Centrada no quotidiano de uma aldeia do Quebeque, Armazém Central é uma das mais belas séries de banda desenhada alguma vez publicadas, Iniciada em 2005 , os três primeiros álbuns foram publicados em Portugal pela Leya/Asa. Saem agora, com atraso, os tomos quatro e cinco reunidos num único álbum (critério discutível): Armazém Central – Confissões e Montréal, por Régis Loisel e Jean-Louis Tripp, Arte de Autor, Estoril, 2020.
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segunda-feira, 30 de novembro de 2020
quarta-feira, 15 de abril de 2020
do êxtase
BD
autobiográfica de Jean-Louis Tripp, autor, com Régis Loisel, da
magnífica série Armazém
Geral, é seu propósito,
neste segundo tomo de Extases
(edição Casterman),
tratar do sexo e mostrá-lo tão natural quanto o deveria, no que é
para o autor um statement
político: quem se sente
bem com o corpo e a sexualidade inerente é mais livre e precisa
menos de tutelas, algo que desagrada a quantos pretendem cercear a
liberdade individual.
quinta-feira, 5 de março de 2020
Integrais
Há muito que uma das
estratégias das grandes editoras de BD é a publicação da edição
integral das séries mais emblemáticas, juntando vários álbuns num
único volume. Outro tipo de edição integral é a dos Peanuts,
de Charles M. Schulz (Afrontamento), uma vez que estamos a falar de
reunião de material publicado inicialmente em tiras de jornal.
Quanto à BD franco-belga, em curso de publicação: Blueberry,
de Jean-Michel Charlier e Jean Giraud (tomo 9, Dargaud), Bob
Morane, de Vernes e
Coria (Le Lombard, t. 14); Capricorne,
de Andreas (t.2, Le Lombard); Magasin
Géneral , de Loisel e
Tripp (Casterman, 2 tomos), Martin
Milan, de Godard (Le
Lombard, t. 3), Nestor
Burma, de Malet e Tardi
(Casterman, tomo único), Thorgal,
de Rosinski e Van Hamme (preto e branco, Le Lombard, t. 5); Vasco,
de Chaillet (Le Lombard, t.9). Entre nós, a Arte de Autor acaba de
lançar o segundo volume a preto e branco do western de Hermann e
Greg, Comanche.
Etiquetas:
Andreas,
Charles M. Schulz,
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Jacques Tardi,
Jean Giraud,
Jean Van Hamme,
Jean-Louis Tripp,
Jean-Michel Charlier,
Régis Loisel
quinta-feira, 25 de julho de 2013
50 álbuns: 2. Loisel & Tripp, MARIE (2006) -- é noite em Notre-Dame-des-Lacs
Uma noite calma, enluarada, talvez primaveril, talvez estival; semi-panorama da aldeia de Notre-Dame-des-Lacs, no Quebeque; apenas uma casa com luz, numa água-furtada. Vinheta a vinheta, vamo-nos aproximando, entrando na casa, franqueando a loja, com a salamandra ao centro, apagada -- enquanto o narrador, Félix Ducharme, nos fala da sua vida parada nessa casa-armazém que foi dos pais e agora é sua, e no único desvio que essa existência parece ter conhecido -- Marie Coutu, rapariga que trouxe doutra aldeia. Vamos subindo as escadas, vemos uma foto de casamento, até nos aproximarmos, na última vinheta da segunda prancha, duma porta entreaberta, que dá para um interior iluminado -- a luz que se via na água-furtada nessa noite, enluarada e calma.
Loisel & Tripp, Armazém Central (2006), pranchas 1-2.
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