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sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Maria da Rocha - nolastingname [2021]


DESCARGA (320 Kbps)

VIVAMENTE RECOMENDADO

Violinista e multi-instrumenista com formação clássica e um particular interesse por linguagens de expressão contemporânea. Estudou em Lisboa (ESML/NOVA), Aveiro (UA), Berlim (UDK) e Belfast (SARC). Como intérprete, integrou a Orquestra Gulbenkian em digressão pelo Brasil com o maestro Michael Foster e o violoncelista António Meneses. Em ensemble, realizou tour nacional com Benjamin Clementine e também com Sam the Kid+Orelha Negra em Coliseus e Festivais Nacionais. Membro fundador do ainda ativo quarteto de cordas Hotel, criado para a digressão “Her” de Rita Redshoes pela Rede Nacional de Teatros. Integrou diversas formações de música improvisada, tais como o decateto “Abyss Mirrors” de Luís Lopes, o duo com Maria W Horn ou trio com Norberto Lobo e Helena Espvall (Jazz em Agosto). Como performer, integrou a tour de teatro internacional da “Carta” de Mónica Calle e colaborou com José Fonseca e Costa no seu último filme, Axilas, no papel de Maria Pia, mostrado na rede de cinemas e televisão. No âmbito da música contemporânea tocou em diversos festivais internacionais tais como Münchener Biennale für Experimentelles Musiktheater no Gasteig, Outono de Varsóvia e Darmstädter Ferienkurse für Neue Musik. Como autora, redigiu três teses de Mestrado e uma de Doutoramento dedicada à criação musical para violino e eletrónica. Produziu dois álbuns a solo, “Beetroot&Other Stories” e “Nolastingname”, nos quais se pode escutar o som dos míticos sintetizadores modulares Buchla 200 gravados no EMS em Estocolmo, numa fusão com o som do violino construído pelo Luthier Fernando Lima. A sua música foi selecionada para diversos documentários, curtas, coreografias e peças de teatro com exibição em festivais tais como Monstra e DocLisboa.

Unrest is a word that comes to mind listening to Maria da Rocha new instalment “nolastingname”. She’s been around for a few years, living between Lisbon, Berlin and Stockholm, releasing records with Maria W. Horn (“Pink”, 2015) or on her own (“Beetroot & Other Stories”, 2018). She studied classical music (violin) but her solo musical career steps away from it, putting her foot down on electronic and experimental music.

“nolastingname” was recorded in Stockholm’s Elektronmusikstudion EMS and mastered by Andreas Tilliander, pushing the bass sound to the limit of distortion. It’s not farfetched to think of this piece as a dance music piece or a freeform industrial composition that stretches to different understandings of what industrial means: drone, electro, experimental, noise. In these 32 minutes a lot happens.

Recorded with her violin and a Buchla, Maria da Rocha starts quietly with the violin and then she moves quickly to the electronics, creating vast and opens spaces that have no ceiling. She lets her music breathe and expand in a very unsettling way. She traps you in this infinite space, and it is as absurd as it sounds. It’s that immense space that becomes claustrophobic sometimes, creates anxiety and leaves you on your toes. And when it reaches the limit, it releases extreme beauty. Are we allowed to say that this one is something unique, special? Because it is. 

lançado em 19 de novembro de 2021

Composed and interpreted by Maria da Rocha
Mixed by António Pinheiro da Silva
Mastered by Andreas Tilliander
Recorded at Elektronmusikstudion EMS, Stockholm, July 2019
Thanks to EMS

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