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domingo, novembro 17, 2013

Contos de Máximo Gorki: Vinte e seis e mais uma



Poema

Em pouco tempo calávamos quem ousava dizer tal coisa: precisávamos de amar alguma coisa - tínhamo-la encontrado e amávamo-la; como tal, essa coisa que nós, todos os 26, amávamos, tinha de ser inacessível, como se fosse sagrada, e qualquer um que nos fizesse frente nessa questão era nosso inimigo.


Tchelkashe

Gavrilo continuava a rir, olhando estupidamente para o seu patrão. Aquele olhava-o também, pensativo e lúcido. Via à sua frente um homem cuja vida estava nas suas patas de lobo. Tchelkashe sentia que podia controlá-lo a seu gosto. Podia rasgá-lo em pedaços, como uma carta de jogar, ou podia ajudá-lo a fazer-se um homem sério.