Mostrar mensagens com a etiqueta Gisela Martins. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gisela Martins. Mostrar todas as mensagens

domingo, 19 de maio de 2013

Anicomics Lisboa 2013: Exposições, Videos e Mini-Entrevista a Mário Freitas

Carlos Rocha, Aida Teixeira e Mário Freitas


Pronto... este é o último post sobre este evento. Faltava falar e mostrar as fotos sobre as exposições!
Vou apresentar também os videos sobre as antevisões dos livros Vamos Aprender com Carlos Rocha e Aida Teixeira, e Zakarella comigo (Nuno Amado) e Jo Bonito.
Infelizmente a câmara de video estava mesmo no fundo do auditório e o burburinho da plateia ficou junto ao microfone da câmara, o que faz com que pareça que estava muito barulho, o que nem foi o caso. Mas penso que dá perfeitamente para ouvir o que se disse durante este pequeno debate!
;)

Arte Final de Daniel Henriques

As exposições estavam com bastante qualidade, tivemos trabalhos de Nuno Plati, André Lima Araújo, Filipe Andrade, Jo Bonito, Jorge Coelho, Daniel Henriques e Osvaldo Medina.

Infelizmente, e como é hábito, este tipo de exposições não são amigas do fotógrafo e muitas fotos ficaram estragadas devido a reflexos parasitas da iluminação e flash quando usado...
De salientar, e como me diz directamente respeito, a exibição de algumas páginas da Zakarella (ainda incompletas) e com boas críticas do público que viu a exposição! Obrigado ao Mário Freitas por ter apostado neste Projecto Zakarella com a exposição e a antevisão no auditório. E mais uma vez o Sr. Nuno Amado (eu) "mete os pés" ao enganar-se a dizer um nome... desta vez coube ao artista original da Zakarella, o Carlos Alberto a sorte de ter o seu nome adulterado por mim... (Xiça...)!

Fiz também um video com TODAS AS FOTOS que tirei, "enjoy it"!


Fiz também uma "flash interview" (lol) ao Mário Freitas no rescaldo do festival. Quatro perguntas para tomar o pulso a este festival, visto pelo próprio organizador:

Entrevista a Mário Freitas

Como consideras o Anicomics deste ano, um sucesso?

Claramente. Chegámos às 1600 pessoas, no conjunto dos dois dias, e conseguimos gerir da melhor maneira os ingressos, de forma a evitar enchentes absurdas, excepção feita ao auditório, claro. Para além disso, nunca vi tanto comentário feliz, tanta fotografia e tanto vídeo de um vídeo, como depois desta edição de 2013 do AniComics. Acho que é realmente um evento diferente que toca bem fundo no coração das pessoas.

Arte Final de Daniel Henriques

Quais consideras que foram as maiores diferenças em relação ao ano passado?

Uma divulgação ainda melhor e um programa ainda mais diversificado que no ano anterior. E uma organização que se pretende cada vez mais eficiente e profissional.

Filipe Andrade

Quais os "menos" e os "mais" deste ano?

Entre os mais, claramente a adesão e animação do público, algo muito especial e muito próprio do AniComics. Da nossa parte, conseguimos cumprir os horários da programação à risca, excepção feita ao Quiz, no sábado de manhã. Entre os menos, tenho de destacar o calor excessivo que se fazia sentir no auditório e no backstage e outra coisa que lamento profundamente: um certo desinteresse dos leitores de BD mais ocidental, seja portuguesa seja comics; há autores convidados, há exposições e debates, há livros. Se calhar sentem-se intimidados pela alegria esfusiante dos cosplayers, mas não contem comigo para fazer encontros de 20 fãs, por oposição a verdadeiros festivais.

Filipe Andrade

Uma palavra para os visitantes deste Anicomics 2013.

Um grande obrigado pela vossa presença e por todas as palavras de elogio e incentivo que temos recebido. E até pelas críticas, sempre fundamentais para corrigirmos situações que, por uma razão ou outra, acabam por funcionar menos bem. E não percam o AniComics 2014: já há ideias a borbulhar na minha cabeça e na daqueles que me ajudam a fazer o festival. Será ainda maior e certamente ainda melhor.







