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sábado, 4 de abril de 2026

Maglore - Acústico - 2024 - Download

 

Gênero: Alternative Rock

1 Enquanto Sós
2. Não Existe Saudade no Cosmos
3. Espírito Selvagem
4. Eles
5. Tela Quente
6. Todos os Amores São Iguais
7. Amor de Verão
8. Café Com Pão
9. Invejosa
10. Nunca Mais Vou Trabalhar
11. Calma
12. Mantra

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segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Maglore - V - 2022 - Download


Gênero: Alternative Rock

1 A Vida É Uma Aventura
3 Espírito Selvagem
4 Talvez
5 Eles
6 Vira-Lata
7 Outra Vez
8 Transicional
9 Revés De Tudo
10 Medianias
11 Amor Antigo
12 Maio, 1968
13 Para Gil E Donato

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A Maglore é uma das melhores bandas da safra recente do pop rock brasileiro. Desde a estreia há quase uma década, o grupo vem se consolidando no cenário independente e, gradualmente, foi furando aqui e ali determinadas bolhas para chegar em mais gente. Em "V", novo álbum de estúdio, eles mostram incrível potencial para conquistar ainda mais fãs.


"V" é um álbum pop e cheio de referências aos mais diversos estilos dentro da música brasileira. "A Vida É Uma Aventura" abre os trabalhos com um bonito arranjo e um refrão grudento, o mote desse álbum. Outro ponto a ser percebido é a qualidade das letras que, com uma banda inspirada, apresenta 13 canções de alto nível.


"Amor De Verão" vem na sequência e, além de ser uma ótima crônica que qualquer um pode se identificar, traz uma mensagem de esperança para todos nós em tempos tão sombrios no mundo. Afinal, todo mundo quer um amor de verão. E "Espírito Selvagem" é dessas com potencial para fazer qualquer um chorar por tocar em pontos sensíveis das pessoas.


Quarta canção do disco, "Talvez" é uma balada bem simples e eficiente para manter o ritmo, enquanto "Eles" é um claro recado para quem, nos últimos anos, usurpou a política e a vida dos brasileiros em todos os lugares e "Vira-Lata" é outra balada, essa ao melhor estilo Nova Brasil FM, certeira para machucar os corações e potencial para aparecer em qualquer novela da Globo.


A otimista "Outra Vez" abre a segunda parte do álbum, enquanto "Transicional", outra crônica, traz novamente um refrão pegajoso pronto para ser cantado a plenos pulmões nos shows. E a história melancólica de "Revés De Tudo" é outro ponto alto do trabalho. Aliás, eu imaginei as cantoras Simone e Gal Costa cantando essa música - vai funcionar, eu juro.


O disco encaminha para o final com as bonitas "Medianias" e "Amor Antigo", a política "Maio, 1968", uma lição sobre o Brasil da nefasta época da ditadura militar - outra em forma de crônica -, e encerra de maneira suave com "Para Gil E Donato", uma bonita homenagem.


E a Maglore acertou novamente. "V" traz canções sensacionais e, em pouco mais de 45 minutos, mostra todo potencial de uma banda acima da média há alguns anos com sobras. É um dos melhores álbuns brasileiros do ano, sem a menor dúvida.

Maglore - Maglore Ao Vivo - 2019 - Downl9ad


Gênero: Alternative Rock

CD 01
1. Me Deixa Legal
2. Café Com Pão
3. Às Vezes Um Clichê
4. Ai Ai
5. Se Você Fosse Minh
6. Jogue Tudo Fora
7. Avenida Sete
8. Beleza de Você
9. Vampiro da Rua XV
10. Vamos Pra Rua
11. Motor
12. Não Existe Saudade No Cosmos

CD 02
13. Invejosa
14. Aconteceu
15. Clonazepam 2 mg
16. Todas as Bandeiras
17. Eu Consegui
18. Hoje Eu Vou Sair
19. Calma
20. Dança Diferente
21. Demodê
22. Aquela Força
23. Valeu, Valeu
24. Mantra

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Maglore - Todas As Bandeiras - 2017 - Download


Gênero: Alternative Rock

01 Aquela força
02 Todas as Bandeiras
03 Clonazepam 2 Mg
04 Me Deixa Legal
05 Jogue Tudo Fora
06 Hoje Eu Vou Sair 
07 Eu Consegui
08 Quando Chove no Varal
09 Calma
10 Valeu, Valeu

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Poucos artistas nacionais recentes parecem ter compreendido tão bem a própria obra e evoluído mesmo em um curto espaço de tempo quanto a banda baiana Maglore. Do pop-rock inofensivo que marca o inaugural Veroz (2011), passando pela mistura de ritmos em Vamos Pra Rua (2013), até o flerte com a música psicodélica e o rock dos anos 1970 no maduro III (2015), cada novo álbum do grupo de Salvador evidencia um rico salto criativo, cuidado evidente no quarto e mais novo álbum de inéditas da banda, Todas as Bandeiras (2017, Deck Disc).


