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quinta-feira, fevereiro 25, 2016

Memória de Peixe



Dos vários projectos de música nacional que têm vindo a emergir nos últimos anos, "Memória de Peixe" foi um dos que memorizei logo. Já lá vai algum tempo desde que comprei o álbum homónimo, mas vale sempre a pena reforçar o quanto este trabalho de Miguel Nicolau e Marco Franco vale a pena conhecer.

Rock matemático como já vi ser apelidado por alguém, que vive da inspiração e da repetição em torno de loops de guitarra. Deixem-se seduzir também com este "7/4", um dos singles.

segunda-feira, janeiro 11, 2016

A Hero For More Than One Day



Quem passou por este blog nos tempos em que era (mais) activo, de certeza que sabe o quanto David Bowie era amado nesta casa. Bowie foi um artista singular, com um percurso musical que sempre me atraiu, não só pela qualidade mas pela forma como o autor explorava diferentes caminhos, diferentes sonoridades. Ao longo dos anos Bowie mudava, reinventava-se, enfim, deslumbrava-nos.

Era um músico que não deixava ninguém indiferente e mesmo dentro dos fãs as preferências variavam consoante o estilo musical preferido por cada um. Posso ter uma preferência, como a maioria, pela fase dos anos 70 que conta com as pérolas "Hunky Dory", "Ziggy Stardust", Alladin Sane", "Diamond Dogs", "Low" ou "Heroes", mas continuo a adorar o que fez nos anos 80 e 90. O fantástico "Scary Monsters" (OK tecnicamente encerra os anos 70), "Let's Dance" ou aquela composição magnífica que é "Cat People" não deixam margem para dúvidas, os anos 80 também deixam uma enorme marca na carreira do autor. Os 90 abriram com "Black Tie White Nose" contam com o álbum que Bowie lançou quando comemorou os 50 anos, "Earthling", mas é no anterior "Outside" que está a pérola desta década, numa nova e diferente colaboração com Brian Eno. Uma pena que o projecto que "Outside" ambicionava ser nunca tenha voltado a ser trabalhado por esta dupla, agora nunca mais acontecerá, ficando apenas o desejo dos autores.

No século XXI Bowie continuou a marcar presença apesar de a dada altura ter estado 10 anos sem editar um álbum algo que contribuiu ainda mais para a enorme surpresa que foi "The Next Day", um álbum que nos traz de volta Bowie numa das suas melhores formas. Uma ode ao Rock de próprio autor e uma que não passou nada despercebida.

Agora chega-nos "Blackstar". Depois de um certo revivalismo do anterior, temos um álbum mais experimental que vai beber inspirações ao jazz e que faz Bowie regressar ao seu primeiro instrumento, o saxofone. Um ciclo que se completa, de certa forma. Porque afinal Bowie tem passado uns anos difíceis em termos de saúde, com um cancro terminal diagnosticado há alguns meses e contra o qual estava a lutar. Infelizmente há batalhas que estão condenadas desde o início, qual combate de boxe fraudulento. Bowie sabia-o e decide dar-nos esta prenda no fim. Confesso que apenas senti alegria com o lançamento de "Blackstar", sem nunca me passar pela cabeça que se tratasse do último álbum dele. Agora pede-se um novo ouvir, uma nova interpretação a este álbum mais negro e que já continha todas as pistas. Bowie despede-se como sempre viveu, encenando uma última peça desta enorme personagem que é David Bowie. Porque o autor também era actor, apaixonado por teatro, uma componente artística que sempre fez parte da sua carreira musical, nas várias personagens e cenários que ia criando ao longo da vida.

Um dos maiores cuja falta será muito sentida, como se tem bem visto com os vários testemunhos expostos ao longo do dia de hoje. Obrigado David Robert Jones, por toda esta maravilhosa odisseia que criaste com esse ícone que é e sempre será, David Bowie.