Jorge Coelho
Jorge Coelho

























Nuno Plati


André Lima Araújo
André Lima Araújo

























André Lima Araújo

Osvaldo Medina - Gisela Martins - Sara Ferreira



Zakarella - Jo Bonito



Zakarella - Jo Bonito
Zakarella - Jo Bonito

























Zakarella - Jo Bonito


Pronto, para o ano há mais e agora... até Beja!
:)

Boas leituras

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Super Pig: Roleta Nipónica




Este vai ser um ano particularmente activo da Kingpin Books enquanto editora, senão vejamos:
  • Super Pig: Roleta Nipónica (Mário Freitas e Osvaldo Medina)
  • Vamos Aprender (Aida Teixeira e Carlos Rocha)
  • Palmas para o Esquilo (David Soares e Pedro Serpa)
  • Super Pig: O Impaciente Inglês (Mário Freitas e André Pereira)
  • Hawk (André Oliveira e Osvaldo Medina)

Mário Freitas tem sabido rodear-se por bons artistas e autores e o resultado está à vista!


Roleta Nipónica é uma prequela na série Super Pig que nos leva até aos anos 70. Mário Freitas assume perfeitamente que o Super Pig é a sua personagem, e já foi acompanhado por vários artistas nas aventuras do suíno mais carismático e “cute” de Portugal! Desta vez o desenhador foi Osvaldo Medina (Fórmula da Felicidade, Mucha, C.A.O.S.), e claro, as coloristas de eleição da Kingpin: Gisela Martins e Sara Ferreira.
A legendagem, claro… é de Mário Freitas. É a sua especialidade, e com certeza não a ia deixar na mão de mais ninguém!

Mário Freitas apresenta uma história no passado do nosso Pig, onde acabamos por conhecer o seu pai, Calouste Pig, um Pig de muitas habilidades!
O autor conseguiu fazer uma excelente passagem do presente para o passado do Super Pig, valendo-se de um peixe…  o Fugu. A transição é aparentemente fácil, sem ser forçada, e para dar mais força à viagem para o passado as páginas iniciais no presente são a cores, quando o passado invade o livro temos um excelente cinza e tramas Manga. Aliás, no próprio design do livro tudo leva para este estilo. A cor do papel e a falta de margens superior e inferior aliadas ao trabalho de Gisela Martins e Sara Ferreira num ambiente Manga, promovem algo de original nesta saga do Super Pig. De resto o argumento está bem construído e é “fácil de gostar”.

Osvaldo Medina tem aqui uma das suas melhores prestações gráficas, na minha opinião e para o meu gosto. Definitivamente a Fórmula da Felicidade e este Roleta Nipónica são aqueles que preenchem de forma mais completa o meu gosto pessoal, sem desprimor para as outras obras do mesmo desenhador.

E claro, o trabalho das duas coloristas enriqueceu bastante o registo do desenhador…
:)

A história conta um episódio da vida de um Pig juvenil e apresenta-nos o seu pai. Vemos aqui de que “massa” são feitos os Pigs, num ambiente mafioso onde os bandidos de Aveiro estão de conluio com a Yakuza japonesa.
O rapto do Pig é feitos pelos empresários pouco escrupulosos desta região (Aveiro) , mas a reunião com os Yakuza não corre bem…
Calouste Pig decide salvar o seu “rebento” (Mário, tens de apresentar a mãe…) sozinho. Mas não pensem que este Pig é um suíno indefeso! Longe disso…
Tenho de dar os parabéns pela original “roleta” mortal que ele arranjou. Não vou “spoilar”, mas saiu-me um WTF no meio de uma gargalhada quando percebi qual era a roleta que dava o título ao livro.

É um livro de muita acção, muitas referências a tradições portuguesas e japonesas (sabiam que Aveiro é uma cidade geminada com Oita no Japão desde 1978?) e leitões da Bairrada, por exemplo. Leiam este livro com atenção porque por trás desta história aparentemente simples está um argumento muito inteligente!

Penso que este livro lança muito bem o próximo episódio no seu final (Impaciente Inglês), e se era bom entretenimento que o Mário Freitas desejava atingir com esta Roleta Nipónica, acho que esse objectivo foi muito bem conseguido.
É bom ver boa Banda Desenhada feita por portugueses...

