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domingo, 15 de fevereiro de 2026

Marvel Must-Have Nº1: Homem-Aranha: Universo Homem-Aranha

 


- Vai-te a ele, Pete!
- Qual? Os dois são Pete. Raios, a maioria somos Petes.
- Dez libras no vermelho e azul
.

Aranhas…  Aranhas por todo o lado! É assim este "Aranhaverso". 😎

E assim começa mais uma colecção Marvel nas bancas. Apenas tenho dificuldade em saber quem é o responsável pela publicação da série... é o jornal Record, o Correio da Manhã, a LUPPA Solutions ou a Atlântico Press? Ou são todos juntos?

A colecção chama-se MARVEL MUST - HAVE  e inicia-se com um inédito em Língua Portuguesa com este Homem-Aranha: Universo Homem-Aranha. Têm aí o link da colecção no site oficial, para se quiserem ver todos os títulos que vão sair. De notar que o preço deste 1º livro da colecção é de apenas 1,95€, sendo os restantes de 11,95€. No total são 60 livros.

A colecção é em capa mole (TPB), o papel é bastante aceitável com uma impressão sem brilhos (o que é excelente) e a lombada bem colada. O livro como objecto parece-me ser bastante bom.
A colecção tem a vantagem de estar a sair em bancas e tabacarias, assim como irá estar acessível em livrarias. Quem quiser assinar a colecção, terá alguns brindes a mais.

A colecção em si tem muito poucos inéditos, este é um deles, talvez uma dezena de inéditos (não estive a contar nem estou para isso). É claramente uma colecção voltada para a captação de novos leitores, e se foi esse o objectivo de quem idealizou a colectânea apresentada neste Must Have, está tudo correcto. Os livros são arcos fechados e varrem o Universo Marvel tanto no tempo como na qualidade dos temas e personagens apresentadas. 
Se o objectivo era outro...  nesse hipotético caso, falharam redondamente.



Esta arco de Dan Slott, Olivier Coipel e Giuseppe Camuncoli encontra-se em Amazing Spider-Man Vol.3 do #9 ao #15. Penso que Dan Slott se divertiu imenso com este arco, a narrativa está excelente, cheia de velocidade, algumas cenas inesperadas e por vezes com alguma carga emocional bem doseada. 

Basicamente Slott foi buscar o vilão Morlun, deu-lhe alguns esteróides e deu-lhe sobretudo uma família cheia de gente ainda pior que o próprio Morlun. Todos eles se alimentam especialmente de totens aranha, então perseguem-nas por todo o multiverso, ou seja, todos os "Aranha" estão na mira deles, sejam porcos, mulheres, crianças ou clones.

Como os Aranhas deste multiverso Marvel podem contrariar tão poderosos seres? Bem, essa é a vossa parte... compram o livro que é baratinho e lêem 😱

Sempre gostem muito da arte de Coipel desde o seu famoso Thor. A sua energia e dinamismo, tanto no traço como na concepção das pranchas deste "Aranhaverso" deram-lhe a qualidade gráfica que qualquer boa obra necessita. Camuncoli interveio nos intervalos em que Coipel não teve o tempo necessário para desenhar com qualidade esta história de Slott, devido a outros trabalhos. É um artista de qualidade habituado ao universo do Spider-Man, tendo trabalhado também em Hellblazer da DC Comics.

Gostei e recomendo esta história do Homem-Aranha, é divertida de se ler, com montes de Aranhas a interagir entre si, umas vezes melhor, outras pior, ou seja, um excelente inédito para a minha prateleira.





Desculpem a qualidade do scan daquelas duas páginas, mas o meu scanner deixou alguns pixels na loja quando o comprei 🙄

Boas leituras

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Spider-Woman de Milo Manara: A paródia completa por Frank Cho e Cª!



O que é que a Spider-Woman, Milo Manara, Frank Cho, Darth Vader e Stan Lee têm em comum?
Todos fazem parte a mal ou a bem de uma das maiores paródias nos comics dos EUA!