Salpicado por referências políticas e debates sociais, como indicado logo na faixa-título do disco – “O tempo passa e o herói fica sozinho / Mas em qual herói vamos confiar” –, o sucessor de músicas como Dança Diferente e Café Com Pão mostra o esforço do grupo – hoje formado por Teago Oliveira, Lelo Brandão, Felipe Dieder e Lucas Oliveira –, em dialogar com o presente, se reinventando dentro de estúdio. Trata-se de uma clara continuação do trabalho apresentado há dois anos, porém, ampliando a visão do eu lírico, cada vez mais distante de temas pessoais, centrado em aspectos recentes da nossa sociedade.


De essência libertária, vide a poesia explorada na inaugural Aquela Força – “Uma busca forte pra se libertar / Aí ela foi crescendo / Os seus medos foi vencendo” –, Todas as Bandeiras sustenta no jogo rápido de palavras o principal estímulo para a construção dos arranjos. Do momento em que tem início até a derradeira Valeu, Valeu, cada fragmento do álbum serve de base para a canção seguinte. Um registro feito para ser ouvido em uma só tacada, como se uma imensa composição de 37 minutos fosse quebrada em pequenos atos, garantindo dinamismo e força ao trabalho.


Um bom exemplo desse resultado está na enérgica Hoje Eu Vou Sair, sexta composição do disco. Entre guitarras sobrepostas, emulando o mesmo rock psicodélico testado no trabalho anterior, versos angustiados explodem de forma catártica e raivosa – “Essa armadura não me cabe mais / Já foi bem mais forte do que cocaína / Já abriu ferida no mesmo lugar“. O mesmo acabamento ecoa mesmo na pop Clonazepam 2 mg ou na dançante Jogue Tudo Fora, música que mais se aproxima dos primeiros trabalhos do grupo baiano, principalmente o colorido Vamos Pra Rua.


Com a chegada de Quando Chove No Varal, um respiro leve, como uma fuga dos excessos e quebras bruscas que marcam o primeiro ato do registro. Guitarras enevoadas e sintetizadores que dançam de forma a complementar a voz serena de Oliveira. Um verdadeiro preparativo para o material que chega logo em sequência com a nostálgica Calma. Produto direto das principais referências do grupo baiano, principalmente The Beatles, a faixa que passeia pelos anos 1960/1970 carrega nos versos uma poesia harmoniosa, melódica, feita para grudar na cabeça do ouvinte logo em uma primeira audição – “Calma / O tempo é o seu melhor amigo / Eu sei que isso não faz sentido agora“.


Sorridente, mesmo na angústia sóbria que invade os versos e serve de ponte para o presente cenário brasileiro, Todas as Bandeiras mostra o esforço da Maglore em amadurecer conceitualmente, porém, preservando a mesma jovialidade e força dos primeiros experimentos dentro de estúdio. Um cuidado que se reflete em cada fragmento de voz, arranjo ensolarado ou mínima fração instrumental do disco, esforço que passa pela produção atenta de Rafael Ramos e Leonardo Marques, mas que cresce, principalmente, na atuação em conjunto e interferência de cada integrante da banda.

Maglore - III - 2015 - Download


Gênero: Alternative Rock

1 - O Sol Chegou
2 - Se Você Fosse Minha
3 - Invejosa
5 - Ai Ai
8 - Aconteceu
9 Tudo de Novo
10 - Café Com Pão
11 - Vampiro da Rua XV

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Desde o início da carreira, com o lançamento de Veroz (2011) e Vamos Pra Rua (2013), que os integrantes da Maglore tem investido na composição de um repertório cada vez mais acessível, pop e radiante. Nada que se compare ao material entregue no maduro III (2015). Terceiro álbum de estúdio do grupo formado por Teago Oliveira (voz e guitarra), Rodrigo Damati (baixo e voz) e Felipe Dieder (bateria), o trabalho sustenta no uso de melodias ensolaradas e fórmulas radiofônicas o estímulo para um dos registros mais interessantes do rock brasileiro na última década. Canções que vão da doce nostalgia da Jovem Guarda e Caetano Veloso, ao diálogo com estrangeiros como The Beatles e Tame Impala. Um evidente olhar para o passado, mas que em nenhum momento deixa de mirar o futuro.


