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domingo, 26 de julho de 2020

Ídolos do "nosso tempo"...

Ídolos do século assado para animar o domingo (mais um...) do nosso confinamento...

Espero que gostem.




domingo, 17 de maio de 2020

Confinamento - o Musical

Porque é fim de semana, véspera de mais um bocadinho de desconfinamento, porque o Sol nos sorri e porque há que rir, aqui fica este Musical - que não é do La Féria.....


Divirtam-se!




sexta-feira, 17 de abril de 2020

Coro do Orfeão de Leiria

Neste tempo de reclusão forçada e de afastamento compulsivo à conta do tal vírus, o Coro principal do Orfeão de Leiria gravou o vídeo da cantiga medieval - Tourdion - em modo de vídeo conferência, o que eu considero uma experiência quase impossível.  (Se bem que nos tempos atuais quase não haja impossíveis...)

E porque está um trabalho tão bem conseguido e porque alguns dos/das coristas são meus amigos e meus conhecidos, não pude deixar de o trazer aqui.

São só três minutos e é tão bonito! Se puderem, vejam, oiçam... É um brinde à Vida!




«Quand je bois du vin clairet
Amis tout tourne, tourne, tourne, tourne
Aussi désormais je bois
Anjou ou Arbois

Chantons et buvons
À ce flacon faisons la guerre
Chantons et buvons
Mes amis
Buvons donc

Hey, der gute, kühle Wein
Macht alles kunterkunterbunt sich drehen
Holt die Gläser schenket ein
Anjou und Arbois…»



sábado, 6 de outubro de 2018

Montserrat Caballé (1933 - 2018)




Morreu a Diva!

Duas vozes extraordinárias
que, infelizmente, não se encontram já 
entre nós...



segunda-feira, 16 de abril de 2018

Que me dizem de vozes como estas?

No dia em que mundialmente se celebra a Voz, a minha escolha recai sobre duas vozes sensacionais, absolutamente poderosas que, infelizmente, não poderemos mais ouvir ao vivo. 

Aqui fica a minha homenagem póstuma e o meu agradecimento por terem existido e terem assim cantado.







sexta-feira, 13 de abril de 2018

Mais uma Carneiro de peso...

Montserrat Caballé, nasceu em 12 de Abril de 1933 em Barcelona. Mais uma Carneiro de grande nível...

Fez ontem 85 anos, mas abandonou o palco aos 80 anos.

Nunca poderemos esquecer a maravilhosa canção Barcelona espetacularmente interpretada pela famosa cantora lírica e pelo espantoso Freddie Mercury cantada pela primeira vez em Maio de 1987 durante uma festa no "Kou Club" em Ibiza para comemorar a aprovação de Barcelona como sede das Olimpíadas de 1992. 

Seria a última vez que Freddie cantaria em público.





segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Dia de ouvir Mozart

Viena não dispensa ouvir Mozart no início do ano. Nós que não estamos em Viena, vamos iniciar o ano divertindo-nos com o MozART Group que é uma pequena maravilha.




Votos de Bom Ano 2018 para todos!

domingo, 1 de outubro de 2017

Dia Mundial da Música

Da Música

A música derrama-se
no corpo terroso
da palavra. Inclina-se
no mundo em mutação
do poema.

A música traz na bagagem
a memória do sangue; o caminho
do sol: Lume e cume
de palavras polidas.

A música rompe um rio de lava
por si mesmo criado. Lágrima
endurecida
onde cabem o mar
e a morte.

Casimiro de Brito, in "Canto Adolescente"



«A música derrama-se no corpo terroso...»

Oiçam...






sábado, 16 de setembro de 2017

'Cause Baby, It's You!

Naqueles tempos ainda não tinham "inventado" a tão propalada auto estima... senão a minha estaria nos negativos. Nos tempos da adolescência,(e ainda hoje...) eu movia-me muito entre a elevação e o desnível do humor - mais este do que aquele, para falar verdade.

E, nos dias em que (não interessa lembrar os motivos) me sentia muito, muito pequenina, refugiava-me nesta canção.

Hoje (não interessam os motivos)  também me senti muito pequenina e... lembrei-me da canção.

Fui à procura dela no incansável YouTube e, para além da versão dos Beatles, que era a que eu ouvia naquele tempo, encontrei uma versão anterior por uma girls band que eu desconhecia e outra mais moderna na voz poderosa de Adele.

