certo tempo e depois os esqueçam, como se faz com a última notícia desportiva ou de crónica policial: os livros querem ser gozados e amados com calma e seriedade. Só então nos revelarão as suas íntimas belezas e virtudes.” 

HERMANN, HESSE escritor alemão (1877-1962), in “Uma biblioteca da literatura universal”, Ed. Cavalo de Ferro, 2018 
Prémio Nobel de Literatura, 1946

30 julho, 2021

Pétala nº 3331

Não existem cem ou mil «livros mais belos», há, para cada indivíduo, uma escolha particular baseada naquilo que lhe é afim e compreensível, caro e precioso. Por isso, é impossível constituir uma boa biblioteca sob encomenda; cada um de nós deve seguir as suas próprias exigências e preferências, e criar, pouco a pouco, uma colecção de livros, da mesma forma que se criam as amizades.”
 
HERMANN, HESSE escritor alemão (1877-1962), in “Uma biblioteca da literatura universal”, Ed. Cavalo de Ferro, 2018
Prémio Nobel de Literatura, 1946




(foto net)


22 maio, 2021

Pétala nº 3279

“O correr das águas, a passagem das nuvens, o brincar das crianças, o sangue nas veias. Esta é a música de Deus.” 
HERMANN HESSE, escritor alemão (1877-1962) 
Prémio Nobel de Literatura, 1946 


12 agosto, 2019

Pétala nº 2634

“A leitura sem amor, o saber sem reverência e a cultura sem coração estão entre os piores pecados que se podem cometer contra o espírito”. 
HERMANN, HESSE escritor alemão (1877-1962), in “Uma biblioteca da literatura universal”, Ed. Cavalo de Ferro, 2018 
Prémio Nobel de Literatura, 1946

10 agosto, 2019

Pétala nº 2632

“Sem a palavra, sem a escrita e sem os livros não há história, não existe a ideia de humanidade.”
HERMANN, HESSE, escritor alemão (1877-1962), in “Uma biblioteca da literatura universal”, Ed. Cavalo de Ferro, 2018
Prémio Nobel de Literatura, 1946

09 abril, 2018

Pétala nº 2144

“... a cultura pressupõe o cultivo de qualquer coisa: isto é, de uma personalidade, de um carácter.” 
HERMANN, HESSE, escritor alemão (1877-1962), in “Uma biblioteca da literatura universal”, Ed. Cavalo de Ferro, 2018
Prémio Nobel de Literatura, 1946

18 fevereiro, 2018

Pétala nº 2094

“Só há felicidade se não exigirmos nada do amanhã e aceitarmos do hoje, com gratidão, o que nos trouxer. A hora mágica chega sempre.” 
HERMANN,  HESSE escritor alemão (1877-1962), in “Siddhartha”, Ed. Casa das Letras, 1998 
Prémio Nobel de Literatura, 1946

07 agosto, 2012

Pétala nº 70

“Nada foi, nada será; tudo é, tudo tem realidade e presente.”
Hermann Hesse, escritor alemão (1877-1962), in “Siddhartha”, Ed. Casa das Letras, 1998
Prémio Nobel de Literatura, 1946