É impossível escolher apenas uma música ou álbum de Bowie, mas tendo em conta todo o planeamento do autor, neste momento o álbum a ouvir é "Blackstar", por isso deixo aqui o single.

quinta-feira, julho 23, 2015

Chick Corea & Herbie Hancock - EDP Cool Jazz



E no passado Domingo a edição deste ano do "EDP Cool Jazz" teve início com o belíssimo concerto de Chick Corea e Herbie Hanckock que passados 40 anos voltam a juntar-se para uma digressão. Muita história e muita música entre estes dois excelente pianistas que se fez sentir nessa noite.

Aqui fica um vídeo de "Spain" tocada não a dois, mas a três com o auxílio do público. O vídeo é de outro concerto nesta digressão, mas o mesmo aconteceu no Domingo passado nos jardins do Marquês de Pombal em Oeiras. Uma forma maravilhosa de dar início a este festival.

sexta-feira, junho 19, 2015

Paradise Lost - Beneath Broken Earth


Os Paradise Lost estão de volta, com uma sonoridade que evoca tempos passados. Independentemente disso o que importa frisar é que "Beneath Broken Earth" é um grande e viciante single que promete um álbum à altura.

quinta-feira, fevereiro 12, 2015

10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte na Casa da Música



Hoje a passear deparo-me com isto numa parede. Não fazia ideia que este álbum mítico regressaria aos palcos um dia. O bilhete já cá canta.

sexta-feira, julho 11, 2014

segunda-feira, maio 26, 2014

Mão Morta - Horas de Matar



Não sei se são horas de matar, mas serão, pelo menos, horas de ir ouvir o novo álbum dos Mão Morta, que penso já estar nas lojas.

Esta novo álbum assinala também os 30 anos de uma carreira nada menos do que épica.

sábado, novembro 16, 2013

O Triunfo do Barroco



Daqui a 2 horas na Casa da Música.

Programa:

ORQUESTRA BARROCA CASA DA MÚSICARinaldo Alessandrini direcção musical
Roberta Invernizzi soprano

G.F. Handel Abertura e árias de Il Trionfo del Tempo e del Disinganno
Georg Muffat Chacconne Alessandro Stradella Sinfonia e ária de S. Giovanni Battista
Alessandro Scarlatti Sinfonia e ária de Colpa, Pentimento e Grazia; Cantata "Su le sponde del Tebro"
Arcangelo Corelli Concerto Grosso em Ré maior, op.6 nº 4

terça-feira, setembro 24, 2013


quarta-feira, setembro 11, 2013

Arcade Fire - Reflektor



Em 2004 o mundo rendeu-se a "Funeral" o primeiro álbum da banda canadiana "Arcade Fire". O álbum foi considerado por vários críticos como o melhor desse ano. Além disso na lista dos melhores 500's de toda a História feita pela "Rolling Stone" encontra-se em #151 (uma lista que vale o que vale - nada - uma vez que não tem um único álbum dos Pink Floyd no top 40). Uma coisa era certa, não havia contestação que estávamos perante um dos projectos mais interessantes da actualidade.

A fama continuou a crescer e em 2007 a banda regressou com "Neon Bible". Quando a marca que um primeiro álbum deixa é tão grande, acredito que a relização do segundo tenha um nível de pressão assustador. Mantendo-se fiéis a eles próprios o sucessor de "Funeral" é um digno e que recebeu críticas positivas por todo o lado, mesmo não tendo sido elevado aos píncaros como o anterior. Nota-se também um amadurecimento da banda, um som mais coeso, a estrada faz sempre bem a um músico. Uma particularidade do álbum é que grande parte do mesmo foi gravado numa Igreja e a diferença em termos acústicos faz-se notar. "Neon Bible" pode não ser um álbum ao nível do seu anterior, mas também não tinha de o ser e surge como um álbum sólido e uma bela continuação.

