Mostrar mensagens com a etiqueta Iron Fist. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Iron Fist. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Lançamento G.Floy: O Imortal Punho de Ferro Vol.1
A Última Saga do Punho de Ferro



A G.Floy inicia a publicação da série O Imortal Punho de Ferro (The Immortal Iron Fist), com argumento de um escritor persistente desta editora, Ed Brubaker, do qual já temos várias obras publicadas por esta editora, como Velvet e Fatale.

Fiquem com a nota de imprensa:


O IMORTAL PUNHO DE FERRO vol. 1: 

A ÚLTIMA SAGA DO PUNHO DE FERRO

Argumento de ED BRUBAKER & MATT FRACTION, desenho de DAVID AJA

A ARMA VIVA REGRESSA!

Depois de ficar órfão e ser educado na cidade mística de K'un-Lun, Daniel Rand regressou à América vestindo o manto místico do Punho de Ferro, o mestre de artes marciais - mas nem toda a sua habilidade de kungfu o poderá ajudar a encontrar o seu lugar no mundo moderno. Perseguido pelo governo na sua identidade de Punho de Ferro, e submergido pelas responsabilidades da corporação multi-bilionária que herdou como Danny Rand, o jovem guerreiro luta não só para se salvar, mas para se encontrar a si mesmo - mas depois de descobrir que o legado de séculos do Punho de Ferro contém mais segredos que ele alguma vez tinha imaginado, a sua tarefa parece quase impossível.


As novas aventuras do herói que inspirou a série de TV da NETFLIX!

Aventura e acção à moda antiga combinam-se com uma sensibilidade bem moderna neste livro que nos conta as novas histórias do herói da Marvel dos anos 70.”
- Entertainment Weekly

Ed Brubaker é um dos mais aclamados escritores de comics actuais, responsável por muitas séries de sucesso (e um dos argumentistas preferidos da G.Floy, que já editou dele Fatale e Velvet, e se prepara para lançar The Fadeout em 2018). Por várias vezes, pegou em personagens e reformulou-as de maneira inovadora: conseguiu-o com os detectives de Gotham (em Gotham Central), com o universo da Wildstorm em Sleeper, com o Capitão América e Rick Jones em O Soldado do Inverno, e mesmo com o surreal Sandman Presents: Dead Boy Detectives, que pega em duas personagens muito menores da série principal e as transforma em protagonistas da sua própria aventura. E repetiu a façanha com o Punho de Ferro, apoiado por outro grande argumentista, Matt Fraction (que escreveu partes da história, sobretudo as que se passam em tempos antigos com outros Punhos de Ferro).

Onde o Punho de Ferro tinha nascido do fascínio dos anos 70 pelo kungfu e por Bruce Lee, aliado aos filmes de blaxploitation na figura de Luke Cage, o eterno aliado do Punho de Ferro (os Heróis de Aluguer!) e uma das principais personagens afro-americanas da Marvel, Brubaker vai tentar redefinir a personagem para a época moderna. Em primeiro lugar, Danny Rand é um bilionário: o que é que isso significa para a personagem? E sabíamos que já tinham existido outros Punhos de Ferro no passado, mas... quantos? Brubaker e Fraction mergulham no passado dos Punhos de Ferros, constroem uma verdadeira mitologia, mostram-nos Punhos de Ferro do passado distante (e não tão distante), apresentam-nos as Sete Cidades Celestes e mesmo os mestres sobrenaturais de Danny Rand, numa aventura que redefine literalmente o herói.

São aqui secundados pelo artista espanhol David Aja, cujo estilo directo e contido é perfeito para equilibrar as cenas de calma, mistério ou narração, com as de acção. Aja tinha já trabalhado nalguns comics soltos com Brubaker (no Demolidor), mas a saga do Imortal Punho de Ferro foi o seu primeiro passo para se transformar num dos mais conhecidos desenhadores actuais, estatuto que ele confirmou mais tarde na sua premiadíssima fase da série Hawkeye, com argumento do mesmo Matt Fraction com que trabalhou neste volume (e que lhe valeu vários Eisners).


A série Imortal Punho de Ferro foi nomeada para o Prémio Eisner de melhor Nova Série em 2008, e ajudou Ed Brubaker a conquistar o Eisner como Melhor Argumentista no mesmo ano. David Aja ganhou nesse mesmo ano o Prémio Eagle para Melhor Novo Artista.