E porquê?
Porque a capa original de Milo Manara, que nem sequer estava grande coisa para os standards deste desenhador provocou a fúria de uma parte da sociedade norte-americana devido à pose da personagem Spider-Woman.

Nem sequer vou aqui comentar essa celeuma que fez correr montes de tinta e que acabou com o cancelamento da dita capa.
Frank Cho sempre teve sentido de humor, e sempre gostou de desenhar as suas mulheres. Acabou por fazer um com a dita Spider-Woman na mesma posição em que Manara a colocou, mas ao jeito dele. Deu um pouco de confusão mas nada de especial.

É sabido que Frank Cho para desanuviar nos seus tempos livres em que não está a desenhar para ganhar dinheiro gosta de fazer sketchs cómicos para sua diversão, e coloca-os no seu blogue "Frank Cho's Apes and Babes".
Ora num deles resolveu brincar com a Spider-Gwen (seja lá isso o que for) desenhada por Robbi Rodriguez na pose "Milo Manara".

As reacções foram absurdas, inclusivamente com Robbi Rodrigues a ser muito muito áspero (para não dizer outra coisa) e o site feminista "The Mary Sue" a cair-lhe em cima à bruta.
A resposta não veio com palavras mas sim com novo sketch, desta vez com a Harley Quinn!

De seguida alguém importante no meio (não sei quem) resolveu dizer que depois disto ele se deveria retirar dos comics mainstream! Cho respondeu com a Wonder Woman...

Para além disto, outros desenhadores mostraram a seu apoio ao colega, como Liefeld e Campbell em palavras escritas, sendo que na minha opinião o mais equilibrado de todos foi Bill Sienkiewicz. Outros resolveram apanhar o comboio dos sketchs fazendo outras versões hilariantes como Stan Lee ou Darth Vader!

Apenas posso responder à pergunta "quando é que Cho vai parar?" dizendo, que só pára quando deixaram de o chatear (ou como ele diz numa capa, quando a internet explodir)! E tenho a certeza que Manara se deve estar a rebolar a rir em Itália... :D






















































Por favor, sentido de humor é preciso! E Frank Cho nos seus momentos livres pode desenhar os sketchs que quiser e bem lhe apetecer, são coisas particulares dele.
Divirtam-se!

Boas leituras

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Capas Imaginárias: Spider-Woman #1


Frank Cho decidiu fazer um sketch cover da capa da revista Spider Woman #1. Sim, aquela da polémica "Manara"!
O resultado é este!
(WOW! diz o "Aranhiço"...)
:D

Aqui em baixo a capa de Milo Manara que foi censurada pela Marvel, devido à celeuma provocada pelo rabo da "Aranhiça"...
:)




Boas leituras

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Crónicas do Bendisverso III: Uma nova vida



O Universo Marvel foi afogado pela nova cronologia não planeada 'criada' por Brian Michael Bendis, mas isso não tem que significar que é tudo mau. Aliás, em termos de histórias, o Bendisverso tem algumas vantagens. Todos os escritores têm os seus personagens fetiche (por exemplo, Roger Stern trouxe de volta aos Vingadores os então esquecidos Mulher-Hulk e Cavaleiro Negro, Erik Larsen sempre foi um grande fã de Nova, Mark Waid ressuscitou Sharon Carter), mas neste caso Bendis conseguiu aumentar e muito a importância de personagens que escolheu para integrar o elenco dos Novos Vingadores, e inspirou outros escritores a fazer o mesmo com outros personagens:

Cage e Punho de Ferro
A dupla de amigos mais insólita do mundo juntou forças em 1978, quando as duas modas que lhes tinham dado origem (blaxploitation e kung fu craze) já se tinham eclipsado. No entanto, o duo teve algum sucesso no mercado direto e continuou no ativo até 1986, quando o Punho de Ferro morreu. Durante os anos 90, ambos não passaram de personagens secundários, com Luke Cage a ganhar uma revista própria pouco conhecida, num ambiente urbano-depressivo, enquanto Danny Rand foi ressuscitado na revista de Namor. O crossover “Heroes Reborn” permitiu o regresso da dupla nas páginas de “Heroes For Hire”, integrando uma formação de super-heróis convencionais, mas Bendis trouxe ambos de volta a histórias urbanas como coadjuvantes nas histórias de Demolidor. Ao dar o salto para a revista “New Avengers”, Bendis promoveu intensamente Cage como uma personagem importante para a consciência da equipa, como se fosse uma espécie de Grilo Falante super-forte e invulnerável, e hoje tornou-se inseparável do conceito integrando uma equipa criada por si na revista “Mighty Avengers”. O Punho de Ferro não demorou muito a integrar a equipa (fazia sentido), durante a Guerra Civil, mas o mais importante foi a sua passagem para o título solo “Immortal Iron Fist”, que o transformou de um objecto de curiosidade para um verdadeiro personagem de culto, graças ao excelente trabalho dos escritores Ed Brubaker e Matt Fraction.

Mulher-Aranha
Um de dois casos criados pela Marvel para ter versões femininas de super-heróis com marca registada, Jessica Drew foi uma personagem popular durante o início dos anos 80, com histórias escritas por Chris Claremont e algum envolvimento com os X-Men. Mas a personagem acabou por ser dada como morta e perdeu os seus poderes, sendo praticamente relegada ao esquecimento. Claremont ainda tentou usá-la nos anos 90 nas páginas de “Wolverine”, mas foi preciso esperar por Bendis para recuperar a popularidade antiga, restaurando os seus poderes e incluindo-a na equipa principal em “New Avengers”. A personagem acabou se tornar a peça central da infiltração skrull na comunidade de super-heróis, pois uma falsa Mulher-Aranha foi membro dos Vingadores durante a invasão da Terra, e quando Jessica foi libertada teve que provar o seu valor à equipa. Drew, que deve a sua origem à HYDRA e é um de vários heróis que é membro directo da SHIELD, acabou por integrar-se nos Vingadores, tanto na equipa principal como no grupo de espionagem em “Secret Avengers”, e Jonathan Hickman não a quis deixar de lado quando começou a escrever o título principal da equipa.

Doutor Estranho
Stephen Strange teve que reiniciar a sua revista e passar por antologias em algumas ocasiões, mas na prática teve um título próprio permanente entre 1964 e 1996, até ao crossover “Onslaught” e à falência da Marvel. Estranhamente, durante vários anos, fora a mini-série ocasional, passou a ser ignorado pela maioria dos escritores, que o consideravam excêntrico demais. O feiticeiro supremo da Terra sempre operou à margem dos super-heróis, pelo que não era considerado uma peça fundamental para o novo tipo de histórias que surgiu durante o início do reinado de Joe Quesada como editor-chefe. Mas Bendis criou uma equipa bastante ecléctica em “New Avengers”, e como resolver a questão dos poderes mágicos da então desaparecida e enlouquecida Wanda Maximoff era uma das histórias recorrentes, não demorou muito para o Doutor passar a ser membro de pleno direito da equipa. Mais, Bendis não resistiu a dar a Strange um papel muito especial no seu novo implante de continuidade, os Illuminati, que colocava o feiticeiro como uma peça importante em todas as crises que assolaram o mundo dos super-heróis no Universo Marvel. É nessa qualidade que o Doutor Estranho continua como membro, na atual encarnação do título “New Avengers”, dedicado especificamente aos Illuminati.

