Mostrar mensagens com a etiqueta Elena Ferrante. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Elena Ferrante. Mostrar todas as mensagens

10 dezembro, 2021

Pétala nº 3404

Tenho de reaprender (…) o passo tranquilo dos que pensam saber para onde estão a ir e porquê.” (Crónica: “Os dias do abandono”) 

ELENA FERRANTE, (pseudónimo de uma escritora italiana cuja identidade é mantida secreta (1943-), in “Crónicas do Mal de Amor”, Ed. Relógio d’Água, 2016

(foto: Philip McKay)


06 dezembro, 2021

Pétala nº 3400

Nunca sabemos nada das outras pessoas, nem sequer daquelas com as quais partilhamos tudo.” (Crónica: “Os dias do abandono”)

ELENA FERRANTE, (pseudónimo de uma escritora italiana cuja identidade é mantida secreta (1943-), in “Crónicas do Mal de Amor”, Ed. Relógio d’Água, 2016

02 dezembro, 2021

Pétala nº 3398

“… que vêm a ser o rosto e a pele que cobrem a carne, senão uma cobertura, um disfarce, uma maquilhagem que mascara o horror insuportável da nossa natureza viva?” 
ELENA FERRANTE, pseudónimo de uma escritora italiana cuja identidade é mantida secreta (1943-), in “Crónicas do mal de amor”, Ed. Relógio d’Água, 2016
“… a pele é tudo quanto queremos que os outros vejam de nós, por baixo dela nem nós próprio conseguimos saber quem somos.” 
JOSÉ SARAMAGO, escritor português (1922-2010), in “Todos os nomes”, Ed. Caminho, 1997 
Prémio Nobel de Literatura, 1998


04 outubro, 2021

Pétala nº 3355

“Mentiras, mentiras, os adultos proíbem-nas, no entanto dizem tantas.
 
ELENA FERRANTE, pseudónimo de uma escritora italiana cuja identidade é mantida secreta (1943-), in “A vida mentirosa dos adultos”, Ed. Relógio d’Água, 2020

12 abril, 2021

Pétala nº 3239

“É difícil descobrir nas faces dos velhos as feições que tinham em jovens. Às vezes nem sequer conseguimos pensar que tiveram uma juventude.” (Crónica: "Um estranho amor")

ELENA FERRANTE, pseudónimo de uma escritora italiana cuja identidade é mantida secreta (1943-), in “Crónicas do mal de amor”, Ed. Relógio d’Água, 2016