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sábado, 7 de julho de 2018

Almoço no Castelo

Subir ao Castelo é sempre cativante, especialmente quando o tempo está aprazível e luminoso.

Foi o caso. Fomos subindo devagar e, ao mesmo tempo, observando as flores e outras belezas.





















Mas depois de muito (a custo...) subirmos...







... não! Não nos sentámos, nem nos deitámos... Mas tivemos um lauto almoço na nave principal...






... e até fomos saudados pela dama do castelo...




domingo, 26 de novembro de 2017

Leiria veste-se de Natal

A cidade começa a preparar-se para a época mais festiva do ano.

Para vos desejar um bom início de semana, deixo aqui as primeiras imagens de Natal que iluminam as belezas da cidade.














Last but not least...






Boa semana, amigos!

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Lenda de Zarah, a Princesa Moura

Como furtar-me a tão belo e romântico desafio? 

Este vem da Catarina, que passou à Afrodite e esta à papoila e à Janita e agora é a minha vez de vos contar a lenda de Zarah, a Princesa Moura, que, em noites de luar, ainda anda se avista nas ameias do Castelo...



«Nos tempos já muito distantes do Rei Afonso, que do norte vinha para o Sul, conquistando terras e mais terras que estavam na posse da moirama, chegou ele às proximidades de Leiria cuja terra conquistou também.

Aqui construiu um castelo roqueiro, que entregou à guarda dos seus guerreiros, abalando à conquista de mais terras, a construir um Portugal maior.

Os mouros sabendo do castelo pouco guardado, voltaram e, após uma luta porfiada, venceram os guardas do castelo e tomaram-no.

Passou a ser por essa altura, seu guardião, um velho mouro que vivia com sua filha, uma linda moura de olhos esmeraldinos e louros cabelos entrançados, chamada Zara.

Um dia, já o sol se escondia no horizonte sob nuvens acobreadas, a linda moura, estava à janela do castelo voltada ao Arrabalde, a pentear os cabelos encanecidos de seu velho pai, quando viu ao longe uma coisa que lhe pareceu estranha, mesmo muito estranha.

Que viu a linda princesa castelã, de olhos verdes de esmeralda?

Viu o mato a deslocar-se de um lado para o outro e também em direção do castelo.

Foi então que a linda princesa castelã perguntou ao seu velho pai:

“Oh! Pai, o mato anda?” Ao que o pai da linda princesa, respondeu:

“Anda, sim, minha filha, se o levam.”

E o mato era levado, sim, mas pelos guerreiros cristãos do Rei Afonso, que se escondiam atrás de paveias de mato que cortaram e ajuntaram para avançarem para o castelo sem serem vistos.

E avançaram, avançaram cautelosamente, até que já próximo da porta chamada da traição, correram, passaram-na lestamente e conquistaram o castelo.

Nunca mais se soube da linda princesa de olhos verdes, nem de seu velho pai, que era o Governador, mas, a partir desse dia, Portugal ficou maior.»