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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

DC All In Special #1

 


Na sequência do final de Absolute Power a DC faz a “activação” do seu universo Absolute com este All In Special, um flip comic cheio de conteúdo. Foi em Outubro de 2024.

Um pouco de história passada para se entender os passos que levaram à criação do Absolute Universe

Quando os Celestiais restauraram o Divine Continuum da DC, são criadas duas novas realidades no Multiverso primário da DC: Earth 0 e Elseworld

Os Heróis da Terra 0 (Earth 0) nunca conseguiram obter informações daquela nova realidade, embora soubessem que existia. Este Elseworld é na realidade um Alpha World ainda não desenvolvido, ou seja, com todas as possibilidades ainda em aberto.

Depois do falhanço da blitzkrieg contra meta-humanos perpetrada por Amanda Waller em Absolute Power, e do Flash ter cortado os laços desta Terra com o restante Multiverso, Darkseid aproveita com um plot bem urdido para se elevar a um todo poderoso Deus. Onde? Na realidade Elseworld, agora denominado Absolute Universe

Esta modificação de paradigma na DC é delineada neste pequeno Flip Comic, e na realidade a DC consegue colocar dois grandes eventos em 5 revistas no total, e sabem que mais? São muito bons, parece que a DC reaprendeu a contar boas histórias em poucas páginas.

DC All In é dividido em duas partes, Alpha e Omega. Quando a parte Alpha acaba no meio, viram a revista ao contrário e começam a ler Omega.
Alpha inicia-se cheia de luz e cor com a inauguração da Watchtower da nova Justice League Unlimited. Mas a festa acaba cedo com a entrada de rompante de Darkseid, unido a um contrariado Spectre.

Darkseid chega lá com o melhor plano de sempre arquitectado por ele, e a corrente de eventos que o levou até lá é explicada quando viramos a revista para o lado Omega, o lado obscuro do evento


Vou passar para o final. Temos um Darkseid muito clássico, mas um pouco mais esperto. Sabendo que o seu poder era constantemente contrariado na Terra 0, ele realiza um estratagema de morrer nesta realidade e renascer na outra realidade ainda muito jovem e em formação, portanto fácil de moldar, através de um rasgão no espaço-tempo.

E assim se forma o Universo Absolute, onde o desespero substitui a esperança, onde ele é um Deus supremo e onde a sua energia e aura contaminam todo o Universo.

Tudo isto permite a que neste novo Universo da DC se consigam fazer novas histórias, novas origens, diferentes personalidades heróicas e criar novos cânones se tudo for bem feito.
E acho que está a ser bem feito porque está a ter sucesso, até eu fui contaminado!


O sript de Scott Snyder e Joshua Williamson é excelente. A narrativa flui rapidamente, sempre com as várias cenas de acção a correrem de modo a deixar o leitor a suar, no acompanhamento da escrita veloz e bem encadeada destes dois homens. Muito bom, muito concentrado!

A arte da parte Alpha é realizada por Daniel Sampere. Não conhecia, tem um desenho limpo, boas páginas, bom dinamismo nas cenas de acção, enfim, fez um trabalho que eu gostei dentro de um estilo mais clássico de arte.

Quanto à parte Omega é desenhada por Wes Craig. Um desenho dinâmico com um traço muito sujo. Eu não me importo de o traço ser sujo, existem muitos desenhadores com esse tipo de arte, por exemplo MikeMignola, e eu gosto. Quando é bom. Não acho o desenho de Wes Craig bom. É desleixado, e é mal executado. Isto na minha opinião não profissional.
Sinceramente não gostei, achei perfeitamente vulgar dentro do estilo, e embora muita gente goste daquilo pelo que vi na internet , aqui este vosso amigo achou perfeitamente mediocre a sua participação. 

Os dois coloristas Alejandro Sánchez e Mike Spicer fizeram um trabalho sem grandes reparos, dando aos vários ambientes a palete de cor necessária para criar a emoção correcta no leitor.



Agora a minha pergunta é:
O que aconteceu ao Booster Gold!? 😱

E a partir daqui entramos no universo Absolute. Estou a ler Superman, Wonder Woman, Batman e Green Lantern. Em breve a minha opinião sobre estes títulos.

 


 