Destrutor
Como super-herói, Alex Summers sempre viveu na sombra do seu irmão, Ciclope, líder do grupo mutante X-Men. Mesmo no mundo real, o personagem tem tido apenas momentos ocasionais de brilhantismo, entrecortados por alturas em que era remetido para segundo plano. Depois de criado por Roy Thomas em 1970, Chris Claremont não precisou nele na sua formação dos X-Men, em 1975. Alex Summers chegou a tentar uma vida civil, pelo que Claremont raramente o usou até ao final dos anos 80. Foi Peter David o primeiro a explorar o verdadeiro potencial do Destrutor, na revista de temática mutante mais indiossicrática da época, “X-Factor”, onde o irmão mais novo do Ciclope passou a comandar uma equipa governamental. Mas no final dos anos 90, com novos escritores, o título X-Factor rapidamente deixou de se distinguir da manada e o personagem foi enviado para um universo paralelo, mais depressivo e dantesco, onde ficou preso durante dois anos. Quando voltou, mais valia ter lá ficado, pois foi parar às mãos do escritor Chuck Austen, na telenovela mexicana em que este tinha transformado “Uncanny X-Men”. Mas Ed Brubaker aproveitou a criação do terceiro irmão Summers em “Deadly Genesis” para recuperar Alex e colocá-lo no renascido universo cósmico com a história “The Rise and Fall of the Shi'ar Empire”. Mas foi Rick Remender que o trouxe de volta para a frente do Universo Marvel na revista “Uncanny Avengers”, onde Alex revelou ter uma personalidade bem mais amigável que o seu irmão, assumindo da equipa unidade Vingadores e X-Men.

Universo Cósmico
Tema cósmico não vende! Isso era um mantra entre alguns editores. Passava-se alguma coisa no espaço? A Terra tinha que ter alguma coisa a ver com isso. Guerra Kree/Skrull, Fénix, Cubo Cósmico, Guerra dos Espectros, Tempestade Galáctica, Desafio Infinito, tudo acaba por desaguar na Terra, um planeta tecnologicamente pouco avançado, cuja população não tem capacidade para se aventurar para fora do seu sistema solar. Faz sentido que, num universo tão grande, tudo se passe à volta de um pequeno planeta azul num braço da espiral da Via Láctea? O editor Bill Rosemann disse que não. Rosemann foi o responsável pelo interesse renovado nas histórias passadas em naves espaciais e planetas alienígenas. Não é uma consequência directa da chegada do Bendisverso, mas vem no seguimento de uma nova forma de escrever histórias (representadas por Bendis e por Brubaker, por Kieron Gillen, Matt Fraction e Jonathan Hickman), graças ao trabalho de Rosemann, mas também de Keith Giffen e, mais importante, de Dan Abnett e Andy Lanning. As histórias “Annihilation”, “War of Kings” e “Realm of Kings”, os títulos do Nova e dos Guardiões da Galáxia, contam todos com heróis terrestres, mas o planeta Terra é quase ignorado. Tudo se passa numa galáxia muito, muito distante (ainda que no presente em vez de há muito, muito tempo). E agora que o filme dos Guardiões da Galáxia foi um sucesso, as histórias no Espaço Sideral vão continuar a fazer parte do Universo Marvel durante o futuro próximo. E até Bendis já está a escrevê-las. Mas não tão bem como Abnett & Lanning.

