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domingo, 29 de junho de 2014

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Olhares pelo outono da vida...

                                               Fotografia de Édouard Booubat,( 1923-1999)
                                             O fotógrafo da época (anos 50, ?)

Aquele mar da minha infância
Bom camarada e meu irmão...

... ... ... ... ... ... ... 

Eu sorrirei, calmo e contente
Se ouvir e vir. perto, bem perto
O mar fraterno, o mar eterno, o livre mar...

João de Barros, poeta e pedagogo, nascido na Figueira da Foz

domingo, 12 de agosto de 2012

Amanhã já é outro dia...




Sonhos numa tarde de verão na melhor praia dos arredores... Guincho. 
Como dizia hoje numa entrevista ao jornal Público Alberto Vaz da Silva, sobre a forma como não se deve ver o mar, por ser angustiante," é estar mortalmente triste, ou quando se tem luto na alma".
Fui contente e vim feliz...Mas, não deixei de pensar no" mexilhão", que cada vez está mais lixado.
Lá para o outono o mar vai bater com mais força... (reticências)
*
Não era senhora que eu queria, mas direitos de autor "oblige"

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Viagens no tempo... e por uma praia que perdeu o jeito

Passeando pela minha terra, pois pertenço ao universo dos que têm terra..., deparei-me com as festas religiosas de Buarcos cujo padroeiro é S. Pedro. 
De manhã a bênção do mar, nesta fotografia de João Viana. Uma praia que mais parece um deserto , cuja obra de engenharia em meados do séc. passado, deu num resultado catastrófico para a que foi a rainha das praias de Portugal. Falo-vos da praia de Claridade, Figueira da Foz.
Hoje o mar não se vê da cidade, só uma linha ténue que mais parece a do horizonte. 
Um verdadeiro ato de coragem a frequência desta praia. Espero  dar novas amostras desta monstruosidade.
De tarde, durante o meu passeio cardio, a memória dos meus afetos de criança, foi excitada pela procissão de S. Pedro , cujos andores eram levados por mulheres "trajadas", umas de peixeiras, outras peixeiras de verdade.  Na dianteira e na retaguarda  bandas. A minha paixão. E, a cidade e arredores é prolifera em associativismo musical.
 Como uma estranha, incorporei.-me no coletivo para sentir o batimento , o compasso que rege uma banda . E,  a menina que fui, a Santa Rita de Cássia, que  a devoção de minha mãe  me emprestou na sua fé a várias procissões, fé mais de horas aflitas que de religiosidade feita , fez-me recordar os passos de dança, que a música provocava dentro de mim e me fazia alterar o ritmo que deveria ser imprimido.  O passo de procissão.
De quando em quando, a mãe Anita lá me aparecia, feita maestrina, com a sua mãozinha, para que abrandasse.
Mais lembranças virão à ribalta por estes dias que aqui estou a passar.


terça-feira, 26 de junho de 2012

Os primeiros mergulhos... mas matinais


Hoje, o calor misturado com a brisa matinal, num sol que mal se deixava ver, fizeram-me recuar a outros momentos de ouro , em outras praias ou mesmo por esta minha, aqui à porta de casa.
Há privilégios que nos acompanham desde a nascença e este é um dos que tenho. Sempre com mar à vista e vista de mar.


(imagem surripiada a Simão Rubim-Gorjão)