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sábado, 7 de setembro de 2013
A DC Comics mostra-se contra uma das instituições mais antigas da humanidade: o casamento!
Na Marvel foi necessário o Mephisto para acabar com um casamento entre personagens de BD...
A DC Comics não precisa disso para nada! Tem o Dan DiDio!
Para este anormal os heróis nunca se podem casar.
Com isto "acabou" com um dos meus títulos preferidos, Batwoman, e agora é Aquaman que está na calha para mais uma curva apertada.
Em Batwoman fez com que o homem que a levou ao sucesso, JH Williams III, abandonasse a série visto não concordar com a decisão editorial da DC Comics. JH Williams III disse que a sua história com esta personagem homossexual assentava no futuro casamento com a sua companheira, e que não fazia sentido ser de outra maneira. Já tinha tudo planeado... assim a partir da revista #25 o escritor da série será Marc Andreyko. Já agora... quem é este tipo? Não sei, talvez mais um argumentista de segunda categoria, visto que os melhores estão todos a sair das duas maiores editoras!
Agora esse anormal diz que o Aquaman nunca foi casado, nem nunca há-de ser. A Mera terá de viver em adultério o resto da vida...
Qual Mephisto... Dan DiDio é que é!
Porra, ninguém tem culpa que ele tenha problemas de relacionamento com mulheres (ou homens)!
Quando são os editores a decidir o conteúdo básico das histórias está tudo tramado. Sim, porque um BOM argumentista planeia e organiza a suas histórias em determinadas premissas e eventos futuros; depois aparece o editor a dizer: refaz tudo que eu não gosto disso.
E já agora... o Aquaman casou-se com a Mera "long time ago"...
Justificação, a Batwoman tem de ser uma mulher infeliz (Porquê? Porque é homossexual?) e os outros heróis, como o Aquaman, têm de se sacrificar pessoalmente... serão Padres agora? Será que vão mudar o uniforme para batinas?
OMFG!
Depois queixam-se que as séries não têm sucesso, ou que as vendas estão a cair!
Bem... a seguir ao #25 da Batwoman, acabou-se para mim. Eu gostava da série por causa do excelente trabalho do JH Williams III. Se ele sai e é o DiDio que manda, eu também saio.
(Cada vez compro menos comics...)
Boas leituras
sábado, 11 de agosto de 2012
Batwoman Vol.1: Hydrology
Este foi o meu primeiro livro “New 52”, de resto só tinha lido alguns comics online. Como “reboot” é um falhanço completo! Apesar de ostentar um “1” na capa e lombada, é tudo menos um recomeço. Posso dizê-lo com propriedade: este título não foi sujeito a “reboot”! Posso entender este livro como uma sequela a “Batwoman: Elegy”, e apenas isso.
Este livro tem J.H. Williams III na arte e nos textos, embora aqui conte com a colaboração de Haden Blackman, mas… sente-se bastante a falta de Greg Rucka! O argumento não chega ao brilho do livro anterior, infelizmente! Não que J.H. Williams III tenha feito um mau trabalho nos textos, mas quem leu “Batwoman: Elegy” vai perceber a diferença.
É minha opinião que J.H. Williams III está a compor o cenário para um “plot” futuro mais firme, pelo menos tenho fé nisso. Existem vários indicadores no livro que me levam a pensar exactamente isso, e a presença de Batman irá ajudar com certeza! De resto as pequenas falhas de argumento são facilmente perdoadas neste livro…
E é assim que começa o livro. Com Batman a fazer trabalho de detective para descobrir a identidade da Batwoman, chegando à conclusão com margem mínima de erro que será Kate Kane (mas isso já nós leitores sabíamos). Batman espia Batwoman para perceber se esta será uma boa contratação para o grupo Batman Inc. analisando a sua capacidade de combate em situações de inferioridade. E Kate acaba por merecer um encontro provocado pelo próprio Batman, com o respectivo convite para as fileiras de Batman, depois de dar uma coça na seita “Religion of Crime”.