Boas leituras

Softcover
Criado por: Mário Freitas e Osvaldo Medina
Editado em Maio de 2013 por Kingpin Books
Nota: 8 em 10

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Ilustração: Super Pig por Gisela Martins e Sara Ferreira


Esta é uma ilustração inclusa no Super Pig: Roleta Nipónica. Este livro vai sair amanhã durante o Anicomics, e esta pequena ilustração vem logo no início do livro.

Gisela Martins e Sara Ferreira foram responsáveis pela cor, cinzas e tramas deste livro, e deram-nos esta pequena "fotografia" de família! O pequeno Super Pig, com o seu pai Calouste Pig!
No final existe outra excelente ilustração destas duas artistas, mas para a verem terão de obter o livro...
:P

Boas leituras e venham ao Anicomics!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Ilustração: Ticket Stubs por Sara Ferreira


Ilustração de Sara Ferreira para o Leituras de BD!

De referir que Sara Ferreira e Gisela Martins (ilustração do post anterior) são as coloristas do livro da Zakarella em preparação. Irão colorir os desenhos de Jo Bonito, com argumento meu!

Como foi dito em baixo, Sara Ferreira foi autora, com Gisela Martins, da obra vencedora do concurso de Manga Jiman Competition organizado pela embaixada do Japão, em Londres, com a história curta "I Love You". Podem clicar no link atrás para verem essa história na sua totalidade!

Obrigado Sara Ferreira!
:)

Boas leituras

terça-feira, 23 de abril de 2013

Ilustração: Knight Hunters por Gisela Martins


Ilustração de Gisela Martins para o Leituras de BD!

Gisela Martins, como já foi dito e escrito neste blogue foi a vencedora, com Sara Ferreira, do concurso de Manga Jiman Competition organizado pela embaixada do Japão, em Londres, com a história curta "I Love You". Podem clicar no link atrás para verem todas as páginas dessa história!

Obrigado Gisela!
:D

Boas leituras

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Manga Jiman Competition Winner 2013: I Love You, por Gisela Martins e Sara Ferreira


Pois é... uma dupla feminina portuguesa ganha um prestigiado concurso de BD (neste caso Manga) em Inglaterra e quase não se fala disto...

Vou apresentar o Manga vencedor, I Love You, de seis páginas e uma pequena entrevista às duas artistas!
Elas estão felizes e não é para menos!

Mini-Entrevista



Nuno: Quem fez o quê neste mini-Manga?

Sara e Gi: Adoramos o termo mini-Manga! Foi um trabalho literalmente em conjunto. O conceito da história e o storyboard/layout é das duas, quanto ao desenho, as personagens são todas da Sara enquanto que os cenários são da Gi. Arte final é das duas mais uma vez.

Nuno: E talvez pudessem dizer quais a vossas motivações e objectivos quando concorreram a este concurso.

Sara e Gi: Estamos a viver na Inglaterra e estes tempos têm marcado a nossa perspectiva tanto como autoras de BD bem como de ilustradoras/concept designers. Quando descobrimos o concurso quisemos participar antes demais pela chance que este oferecia em poder falar com alguns nomes importantes na área editorial de BD em Londres. Montámos portanto um trabalho que nos servisse de cartão de apresentação, que deu os seus frutos.
Nunca pensámos que venceríamos o primeiro lugar (como podes ver no nosso blog) e agora lá vamos as duas ao Japão!

Nuno: O que é o Manga Jiman Competition, quem o organiza e com que objectivo?

Sara e Gi: O Manga Jiman Competition é um concurso de BD/Manga organizado anualmente pela Embaixada do Japão de Londres e já vai no seu sexto ano de existência. É um dos maiores concursos do Reino Unido e de facto o recinto estava absolutamente cheio! Foi uma pena não nos deixarem tirar fotos.
Já tínhamos trabalhado anteriormente em Portugal com a Embaixada Japonesa de Lisboa e foi interessante uma perspectiva diferente na promoção do país e da sua cultura. É esse o objectivo deste concurso e muito bem conseguido

Queríamos também dizer que vamos em Abril estar presentes no Iberanime de Lisboa como convidadas do evento, e daremos uma palestra e workshops. Teremos também à venda uma mini revista com esta história em português bem como pin-ups e concept art.