domingo, 1 de março de 2009

Mighty Avengers Vol. 3 e Vol. 4: Secret Invasion


Desta vez, e ao contrário do que tinha feito com os New Avengers, decidi juntar os dois números do "tie-in" da série Mighty Avengers num só post. Acho que faz mais sentido... ao fim ao cabo são "tie-ins" que não têm grande coisa a ver com os nomes das séries que lhe dão título, e sim mais com os próprios Skrull. Isto quer dizer que a receita aplicada pela Marvel em relação à série New Avengers foi seguida à risca nos Mighty Avengers... infelizmente... Bom, melhorou nalguns aspectos, tenho de reconhecer. A arte continua ao mesmo nível, ou seja boa na sua generalidade, sendo Khoi Pham a dar um toque de diferença na fórmula... pelo menos eu gostei!
Acho que todas estas pistas deixadas por Bendis ao longo destes anos têm o seu epílogo por aqui, desvendados alguns dos mistérios nestes "tie-ins" e com o evento principal a dar que falar, muita gente gosta, outros nem por isso. Eu só irei saber para o ano quando editarem o HC "Secret Invasion", não irei cometer o erro de comprar o TPB como fiz no "Civil War" que saiu agora em HC! Felizmente também não comprei o TPB "World War Hulk", e agora vai sair também em HC. Não há nada como ter paciência...
É aqui que vamos saber o que aconteceu à verdadeira Elektra aquando da sua substituição, e a moçoila não desistiu sem dar luta brava! O Vol. 1 começa com Nick Fury a descobrir qu a sua "namorada" era Skrull... e aqui o rapaz dana-se e com a sua amiga Echo forma um grupo de resistência com filhos de outros heróis, que à partida não foram substituídos, dada a sua "insignificância.
Ficamos a saber como o Dr. Pym foi substituído, e todo o mal que aquele herói pouco estável emocionalmente conseguiu fazer. Bom isto para mim foi o mais importante do Vol. 1, o resto continuam a ser as maquinações e estratégias Skrull para a conquista da Terra.
No 2º volume para além da já referida substituição e morte de Elektra, temos também os problemas de personalidade que alguns Skrull começam a sentir, pois a personalidade terrestre do herói que encarnam começa a insinuar-se no subconsciente destes. Casos flagrantes desta situação são o Dr. Pym, que tem de ser eliminado pelos Skrull, pois estava a tornar-se incómodo, e do Capitão Mar-Vell que encarna o herói quase verdadeiramente... outro problema para os Skrull!
O grupo resistente de Nick Fury começa a treinar arduamente, conseguindo num treino raptar Maria Hill, nada menos que a directora da Shield! Infelizmente para eles, era apenas um duplo artificial desta.
O livro acaba com um funeral... de quem? Leiam o livro!
Boas leituras

Hardcover
Criado por: Brian Bendis, Michael Gaydos, Khoi Pham, Romita Jr., Alex Maleev e Stefano Caselli
Editado em 2009 por Marvel Publications
Comprado no Book Depository
Nota : 8 em 10

domingo, 22 de fevereiro de 2009

New Avengers Vol. 9: Secret Invasion II


Depois da crítica à manta de retalhos que foi o New Avengers Vol. 8: Secret Invasion Book I , vem o nono livro New Avengers que deveria ser o segundo "tie-in" ao evento principal Secret Invasion.
Devo dizer que a situação sequêncial do volume anterior se mantém, mas pelo menos tem outros pontos de interesse! Eu sinceramente acho que a Marvel está a subverter o conceito de "tie-in", ou seja uma estória "secundária" que está "agarrada" a outra maior (o evento principal ou "main plot") e que conta estórias por trás dessa trama principal, mas relacionada com o herói, ou grupo, que dá o título à série. Neste caso deveria estar tudo relacionado com o grupo New Avengers, e ao fim ao cabo o mais interessante tem a ver com o grupo de super-vilões, "The Hood", isto na minha perspectiva, claro!
Mais uma vez se explicam as razões da infiltração Skrull na Terra, a profecia da mitologia Skrull cumpre-se mais uma vez com a onda de "Annihilation" que estava descrita nessa mesma profecia, morreram muitos Skrull em "Annihilation"... agora falta a última parte da profecia, que este povo iria ter um novo planeta para viver e este seria azul... a Terra!
Continuam as estórias dos testes falhados, ou não, dos cientistas Skrull em duplicar os super-humanos mais importantes, e a Princesa Veranka na pele de Spider-Woman continua a sua missão de espionagem.
Como excertos mais interessantes, temos a continuação da infiltração Skrull na "Savage Land" com Ka-zar, Shanna e o Spider-man a dar conta de um Cap. América visivelmente Skrull, visto o Cap. original estar morto...
Temos ainda a tentativa de infiltração frustrada na irmandade de vilões "The Hood", este episódio ainda foi o mais interessante para mim!
Já comecei a dar uma olhada em Mighty Avengers... e continua a mesma treta... manta de retalhos...
Outras críticas relacionadas:
- New Avengers Vol. 8: Secret Invasion Book I
- New Avengers Vol. 7 : The Trust
- New Avengers Vol.6 : Revolution
- New Avengers : Illuminati
- Mighty Avengers Vol.2: Venom Bomb
- Mighty Avengers Vol. 1: The Ultron Initiative
Boa leitura!

