Que muitos dos juízes e dos
magistrados da nossa praça têm um enorme défice de competência e de formação
pessoal não é novidade para ninguém!
Têm dado provas disso às dezenas:
no que toca aos políticos então têm sido de uma parcialidade discricionária assustadora
e quanto ao binómio homem – mulher, isso então nem é bom pensar! Basta
referirmos o hediondo caso do juiz Neto de Moura…
Muito por isso, vamos em início
de fevereiro e já foram dez – DEZ – as mulheres assassinadas pelos companheiros
ou ex-companheiros.
Este caso do homem do Seixal que
assassinou a sogra e a filhita de dois anos é mais um e dos mais horrendos!
Mais doloroso é sabermos que a ex-companheira
apresentara queixa na Polícia que, depois de ter feito a sua investigação, se
pronunciou como sendo um caso muito grave e deu estatuto de vítima à mulher e à
menina. Só que, quando o processo chega ao Ministério Público,
não sei que magistrado, formado não sei em que escolas e em que família, considerou
o caso pouco grave a acabou por arquivá-lo!
Os agressores que perpetram os
crimes não deveriam sequer ser considerados pessoas já que carregam toda a
espécie de falhas e frustrações psíquicas, comportamentais, sociais e sei lá
que mais e, se se deixarem viver, são – ou deveriam ser – judicialmente punidos.
Mas estes senhores magistrados não deveriam ser seriamente responsabilizados por,
por inépcia ou desmazelo ou seja lá por que for, permitirem que estes crimes
aconteçam?!
Vi hoje num telejornal que o MP,
no ano de 2018, arquivou 21 mil queixas de violência doméstica!
Assim, bem podemos contar com
muitos mais assassinatos de mulheres…