Como é sabido dos livros anteriores (ver Batwoman: Elegy e 52), o ambiente onde se move a Batwoman está muito ligado ao oculto, ao submundo sobrenatural e forças místicas. Este livro não escapa disso, e Kate está a mãos com um mito urbano: La Llorona!
É um bom ponto de partida para uma estória deste género, uma bela mulher que afoga os seus filhos para estar com o homem que ama. Quando é rejeitada por este suicida-se mas é-lhe negada a entrada no reino Celeste, e Maria é condenada a vaguear pela Terra, chorando os seus filhos, e afogando no processo filhos de outros…
Batwoman investiga o desaparecimento e afogamento destas crianças, ao mesmo tempo que a namorada: a detective Sawyer.
Este é o primeiro “sub-plot”. Outro dos alvos de investigação desta detective é precisamente saber quem é a versão feminina de Batman, ordens do Comissário Gordon!
Mas existe mais gente interessada nesta vigilante, e não olham a meios para o conseguir: um grupo de “black ops” chamado Department of Extranormal Operations (D.E.O.). Este grupo já tinha perseguido Batman pelas mesmas razões… mas desistiram!
Depois temos a vida pessoal de Kate Kane como “socialite”, graves problemas com o pai (ver Batwoman: Elegy), e por fim afasta a prima de sidekick por conselho de Batman!
Não é fácil a vida de Kate Kane!
O argumento não está mal e tem condições para subir, o problema está no excelente livro de abertura desta heroína a solo! Não sei qual a razão que levou Greg Rucka a sair do projecto, mas paciência… de qualquer modo é visível que J.H. Williams III ama esta SUA personagem.
Guardei para o fim aquilo que não tem palavras. Aquilo que faz um leitor amar esta personagem, e não, não é por ela ser lésbica assumida (“proud lesbian”), é a arte de J.H. Williams III!
Amazing!
Podem mandar-me para a fogueira por dizer isto, mas este artista criou um estilo visual único! Talvez a evolução dos comics de super-heróis passe por esta renovação do “storytelling”. As suas páginas são únicas, dividindo-se em páginas duplas completamente loucas de concepção e acção. A cabeleira ruiva de Kate Kane marca o ritmo visual de toda a acção, seja como Batwoman, ou como Kate Kane, está sempre presente.
J.H. Williams III usa dois registos visuais bem diferentes, um para a Batwoman, outro para Kate Kane. O primeiro é de prender o fôlego, o segundo mais contido e mais claro para podermos respirar antes de novos painéis de delírio visual. Kate Kane neste registo apresenta-se muito branca, fazendo realçar o seu cabelo absolutamente vermelho, com lábios a condizer e os olhos sombreados de cinza escura… não há como evitar não amar esta personagem.
Só por isto este livro é aposta ganha, e a estória só vai melhorar para o futuro. Como se costuma dizer, os dados foram lançados no fim do livro, e a partir daqui penso que a velocidade e interesse do “plot” vai subir!
O Leituras de BD aconselha este livro, mas também aconselha a compra inicial de Batwoman: Elegy!
Boas leituras.
Hardcover
Criado por: J.H. Williams III e Haden Blackman
Editado em Junho de 2012 pela DC Comics
Nota: 9,5 em 10
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Capas: Batwoman #10
A série Batwoman tem sido um manancial de excelentes capas por culpa do seu autor J.H. Williams III. Batwoman tem uma arte incrível e excelentes estórias, isto faz com que, na minha óptica, seja muito provavelmente um dos três melhores comics on-going da actualidade.
Ansiosamente à espera da compilação....
Esta revista com o número 10 sairá em Junho.
Boas leituras
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Capas: Batwoman #6
É sem dúvida um dos meus títulos preferidos da DC Comics. A arte envolvida é de grande qualidade, e J.H. Williams III continua a mostrar belas páginas em vários registos nesta série.
É um dos HC compilados que está na minha mira quando sair, imperdível!


