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quarta-feira, 20 de maio de 2020

Gata escondida...

É quase todos os dias isto. Saio do meu quarto para um pequeno corredor com um tapete e o tapete tem um alto...



... e eu já sei: não posso pisar. Depois espreito e...





... lá está ela - a Pirata! E chamo-a e...



... ela espreita e ...


... foge, a correr...

É mesmo uma Pirata! Também porque tem uma "venda" num olho...





segunda-feira, 17 de junho de 2019

Para desanuviar...





É o que me acontece dia sim, dia também...

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Hoje é o Dia do Gato!

Por isso, deixo aqui alguns exemplares.

Espero que gostem, suas gatas!!!!










E que tal?!

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Os animais também se auto mutilam...




A minha gatinha preta tigrada, a Boneca Pipoca, tem estado intermitentemente internada desde o início de setembro. Sofreu o segundo atropelamento que lhe afetou a parte traseira: a cauda ficou sem sensibilidade e por algum tempo deixou de conseguir controlar os esfíncteres.

Foi sempre uma gatinha pouco feliz: foi a mais débil de uma ninhada de cinco gatinhos de uma gata da vizinha da frente que fugiam para o meu quintal. Foi sempre protegida pelo único irmão que era bem robusto e sofreu o primeiro atropelamento uma vez que atravessou a nossa rua. Foi depois disso que a adotei definitivamente.





Está bastante melhor, embora ainda tenham de lhe amputar a cauda.  Hoje fui buscá-la para vir passar o fim de semana a casa …

Num dos compartimentos ao lado, estava uma gatinha a miar pedindo festinhas que lhe prodigalizei… Tinha uma ferida enorme no pescoço protegida por um daqueles colares horríveis que não os deixam lamber-se como eles tanto gostam. Disse a veterinária que sofria de stress. A dona ficou doente e foi lá para casa uma pessoa para tratar de tudo. Com a ausência da dona, a gatinha começou a coçar-se incessantemente. A princípio fazia peladas que melhoravam quando a dona voltava para casa. Da última vez que se viu “abandonada” conseguiu esburacar o pescoço…

Verdadeira auto mutilação.

Por momentos passaram-me pelos olhos imagens daqueles adolescentes (lá da minha escola) que, com vidas tão difíceis, tão problemáticas, traziam os braços ou as pernas cheias de cortes feitos por eles próprios como forma de tentarem esquecer os seus problemas, as suas tristezas, as suas outras dores. Auto mutilavam-se. Uma e outra e outra vez… Prometiam não repetir, mas lá voltavam ao mesmo escondendo os golpes com as roupas. Penso que por necessidade, ou para aliviarem a pressão, mostravam-nos ou falavam disso a um(a) ou outro(a) colega ou a algum adulto em quem confiassem bastante.
Prometiam não voltar a fazê-lo, continuavam a cortar-se…


terça-feira, 4 de setembro de 2018

História de gatos (mais uma...)


Isto quem tem – e sempre teve – muitos gatos (as minhas filhas chamam-me «a senhora dos gatos»…) tem sempre muitas histórias de gatos para contar.

A história de hoje é um bom bocado triste.

É sempre uma dor de cabeça quando vamos de férias porque tenho de arranjar alguém que me venha tratar (bem) dos gatos. Tenho arranjado, ao longo dos anos, boas almas que me ajudam a resolver o problema.

Na passada sexta-feira, quando regressámos, cá estavam as nossas bichanecas felizes e bem tratadas. A senhora que cá ficou com elas avisou-me, porém, que a Boneca – uma que adotei no ano passado depois de ter sido atropelada – não aparecera ainda para comer. De referir que elas têm liberdade de entrar e sair para o quintal, tendo liberdade de movimentos e de escolher outra dona, se lhes apetecer…


A Boneca

Mas a Boneca é, desde pequenina, tão medrosa e assustadiça que dificilmente procuraria outro lar. Chamei-a pelo quintal e pelo jardim e de Boneca, nada! É muito interessante verificar uma certa solidariedade entre os animais que lhes dá para ficarem atentos quando chamamos os amigos.