Ficam aqui todas e, se tiverem paciência para as ouvir, falem das vossas preferências.














segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Jerry Lewis (1926-2017)

Morreu serenamente, em sua casa em Las Vegas, aos 91 anos. Jerry Lewis, um dos maiores comediantes norte-americanos, apreciado em todo o mundo.

Pessoalmente, não tinha qualquer simpatia pelo seu estilo de cómico, tal como nunca apreciei Louis de Funès, o Cantinflas, o Totó, o Mr Bean ou o Eddy Murphy - embora todos eles tenham o seu valor e sejam muito considerados.

Porém, como muito bem diz um amigo e colega de ofício, «o século XX está a querer deixar-nos». Por isso, aqui fica a minha breve homenagem ao grande ator que agora desapareceu. 

Aqui fica a sua interpretação da Typewriter Song, um sucesso dos anos 50, do tempo em que as máquinas de escrever eram um instrumento indispensável em qualquer escritório. Do tempo em que as secretárias tinham de tirar cursos de datilografia e de estenografia. Ganhavam os empregos as que mostravam maior rapidez e eficiência a datilografar...




segunda-feira, 3 de julho de 2017

Vai um bolero?

Hoje fica aqui uma das minhas canções de outrora: um daqueles boleros cubanos dos anos 40/50, muito belos, muito sensuais e requebrados...

Claro que a versão Nat King Cole vai ser a preferida, mas, mesmo assim, deixo-vos uma versão mais antiga, mais genuína. 

Espero que gostem.










sábado, 10 de junho de 2017

Para que conste!!



Leirienses - e não só! - bora lá?!

domingo, 1 de janeiro de 2017

Muito original...

Tal como me apetece sempre editar a «Manhã de Carnaval» em todos os carnavais, assim acontece com o «Happy New Year» dos ABBA de cada vez que o ano muda. Por isso, uma vez mais aqui fica com toda a alegria, com toda a sinceridade este


Happy New Year!





... e como sou uma avó - como todas as outras avós -  aqui fica o mesmo voto pela imagem dos meus pequeninos.





domingo, 18 de dezembro de 2016

Concertos de Natal

Ontem foi dia de assistir a concertos de Natal "familiares": 

  • dos 70 anos do Orfeão de Leiria,  no Mosteiro da Batalha e em que a minha neta já participou;
  • e, à noite, o concerto de Natal aqui na "minha" freguesia, pela Filarmónica de São Tiago de Marrazes com o coro de uma freguesia vizinha dirigidos pelo maestro Paulo Clemente, meu camarada autárquico. 


De enaltecer o trabalho das Escolas de Música de Leiria - que já são muitas e de grande qualidade - dos seus professores e dirigentes, bem como o interesse das famílias que tanto se esforçam para que as suas crianças aprendam música. Ainda há poucos anos nada disto era possível.

Quem disse que o 25 de Abril não trouxe nada de bom?!

Neste belíssimo cenário (que as famílias encheram até lá atrás):







E ali está ela: a segunda da esquerda; á espera de atura...






À noite, foi assim:





Tivemos a Glória de Vivaldi e a Missa Brevis de Jacob de Haan e também cânticos de Natal.

Uma vez mais a gratidão do público que encheu a Igreja a esta prenda graciosa que nos «encheu o sapatinho»...

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Hoje vou dar-vos música

É isso. Hoje é dia de dar-vos música. Da boa. Ora escutem - são só quatro minutos e ficam a saber tudo...



sábado, 12 de novembro de 2016

Como a formiga «vou em sentido contrário»...

Não sei o que pensar de mim nestas alturas. Sinto-me ao contrário de toda a gente e o pior é que nem me importo nada. Assim mais ou menos como «a formiga no carreiro» [quando] «ia em sentido contrário»…

Isto a propósito da morte do cantor Leonard Cohen. Xi!!! O que aí vai de tristeza e de lamentos pelo passamento do senhor. Atenção: não estou a criticar! Era só o que mais faltava, não tenho – nem eu nem ninguém – esse direito. De «morreu o pai», ou «até hoje nunca entendi o que era chorar por um cantor», li de tudo no facebook  A questão é que – tal como como com o Dylan – nunca me atraiu, nunca me «disse nada». Não gosto de baladas – é só! (Quando falo em baladas, lembro-me sempre de uma das edições do extraordinário Zip-Zip, nos anos de 69 do século passado, em que o inimitável Raul Solnado “cantava” uma balada “cheia de significado” que dizia: «a minha linha, a tua linha, a nossa linha não alinha…» E é isto que eu sinto em relação à baladas.




