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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Inquérito sobre o aborto na Madeira



Realizou-se um inquérito sobre o aborto efectuado na Madeira. Alberto João Jardim foi um dos questionados. Oiçamos a sua resposta.

- O que pensa sobre o aborto?


- Considero-o um péssimo 1º ministro e está a governar muito mal o País.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Intolerável!





O “papagaio de serviço” que faz os comentários que muito bem entende aos domingos na TVI, lá veio ontem, uma vez mais, perante o ar absolutamente enfeitiçado (ou apalermado se preferirem) do gaseado apresentador do Telejornal, pôr água na fervura do vergonhoso caso das contas da Madeira, dando a entender que não foi nada de mais, que o anterior governo... que o Tribunal de Contas... que o Banco de Portugal... que... que... E lá acabou por concluir brilhantemente que o senhor em causa não pode ser deixado cair pelo partido em que milita (só podia ser aquele, pois nenhum outro o suportava!) porque ganha eleições. José Sócrates foi eleito há dois anos e já lá não está. Mas o Alberto João Jardim ganha eleições!

É inacreditável, não é? (Esqueceu-se foi de dizer que o primeiro foi apeado pelo senhor presidente da República logo no seu famigerado discurso de tomada de posse; enquanto o segundo, não obstante o ter achincalhado publicamente por mais de uma vez, continua a ser alvo de palavrinhas mansas e de comentários de circunstância.)

Porém, pior do que as carradas de demagogia avulsa do dr. Marcelo, pior que os sorrisinhos matreiros e dos silêncio estudados, pior que os convenientes pigarreios e aclarar da garganta que usa não inocentemente, pior que aquela (parola) daquela professora que entrevistou antes dos comentários e da apresentação dos novos livros que disse tanto disparate pela boca fora que até senti vergonha de ter sido professora toda a vida, pior, pior, pior... é o facto de as doutas opiniões do dr. Marcelo – qual divina encarnação do Oráculo de Delfos – serem referidas pelos jornais e repetidas nos telejornais das 2ªs feiras.

Não se pode! Marcados indelevelmente pelos 300 anos de Inquisição e pelos 48 anos de ditadura moralista a que nos ativemos como bons alunos, continuamos – não obstante termos votado até junho último maioritariamente à esquerda – a ser um povo de direita. Castrado, condicionado, subserviente, atendente à “sábia” palavra do “mestre” – de um mestre qualquer que queira e saiba meter-nos a areia para os olhos.

Intolerável. Verdadeiramente intolerável!



Mas é  disto que o pessoal gosta...


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Desvio colossal


O senhor Alberto João, o eterno e ludibriante governador da  Região Autónoma da Madeira, não relatou às autoridades estatísticas mais de mil milhões de euros nos últimos três anos: 140 em 2008, 58 em 2009 e 915 em 2010, perfazendo um total de 1113 milhões de euros.

Têm sido buracos em cima de buracos e mentiras em cima de mentiras por parte daquele senhor. E ainda se orgulha das dívidas que tem feito ao longo dos anos. Claro! Ele sabe que aqui os totós do "contenente" vão pagar até ao último tostão...

Ah! E será que, depois de tudo isto, o senhor primeiro ministro ainda continuará a pensar ir abrilhantar os comícios eleitorais do senhor Alberto da Madeira?







terça-feira, 6 de setembro de 2011

O galinho da Madeira





Alberto João Jardim, perante os buracos orçamentais que se vão descobrindo lá na sua ilha de contos de fadas, voltou, energúmeno e desbocado como sempre, a brandir as bandeiras da Internacional Socialista e da Maçonaria como principais culpados – tomaria ele ter nível para ser admitido na Maçonaria!

Ele, pobrezinho, não teve culpa de nada! Foram os cubanos do ”Contenente”, especialmente os do governo socialista. E lá veio ontem o comentador de serviço do PSD, pago e apaparicado pela TVI, dizer que o Guterres fez uma lei que favorecia a Madeira, mas o (malandro do) Sócrates foi mauzinho para eles. E, claro, depois de sermos nós, os cubanos do “Contenente” a ter de arcar com as dívidas colossais – já para não dizer que temos de levar com os desmandos e as palhaçadas daquele político da treta na televisão e nos jornais – por ele acumuladas para ir mantendo as suas maiorias eleitorais, ainda vai o senhor primeiro ministro – que, ao referir-se ao “desvio colossal” da Madeira, põe o seu ar mais cândido de menino escuteiro e fala escolhendo o melhor possível as palavras – ajudar ao circo e abrilhantar o comício da próxima candidatura do senhor Alberto João. Dá vontade de dizer aquela frase banal e gasta: “este país não existe”!

A propósito, fica aqui um fadinho corrido que recebi de um amigo e veio mesmo a calhar.