(Quando, há anos, a minha filha mais nova teve uma coelha de estimação que gostava de fugir para os quintais da vizinhança, a nossa gata Julinha subia ao terraço e olhava atentamente para o quintal da vizinha do lado que tinha imensas flores e muita vegetação quase apontando com o olhar para o canteiro em que a Sara, a coelha, se escondia.)

Do mesmo modo o meu gato Pantera, (o que já foi gata lembram-se?) empoleirou-se, juntamente com a Pipinha, em cima do muro do jardim que dá para a estrada enquanto eu chamava pela Boneca. Pareciam vê-la, mas da Boneca, nada!


O Pantera

Pode parecer mentira, mas, desde sábado de manhã, o Pantera não aparece em casa. Foi um fim de semana triste com o desaparecimento de dois dos meus gatinhos.

Mais triste, todavia, foi ver ontem, segunda-feira logo de manhã, (e chovia) a minha Bonequinha chegar, toda suja e pingada, a arrastar-se cheia de terra e, aparentemente, sem sensibilidade na cauda.

Está, desde que apareceu, na clínica veterinária. Terá sido atropelada. A cauda perdeu a sensibilidade como também a área nervosa em redor que controla os esfíncteres está insensível. Se não conseguir reagir ao tratamento, terá de ser eutanasiada. 

Os meus amigos podem rir-se de todos estes meus cuidados, mas dá uma imensa tristeza perder os nossos animais de companhia.       

sábado, 18 de agosto de 2018

Quem não tem cão...

... treina gatos... o que não há ser fácil. É que sabemos bem que os gatos (e as mulheres...) só fazem o que querem...

Vale a pena ver!



Bom fim de semana!

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Ode ao Gato

Dizem que hoje é o Dia do Gato. Sabia do dia 17 de fevereiro, mas se o facebook  diz que é hoje, é porque é hoje.

Para mim, todos os dias são dias dos gatos, por isso, pouca diferença me faz. Procurei e encontrei este belo poema que dedico aos gatos e a todos os amantes de gatos.

Ode ao Gato

Tu e eu temos de permeio
a rebeldia que desassossega,
a matéria compulsiva dos sentidos.
Que ninguém nos dome,
que ninguém tente
reduzir-nos ao silêncio branco da cinza,
pois nós temos fôlegos largos
de vento e de névoa
para de novo nos erguermos
e, sobre o desconsolo dos escombros,
formarmos o salto
que leva à glória ou à morte,
conforme a harmonia dos astros
e a regra elementar do destino.

José Jorge Letria, in "Animália Odes aos Bichos"






sábado, 28 de julho de 2018

A História do Gato Pródigo

Todos conhecemos a Parábola do Filho Pródigo. Eu, que não sou leitora da Bíblia, conheci-a no meu livro de leitura da 4ª classe e, tal como o filho mais velho da parábola, também achei um bocado estranho o comportamento do pai, mas enfim. (Insondáveis são os caminhos do Senhor…)

Pois eu também tenho um gato pródigo. (Não se admiram já os meus queridos leitores porque cá por casa há gatos de todas as espécies… até pródigos!)

Há uns anos dei guarida a um gatão amarelo, lindo, que andou cá por casa cerca de ano e meio. Um explicando meu que também é perdido por gatos batizou-o de Lourinho. Quando fui de férias, apesar de ter quem viesse alimentar diariamente os meus gatos, o bom do Lourinho procurou outra dona mais presente e desapareceu.




Sofro sempre muito de cada vez que perco um gato, por isso uma vizinha aqui da rua, que é minha amiga, um dia bateu-me à porta dizendo que me trazia o meu Lourinho de volta. Entrou-me pela porta dentro um gatão amarelo, lindo que se comportou logo como se fosse da casa. Mas não era o Lourinho, que esse tinha o fundo da cauda revirada.