Boas leituras

domingo, 25 de abril de 2010

Final Crisis


Muito confuso… mesmo!
É um livro para “profissionais” de crises da DC… acho que Grant Morrison se passou de vez neste “Final Crisis”! Fiz um esforço enorme para seguir todas as crises desde Crisis on Infinite Earths até este Final Crisis, com todos os volumes preparatórios e algumas pós-crises, e este último (que eu espero que seja o último “Crisis” da DC) achei que foi o mais intrincado e difícil de ler! Penso que não deveria ser assim, visto que li todos os livros anteriores a este culminar de mega-evento, e mesmo assim foi difícil. Teve alguns arcos de estória bastante bons pelo meio, mas houve uma altura que eu já andava a folhear o livro para a frente para ver se compreendia o que se passava para trás… isso é mau sinal!
A arte apresentada foi muito irregular ao longo de todo o livro e nunca nada de excepcional, safam-se as capas que são bastante boas , na minha opinião, claro.
A estória até começa bastante bem, com Metron a oferecer uma primeira grande arma a um homem pré-histórico, o fogo, dizendo-lhe: "Here is knowledge.". Seguidamente, e já no nosso tempo, o detective Turpin dá de caras com o assassinato de um Deus, Orion, e um pouco mais à frente é assassinado um dos pilares do universo DC, o Martian Manhunter, pelas mãos do novo líder vilão: Libra! Um começo fulgurante e cheio de energia, que passado pouco tempo se começa a complicar com vários plots um pouco confusos, só os verdadeiros fanáticos DC se poderão sentir à vontade no resto do livro. Temos batalhas contra a Anti-Life Equation, espalhadas pelos homens de Libra, ao serviço de Darkseid, equação essa que põe qualquer humano ao serviço do Deus de Apokolips, salvo raras excepções… Vários Superman de diferentes Universos são reunidos por um Monitor Vampiro feminino, Zillo Valla, para combater Mandrakk. Um pouco por todo o lado os heróis da Terra que não foram convertidos pela Equação Anti-vida lutam pela suas vidas, e pelas dos poucos humanos que ainda não foram convertidos… Heróis sucumbem, vilões tornam-se heróis!
Bem, irei colocar aqui uma lista mais ou menos válida para todas as “crises” da DC. Os livros que tiverem post neste blog terão direito a link, penso que apenas Identity Crisis não teve post, por razões de atraso na compra do livro, pois é um dos melhores livros que já li editados pela DC. Então aqui vai:
- Crisis on Infinite Earths
- Zero Hour: Crisis in Time
- Identity Crisis
- Countdown to Infinite Crisis: Day of Vengeance
- Countdown to Infinite Crisis: OMAC Project
- Countdown to Infinite Crisis: Superman: Sacrifice
- Countdown to Infinite Crisis: Rann - Thannagar War
- Countdown to Infinite Crisis: Villains United
- Countdown to Infinite Crisis: JLA: Crisis of Conscience
- Infinite Crisis
- 52
- Countdown to Final Crisis
- Final Crisis
De notar que hoje li de rajada, após a releitura de Final Crisis, os três principais “tie-ins” a este crossover, e garanto que são muito melhores que a estória que lhes deu a hipótese de existirem, aliás eu acho-os mesmo bons livros! São eles:
- Final Crisis: Revelations
- Final Crisis: Rogues Revenge
- Final Crisis: Legion of 3 Worlds
Irei fazer uma apreciação destes futuramente, porque o merecem!
Já agora, um dos heróis principais desta “crise” é o Batman, e para quem não sabe o que lhe aconteceu (se morreu ou não), só tem de ler o final deste livro.
Não aconselho este livro a quem não esteja por dentro deste tipo de eventos do DC Universe.
Boas leituras!

Hardcover
Criado por: Grant Morrison, J. G. Jones, Carlos Pacheco, Doug Mahnke, etc...
Editado em Junho de 2009 pela DC Comics
Nota : 6,5 em 10

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Countdown to Final Crisis


Sim... este canto estava a ficar com teias de aranha, mas de vez em quando convêm descansar um pouco para voltar a fazer as coisas com gosto. Aproveitei para ler muitos livros que estavam em "lista de espera"!
:)

É inevitável a comparação entre “Countdown to Final Crisis” e “52”. Ambas as séries foram semanais e duraram um ano inteirinho, e “Countdown to Final Crisis” usou a fórmula que fez sucesso em “52”, ou seja, usar heróis de 2º plano em diversas estórias que se vão cruzando e influenciando durante a saga. Penso que se ficam por aqui as semelhanças entre estas duas séries. Bem… a arte também está “mais ou menos” ao mesmo nível uma da outra, talvez mais baixa em algumas das tais estórias paralelas.
“Countdown to Final Crisis” tem como equipa criativa nos textos Paul Dini, Jimmy Palmiotti, Sean McKeever, Tony Bedard, Adam Beechen e Justin Gray. Digamos que aqui Paul Dini e Jimmy Palmiotti deverão ter chefiado todo o processo de escrita e integração das várias intrigas paralelas presentes, e não há dúvida… foram bastantes inferiores ao que se fez em “52”. Para quem comprou esta série em revistas individuais (comics) deve ter sido uma leitura penosa, para quem comprou os TPB e leu tudo de seguida já não foi tão mau, embora os volumes 3 e 4, sobretudo este último, tenham sido muito confusos e alguns com má caracterização de personagens. Digamos que havia melhores compras… mas eu quis ter as “Crises” da DC todas seguidas, portanto este “Countdown to Final Crisis” teve de constar na minha colecção. Como “Countdown” para uma crise conseguiu ser bastante pior que “Countdown to Infinite Crisis”, esta esteve a um nível médio alto ao contrário de “Countdown to Final Crisis”.
Não me vou alongar muito com as críticas à saga, acho que toda a gente fica com a mesma opinião depois de a ler, vou apenas referir o que gostei.
Gostei da estória que envolveu Donna Troy, Jason Todd, Kyle Rayner e um Monitor, na busca do “Atom”, Ray Palmer. Outra que eu segui com interesse foi Mary Marvel, Holly Robinson, and Harley Quinn no mundo das Amazonas, e depois no mundo de Darkseid. Este por vezes está muito bem como o super-todo-poderoso-vilão, outras… muito fraquinho!
Ahh! Gostei do “ensaio de porrada” que o Superman dá neste Darkseid!
Houve aqui e ali noutras estórias alguns bons momentos, mas foram muito poucos para tanta página. Como conclusão ficamos a saber que o multiverso DC continua a existir e que os Monitors que o controlam já não são de confiança. Mary Marvel continua “negra” no final e acho que ela é melhor vilã do que heroína! Gostaria que ficasse assim.
Não vou dar uma nota tão baixa como aquela que mereceria se eu tivesse lido isto em “comics”, aliás, neste formato desistiria logo de comprar. Tudo seguido em TPB fica um pouquinho melhor.
Isto não é grande leitura, mas… continuo a desejar-vos boas leituras!

TPB
Criado por Keith Giffen, Jesus Saiz, Jim Calafiore, Carlos Magno, David Lopez, Paul Dini, Jimmy Palmiotti, Sean McKeever, Tony Bedard, Adam Beechen e Justin Gray
Editado por DC Comics em 2008
Nota : 5 em 10

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