Inclui os números #1-6 de Immortal Iron Fist e Civil War: Choosing Sides #1

Formato comic deluxe (18,5 x 28), cores, capa dura, 160 pgs.
ISBN 978-84-16510-46-7

PVP: 14,99€

Boas leituras





terça-feira, 7 de outubro de 2014

Crónicas do Bendisverso III: Uma nova vida



O Universo Marvel foi afogado pela nova cronologia não planeada 'criada' por Brian Michael Bendis, mas isso não tem que significar que é tudo mau. Aliás, em termos de histórias, o Bendisverso tem algumas vantagens. Todos os escritores têm os seus personagens fetiche (por exemplo, Roger Stern trouxe de volta aos Vingadores os então esquecidos Mulher-Hulk e Cavaleiro Negro, Erik Larsen sempre foi um grande fã de Nova, Mark Waid ressuscitou Sharon Carter), mas neste caso Bendis conseguiu aumentar e muito a importância de personagens que escolheu para integrar o elenco dos Novos Vingadores, e inspirou outros escritores a fazer o mesmo com outros personagens:

Cage e Punho de Ferro
A dupla de amigos mais insólita do mundo juntou forças em 1978, quando as duas modas que lhes tinham dado origem (blaxploitation e kung fu craze) já se tinham eclipsado. No entanto, o duo teve algum sucesso no mercado direto e continuou no ativo até 1986, quando o Punho de Ferro morreu. Durante os anos 90, ambos não passaram de personagens secundários, com Luke Cage a ganhar uma revista própria pouco conhecida, num ambiente urbano-depressivo, enquanto Danny Rand foi ressuscitado na revista de Namor. O crossover “Heroes Reborn” permitiu o regresso da dupla nas páginas de “Heroes For Hire”, integrando uma formação de super-heróis convencionais, mas Bendis trouxe ambos de volta a histórias urbanas como coadjuvantes nas histórias de Demolidor. Ao dar o salto para a revista “New Avengers”, Bendis promoveu intensamente Cage como uma personagem importante para a consciência da equipa, como se fosse uma espécie de Grilo Falante super-forte e invulnerável, e hoje tornou-se inseparável do conceito integrando uma equipa criada por si na revista “Mighty Avengers”. O Punho de Ferro não demorou muito a integrar a equipa (fazia sentido), durante a Guerra Civil, mas o mais importante foi a sua passagem para o título solo “Immortal Iron Fist”, que o transformou de um objecto de curiosidade para um verdadeiro personagem de culto, graças ao excelente trabalho dos escritores Ed Brubaker e Matt Fraction.

Mulher-Aranha
Um de dois casos criados pela Marvel para ter versões femininas de super-heróis com marca registada, Jessica Drew foi uma personagem popular durante o início dos anos 80, com histórias escritas por Chris Claremont e algum envolvimento com os X-Men. Mas a personagem acabou por ser dada como morta e perdeu os seus poderes, sendo praticamente relegada ao esquecimento. Claremont ainda tentou usá-la nos anos 90 nas páginas de “Wolverine”, mas foi preciso esperar por Bendis para recuperar a popularidade antiga, restaurando os seus poderes e incluindo-a na equipa principal em “New Avengers”. A personagem acabou se tornar a peça central da infiltração skrull na comunidade de super-heróis, pois uma falsa Mulher-Aranha foi membro dos Vingadores durante a invasão da Terra, e quando Jessica foi libertada teve que provar o seu valor à equipa. Drew, que deve a sua origem à HYDRA e é um de vários heróis que é membro directo da SHIELD, acabou por integrar-se nos Vingadores, tanto na equipa principal como no grupo de espionagem em “Secret Avengers”, e Jonathan Hickman não a quis deixar de lado quando começou a escrever o título principal da equipa.

Doutor Estranho
Stephen Strange teve que reiniciar a sua revista e passar por antologias em algumas ocasiões, mas na prática teve um título próprio permanente entre 1964 e 1996, até ao crossover “Onslaught” e à falência da Marvel. Estranhamente, durante vários anos, fora a mini-série ocasional, passou a ser ignorado pela maioria dos escritores, que o consideravam excêntrico demais. O feiticeiro supremo da Terra sempre operou à margem dos super-heróis, pelo que não era considerado uma peça fundamental para o novo tipo de histórias que surgiu durante o início do reinado de Joe Quesada como editor-chefe. Mas Bendis criou uma equipa bastante ecléctica em “New Avengers”, e como resolver a questão dos poderes mágicos da então desaparecida e enlouquecida Wanda Maximoff era uma das histórias recorrentes, não demorou muito para o Doutor passar a ser membro de pleno direito da equipa. Mais, Bendis não resistiu a dar a Strange um papel muito especial no seu novo implante de continuidade, os Illuminati, que colocava o feiticeiro como uma peça importante em todas as crises que assolaram o mundo dos super-heróis no Universo Marvel. É nessa qualidade que o Doutor Estranho continua como membro, na atual encarnação do título “New Avengers”, dedicado especificamente aos Illuminati.

