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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Homem-Aranha: Exposição Negativa



Isto parece um ping pong entre o Aranha e o Valerian nos últimos dias...!  :D

A G.Floy publicou recentemente este livro do Aranha (ainda pré-pacto com o Mephisto), com Brian K. Vaughan no argumento e Staz Johnson nos lápis.

Costumo gostar muito do trabalho deste grande argumentista de BD, Brian K. Vaughan, e acho que não conheço nenhum livro dele que tenha chegado ao fim com a sensação amarga de ter lido um livro intragável. Pelo contrário, temos  Y the Last Man, Fábula de Bagdad e mais recentemente também publicada por esta editora, a G.Floy.

Quanto ao Staz Johnson, trabalhou bastante com Deadpool, vários títulos da Civil War, Batman e porque não incluir também The Unbeatable Squirrel Girl!
De qualquer modo não é um desenhador que eu conheça muito bem.

Vaughan começou a sua actual excelente carreira nos super-heróis em finais dos anos 90 e princípio do século.
Exposição Negativa faz parte deste início de "viagem", sendo a data desta mini-série 2004.

Vaughan faz um take diferente no Homem-Aranha / Peter Parker nesta mini-série, visto que basicamente a história é centrada num outro fotógrafo do Clarim: Jeff Brasi.
E é a queda deste fotógrafo no inferno que Vaughan conta.

Como se sente um fotógrafo profissional de um jornal, com livros publicados e exposições em galerias de arte, que não consegue uma primeira página do jornal para onde trabalha há anos?
Pior, a primeira página vai sempre para um freelancer sem técnica, chamado Peter Parker...

Isto torna-se uma obsessão, aproveitada pelo Doctor Octopus, que vai pôr em causa toda a vida de Jeff Brasi, ou seja, arrisca a sua reputação, a vida de terceiros, a namorada e a sua própria vida apenas com o fim de conseguir uma primeira página no jornal! É a descida ao inferno de Brasi.

Temos o plus de neste livro de ter também o Abutre e o Mysterio, para além do Dr. Octopus. O Aranha basicamente aparece apenas a combater os vilões, porque como disse atrás, a história é centrada em Brasi e na sua triste história, e não propriamente no Aranha ou Peter Parker, que são apenas o gatilho para a obsessão de Jeff Brasi.

A arte e as cores não deslustram, antes pelo contrário, são bastante sólidos e acompanham muito bem toda a narrativa de Vaughan.

Na generalidade gostei do livro, quem comprar penso que não se vai arrepender, embora esta não seja "uma daquelas histórias" do Aranhiço.
O formato está muito bom, para mim é o melhor tamanho para ler comics de capa dura, e parabéns à G.Floy por ter enveredado por este formato oversized da Marvel.

Deixo aqui por baixo parte do press release da G.Floy, assim como as primeiras páginas do livro (as 4 imagens em baixo), que a editora mandou a acompanhar o texto:

HOMEM-ARANHA: Exposição Negativa

Argumento de Brian K. Vaughan e arte de Staz Johnson

A FOTO PERFEITA! O Homem-Aranha e o seu inimigo de sempre, o Dr. Octopus, enfrentam-se de novo numa brutal batalha de egos. Mas o temível Doutor tem uma arma secreta pronta a usar: Jeff Haight, fotógrafo no Clarim Diário, que quer perceber como é que aquele freelancer idiota do Peter Parker consegue sempre as melhores fotos e lhe rouba a primeira página!

O primeiro volume da nova colecção Marvel Deluxe, em que inauguramos um formato novo, um pouco maior que o formato comic tradicional: com 19 x 29 cms de tamanho, este formato irá ser aplicado a futuros lançamentos Marvel como Uncanny X-Force ou Immortal Iron Fist, numa colecção dedicada aos melhores criadores da Marvel, com uma ênfase especial nos argumentistas que têm feito as delícias dos fãs da G.Floy, como Brian Vaughan, Ed Brubaker, Jason Aaron e outros!






