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domingo, 9 de abril de 2017

Leituras que me deixam bem disposta. Breves, mas boas.

               
 Bela prosa que só hoje li,  de José P. Pereira. Até vou para o sol mais bem disposta.

"É por isso que, se eu fosse o nosso secretário de Estado que teve com ele uma altercação, tinha levado para a circunspecta reunião o seu iPad ou iPhone, e punha-o a tocar uma música, como se fosse o hino nacional dos países do Sul, embora ela tinha sido escrita bastante mais para o Centro-Norte da Europa. E diria, olha lá ó Presidente, sabes como se chama esta música? Repara em cada palavra, copos, mulheres e música. “Vinho, Mulheres e uma Canção” (Wein, Weib und Gesang) de Johann Strauss é uma muito conhecida e popular valsa cujo título deriva de um adágio muito comum em várias línguas e que diz mais ou menos isto “quem não gosta de vinho, de mulheres e de música permanece um imbecil a vida toda”.   

Crónica completa, aqui.              

sexta-feira, 10 de junho de 2016

10 DE junho ~~~~ "Pátria, Nação, Nacionalismo"

Pátria, Nação, Nacionalismo (Fernanado Catroga)
I
Tem-se por certo que o apego à pátria é ôntica, lógica e cronologicamente anterior ao sentimento que se nutrirá para com o Estado e a nação, prioridade que, levada em conta, pode ajudar a compreender melhor o processo de organização política das sociedades europeias e respectivos sentimentos de pertença, pelo menos desde a Antiguidade Clássica até aos nossos dias, conjuntura em que, nestes domínios, se tem assistido a aceleradas e profundas metamorfoses.


(excerto , AQUI )

Mais uma das minhas escolhas para o Dia de Portugal. Muito bem feito. 
http://www.publico.pt/racismo-em-portugues 

terça-feira, 3 de março de 2015

a prequica na política, artigo de opinião

A política não é apenas a arte do possível, como dizia Bismark. A política tem de ser o exercício da vontade porque a soberania é a expressão da vontade, porque o sonho nos leva mais longe que as convenções e os preconceitos, porque a história não é outra coisa senão a conquista do impossível. A política tem de ser a transformação do desejável em realidade.
AQUI

domingo, 18 de janeiro de 2015

ser ou não ser "Charlie"

4. Os assassinos da equipa do CH (e depois do ataque à mercearia kosher), sim, têm passado, contexto, tal como a França, a Europa ou aqueles chefes de Estado unidos na compaixão global, uma frente tão inclusiva que não excluiu assassinos de Estado. Charlie realmente não merecia que Netanyahu fosse Charlie. Fora essa frente, e mercenários em geral, bom ver tanta gente junta pela liberdade. A liberdade de expressão sai mais forte de tudo isto, quero crer, a começar pelo CH pós-matança ter saído com um Maomé a dizer “Je suis Charlie”.

AQUI , JORNAL Público, com Alexandra Lucas Coelho

quinta-feira, 6 de março de 2014

leituras breves...

" As dívidas serviram, diz-se, para excitar o génio de Dickens e Balzac: não encontrando em mim um génio a excitar, vingam-se da humildade do seu papel torturando-me"

Eça de Queirós

Público, 6/03/2014, ESCRITO NA PEDRA