Destrutor
Como super-herói, Alex Summers sempre viveu na sombra do seu irmão, Ciclope, líder do grupo mutante X-Men. Mesmo no mundo real, o personagem tem tido apenas momentos ocasionais de brilhantismo, entrecortados por alturas em que era remetido para segundo plano. Depois de criado por Roy Thomas em 1970, Chris Claremont não precisou nele na sua formação dos X-Men, em 1975. Alex Summers chegou a tentar uma vida civil, pelo que Claremont raramente o usou até ao final dos anos 80. Foi Peter David o primeiro a explorar o verdadeiro potencial do Destrutor, na revista de temática mutante mais indiossicrática da época, “X-Factor”, onde o irmão mais novo do Ciclope passou a comandar uma equipa governamental. Mas no final dos anos 90, com novos escritores, o título X-Factor rapidamente deixou de se distinguir da manada e o personagem foi enviado para um universo paralelo, mais depressivo e dantesco, onde ficou preso durante dois anos. Quando voltou, mais valia ter lá ficado, pois foi parar às mãos do escritor Chuck Austen, na telenovela mexicana em que este tinha transformado “Uncanny X-Men”. Mas Ed Brubaker aproveitou a criação do terceiro irmão Summers em “Deadly Genesis” para recuperar Alex e colocá-lo no renascido universo cósmico com a história “The Rise and Fall of the Shi'ar Empire”. Mas foi Rick Remender que o trouxe de volta para a frente do Universo Marvel na revista “Uncanny Avengers”, onde Alex revelou ter uma personalidade bem mais amigável que o seu irmão, assumindo da equipa unidade Vingadores e X-Men.

Universo Cósmico
Tema cósmico não vende! Isso era um mantra entre alguns editores. Passava-se alguma coisa no espaço? A Terra tinha que ter alguma coisa a ver com isso. Guerra Kree/Skrull, Fénix, Cubo Cósmico, Guerra dos Espectros, Tempestade Galáctica, Desafio Infinito, tudo acaba por desaguar na Terra, um planeta tecnologicamente pouco avançado, cuja população não tem capacidade para se aventurar para fora do seu sistema solar. Faz sentido que, num universo tão grande, tudo se passe à volta de um pequeno planeta azul num braço da espiral da Via Láctea? O editor Bill Rosemann disse que não. Rosemann foi o responsável pelo interesse renovado nas histórias passadas em naves espaciais e planetas alienígenas. Não é uma consequência directa da chegada do Bendisverso, mas vem no seguimento de uma nova forma de escrever histórias (representadas por Bendis e por Brubaker, por Kieron Gillen, Matt Fraction e Jonathan Hickman), graças ao trabalho de Rosemann, mas também de Keith Giffen e, mais importante, de Dan Abnett e Andy Lanning. As histórias “Annihilation”, “War of Kings” e “Realm of Kings”, os títulos do Nova e dos Guardiões da Galáxia, contam todos com heróis terrestres, mas o planeta Terra é quase ignorado. Tudo se passa numa galáxia muito, muito distante (ainda que no presente em vez de há muito, muito tempo). E agora que o filme dos Guardiões da Galáxia foi um sucesso, as histórias no Espaço Sideral vão continuar a fazer parte do Universo Marvel durante o futuro próximo. E até Bendis já está a escrevê-las. Mas não tão bem como Abnett & Lanning.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

