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26 julho, 2022

Pétala nº 3573

“A banalidade é o disfarce de uma poderosa vontade de abolir a consciência.” 

SAUL BELLOW, escritor americano (1915-2005) 
Prémio Nobel de Literatura, 1976


06 junho, 2022

Pétala nº 3537

“Estar preparado para responder a todas as perguntas é o sinal infalível da estupidez.” 

SAUL BELLOW, escritor americano (1915-2005) 
Prémio Nobel de Literatura, 1976


06 abril, 2022

Pétala nº 3505

“O coração é um mistério… leal na sua função desde o útero até ao nosso último suspiro.” 

SAUL BELLOW, escritor americano (1915-2005), in “Ravelstein”, Ed. Teorema, 2001 
Prémio Nobel de Literatura, 1976


08 julho, 2014

Pétala nº 773

“Com a ajuda de Eros vamos caminhando, cada um de nós, em busca da metade que nos falta.” 

Saul Bellow, escritor americano (1915-2005), in “Ravelstein”, Ed. Teorema, 2001 
Prémio Nobel de Literatura, 1976

18 janeiro, 2014

Pétala nº 601

“Não pudemos aplicar a tudo a nossa medida humana.”
 
Saul Bellow, escritor americano (1915-2005), in “Ravelstein”, Ed. Teorema, 2001
Prémio Nobel de Literatura, 1976

16 janeiro, 2014

Pétala nº 599

“Aprendi tarde na vida o tonto que é insistir em que estamos certos.”
 
Saul Bellow, escritor americano (1915-2005), in “Ravelstein", Ed. Teorema, 2001
Prémio Nobel de Literatura, 1976

14 janeiro, 2014

Pétala nº 597

“Associa-te às pessoas mais nobres que puderes encontrar; lê os melhores livros; convive com os poderosos; mas aprende em solidão a ser feliz.”
 
Saul Bellow, escritor americano (1915-2005), in “Ravelstein”, Ed. Teorema, 2001
Prémio Nobel de Literatura, 1976

12 janeiro, 2014

Pétala nº 595

“Quanto mais envelhecemos, piores se tornam as descobertas que fazemos acerca de nós próprios.”

Saul Bellow, escritor americano (1915-2005), in “Ravelstein”, Ed. Teorema, 2001
Prémio Nobel de Literatura, 1976

08 janeiro, 2014

Pétala nº 591

“Hoje em dia já nada no plano sexual é proibido, mas o desafio é mantermo-nos nós próprios no meio da anarquia sexual.”
 
Saul Bellow, escritor americano (1915-2005), in “Ravelstein”, Ed. Teorema, 2001
Prémio Nobel de Literatura, 1976

06 janeiro, 2014

Pétala nº 589

“A vida foge-nos.”

Saul Bellow, escritor americano (1915-2005), in “Ravelstein”, Ed. Teorema, 2001
Prémio Nobel de Literatura, 1976

04 janeiro, 2014

Pétala nº 587

“O homem é uma criatura que tem sempre uma palavra a dizer sobre tudo o que há debaixo do sol.”
 
Saul Bellow, escritor americano (1915-2005), in “Ravelstein”, Ed. Teorema, 2001
Prémio Nobel de Literatura, 1976

02 janeiro, 2014

Pétala nº 585

“Um homem devia ser capaz de ouvir, e de aguentar, e de ultrapassar, o pior que pudesse ser dito dele.”

Saul Bellow, escritor americano (1915-2005), in “Ravelstein", Ed. Teorema, 2001
Prémio Nobel de Literatura, 1976

30 dezembro, 2013

Pétala nº 582

“Segundo alguns pensadores, todos os homens eram inimigos: receavam-se e odiavam-se mutuamente. Havia uma guerra de todos contra todos, no reino da natureza.”

Saul Bellow, escritor americano (1915-2005), in “Ravelstein",  Ed. Teorema, 2001
Prémio Nobel de Literatura, 1976

28 dezembro, 2013

Pétala nº 580

“… dos escritores, esperamos que nos façam rir ou chorar.”

Saul Bellow, escritor americano (1915-2005), in “Ravelstein",  Ed. Teorema, 2001
Prémio Nobel de Literatura, 1976

29 julho, 2013

Pétala nº 427

“O cérebro é um espelho e reflete o mundo”.
 
Saul Bellow, escritor americano (1915-2005), in “Ravelstein", Ed. Teorema, 2001
Prémio Nobel de Literatura, 1976

18 julho, 2013

Pétala nº 416

“Sócrates afirmou que a vida não examinada não vale a pena ser vivida, mas a vida (sobre)examinada faz com que se deseje a morte. Dada a alternativa, prefiro viver.”
 
Saul Bellow, escritor judeu, nascido no Canadá (1915-2005)
Prémio Nobel de Literatura, 1976