Hardcover
Criado por: Brian Bendis, Michael Gaydos, Billy Tan e Jim Cheung
Editado em 2009 por Marvel Publications
Comprado no Book Depository
Nota : 7,5 em 10

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

New Avengers Vol. 8: Secret Invasion Book I


Eis um volume que eu considero uma pouco confuso... com muitos "muitos anos atrás", seguidos de "agora" e depois "há pouco tempo atrás" com alguns "tempos depois". Tive de ler duas vezes seguidas para me encontrar com o livro! Bem... pelo menos o Leinil Yu desapareceu desta série (ufa), já estava farto dos "riscos" dele no papel. A arte melhorou muito, o que é agradavel para quem compra um livro de uma série que já vai no seu 9º volume! Outras críticas a esta série neste blog:
- New Avengers Vol.6 : Revolution
- New Avengers Vol. 7 : The Trust
- New Avengers : Illuminati
Neste volume os autores dão a conhecer as motivações e respectivas infiltrações dos Skrulls no nosso planeta. Fica-se a saber da intriga política que antecedeu a infiltração no planeta Terra, que eles acham que por uma profecia lhes pertence, depois de Galactus tempos antes ter consumido o seu planeta de origem. Conseguem copiar o DNA humano, que obtiveram em New Avengers : Illuminati, dos principais líderes super-humanos da Terra. Depois de muito tempo e experiências falhadas conseguem criar super Skrulls, em estes conseguem copiar os poderes de vários super-heróis terrestres ao mesmo tempo. A facção da princesa Skrull Veranke ganha e decide-se pela invasão, infiltrando-se nos New Avengers, Mighty Avengers e Shield em postos chave. A própria Princesa Veranke "substitui" Jessica como Spider-Woman.
O livro começa com a separação entre Luke Cage e Jessica Jones, fugindo esta mais o seu filho (e de Luke Cage) dos renegados New Avengers, para a Torre dos "legais" Mighty Avengers. Este episódio da vida pessoal destes dois já está a ser um pouco "seca"... A líder dos Mighty Avengers, Ms. Marvel deixa Luke partir em liberdade. Depois temos luta na Savage Land entre Ka-Zar (que saudades) e a sua namorada Shanna contra Skrulls disfarçados de agentes da Shield que tencionavam destruir o Vibranium existente nesta terra (o Vibranium só existe na Savage Land e em Wacanda), sabendo que este é um material que representa grande perigo para os Skrulls.
Para saber mais pormenores... é só obter o livro numa livraria especializada!
Frisando, comprem livros de BD em casas da especialidade, porque só estas lhes dão a informação que precisam!
Boas leituras (daqui a pouco tempo já têm a review do New Avengers Vol.9 Book II)

Hardcover
Criado por: Brian Bendis, Michael Gaydos, Billy Tan e Jim Cheung
Editado em 2008 por Marvel Publications
Comprado Amazon
Nota : 7,5 em 10

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Mighty Avengers Vol.2: Venom Bomb