Em 2010 chega "The Suburbs" e tirou quaisquer dúvidas que houvessem (não haviam) de que os Arcade Fire são uma banda para deixar o nome na História, além de um álbum ou dois. Tenho ideia que este terceiro projecto ainda recebeu melhores críticas que o anterior, elevando ainda mais o culto da banda. Foi na digressão deste álbum que vi o contagiante concerto que deram no Super Bockhttp://alternative-prison.blogspot.pt/2011/07/17-super-bock-super-rock-150711.html. Se em álbum a banda funciona, ao vivo não lhe fica atrás. A química entre banda e público é uma das que ainda mais recordo.

Agora este ano, a banda está de volta com "Reflektor". O single com o mesmo nome já circula por aí e é qualquer coisa de fantástico. Não só porque é um portento de canção, mas porque traz uns "Arcade Fire" bem distintos daqueles a que estamos habituados e aqui as influências de James Murphy na produção não passam despercebidas, os "Arcade" estão muito mais dançáceis. Isto poderá afastar alguns, mas eu gosto de uma banda que explora novas facetas que procura reinventar-se em vez de se remeter a um determinado estilo. "Funeral" existirá sempre para o admirarmos, bem como os restantes. Agora experimentos "Reflektor".

De salientar também a curta, mas marcante, participação de David Bowie na canção (ele que é um conhecido admirador da banda) e ao facto da realização do video estar a cargo de Anton Corbijn. Juntou-se aqui uma equipa de sonho e o resultado cumpre muito bem com as expectativas.

quinta-feira, setembro 05, 2013

PAUS e The Divine Comedy (a solo) em Guimarães


Este ano no âmbito do festival Manta em Guimarães teremos PAUS a actuar já amanhã e Neil Hannon no sábado. Os concertos vão ser nos jardins do Centro Cultural Vila Flor e a entrada é... GRÁTIS!!!

Quem não morar lá perto pode sempre apanhar o National Express:

sexta-feira, agosto 30, 2013

Ænima



Esta semana no programa "Álbum de Família" na Radar, o disco escolhido foi "Ænima", o segundo dos Tool, editado em 1996.


Por ser um dos álbuns da minha vida, não queria deixar passar isto despercebido. Foi o primeiro que comprei e conheci-o com as canções "Stinkfist" e "Eulogy" que me gravaram numa K7. Rapidamente fiquei contagiado e ainda hoje o considero como um dos melhores álbuns que já ouvi. A par com "Lateralus" são as obras-primas da banda.

A título de curiosidade Ænima é a junção entre a palavra Anima + Enema. Anima é latim para alma enquanto enema é, bem, é um clíster, portanto significa uma limpeza do intestino. Diz o guitarrista da banda Adam Jones que esta nova palavra pretende significar "Limpeza da Alma". Nada de estranho para quem já é familiarizado com a banda. Agora pensar que a última canção se chama "Third Eye" ganha todo um novo significado.

"Ænima" marca também um período de transição na banda quando o baixista Justin Chancellor se juntou aos mesmos em substituição de Paul D'Amour. Chancellor contínua ainda hoje nos "Tool" que segundo dizem vão editar novo álbum em 2014 (já é tempo).



sexta-feira, julho 12, 2013

Sigur Rós - Kveikur



Conheci-os com "Ágætis Byrjun" um álbum incrível a todos os níveis, não só pela qualidade da música, mas porque era realmente um produto diferente, fresco e inovador. Uma voz gélida que se entranhava dentro do nosso corpo de uma forma nunca antes sentida. Seguiu-se a descoberta do anterior - e maioritariamente instrumental - "Von" e posteriormente o terceiro tomo "()". Este trio de álbuns consolidou e fortificou a minha opinião que estávamos perante uma das bandas ímpares da altura e que deixaria uma forte marca na História da música. Agora que me lembro também comprei o EP "Ba Ba Ti Ki Di Do", basicamente tudo que via deles à venda comprava. Por esta altura vi-os ao vivo no coliseu, foi, sem dúvida, um dos primeiros grandes concertos da minha vida, já lá vão cerca de 10 anos.

