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domingo, 30 de novembro de 1975

Keith Jarrett - The Köln Concert (FLAC) [1975]


YANDEX (FLAC) Size:260.4 MB

released November 30, 1975

ECM Records GmbH

quarta-feira, 12 de novembro de 1975

Split Enz - Mental Notes [1975]


YANDEX (320 Kbps)

terça-feira, 11 de novembro de 1975

Mae McKenna - Mae McKenna [1975]


YANDEX (320 Kbps)

sexta-feira, 7 de novembro de 1975

Bonfire - Bonfire Goes Bananas [1975]


YANDEX (320 Kbps)

domingo, 2 de novembro de 1975

sábado, 1 de novembro de 1975

Cherry Five - Cherry Five [1975]


💿 320 Kbps 86,00 MB

O álbum homónimo de Cherry Five, lançado em 1975, é um marco essencial do Rock Progressivo Italiano (RPI), conhecido principalmente por ser a banda que deu origem aos lendários Goblin.
História e Formação
Originalmente chamados Oliver, o grupo foi formado em Roma por Claudio Simonetti e Massimo Morante. Após uma breve passagem por Londres, regressaram a Itália e gravaram este álbum sob o nome Cherry Five, pouco antes de Simonetti, Morante e o baixista Fabio Pignatelli se tornarem famosos mundialmente como Goblin, ao comporem a banda sonora do filme Profondo Rosso de Dario Argento.
Estilo Musical e Características
Ao contrário de muitos grupos de RPI da época que cantavam em italiano, o Cherry Five optou por letras em inglês, visando o mercado internacional. 
Influências: O som é fortemente inspirado em gigantes britânicos como Genesis, Yes e ELP.
Destaques: O álbum é dominado pelo trabalho virtuoso de teclados de Simonetti e as guitarras de Morante, apresentando composições complexas, mudanças de tempo frequentes e uma atmosfera que mistura sinfónico com toques de "dark prog".
Alinhamento de Faixas
De acordo com os registos de plataformas como o Prog Archives e Discogs, o álbum inclui:
Country Grave-Yard (10:28)
The Picture of Dorian Gray (8:24)
The Swan is a Murderer (Part I & Part II) (9:01)
Oliver (9:15)
My Little Cloud Land (7:37) 
Formação no Álbum
Tony Tartarini (Toni Gionta): Voz
Claudio Simonetti: Teclados
Massimo Morante: Guitarras
Fabio Pignatelli: Baixo
Carlo Bordini: Bateria e percussão 
O álbum é hoje considerado um item de colecionador e um dos discos mais técnicos e "insanos" do progressivo italiano dos anos 70.

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