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quarta-feira, junho 25, 2008

Vampire Weekend - Vampire Weekend

Apesar dos Vampire Weekend terem lançado o seu primeiro álbum (homónimo) em finais de Janeiro de 2008 ele apenas esteve disponível nas lojas portuguesas em finais de Fevereiro. Após o seu lançamento foram rapidamente aplaudidos por muitos sendo considerados a banda revelação do ano e quem sabe um dos melhores álbuns também.
Para tais afirmações serem feitas quando ainda estávamos no início do ano, é porque a banda tinha de ter mesmo qualquer coisa de especial.
O Indie Rock está actualmente em alta no panorama musical e bom exemplo disso é o sucesso obtido pelos Arctic Monkeys. Apesar de gostar destas bandas acabei por ainda não me dedicar verdadeiramente a elas e a explorar os seus álbuns que ainda não possuo.
Quando surgiram os Vampire Weekend o seu som fez-me precisamente lembrar a banda referida e por isso foram parar precisamente à lista das bandas que tenho intenções de vir a ouvir. Porém o facto de dia 10 de Julho ir assisti-los ao vivo, fez com que os Vampire Weekend entrassem na lista de prioridades.
Como não os ouvi na altura em que surgiram, todo o furor à volta desta banda passou-me completamente ao lado, desde serem considerados por muitos a banda revelação do ano ou por outros o hype do ano.
Agora após ouvir o álbum posso dizer que se vai ser dos melhores do ano não sei nem me interessa, mas que é muito bom isso é sem sombra de dúvida!
Uma das diferenças na sonoridade dos Vampire Weekend e que os torna diferentes de outras bandas do mesmo género, são as suas influências de Pop Africana. Segundo o que li no Sound + Vision ritmos particularmente oriundos do Congo.
Canções como "Oxford Comma", "M79", "Walcott" e "The Kids Don't Stand A Chance" provam o que os singles "Mansard Roof" e "A-Punk" já prometiam, ou seja, um álbum extremamente divertido e contagiante capaz de viciar qualquer apreciador do género. Falo por mim que não paro de entoar o verso "But this feels so unnatural, Peter Gabriel too" de "Cape Cod Kwassa Kwassa".
O único defeito que tenho a apontar no álbum é o facto de vir com 11 canções e a sua edição japonesa vir com 13. Isto está constantemente a acontecer e ainda não percebi bem porquê, é que as edições Japonesas têm normalmente mais canções mas elas também cabem nos CDs vendidos para o resto do Mundo.
Os Vampire Weekend são oriundos da cidade de Nova Iorque e são constituídos por Ezra Koenig, Rostam Batmanglij, Chris Tomson e Chris Baio.