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quarta-feira, 13 de julho de 2016

"A bola e o Goleiro" de Jorge Amado e a crónica de Rui Martins no DN de hoje.... Por mim, já acalmei das diatribes futebolísticas. Férias....





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Uma coleção que já não existe, nasceu nos anos 8o do séc. passado, esgotou pela beleza e pela escolha dos autores e ilustradores. Não era barata... , mas eu tenho-a. De 4 em 4 anos venho a este livro de Jorge Amado, altura em que as coisas do futebol me entusiasmam. 
E, acabo por aqui a minha acalmia, deixando-vos tambem a c´ronica de hoje,  no DN,  de Rui Cardoso Martins. Uma ´pérola.

(quem quiser ler o livro todo e ver as ilustrações , deixei-o na minha página de FB)

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"Num gesto chauvinista e antifrancês (eu, que chorei pela França e pelos amigos franceses, neste ano de terrorismo, e fui beber uma cerveja no Le Carrillon e acho que nisto eles são uns bravos), fiz passar pela sala um exemplar em marroquim do livro El-Rey Junot, de Raul Brandão, que nos conta os delírios das invasões de Portugal, no princípio do século XIX, quando isto parecia ser tudo deles e quando ainda hoje tantos respeitam um assassino de massas, salteador sem misericórdia, Napoleão Bonaparte. Lembrámos as derrotas futebolísticas de 1984, 2000, 2006, quando a França nos eliminava e tratava a seguir como se o nosso fracasso estivesse contemplado no artigo 2 de um eterno código napoleónico.

Crónica completa, AQUI

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

leituras pouco breves e profundas

Está um lindo dia", diz a voz de homem. É de manhã e ele tem à frente mais de uma centena de funcionários da empresa que dirige. Estão ali para ser esclarecidos sobre o destino da dita. Porém, antes de começar um discurso de quase duas horas, o homem põe uma condição: só pode ficar quem garantir que confia nele: "Quem não confia pode ir já embora." (continua aqui)

terça-feira, 5 de maio de 2015

Ei-los que partem e alguns que chegam

Chegam ao litoral e o horizonte aberto parece uma dádiva. Sobreviveram a guerras, massacres, misérias, trazem uma fome total, de comida, de um lugar acolhedor, de um gesto que não traga mais desdém, hostilidade, perigo. Partiram do nada, numa fuga onde esgotaram todos os recursos que sobravam. Venderam-lhes a promessa de um futuro e embarcaram porque não tinham outra opção. Foram resgatados 5842 homens, mulheres, crianças no Mediterrâneo nos últimos dois dias...
Ana Sousa Dias no DN