Este é o segundo arco das aventuras do grupo de Vingadores legal (registado) e começa com a ex New Avenger Spider-Woman a entregar o corpo da Elektra Skrull ao Homem de Ferro (ver New Avengers Vol. 7 : The Trust). A Mulher Aranha confia ao Iron Man que os New Avengers pensam que existem Skrull infiltrados nos Mighty Avengers, e que um deles será ele, Iron Man! Acordam que ela, Spider-Woman, irá integrar a equipa de Vingadores liderada pela Ms. Marvel, tentando com o reboliço provocado por essa aliança repentina, fazer com que um possivel Skrull seja desmascarado.
Eis que rebenta a Venom Bomb, um virús criado a partir do simbyote Venom, é despejado em "cima" de toda a população de Nova Iorque, transformando-se esta num número infindavel de monstruosos Venom´s (o grande inimigo do Spider-Man). Os New Avengers unem-se com os Mighty Avengers na luta contra esta ameaça, enquanto pouco tempo depois chega o antídoto e o nome do culpado: Victor van Doom.
A partir daqui os Mighty Avengers levam a luta para um plano muito mais pessoal, viajando para residência do vilão na Latvéria... e não conto mais, agora posso perguntar como é que um rapazinho tão feio como o Dr. Destino, consegue viajar no tempo e arranjar uma "namorada" como a Morganna le Fey! Esta foi arrevezada! A estória continua a fluir bem e Bagley é um bom parceiro, substitui Frank Cho na arte. Gostei daquela parte em que viajam no tempo, e imediatamente a apresentação das pranchas (páginas) e vinhetas (quadradinhos) muda de aparência, ou seja voltamos para trás no tempo, em que a apresentação/ representação dos livros mais antigos fica bem presente. Ahh... gostei muito das três "splash pages" seguidas no assalto ao castelo de Victor van Doom!
As sementes para o terceiro livro estão aqui, e preparem-se para a "Secret Invasion"!
Presumo que daqui por pouco tempo haverá apenas um grupo de Vingadores, as estórias destes dois grupos, registados e não registados, cruza-se tanto que não haverá sentido para dois grupos que fazem a mesma coisa!
Boa leitura.

Hardcover
Criado por: Brian Bendis, Mark Bagley e Frank Cho
Editado em 2008 pela Marvel Publications
Comprado Amazon
Nota : 8,5 em 10

quarta-feira, 23 de abril de 2008

New Avengers Vol. 7 : The Trust


Não me vou alongar muito com este "The Trust". Acho a estória muito boa, bem pensada, isto para além de ter dado o pontapé de saída para a mega saga da Marvel "Secret Invasion". O leitor que está atento ao Universo Marvel percebe que esta série, a partir deste número, vai fazer um jogo a dois com a série Mighty Avengers . Esta série tem passado desde o inicio por practicamente todas as grandes sagas da Marvel, para além de ser fortemente influênciada por todas elas, é por isso eu acho que é uma das séries que deve ser seguida para quem gosta do Universo Marvel.
Neste momento há uma crise de confiança enorme entre os vários elementos deste grupo de heróis, abalando a sua coesão... acham que um ou mais elementos do grupo pode ser Skrull! Dentro do avião que os tráz do último livro, New Avengers Vol.6 : Revolution, Luke Cage e o Homem-Aranha batem-se de razões, sempre a confiança ou a falta dela, e contra a voz de comando de Cage o Spider-Man serve-se o seu humor! Esta dupla antagoniza-se bastante durante este livro, a voz da razão vem de Wolverine (!!!)! Entretanto o avião tem problemas, despenha-se! A Mulher -Aranha, que já tinha sido da opinião de entregar o corpo da Elektra Skrull ao Homem de Ferro, aproveita a situação e rapta o corpo, desaparecendo em seguida.
Da estória, só vou dizer mais que os New Avengers neste livro perdem dois elementos, a Mulher-Aranha e Dr. Estranho. Já agora, visto que esta formação mudou tanto, vou deixar a última formação e os seus ex. membros !
Actual:
- Luke Cage
- Spider-Man
- Iron Fist
- Wolverine
- Echo
- Ronin (Clint Barton - Hawkeye)
Ex membros:
- Captain America
- Spider-Woman
- Sentry
- Dr. Strange
- Iron Man
Deixei a classificação da arte para o fim propositadamente... até aqui eu ainda suportei a arte de Leinil Yu, mas já não há pachorra para aturar aquele desenho! Não gosto especialmente do traço, para além de chegar à conclusão que o senhor não sabe fazer cenas de acção com múltiplos personagens, fica tudo muitíssimo confuso! Felizmente este foi o último volume desta série em que Leinil Yu é o "senhor do traço" (passou para a mega saga Secret Invasion), esta é a minha opinião que vale o que vale , claro. Isto vai reflectir-se na nota final, só não dou menos porque a estória é boa. Já agora atentem na capa... acho-a feíssima!

Hardcover
Criado por: Brian Bendis e Leinil Yu
Editado em 2008 por Marvel Publications
Comprado Amazon
Nota : 7 em 10

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