Vem justamente desse precioso cruzamento de referências o estímulo para algumas das principais faixas do disco. Canções como as cantaroláveis Dança Diferente (“A gente vai seguindo em frente / A gente ri de si pra não chorar / Como uma dança diferente / Enlouquecendo para se curar“), Café Com Pão (“Talvez a verdade esteja ali / Nos beijos em aeroportos / Rezas de hospitais e coisa e tal” ) e Invejosa (“Hoje eu me sinto bem mais forte / Minha dor já virou sorte / Vou buscando proteção / Pra dar de pau em moleque“), em que a voz de Oliveira cresce desimpedida, forte, como um convite a se perder em um universo de cores, memórias e sensações próprias da banda. Dois anos mais tarde, o grupo ainda lançaria o excelente Todas As Bandeiras (2017), casa de músicas como Aquela Força e Hoje Eu Vou Sair, e uma sequência natural ao fino repertório entregue em III.

Maglore - Vamos Pra Rua - 2013 - Download


Gênero: Alternative Rock

2 - Quero Agorá (Part. Carlinhos Brown)
3 - Avenida Sete
4 - Motor
5 - Vamos Pra Rua
7 - Beagá
8 - Nunca Mais Vou Trabalhar (Part. Wado)
9 - Beleza De Você
10 - Debaixo de Chuva
11 - Sobre Tudo O Que Diz Adeus

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Maglore - Veroz - 2011 - Download


Gênero: Alternative Rock

1.Às Vezes Um Clichê
2.Tão Além
4.Megalomania
5.Todos Os Amores São Iguais
6.O Mel E O Fel
7.Demodê
8.Pai Mundo
9.À Sete Chaves
10.Armadilhas De Papel
11.Lápis De Carvão
12.Amaria Sonhos Coloridos
13.Despedida

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Existem bandas sensacionais, que mudam as coisas ao seu redor, que fazem pequenas ou grandes revoluções, que até influenciam uma geração. Há também aquelas bandas que apenas apresentam uma coleção de composições bem cuidadas, um elenco de canções redondas e precisas. E isso de forma alguma é um demérito. Assim como não é toda hora que surgem artistas com inovações profundas, não é qualquer um que tem a capacidade de formular canções pop bem feitas sem soar um produto pré-fabricado e calculado para agradar dono de gravadora. A banda baiana Maglore é aquele tipo de banda que se não inova nada, mas faz bem o que se propõe a fazer, pelo menos em boa parte das faixas de seu CD de estreia, “Veroz”. O disco reúne 13 músicas com proposta assumidamente pop e pegada roqueira. Músicas simples, sem complicações, bonitas, fáceis de entender, aprender e cantar junto e, assim mesmo, com atenção na produção, a cargo de Jorge Solovera, com arranjos e timbres bem azeitados, e mantendo uma preocupação em não ser superficial e soar bem. É música para tocar nas rádios, sem constranger e sem afastar o público médio. Algo por si só já relevante, ainda mais visto como anda o mainstream brasileiro.


Esse mérito em compor canções pop simples e bonitas a banda parece ter aprendido bem quando fazia covers dos Beatles, afinal foram esses tipos de canções que catapultaram os ingleses ao sucesso mundial, não a revolução sonora que fizeram depois. Evidente que a distância com a banda inglesa é de anos luz, mas o grupo baiano segue a bem linha traçada de criar composições no formato pop adequado. Sem se alongar – das 13 faixas, apenas 3 tem mais de quatro minutos – a Maglore trata de temáticas universais, que dialogam com o ouvinte comum, falando de momentos diversos de relacionamentos, bem como motes mais específicos, como em “Tão Além”, na qual questionam de forma interessante a realidade musical na Bahia. “Veja o som como um outro alguém/ Que esse apartheid musical/ A gente dobra e finge que nunca existiu/… Me disciplinaram tão além/ Que eu esqueci de venerar os carnavais também/ Me trataram com tanto desdém/ Se eu falo estranho mas me entendem então tudo bem”.