Boas leituras
(Se assim o desejarem, posso fazer a crítica ao 2º volume do Valerian para manter o ping pong...) :D








quinta-feira, 21 de maio de 2015

Saga Vol.1 & Vol.2


É um prazer enorme descobrir que ainda há espaço para a imaginação.
Espaço para a aventura mergulhada no fantástico da ficção cósmica, em formato BD bem escrito!

Os leitores portugueses saíram de uma crise de confiança relativamente às editoras com todas as colecções que têm saído por parte da Levoir (sobretudo esta) e ASA para as bancas. A G.Floy decidiu seguir o caminho das bancas também (e em livros de capa dura) para uma distribuição mais alargada dos seus produtos. Embora não sejam colecções semanais, não fazia sentido neste caso, esta editora está apresentar séries de grande qualidade. Saga é uma delas e a G.Floy não está a falhar com o planeamento prometido. O 3º volume está já previsto para Outubro deste ano!

Brian K. Vaughan já é bem conhecido neste blogue com Y: The Last Man e Fábula de Bagdade. Um excelente contador de histórias, fora dos comics de super-heróis, que apresenta aqui um universo forte, bem estabelecido, divertido e com motivos quanto baste para que qualquer leitor fique agarrado pela história. Personagens femininas bem fortes e presentes fizeram com que o público feminino aderisse em massa a esta Saga.

A desenhadora Fiona Staples conhecida anteriormente por  DV8: Gods and Monsters e Mistery Society acabou por ser apresentada a Vaughan pelo amigo comum Steve Niles.
A sua arte limpa, imaginativa e muito expressiva cativou imediatamente Vaughan e a partir daí nasceu SAGA.
De notar que ela também é "dona" de Saga, em conjunto com Vaughan. Ela faz as capas, desenho, imaginou, desenhou todas as raças aliens e naves espaciais. Como curiosidade, toda a legendagem com caligrafia manual foi feita com o seu próprio punho.

Houve um livro que marcou o meu imaginário quando eu era adolescente: Star Wars. Li o livro antes de ver o filme e fiquei a sonhar com todos aqueles mundos tão diferentes. Saga fez-me sentir o mesmo!

Saga é insana. A imaginação vai longe nas páginas destes livros! Uma árvore nave espacial? Um príncipe Robô cuja cabeça é um monitor? Fantasmas com entranhas a cair? Magia?? Cavalos alados? A mulher aranha mais sexy do universo? Sim... é louco!

Mas ao mesmo tempo bastante palpável. Duas pessoas de raças diferentes e inimigas amam-se, e tudo fazem para manter a sua filha híbrida a salvo. Duas raças em sua perseguição devido à "heresia", e claro, por causa de uma filha que poderia ameaçar o status quo de uma guerra que já ninguém se lembra como começou... Alana, Marko e Hazel tornaram-se alvos em toda a Galáxia, embora só procurem ser felizes e criar a sua filha em paz.

As motivações de todas as personagens, heróis e vilões, são perfeitamente claras. Aliás, os vilões... estas personagens em Saga estão muito bem tratadas, são completamente tridimensionais. Esta é uma das grandes armas desta série, o tratamento psicológico, físico e social das personagens está muito bem trabalhado, e bolas... Fiona Staples consegue desenhar uma raça humanóide em que a cabeça é um monitor sem parecer estranha... aliás, até uma cena de sexo foi feita com o Príncipe Robô e a sua "princesa"! Esta personagem está muito, mas muito bem tratada ao nível da sua construção.

Para além disto tudo, tem páginas lindíssimas, um gato que diz "MENTIRA" quando alguém foge à verdade e existe um bordel à escala planetária! :D

Brian K. Vaughan e Fiona Staples conseguiram construir um ambiente completamente alien, mas ao mesmo tempo completamente familiar para qualquer humano do planeta Terra. Os problemas das personagens são identificáveis na nossa sociedade, a série aborda temas complexos como sexualidade, guerra, racismo e marginalização. Tudo isto está embutido em Saga de uma maneira tão familiar e subtil que nem notamos aquando de uma 1ª leitura...