Muito obrigada, Nuno!!


Bem, este prémio é "awesome"! Uma viagem ao Japão... espero que a aproveitem bem! Merecem!
:)

Ficam aqui os links destas artistas:

www.stkstarbullet.com
www.stkstarbullet.deviantart.com

Ambas as artistas encontram-se disponíveis para comissões e outros trabalhos.

Manga: I Love You


















































Boas leituras

terça-feira, 3 de julho de 2012

Super Pig: Live Hate

Super Pig foi das primeiras publicações da Kingpin como editora. Nasceu da mente do responsável desta editora, e da loja e com o mesmo nome, Mário Freitas.
A história deste título remonta a 2006 quando foi disponibilizada a primeira revista da série, tendo sido editados desde então mais três números em 2007 (#2 e #3) e 2008 (#4).
Estes quatro números foram compilados em livro, Super Pig: Live Hate, em 2011 numa edição recolorida, com novas legendas e mais algumas páginas originais.
Este livro é um livro bastante diferente do que é normal e usual fazer no nosso mercado, visto que mescla muito bem o mundo dos Comics, com a BD europeia, e para além disto tem uma forte componente da maneira de estar e pensar do autor. Quem leu o livro e conhece o autor da estória pode dizer que o Mário Freitas “está lá”!
Relativamente ao trabalho de Mário Freitas no livro… bem, ele esteve presente no argumento, arte-final, tons cromáticos, legendagem, design e edição. Posso dizer que esteve bastante bem, sobretudo nos diálogos credíveis, espalhando aqui e acolá bom humor, por contraponto à parte negra da estória. Esta está escrita de maneira inteligente, mas nem sempre ao mesmo ritmo. Tem um começo bastante rápido, e conforme a trama se adensa este ritmo vai diminuindo, mas sem cair na monotonia. Não sei se foi ele que planificou as pranchas, mas estas têm um grafismo por vezes bastante arrojado e não muito normal na BD portuguesa. As personagens vão sendo bem caracterizadas ao longo da estória, e de maneira credível, fazendo com que o leitor imagine aquelas criações como pessoas mesmo (apesar do protagonista ser um porco antropomorfizado).
Quanto à arte, ela varia um pouco assim como a técnica de colorização, porque há mais do que um artista envolvido. O meu gosto pessoal cai para o lado do Carlos Pedro, gosto mais dos seus quadros e dinâmica (com um certo perfume “noir”) neste livro do que os do Gabriel Evangelista (GEvan) que tem estilo mais certinho e bonitinho aqui. De qualquer modo o grafismo actual (já espreitei) do GEvan para o próximo livro já está num registo de que eu gosto muito. Para saber do que eu falo espreitem a capa do fanzine BDLP. Gosto!
Nas cores estiveram Gisela Martins e Sara Ferreira!
Super Pig é um porco que leva uma vida de Playboy, herdeiro de uma grande fortuna, gosta de investigar e colabora com a Polícia Judiciária. É também (não logo de início) chamado a ocupar o cargo de administrador na Fundação Calouste Pig (lol), criada pelo seu pai.
Mas há quem não goste do que ele representa… tem inimigos que insidiosamente vão envenenando tudo à volta dele. Cabe a vós, os leitores, descobrir o Live Hate!
Achei o máximo o crossover de personagens com outra série da Kingpin: Agentes do C.A.O.S.! Pois é… o Inspector Franco está lá e em grande forma!
Convido-vos a ler esta obra inteligente, tem muitos pormenores em que vocês se vão rever e várias referências à cultura pop que irão reconhecer. Fujam da “Deformação” e conheçam a cara do vilão na última página!
Este livro teve uma tiragem pequena tendendo a ficar escondido e anónimo nas livrarias que os têm nas prateleiras. Não foi nenhum best-seller, mas é um livro bastante interessante!
Posso dizer que o comprei com um pé atrás, um porco como animal antropomorfizado no mundo humano… não era bem a minha praia, aliás, por isso mesmo nunca peguei em nenhuma revista do Pig, mas quando saiu a compilação… comprei! Mas estou tudo menos arrependido com a compra. É uma obra honesta e pessoal do Mário Freitas!