Depois veio "Takk", até tenho dois álbuns deste, porque da 1º vez não comprei a edição limitada - tamanho era o vício. Mais um forte álbum da banda que apenas me parecia não estar a desbravar novos caminhos, mas cuja qualidade se mantinha inegável. Do "Með suð í eyrum við spilum endalaust" lembro-me menos bem, apenas que trazia uns "Sigur Rós" mais alegres e com influências folk. Tenho ideia que foi o álbum que menos me entusiasmou, mas tal não quer dizer que não seja mais uma peça de grande qualidade - está a precisar de nova audição. Aliás não me recordo de nunca de ter ouvido um mau álbum destes rapazes.

Vergonhosamente deixei passar o "Valtari" que saiu o ano passado, sinto que estive um pouco desatento da carreira deles, talvez por terem estado alguns anos parados, ou por achar que estavam a cair no mesmo registo. Tenho de ouvi-lo rapidamente.

De qualquer das formas não perdi tempo a comprar "Kveikur", o mais recente longa duração de "Sigur Rós", e de onde esta canção é retirada (ver vídeo abaixo). Excelente compra, de um formidável regresso destes rapazes da terra do gelo. É claramente um regresso distinto, nota-se mais uma mudança de percurso na banda com uma sonoridade mais dinâmica como, talvez, nunca lhes tenhamos ouvido. Vem em alguma oposição aos sons mais etéreos dos últimos trabalhos que lhes ouvi e resulta maravilhosamente.

É claro que uma banda pode compor sempre o mesmo estilo e ser uma banda de topo, mas a título pessoal entusiasma-me muito quando os músicos não se prendem a determinados sons, adoro isto, adoro os "Sigur Rós" e basicamente era só isso que queria dizer.

 


sexta-feira, junho 28, 2013

sábado, junho 01, 2013

Dead Can Dance - Coliseu de Lisboa 28-05-13


Na passada terça-feira assistiu-se a magia no Coliseu de Lisboa, assistiu-se ao concerto dos Dead Can Dance. Um concerto onírico e arrepiante com uma Lisa Gerrard e um Brendan Perry em excelente forma. As vozes de ambos continuam iguais com o poder e sedução que lhes é tão característico. Foi a primeira vez que os vi ao vivo, desejo tanto que não tenha sido a última.

Como seria de esperar o concerto foi muito dedicado ao último álbum, "Anastasis", de 2012. Não sei se já referi antes, mas este álbum é excepcional. A banda abre então as hostes, magistralmente, com a primeira faixa "Children of the Sun". Depois de "Agape" - 3º faixa do último álbum- é tempo de voltar atrás na carreira para se ouvir "Rakim" que rapidamente mostrou uma maior resposta do público ainda que a primeira ovação tenha cabido a "Sanvean" (tão merecida) tocada após "Kiko" e "Amnesia" também de "Anastasis".

Depois das belas "Black Sun" e "Nierika" surge outro dos momentos mais poderosos do concerto "Opium" uma das canções do mais recente álbum a ter melhor resposta por parte do público. Porém, seria "The Host of Seraphim" a fazer levantar o coliseu novamente. Entre "Ime Prezakias" e "All in Good Time" tocou-se "Cantara" - suponho que por esta altura já nem vale a pena referir que houve outra ovação. Pelo que percebi posteriormente "Cantara" tem sido uma faixa rara nos concertos e nesse sentido parece que fomos uns privilegiados. Muito obrigado Brendan Perry e  Lisa Gerrard.

No encore começou-se com "The Ubiquitous Mr. Lovegrove" e fechou-se com aquela que considero das melhores faixas do último álbum a "The Return of the She-King". Pelo meio tivemos direito a duas covers, a primeira dos This Mortal Coil, "Dreams Made Flesh", e a segunda de Tim Buckley, "Song to the Siren" (que curiosamente, ou não, também tem uma versão pelos This Mortal Coil).