Este foi chamado de Miminho porque era extremamente meigo. Quis mandá-lo castrar, mas o meu marido, num daqueles acessos de macho, tratou de dizer que não senhor, que deixasse o gato gozar as suas delícias. E assim foi. Isto aconteceu no princípio do outono de 2014.

O gato – como todos os meus gatos – tinha liberdade de entrar e de sair e assim se foi mantendo mais ou menos caseiro.






Há uns dois anos, esteve meses sem vir a casa. Pensei que não regressaria, mas regressou. Escanzelado, cheio de feridas e de peladas. Tratei-o, limpei-o, dei-lhe de comer e até foi ao veterinário. Continuava a ser um mimalho, a vir para o colo e a fazer ronrons. 

Mas ele nunca mais foi gatinho de casa.

Até hoje, vem a casa quando lhe calha, quando tem fome, ou precisa de descansar. Como o filho pródigo da parábola, é tão bem tratado como os “residentes” – espero que eles entendam…








domingo, 1 de julho de 2018

O que faz uma noite mal dormida...

Apesar das caretas que o verão tem feito, as noites têm sido amenas e, se houver chuva, há abrigos por aí. 

Por isso a gataria cá da casa, gosta de sair depois do jantar e é um castigo para os voltar a meter em casa. Brincam, correm uns atrás dos outros, sobem às árvores e afiam as unhas na casca e, quando as chamo, correm corredor fora e saltam o muro para o amplo terreno ao lado.

De manhã, quando lhes abro a porta do quintal, entram cheios de fome, miam desalmados, "tomam o pequeno almoço, e depois dá nisto...









sexta-feira, 15 de junho de 2018

O estranho caso da gata que afinal era gato



A gatinha apareceu aqui pelo quintal – como tantas outras têm aparecido – linda, toda preta, pelo luzidio, alta, elegante, olhos dourados, coleirinha com pedras brilhantes. Perdida. Dois dias esteve escondida no vão da escada que vai para o terraço. Mas a fome apertou e, com miados muito doces, atreveu-se e entrar para roubar uns secos.



Pânico! Não posso ficar com mais uma gata! Já são três as que andam cá por casa e mais o Mimo, o gatão amarelo que não é residente, é apenas comensal…

Toca de pôr anúncios no facebook e de avisar os veterinários da zona. «Espalhem a notícia/Do mistério da delícia/Desse ventre…» Nada! Ninguém se acusou, ninguém se queixou, ninguém apareceu a reclamar a gatinha.

Pânico! Lágrimas e ranger de dentes… Não posso ficar com mais gatas em casa! Vamos ao gatil municipal – cheio e sem as condições mínimas. Associação Zoófila – muito amáveis, mas respostas, nenhumas. E a gata foi ficando – meiguinha, meiguinha, habituada a estar em casa, a dormir nas almofadas, a saltar para o colo.




O pior e o perigo que são os gatos que a queiram namorar – Miau! Miau! Tenho de a mandar esterilizar. E, ao fim de dois meses de “adoção” forçada, operação marcada para a passada 2ª feira.

Dez da manhã, lá deixei a gatinha na clínica, depois de um jejum forçado de oito ou mais horas. Miau! Miau! A doutora logo contacta consigo para dar notícias.

E a doutora contactou. À hora do almoço, telefona a doutora: que já estava; que correra tudo muito bem. Ah! Mas tenho uma surpresa para si! Oh, meu deus! Será que a gata estava prenha? Surpresa, doutora? Sim! É que não é uma gata! É um gato. Como?! E como é que não demos conta dos distintivos masculinos?