Também desse tempo relembro muitas vezes, as declarações do então (e sempre) irreverente Miguel Graça Moura, cultíssimo maestro português, quando lhe perguntaram o que achava ele da renovação da música (ligeira, popular) portuguesa, ele respondeu apenas: «Olhe, eu estou-me nas tintas para a renovação da música portuguesa!» Ó como rejubilei (eu, púbere menina) com essa declaração!

Da mesma forma, quando foi a moda dos Madredeus nos anos 80/90, eu dizia muitas vezes que devia ser a única pessoa em Portugal que não gostava de os ouvir. Uma vez, vieram atuar aqui ao Mosteiro da Batalha e, naturalmente, despovoou-se Leiria para os ir ver atuar. Nós também fomos. Foi numa noite de Inverno em que chovia copiosamente: fizemos o caminho debaixo de uma verdadeira tromba de água e, do estacionamento até ao Mosteiro, apanhámos uma valente molha. À época, andava eu “carregada” de antidepressivos… Começou os espetáculo e aquela lindíssima, finíssima, cristalina voz da Teresa Salgueiro a ecoar pelos claustros naquela toada que se situava ali entre o fado e a balada… bom, nem queiram saber: adormeci que nem um anjo encostada ao sobretudo (húmido, mas quentinho) do meu amigo ZF e foi um regalo!

Já para não falar do fado – que desde há uns anitos para cá subiu de categoria e, mesmo assim (ou até também por isso, sei lá!) não consegue entrar nos meus gostos.


(Sempre –  Ai de mim! – como a formiga no carreiro mas em sentido contrário.)


(daqui)

quarta-feira, 30 de março de 2016

Aurea

Gosto mesmo desta «pequena»... Das suas canções. Da sua forma de cantar.

Que me dizem?

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

A Dança das Horas

Há dias vi um bailado incrivelmente belo no blog da Irene Alves  sobre a admirável música A Dança das Horas de Amilcare Ponchielli que vos convido a ver. É uma verdadeira maravilha!

A propósito, lembrei-me da versão ligeira desta ária, com o título Like I do, que fez as minhas delícias na minha (tonta) adolescência. Também foi cantada por Nancy Sinatra.

Alguém se lembra?


sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Sábado de chuva

Chovia desalmadamente, mas não podia nem queria deixar de ir à Marinha Grande assistir ao concerto de piano do João Costa Ferreira, que recentemente foi galardoado com o prémio “Melhor revelação artística” em Paris (e que, por acaso foi meu aluno ali na “minha” D. Dinis.)

Com apenas 29 anos, detém o Diplôme Supérieur d’Exécution em piano da Ecole Normale de Musique de Paris e é mestre em Música e Musicologia pela Sorbonne, sendo professor no Conservatório Georges Bizet de Paris.



Neste concerto de Ano Novo que realizou no renovado Teatro Stephens, o João apresentou, pela primeira vez em Portugal, cinco rapsódias inéditas de José Vianna da Motta descobertas e por si estudadas e trabalhadas. Para além destas interpretações, presenteou-nos com um Noturno do pouco conhecido compositor português porque desaparecido aos 21 anos - palavras do pianista – António Fragoso e ainda a belíssima Sonata ao Luar de Beethoven e o romântico Noturno nº 9 de Chopin.

Interpretações de elevado nível de execução, com momentos de enlevo e outros de verdadeiro arrebatamento, sem pauta, e em que as mãos do pianista quase voavam por cima das teclas mal lhes tocando. Muito bom. Ou pelo menos eu gostei muito.



Enquanto esperávamos pela hora do concerto, e apesar das bátegas de água que teimavam em cair furiosamente, ainda entrámos no edifício da Antiga Fábrica de Resinagem, também ela, tal como o Teatro Stephens, recentemente restaurada, onde assistimos ao fabrico de algumas peças de vidro.














A propósito, deixo  aqui a imagem de um baixo-relevo da autoria do escultor Luís Fernandes  que vi no Teatro Stephens e que ilustra a produção do vidro no tempo do Egito Antigo.


sábado, 27 de junho de 2015

Je suis grecque!

Aujourd'hui moi, je suis grecque!