Avante Camaradas!
Mas, se não se importam, para já só os bonitos.
Haverá gente maldosa que, ao pensar nos homens do PCP, é capaz de pensar logo naqueles que aparecem às vezes quando a gente vê as imagens do comité central, magrinhos, com farta cabeleira, óculos de massa com lentes de fundo de garrafa, ar agoniado. Mas eu gosto de pensar positivo e, por isso, fecho os olhos a esses clássicos e foco-me no que interessa.
Pelos vistos, o critério de selecção pela beleza na admissão no Partido do Colectivo já vem de há muito pois, para falar no mais conhecido, o Álvaro Cunhal era de uma beleza imperial. O João Amaral também tinha muita pinta, era giro, tinha um ar distinto, tinha classe. E, se me puser a puxar pela cabeça, sou capaz de me lembrar de outros. O Jerónimo também tem carisma, umas feições esculpidas na pedra, fortes. Não admira que as mulheres se pelem por lhe saltar para os braços.
Mas agora vou cingir-me apenas aos promissores jovens do PCP - e digo promissores porque a beleza masculina apura com o tempo.
Tenho reparado que há uns quantos que têm muito que se lhe diga e faço questão de aqui os lançar. Acho até que não apenas deveria haver um impresso onde a gente, nas eleições, pudesse escolher o partido dos homens mais bonitos como, depois, devia poder votar no Mister Político Giraço. Já vos digo em quem é que eu votaria.
Agora vou mostrar os que eu punha na short list para ir a votos. Vejam se não tenho razão. Claro está que há aqui três a quem eu dava um jeitinho, precisavam de um ligeiro restyling, coisa pouca mas que os beneficiaria. Mas não interessa, mesmo sem isso a matéria prima está lá.
E, agora que os viram, está na hora de votar.
E o meu voto vai para... este mesmo!
E o meu voto vai para... este mesmo!
João Ferreira!
Giro todos os dias. Se ele fosse a votos para Primeiro Ministro já tinha ganho, acho que não havia uma única mulher que não votasse nele.
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Podia também fazer uma selecção feminina e aí acho que a esquerda também ganhava mas parece-me que teríamos que fazer uma coligação com o BE que, desde sempre, também as escolheu a dedo...
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A música hoje é de estadão: A Internacional Comunista, gravação de 1921