Então veio a explicação científica: “a gatinha” tinha testículos intra-abdominais; não tinham descido da bolsa escrotal. Acontece…

O que vale é que lhe tinha dado o nome de Pantera que, felizmente, é um substantivo epiceno que tanto dá para macho como para fêmea…

E agora estou com três gatas e um gato residentes e um outro comensal. «Help!!! I need somebody…!»




quinta-feira, 24 de maio de 2018

Hoje esteve de chuva...

Hoje esteve de chuva
E não foram de Maio uns borrifinhos...
Este chapéu serviu que nem luva
P'ra não molhar meus pezinhos....






domingo, 25 de fevereiro de 2018

Vem lá o inverno!

Anúncios de que esta  prematura Primavera termina hoje e que o Inverno está de volta com chuva, vento e neve nas terras altas...

Por isso elas começaram já hoje a preparar-se para a invernia...








Fazei o mesmo. Boa semana!!

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Casa de intelectuais...

Pois é para que conste: cá em casa somos todos tão intelectuais, mas tanto que até as gatas se interessam pelas fontes do saber...










Se isto é com as gatas, imagine-se o que não será com os donos...

(gaba-te, cesto!!)

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Provérbio Chinês

É difícil apanhar um gato negro num compartimento escuro, sobretudo quando ele não está lá.



Bom restinho de 2017!


sábado, 16 de dezembro de 2017

Passem bem...


... e tenham um bom fim de semana!




sábado, 2 de dezembro de 2017

Com este frio...

Com o frio que está, também eu metia na máquina de secar... e dormia...





quarta-feira, 9 de agosto de 2017

O Gatinho Luca

Mesmo aqui à beira do Mediterrâneo, na estância balnear onde há anos foi gravada a série Verão Azul que fez as delícias dos miúdos nos anos 80, soube que celebraram ontem o dias internacional do gato. 

Pois não sabia! Para mim o dia do gato é o dia 17 de Fevereiro, mas como gosto muito de gatinhos, não resisto a editar aqui um pequeno vídeo sobre as aventuras do gatinho Luca, última "aquisição" da escritora Cristina Carvalho, filha do nosso poeta de referência António Gedeão, ou melhor, do professor Rómulo de Carvalho.



Beijinhos e ronrons

sábado, 29 de abril de 2017

A gata Tama

Hoje o Google assinala o 18º aniversário do nascimento da gata Tama, que era a chefe da estação de comboios Kishi em Kinokawa, no Japão. Isso mesmo: a gata era mesmo chefe da estação!

Durante muitos anos, a estação de Kinokawa teve muito pouco movimento o que ia provocando o seu encerramento em 2004. Em 2007, os japoneses tiveram a ideia de nomear a gato de Chita, chefe da estação na altura, para suceder no cargo ao seu dono.

A gatinha atraiu multidões de viajantes só para vê-la no seu escritório com o gorro oficial de tamanho de gato. Essa decisão acabou por salvar a estação do encerramento e ainda contribuiu muitíssimo para desenvolver a economia local.


(daqui)

A gatinha nasceu no dia 29 de abril de 1999 – faz hoje 18 anos – e morreu em 25 de junho de 2015. Entretanto já arranjaram um outro gatinho para fazer as suas funções. É o Nitama, ou o Tama II.

Fez-me lembrar quando, há uns anos, fui a Londres e fiquei num hotel em que um gatarrão andava por cima do balcão da receção como se fosse o dono daquilo tudo… O rececionista acabou por informar que o dono do hotel era mesmo o gato!




Uma foto do gato

Claro que tive de lhe pegar ao colo...


A biblioteca de uma escola aqui de Leiria tem um gato que anda livre por lá, o que também é uma atração para os alunos. Uma delícia, não vos parece?

Também na Biblioteca Municipal havia um gato leitor. Infelizmente e como nem todos temos a mesma sensibilidade, quando a nova responsável camarária pela Biblioteca tomou posse, mandou de imediato que retirassem de lá o gato e pronto!

Feitios...