Afinal sempre se consegue inovar (e bem) com imaginação e sucesso. A riqueza das personagens então é garantidamente um dos pontos mais fortes de Saga e contribui muito para o seu sucesso! Esta dupla conseguiu dar um pontapé no marasmo deste tipo de publicações que se andavam a copiar umas às outras apresentando apenas nuances um pouco diferentes umas das outras.
Saga prima pela originalidade!

Não fiz um artigo sobre os primeiros números das várias séries da G.Floy porque queria ter a certeza que eram mesmo boas. E são! O Leituras de BD recomenda estas dois livros desta muito boa série ongoing.
Já agora... acho que não referi a editora norte-americana. A Image, claro!
:)

Hardcover
Criado por Brian K. Vaughan e Fiona Staples
Editado em 2014 (Vol.1) e 2015 (Vol.2) pela G.Floy




























sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Comic Con Portugal 2014: Notícias da Banda Desenhada - Brian K. Vaughan


Mais um autor confirmado.
Desta vez é Brian K. Vaughan, e é garantidamente um bom complemento para Pia Guerra!

Brian K. Vaughan é um escritor de comics que está francamente em alta. Tem tido uma carreira bem regular, e sempre a subir, dentro da indústria dos comics. A nota da organização da Comi Con Portugal foca as suas obras mais importantes e o Leituras de BD vai deixar aqui link para algumas dessas obras que por aqui já passaram.

Passemos então à nota da Comic Con:

A primeira edição da Comic Con Portugal contará com a ilustre presença de BRIAN K. VAUGHAN!

Y: The Last Man (Vertigo), Ex Machina (DC Comics) Runaways (Marvel Comics), Saga (Image Comics) e Private Eye, uma BD digital publicada em PanelSyndicate.com, são alguns dos maiores sucessos do escritor de banda desenhada.


No seu currículo, destacam-se, entre outras distinções, o prémio Eisner, visto como o Óscar da Nona Arte.

A carreira de Brian K. Vaughan inclui igualmente trabalhos em televisão: escreveu alguns episódios de Lost, série premiada da ABC, tendo sido ainda escritor e produtor do estrondoso êxito da CBS, Under the Dome.

Como vêem ele e o autor de uma das séries do momento: Saga!
Mas o LBD já falou de Fábula de Bagdad (Pride of Bagdad) e de Y: The Last Man. Este como já foi referido, foi feito com Pia Guerra que estará presente nesta Comic Con Portugal também.

Agora os links para quem tiver curiosidade de ver, ou rever, no LBD o seguintes trabalhos de Brian K. Vaughan (basta clicar no nome da obra):













Página oficial do evento: http://www.comic-con-portugal.com/pt/
Boas leituras

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Y: The Last Man


- 48% da população mundial, os homens (2,9 biliões), estão mortos.

- 495 dos 500 proprietários das maiores fortunas da terra estão mortos.

- 99% dos proprietários de terra, ou terrenos, estão mortos.

- Só nos EUA 95% dos pilotos de avião, condutores de camiões e comandantes marítimos estão mortos, assim como 92% dos criminosos violentos.

- No mundo inteiro 99% dos electricistas, mecânicos e operários de construção estão mortos.

- 49% da população que trabalha na agricultura está morta.

- 14 Nações, incluindo Espanha e Alemanha, têm militares femininas que já serviram em combate no terreno. Antes da praga nenhuma das 200.000 mulheres militares do EUA tinham participado em combate no terreno.

- Austrália, Noruega e Suécia são os únicos países em que mulheres militares servem em submarinos.

- Em Israel todas as mulheres entre os 18 e os 26 anos de idade cumpriram serviço militar obrigatório. Antes da praga, pelo menos três mulheres muçulmanas foram bombistas suicidas.

- Por todo o Mundo 85% dos líderes governamentais estão mortos, assim como 100% dos padres católicos, rabis judeus e imans islâmicos.


BEM-VINDOS A UM MUNDO SEM HOMENS!