A cargo da primeira parte esteve David Kuckhermann que tocou maioritariamente hang um instrumento musical com apenas 10 anos de existência. Uma boa forma de aguçar o apetite para o que viria depois.

Foi sem dúvida alguma um momento a recordar e guardar com muito carinho. Os Dead Can Dance continuam numa forma estupenda seja a compôr ou ao vivo. Fica o pedido para não termos de esperar mais 17 anos por outro regresso.

segunda-feira, maio 13, 2013

Dire Straits - Once Upon A Time In The West



Reza a lenda que após ter visto o filme de Sergio Leone, um Mark Knopfler embriagado compôs uma pérola musical com o mesmo nome do filme.

Em "Alchemy", um álbum ao vivo, os Dire Straits presenteiam-nos com uma versão longa desta mesma canção. São 12 minutos de magnificência musical.

Alguém dizia uma vez que os álbuns ao vivo nunca eram tão bons pois as canções perdiam qualidade sonora quando comparadas com as dos álbuns de estúdio. Faz sentido, ou melhor, faz sentido para bandas que não acrescentem nada ao vivo, que simplesmente se limitem a tocar um álbum tal e qual como o gravaram. Mas, quando falamos de bandas como os Dire Straits, a história é outra e "Alchemy" é a prova disso. Tome-se como outro exemplo a célebre "Sultans of Swing" que aqui conta com 10 minutos e um solo ainda mais impressionante saído das mãos desse mestre que toca sem palheta, Mark Knopfler.

segunda-feira, maio 06, 2013

Pink Floyd + David Bowie


Não resisti e tive de trazer estes dois para casa. Um antigo e um recente. Porque não há banda melhor que Pink Floyd nem artista melhor que David Bowie.


O Vinil de Bowie além de ter uma estética belíssima, também traz o CD do álbum.




Já a edição de "Dark Side of the Moon" disponibiliza o dowload em mp3 do álbum e traz três posters e três autocolantes.




quinta-feira, abril 11, 2013

quinta-feira, março 21, 2013

Rugas


Mais uma novidade editorial chega ao nosso mercado, desta vez pelas mãos da Bertrand, que edita “Rugas”, do autor espanhol Paco Roca.

É um livro lindíssimo, com uma história que tem tanto de divertida como de assustadora, onde as páginas transbordam de emoção. Falei deste livro na Rua de Baixo e podem ler mais sobre ele aqui. Mas em tom de síntese, quero apenas dizer que o livro me fez chorar - solto a palavra batoteiro para quem já leu -, porque não há elogio mais forte que lhe possa dar. É mesmo muito bom.

E agora tenho passado a semana toda a ouvir isto:




terça-feira, março 12, 2013

Genesis - A Trick of the Tail


"A Trick of the Tail" de 1976 é o sétimo disco dos Genesis e um que marca mais um ponto de viragem na carreira desta banda. Trata-se pois do primeiro álbum lançado após a saída de Peter Gabriel depois de "The Lamb Lies Down On Broadway". Nesta fase os membros dos Genesis são: Tony Banks, Mike Rutherford (membros fundadores), Steve Hackett e Phill Collin.

Como podem ver pela imagem todo o design da capa é de grande qualidade, onde aproveito para salientar o papel que contém as letras, recheado de desenhos oriundos da capa principal e que contribuem para enaltecer toda a componente ligada à imagem, algo que sempre me pareceu ser uma preocupação da banda.

Mas mais que qualidade estética, "A Trick of the Tail", é um grande álbum de música e que afastou os fantasmas de que com a saída de Gabriel os Genesis teriam "terminado". Longe disso - e isto vem de um fã incondicional da fase com Peter Gabriel - este álbum foi a prova viva de que os Genesis se encontravam vivos, de boa saúde e arecomendarem-se, afinal de contas, não era só Gabriel que fazia a banda.

Collins que assume a voz principal prova também que tem o estofo necessário para o papel. Um álbum icónico e indespensável para quem gosta desta banda que tantas mudanças sofreu ao longo dos anos.