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Elaborado a partir das castas Éme a solo e Éme e Moxila, o "Disco Tinto" nasce da vinha caseira plantada nos socalcos de S. Vicente, em Lisboa.
Depois de colhido manualmente, estagiou na herdade Cafetra, em barricas de Lourenço Crespo e Miguel Abras, com ligeira correcção de mosto por Francisca Aires Mateus.
Envelhecido nas caves de João Oliveira, onde vieram ao de cima as suas notas de chocolate e frutos vermelhos, este é um vinho encorpado, fresco e elegante, que apresenta final de boca longo e persistente.
Engarrafado com rolha de Filipe Paes, acompanha bem queijos secos e comida de tacho.
Não contém sulfitos.
lançado em 15 de março de 2024
Gravado e produzido pelo Éme, entre casa, Monsul e o estúdio da Cafetra.
Co-produzido pela Moxila.
Todas as letras e canções foram escritas pelo Éme, excepto as faixas 2, 7 e 5, escritas pelo Éme e pela Moxila.
O Lourenço Crespo tocou piano nas faixas 2 e 6.
O Miguel Abras tocou baixo na faixa 6.
A Francisca Aires Mateus tocou violino na faixa 5.
A Moxila cantou nas faixas 1, 2, 3, 5, 6, 7, 8 e 10, tocou melódica e órgão na faixa 2, cavaquinho na faixa 5 e flauta nas faixas 3, 4 e 7.
O resto foi o Éme a tocar.
O João Oliveira misturou o disco e o Filipe Paes masterizou-o.
A fotografia da capa é do Francisco Correia.
alternative experimental indie noise pop Lisboa