Podem ver neste blog a crítica ao primeiro volume de Batwoman:
Batwoman: Elegy
Boas leituras
É um dos HC compilados que está na minha mira quando sair, imperdível!
Podem ver neste blog a crítica ao primeiro volume de Batwoman:
Batwoman: Elegy
Boas leituras
sábado, 9 de abril de 2011
Batwoman: Elegy
Eu quando leio / compro um livro de super-heróis o primeiro motivo é a diversão, normalmente o que me atrai mais é a arte neste tipo de livros, mas existem grandes estórias também! Digo-o porque é verdade!
Este primeiro volume da renascida Batwoman tem duas coisas indissociáveis: arte e estória!
Um livro perfeito e fresco.
É unânime por toda a crítica internacional: o livro é muito bom!
Reli-o para fazer este post, e esta segunda leitura ainda me agradou mais que a primeira, sobretudo ao níve
A escrita esteve a cargo de Greg Rucka (Whiteout, 52, Final Crisis: Revelations, Blackest Night: Wonder Woman, entre muitos outros) e o artista de serviço foi J.H. Williams III (Seven Soldiers of Victory, Promethea, Justice League of America, Hellboy: Weird Tales, Batman entre muitos). Neste caso a dupla funcionou perfeitamente, mesmo!
Batwoman sai do excelente “52”, em que teve um dos melhores arcos de estória da saga, para uma mini-série apenas dela. Podemos considerar esta Batwoman: Elegy como uma espécie de Batwoman: Year One. É-nos contado o seguimento das suas aventuras em “52”, assim como vários flashbacks que contam as suas origens.
Claro que houve polémica nos U.S.A. com esta personagem feminina, ou ela não fosse assumidamente homossexual e por isso mesmo teve de sair do exército, mas a sua orientação sexual não é explorada neste livro como algo para vender, para chocar, ou criar polémica… Kate Kane é lésbica, apenas isso. É porque é, e é natural nela! Não se faz alarde dessa situação, aliás, depois de ler o livro não se consegue pensar nela de outra maneira de tão naturalmente o assunto foi tratado.
Kate Kane fica perdida depois de lhe ter sido retirada a vida militar, a sua mãe era militar, o seu pai é militar e era o único mundo que conhecia. A sua visão da vida muda quando se defende de um atacante na rua e tem o seu primeiro encontro com Batman. Ela descobre aí um novo modo de servir… o seu pai, a princípio relutantemente, torna-se o seu mentor e faz o papel de “Oracle” do Batman, mas para a sua filha.
A vilã deste início (será apenas o início?) é espectacular! Completamente “psico” (ou se calhar nem por isso…), super bem trabalhada psicologicamente e graficamente. A continuar assim temos uma concorrente ao Jocker… No fim de ler o livro lembrei-me que estes dois fariam uma dupla completamente louca! Bom, não me vou alongar, pois a estória tem umas reviravoltas engraçadas e bem construídas. Não quero estragar o prazer da leitura a quem ainda não leu.
:D
Quanto à arte posso fazer três distinções claras. Os flashbacks têm uma arte um pouco suja com cores “à época”, bem conseguido porque dá um ar bem “retro” ao passado da moça e respectiva família. Aproveito para levantar um pouco do véu e dizer que a família é muito importante em todo este início… desculpem-me mas não resisti a dizer isto…
Como Kate Kane a construção das páginas e toda a arte / coloração é muito clara, com poucas sombras e traço bastante fino, adapta-se perfeitamente porque o artista e o colorista querem fazer a diferença para a Batwoman (e conseguem-no perfeitamente), a arte e cor em que é retratada a Batwoman em plena acção são autênticas explosões de vermelho e negro em alta velocidade, atravessando vinhetas e pranchas e contrastando com a cor branca da vilã (Alice). Espectacular!
Recomendo, e espero que se inicie uma longa série com esta personagem e estes autores!
Boas leituras!
Hardcover
Criado por: Greg Rucka, J.H. Williams III e Dave Stewart (colorista)
Editado em 2010 pela DC Comics
Nota : 11 em 10
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