New Avengers Vol. 7 : The Trust


Não me vou alongar muito com este "The Trust". Acho a estória muito boa, bem pensada, isto para além de ter dado o pontapé de saída para a mega saga da Marvel "Secret Invasion". O leitor que está atento ao Universo Marvel percebe que esta série, a partir deste número, vai fazer um jogo a dois com a série Mighty Avengers . Esta série tem passado desde o inicio por practicamente todas as grandes sagas da Marvel, para além de ser fortemente influênciada por todas elas, é por isso eu acho que é uma das séries que deve ser seguida para quem gosta do Universo Marvel.
Neste momento há uma crise de confiança enorme entre os vários elementos deste grupo de heróis, abalando a sua coesão... acham que um ou mais elementos do grupo pode ser Skrull! Dentro do avião que os tráz do último livro, New Avengers Vol.6 : Revolution, Luke Cage e o Homem-Aranha batem-se de razões, sempre a confiança ou a falta dela, e contra a voz de comando de Cage o Spider-Man serve-se o seu humor! Esta dupla antagoniza-se bastante durante este livro, a voz da razão vem de Wolverine (!!!)! Entretanto o avião tem problemas, despenha-se! A Mulher -Aranha, que já tinha sido da opinião de entregar o corpo da Elektra Skrull ao Homem de Ferro, aproveita a situação e rapta o corpo, desaparecendo em seguida.
Da estória, só vou dizer mais que os New Avengers neste livro perdem dois elementos, a Mulher-Aranha e Dr. Estranho. Já agora, visto que esta formação mudou tanto, vou deixar a última formação e os seus ex. membros !
Actual:
- Luke Cage
- Spider-Man
- Iron Fist
- Wolverine
- Echo
- Ronin (Clint Barton - Hawkeye)
Ex membros:
- Captain America
- Spider-Woman
- Sentry
- Dr. Strange
- Iron Man
Deixei a classificação da arte para o fim propositadamente... até aqui eu ainda suportei a arte de Leinil Yu, mas já não há pachorra para aturar aquele desenho! Não gosto especialmente do traço, para além de chegar à conclusão que o senhor não sabe fazer cenas de acção com múltiplos personagens, fica tudo muitíssimo confuso! Felizmente este foi o último volume desta série em que Leinil Yu é o "senhor do traço" (passou para a mega saga Secret Invasion), esta é a minha opinião que vale o que vale , claro. Isto vai reflectir-se na nota final, só não dou menos porque a estória é boa. Já agora atentem na capa... acho-a feíssima!

Hardcover
Criado por: Brian Bendis e Leinil Yu
Editado em 2008 por Marvel Publications
Comprado Amazon
Nota : 7 em 10

terça-feira, 18 de setembro de 2007

New Avengers Vol.6 : Revolution


Recebi o 6º volume desta série ! Continuo agradado com a série em geral, mas este livro, na minha modesta opinião, tem uma arte abaixo daquilo a que me habituou ! Não estou a dizer que é má, mas sim que não é a habitual...
Em relação à estória, é o desenrolar dos acontecimentos inerentes ao pós "Civil War" , com a nuance de que pela primeira vez os New Avengers defrontam os Mighty Avengers (do Homem de Ferro), derivada a uma armadilha provocada pela "honesta" Ms Marvel, em que conta à Spider Woman que o Cap. América não está morto mas sim em estado de "vida suspensa" em determinado complexo, The Raft (uma prisão) ! Bom , os New Avengers safam-se da armadilha (embora sempre perseguidos pelos Mighty Avengers) e têm conhecimento que Ronin foi aprisionado pela grupo mafioso oriental "The Hand" liderado pela "maravilhosa" Elektra . Voltam ao Japão para a tentativa de libertação de Maya Lopez (Ronin) com um reforço - Hawkeye, vindo dos "mortos" - e tambem para se verem livres dos Mighty Avengers . Depois de muita luta com Ninjas, e mais Ninjas, o Dr Estranho consegue libertar Maya da lavagem cerebral ordenada por Elektra - queria fazer ingressar Ronin nas fileiras da sua organização !! Maya num movimento de raiva trespassa Elektra com um sabre e... qual não é o espanto, o corpo sem vida de Elektra tranforma-se num alien de raça Skrull !!!
Para aumentar a confusão, no fim do livro, o bébé, filho de Lucas Cage e Jessica, abre os olhos e... são levemente verdes (será mais um Skrull ?????)
É de referir o reaparecimente de Wanda Maximoff , a Feiticeira Escarlate, nas montanhas de Wundagore - descoberta por Hawkeye !
Livros editados:
- Breakout
- Sentry
- Secrets & Lies
- The Collective
- Civil War
- Revolution

Hardcover
Criado por: Bendis, Yu e Maleev
Editado em 2007 por Marvel Publications
Comprado Amazon - € 10,45
Nota : 8 em 10 (nota média da série)

Disqus Shortname

sigma-2

Comments system

[blogger][disqus][facebook]