Este foi o resultado da praga que vitimou todos os possuidores do cromossoma “Y” no planeta Terra. Não só os homens, mas todos os machos mamíferos.
Todos? Não!

Um único homem e um único macaco sobreviveram a esta praga.
E é aqui que nasce uma das melhores obras da BD mundial. Criada pelo escritor norte-americano Brian K. Vaughan e pela artista canadiana Pia Guerra, ganhou alguns prémios dos quais destaco o “Eisner Award for Best Continuing Series” em 2008.

Brian K. Vaughan tem obra traduzida em português, a excelente Fábula de Bagdad editada pela BD Mania, e tem trabalhado para as maiores editoras do mercado norte-americano de comics. Saliento o seu trabalho em X-Men, Runaways e Mystique pela Marvel, Green Lantern, Batman, Wonder Woman e JLA pela DC Comics, Swamp Thing, Y the Last Man e Pride of Bagdad pela Vertigo, Tom Strong e Ex Machina pela Wildstorm, Buffy the Vampire Slayer pela Dark Horse. Para além disso também foi um dos responsáveis pela famosa série TV “Lost”!
A artista Pia Guerra iniciou-se a sério nesta indústria com esta série, trabalhando depois em Doctor Who: The Forgotten pela IDW Publishing.




Os textos de Vaughan são excelentes, pegando num cenário completamente hipotético deu-lhe corpo mostrando uma visão aterradora (ainda bem que apenas ficção), de um mundo sem homens. O descontrolo, as loucuras, os gangs e a violência que grassa após uma repentina ausência de homens, assim como a fractura ecológica existente após o desaparecimento, e impossibilidade de reprodução das espécies mamíferas!

Tudo passa nesta série, onde um, e apenas um homem mais o seu macaco, sobrevivem! Poder-se-ia pensar que o mundo seria um Paraíso para este macho, mas não é assim que se passa. O pesadelo é enorme, com gangs, potências estrangeiras, cientistas e serviços secretos todos atrás dele! Ele, Yorick Brown, um artista amador, apenas queria juntar-se à sua namorada que na altura estava na Austrália…

Claro que num mundo assim a tarefa era tudo menos fácil!
O seu primeiro acto foi reunir-se com a sua mãe, Congressista Americana, conhecendo neste percurso a Presidente dos EUA. Nesta altura é-lhe dada a companhia da agente 355 como guarda-costas, com o intuito de se encontrarem com uma brilhante cientista na área de clonagem: a Dr. Allison Mann. Aqui começa o périplo de Yorick que vai correr todo o planeta.

Esta história fracturante leva todos os seus personagens ao limite emocional. Por vezes o conflito emocional é tão grande que chega a ser desesperante/exasperante! Vaughan trabalhou este tema até à exaustão, e conseguiu dar-lhe um fim! Enquanto eu lia os vários volumes desta série, pensava como é que o autor daria um final decente a tudo isto… já estava à espera de um final de porcaria e apressado, mas não! Não é um final alegre e feliz, mas é um final muito competente e verosímil com tudo o que se passou para trás.

Grande trabalho e visão deste autor que pôs super-modelos a arranjar empregos como apanhadoras de lixo e corpos humanos (dos homens mortos…), mostrou como as mulheres podem ser impiedosas e cruéis num mundo descompensado (isto não foi nenhuma afirmação “machista”). Vários temas incómodos são aflorados, como a sexualidade ou a clonagem de seres humanos, nesta saga de um mundo sem homens. O leitor tira as ilações que quiser! E não posso dizer muito mais sem fazer "spoiler"...

A arte de Pia Guerra é limpa e eficaz, sem ser espampanante, demonstrou qualidade e capacidade, sem recorrer a grandes efeitos gráficos! É uma autora a observar. Durante o tempo em que esta série foi editada verificou-se uma boa evolução na qualidade do seu traço terminando num nível superior ao que apresentou de início.
Y, The Last Man está editado em dez TPB de capa mole e “papel Vertigo”, e em cinco volumes (duplos) de luxo com capa dura e papel decente. A espera por estes últimos cinco livros valeu a pena, são excelentes edições! Os TPB foram editados entre 2003 e 2008.