Quando o dogma entra no cérebro, a actividade intelectual cessa.
Robert Anton Wilson

TPB
Criado por Mário Freitas, Carlos Pedro, GEvan, Gisela Martins e Sara Ferreira
Editado em 2011 pela Kingpin Books
Nota: 8 em 10

sexta-feira, 11 de junho de 2010

A Fórmula da Felicidade Vol.2


Comprei o primeiro volume da A Fórmula da Felicidade o ano passado em Beja e fiquei a ansiar pela sua conclusão. Tal aconteceu no Anicomics deste ano e o livro respondeu às minhas expectativas. Osvaldo Medina (desenho), Nuno Duarte (textos), Gisela Lopes e Ana Freitas (cor) deram corpo e alma a este excelente projecto da Kingpin Books. Houve quem dissesse que a sua finalização podia ser outra, mas como diz o anúncio, “podia… mas não era a mesma coisa!”. Acho que o final é o desfecho lógico para a ascensão, queda e redenção de Victor, o autor da matemática fórmula da felicidade.
Este livro fala-nos do lado sombrio da “felicidade” artificial, da adição psicológica que esta trás, e nisto podemos englobar qualquer tipo de droga. Victor tomou a decisão da sua vida numa altura de grande raiva, e esta não é boa conselheira… a partir daqui o drama psicológico (com traumas no relacionamento com o sexo oposto) é evidente desviando o personagem principal da vida, dos amigos e do amor. Tudo passa a ser artificial nas suas relações sociais passando a ser um VIP com todas as mordomias e manias que são apanágio deste tipo de gente. Apesar de tudo consegue conhecer o pai, mas não foi o encontro que idealizou, acabando por ficar ainda mais em baixo e desiludido, e sempre com a pressão de um patrão sem escrúpulos que vende a peso de ouro o recitar da famosa fórmula matemática a quem quiser pagar em circuito fechado de televisão “Pay per view”.
Depois de uma zanga com o patrão tira umas férias onde tenta voltar às origens para tentar perceber onde se perdeu, mas nem isso consegue pois acaba por ser perseguido pelos aldeões da sua aldeia natal, que queriam mais uma dose de felicidade!
Victor acaba por perceber à sua custa e dolorosamente que a felicidade de uns não é a mesma que a felicidade de outros… aqui, e por acaso, acaba por lhe ser indicado o caminho da sua própria felicidade! A felicidade não se “dá”, a felicidade conquista-se e temos de procurar dentro de nós o catalisador para tal, o que não é nada fácil…
Como acaba este bem estruturada estória, bem… comprem o livro!
Esta é outra parte de que eu gostaria de falar. Eu sei que a Kingpin é uma editora pequena a dar os primeiros passos no mercado editorial, mas uma tiragem tão pequena para uma obra que deveria ser difundida ao máximo por tudo quanto é circuito comercial e bibliotecas (porque não nas escolas também), é redutora para uma das melhores obras de BD feita por portugueses. Tem tudo para ser um sucesso! Boa estória, boa arte, boa cor, bom "lettering" e boa balonagem. É uma pena que esteja limitada a 400 exemplares! Espero que se este díptico esgote a Kingpin pense numa reedição, pois deveria estar acessível para a generalidade dos portugueses.
É um drama forte que eu recomendo a quem gosta de BD, e para quem queira experimentar-se nesta arte! Muito bom. Já agora, as figuras antropomorfizadas não querem dizer que o livro é para criancinhas… é um livro para adolescentes mais maduros e adultos! Só pessoas com um certo grau de maturidade poderão tirar lições deste livro, “sem ser ver os bonecos”. Parabéns a todos, mas sobretudo ao Nuno Duarte! Fazem falta à BD portuguesa boas estórias.
Boas leituras!

Softcover
Criado por: Nuno Duarte, Osvaldo Medina, Gisela Mrtins e Ana Freitas
Editado em 2010 por Kingpin Books
Nota : 9 em 10

Disqus Shortname

sigma-2

Comments system

[blogger][disqus][facebook]