Não são em todas as músicas que a Maglore acerta em cheio, mas algumas delas são muito bem finalizadas, com arranjos mais trabalhados e o formato muito mais bem resolvido. É o caso de “Demodé”, que traz um riffzinho bem sacado, seguido de um teclado, resultando numa canção docemente caprichada, com uma das melhores letras do disco: “Quando eu ficar ranzinza/ e não puder mais reverter/ A idade que incomoda/ É um demodê feito pra vender// Vou andar no descompasso/ Dos cinquenta eu não passo/ Não vou ter mais sensatez/ Maldizer vai virar esporte/ Vamos desdenhar da sorte/ Ganhar mais e mais perder// E não vou falar de amor/ De amor/ E não vou guardar rancor nenhum”


Em “Lápis de Carvão” guitarras mais sujas aparecem e mostram uma agressividade que poderia estar presente mais vezes no álbum. É justamente o trabalho das guitarras que chama atenção, remetendo diretamente ao rock feito nos anos 2000, com um diálogo entre riffs e solos que dão um frescor a faixa. Aliadas ao bom refrão e a um Teago soltando a voz, rendem mais uma das boas canções do disco. Outro destaques são “Todos os Amores São Iguais” e “Enquanto Sós”, perfeitas canções grudentas para sair cantando junto. Ao lado de “Lápis de Carvão”, “A Sete Chaves” e “Às Vezes um Clichê”, já apresentadas no EP “Cores do Vento” que a banda havia lançado em 2009.


Assim como grande parte das novas bandas que temperam seu rock-pop com música brasileira, há momentos que a sombra do Los Hermanos aparece. Como em “Pai Mundo”, uma proposta diferente da banda, com um sambinha, falando de final de tarde, mar… poderia estar no disco “4″ dos barbudos. Há momentos não tão inspirados, como “O Mel e o Fel”, “Armadilhas de Papel” e “Despedida” inofensivas e simplórias demais e que mereciam maior burilamento. “Amaria Sonhos Coloridos” quase chega lá, mas fica no meio do caminho.


Há muito a evoluir. Um trabalho de maior apuro em algumas músicas, que podem ganhar mais vibração e, especialmente, uma maturidade maior, com a conquista de mais personalidade e sonoridade própria. Algo até compreensível de não se encontrar no primeiro disco. Assim mesmo, é o tipo de resultado que faria muito bem às rádios. Vai revolucionar algo? Com esse disco, pelo menos, não. Não há nada de novo ali, apenas um punhado de canções com início, meio e fim, com bons refrões e uma pegada rock bem dosada. Uma banda correta, que não brilha, mas cumpre bem seu papel. Léo Brandão (teclado e guitarras), Nery Leal (baixo) e Igor Andrade (bateria) sustentam bem as canções para Teago Oliveira, que se revela um compositor e vocalista bastante talentoso e mostra que tem um grande potencial. Em “Veroz”, a Maglore se mostra ser como uma banda com grandes possibilidades de evoluir e até almejar uma conquista comercial ampla, algo louvável, diante do medo do sucesso do cenário independente. Se você é do tipo que procura algo inovador, não vai encontrar isso na Maglore. Mas, se procura boas canções para embalar sua rotina, para ouvir de manhã e respirar mais leve durante o dia, pode apostar suas fichas.

Maglore - Cores Do Vento - 2009 (EP) - Download


Gênero: Alternative Rock

01. Às vezes um clichê
02. Todos os amores são iguais 
03. Enquanto sós
04. A sete chaves
05. Lápis de carvão

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quarta-feira, 10 de março de 2021

Vários Artistas - Armazém 73 - Tributo Ao Secos & Molhados - 2013 - Download


Gênero: Psychedelic Rock, Alternative Rock

01.  Sangue Latino (Mahmundi)
02.  O Vira (Rafael Castro)
03.  O Patrão Nosso de Cada Dia (Phillip Long)
04.  Amor (Lucas Vasconcellos)
05.  Primavera nos Dentes (Thiago Elniño)
06. Assim Assado (A Banda Mais Bonita da Cidade)
07. Mulher Barriguda (Bicicletas de Atalaia)
08.  El Rey (Phill Veras)
09.  Rosa de Hiroshima (Nana)
10.  Prece Cósmica (Nevilton)
11.  Rondó do Capitão (Leo Fressato)
12.  As Andorinhas (Ana Larousse)
13.  Fala (Maglore)
14.  O Vira (Daniel Peixoto)

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