“Os carinhos frugais são os mais bonitos, os mais calorosos, os mais eloquentes.”
ROBERT WALSER, escritor suíço (1878-1956), in “Histórias de amor - Sinal de fogo", Ed. Relógio d’Água, 2008
Queridas amigas e amigos, durante uma semana tratei uma gripe como sempre fiz, com Paracetamol, xarope, spray para as vias respiratórias, pastilhas, bebidas quentes, muita canja e descanso. Mas o bicho não morreu. E também não morreu com o antigripal sugerido por um farmacêutico. Não morria o bicho, desesperava eu entre lenços de papel.
Ora, na passada segunda-feira começou o maridão com sintomas de gripe. E eu juntei às minhas dores de cabeça, musculares e articulares, a dor da culpa.
Em dupla, decidimos ir consultar o nosso médico. E lá fomos ontem. E voltámos para casa com duas caixas de antibióticos, algumas recomendações e, confesso, alguns ralhetes. Ah, e cientes de que antigripais, nunca mais.
Pretendo com este desabafo alertá-los para a gripe que anda por aí. Não é uma «gripezinha», não. Protejam-se bem. Fiquem atentos aos sintomas. Não se auto mediquem. Consultem um médico.
Beijos e abraços, boa quarta-feira.