Mostrar mensagens com a etiqueta Compras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Compras. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Isto da Black Friday...


Sabe bem quem já me vai conhecendo que não me incomodam nada nem beliscam a minha noção de identidade nacional as «importações» de hábitos culturais como atualmente acontecem nomeadamente aqueles que nos invadem vindos dos países anglo-saxónicos.

Foi o caso do Hallowe’en e do Dia de São Valentim de que tanto acusam os professores de Inglês (touchée…) Antes disso tinha-se «importado» o Pai Natal no seu vistoso fato vermelho da Coca-Cola montado no seu belíssimo trenó puxado por pares de renas do Polo Norte…

(Isto para não falarmos da constante «importação» de termos e expressões inglesas que vão enxameando a nossa belíssima lexicologia sem que os abespinhados defensores da ortografia anterior a 1990 disso façam o mínimo caso!)

Agora temos de aguentar a interminável torrente dos afamados (mas enfezados) descontos da Black Friday…

Faz parte das minhas rotinas ir ao shopping à sexta-feira de manhã para dar uma volta pelas lojas e fazer as compras da semana. Hoje calhou-me a tal da Black Friday. Os descontos andavam na casa dos 20% - sei que, até ao Natal, hão de aparecer descontos muito mais vantajosos, mas o shopping estava cheio e as pessoas parecia que andavam maluquinhas...




sexta-feira, 6 de julho de 2018

Dia de ir às livrarias

A ironizar quando ainda estava na escola, costumo dizer que a sexta-feira de manhã é a minha manhã livre...

É o dia de ir às compras, ao talho, à fruta, ao super, de ir ver as lojas ao shopping, de ir espreitar as livraras. Que são três! Tantas!

Há sempre um ou outro livro que teima em "agarrar-se-me" às mãos. E depois há tantos que eu gostaria de trazer mas que não posso! Pois quando os leria? (e como os pagaria?!...)

E aí lembrei-me deste textinho maravilhoso do ainda mais maravilhoso Almada...




terça-feira, 12 de dezembro de 2017

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Black Friday ou de como somos parolos...

Tenho por hábito ir ao shopping todas as sextas-feiras de manhã dar uma volta pelas lojas e pelas livrarias e, no fim, Continente com ela para fazer as habituais compras da semana. Costumo dizer, por piada, que é a minha manhã livre, a parodiar o tempo de professora com a tarde ou a manhã livre (que raramente gozava… mas isso é outra conversa!)

Ora hoje, ao aproximar-me da rotunda que leva ao shopping, começo de ver filas de carros quase parados, em bicha, à espera de acederem aos parques do edifício.

Que se passa? Qual será o impedimento? Terá havido acidente? Aí, fez-se-me luz!! Black Friday!! E eram ainda dez da manhã. Mas é feriado? Ninguém trabalha hoje? O que é isto?

Difícil, senão mesmo impossível arranjar lugar nos estacionamentos. Mas, como é habitual, o marido lá me deixa a gozar a minha “manhã livre” e segue para levar o neto para a escola.

Garanto que, sem ser nos dias imediatamente anteriores ao Natal, nunca tinha visto tanta gente no shopping àquela hora da manhã de um dia de semana! Os corredores cheios de gente, pareciam o calçadão da Nazaré em domingo de verão e, nas lojas, as empregadas corriam esbaforidas a atender, a procurar números maiores, a arrumar peças que clientes deseducadas deixavam espalhadas por qualquer lado, caídas e viradas do avesso por as terem experimentado por experimentar.

Em algumas das lojas mais populares, as bichas nas caixas de pagamento chegavam à porta – dava vontade de nem lá entrar. Noutras, puseram a música tão alto que fazia a confusão maior. Noutras ainda devem ter contratado novas “colaboradoras” (como se diz agora e é fino) a quem devem ter dado ordens para “atacar” as clientes com grandes sorrisos que, não sei por que razão, lhes elevada o tom de voz e as tornavam enervantes… Dava vontade de fugir!

E tudo isto para se obter 20% de desconto sobre os artigos.

Sei, por experiência, que daqui a uns dias, a maior parte desses artigos, senão todos, estarão com descontos muito mais apetecíveis e com a vantagem de não entrarmos nos atropelos de uma sexta-feira negra…

Esta tonteria é recente, pelo menos aqui em Leiria. Nada tenho contra a apropriação de costumes – as chamadas tradições – de outros países, o que está a acontecer com uma rapidez vertiginosa. Mas que diabo!! Qualquer dia estamos a fazer as tristes figuras das americanas que esperam horas para a abertura das lojas e depois entram numa corrida louca a ver quem consegue abarbatar mais artigos que poderão depois não servir para nada…

Que facilmente aderimos às modas mais tolas e mais vazias de essência… É que isto não é mostrar-se moderno – é mesmo mostrar-se parolo.




sexta-feira, 29 de julho de 2016

Merry Christmas!!



Calma! Não variei... (ainda...) Venho apenas aqui apenas dizer que «declaro aberta a época das compras de Natal»!!

Comprei hoje as duas primeiras prendas para oferecer no Natal. Aproveito sempre os saldos de Verão para ver coisas lindas e em conta para oferecer aos amigos... 

Isto é o que se chama planeamento.... (gaba-te, cesto...)