Em 2017 a Levoir iniciou a edição em português desta série em 10 volumes de capa dura e bom papel

Boas leituras

Hardcover
Criado por: Brian K. Vaughan e Pia Guerra
Editado entre 2008 e 2011 pela Vertigo

terça-feira, 13 de maio de 2008

Fábula de Bagdad


Não sei qual é o plano editorial para este ano da BD Mania, mas este livro arrisca-se a ser um dos melhores lançamentos deste ano em Portugal!
Embora digam que é um livro para leitores com uma certa maturidade, pois tem cenas bem violentas, parece-me que os nossos pré-adolescentes não perdiam nada se o lessem, pelo contrário, teriam muito a ganhar. Já que jogam GTA e vêem filmes com litros de sangue, acho que esta fábula lhes mostraria, metaforicamente, outra parte da guerra.


O contexto espacial e temporal desta fábula é Bagdad, Iraque, durante a invasão dos Estados Unidos da América em Março de 2003, já durante da fuga do ditador Saddam Hussein. As bombas rebentam por toda a cidade de Bagdad e acabam por libertar os animais do Jardim Zoológico local. Aqui, quatro leões se põem em fuga pela outrora bela Bagdad, agora completamente devastada pelos bombardeamentos dos EUA.

A cidade é mostrada vazia de personagens humanos, sendo os mortos os únicos que aparecem em algumas vinhetas. O grupo de leões também não foi escolhido à toa... uma fêmea velha e cega de um olho (Safa), uma fêmea nova que anseia, acima de tudo, pela liberdade (Noor), um macho reticente (Zill) e uma pequena e inexperiente cria (Ali).

Esta não é uma história simplista! Conta aquele conturbado período que antecede a invasão por parte dos EUA, mas do ponto de vista dos leões. Estes envolvem-se em muitas discussões sobre o que se vai fazer a seguir, visto que todos eles têm pontos de vista diferentes. Não são só os leões a serem antropomorfizados... outros animais intervenientes são-no também.

A fábula faz-nos sentir bem o preço da liberdade e a perda de entes queridos. O autor consegue ser isento ao longo da história, nunca tomando partido por ninguém, antes, mostrando todos os conflitos morais e necessidades físicas pelas quais o grupo passa. De notar que o título original tem um duplo sentido: Pride of Bagdad! "Pride" tanto pode ser traduzido como "orgulho" ou como "família" ou "grupo" de leões. Não vou contar a fábula, porque esta é para ser lida e assimilada com a excelente arte que possui e faz com que este conto passe para um dos meus livros de eleição.

A história é contada por Brian K. Vaughan, conhecido na 9ª Arte por ser o autor de "Y, the Last Man" e "Ex Machina", e é muito bem conseguida, dura e bela quanto chegue. Nunca demonizou os soldados Norte-Americanos, antes sempre mantendo um discurso neutro, embora com conflitos sempre presentes. É uma excelente fábula contada por animais!

A arte, do até agora desconhecido para mim Niko Henrichon, é "fabulástica", e transporta-nos directamente para Bagdad e arredores! Aquela paleta de cores acrescida de um traço muito bonito, dá vida ao conto de Vaughan! Muito bom!
Também é uma bela edição, pois a BD Mania editou a versão capa dura da Vertigo!
Depois disto tudo, só me resta recomendar vivamente este livro para toda a família!

Nota: tenho de referir alguns prémios desta publicação:
- Obra vencedora dos prémios Harvey 2007 para "Melhor Álbum Original"
- Eagle 2007 para "Álbum Favorito"
- Nomeada para o Harvey 2007 na categoria de "Melhor História"
- Eisner 2007 na categoria de "Melhor Desenhador"
- Shuster 2007 para "Melhor Artista Canadiano

Hardcover
Criado por: Brian K. Vaughan e Niko Henrichon
Editado em 2008 por BD Mania

Nota : 10 em 10

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