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terça-feira, 28 de abril de 2026

Empiric - The Seven Laws - 2024 - Download

 

Gênero: Heavy Metal, Hard Rock

1. There's More Power
2. With Your Desires
3. Don't Stop It
4. Karma
5. Step Into the Unknown
6. Mission
7. Don't Forget
8. Live in the Moment

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Insanidade - Enough To Be A Loser - 2024 - Download

 

Gênero: Hard Rock

1. Get out of My Way
2 Dead City
3 Bad Boys
4 Girls from Nowhere
5 Black Thunder
6 Easy Living
7 Suicide Rockers
8 Just Fell the End
9 Looks That Kill

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A banda goiana Insanidade lançou seu quarto álbum de estúdio, “Enough to be a Loser”, um trabalho que marca um novo patamar na trajetória do grupo. Considerado o disco mais pesado de sua carreira, o lançamento evidencia uma evolução sonora clara e consolida a banda como um dos nomes mais consistentes do hard rock e heavy metal no cenário underground brasileiro.


Com nove faixas — oito autorais e um cover de “Looks That Kill”, clássico do Mötley Crüe — o álbum mergulha de vez na energia crua do Hard n’ Heavy dos anos 70 e 80, trazendo influências diretas de Motörhead, AC/DC, Guns N’ Roses e The Hellacopters, sem abrir mão de uma identidade própria e atual. Riffs potentes, batidas marcantes e letras carregadas de atitude reforçam a essência rebelde do rock’n’roll que sempre acompanhou a Insanidade.


Formada atualmente por Lucas Tamandaré (vocais), Luis Maldonalle (guitarra), Gustavo Vasquez (baixo) e Rodrigo Miranda (bateria), a banda mostra neste novo trabalho um espírito ainda mais colaborativo e maduro. Disponível nas plataformas digitais e com versões físicas em CD e vinil a caminho, “Enough to be a Loser” reafirma o peso, a entrega e a relevância da Insanidade. A seguir, o grupo fala sobre o processo criativo do álbum, suas influências, a cena underground e os próximos passos da carreira.


Vocês lançaram Enough to be a Loser, o quarto álbum da carreira. Como foi o processo criativo desse trabalho e o que o torna diferente dos anteriores? “Enough to be a Loser” é um álbum feito por oito mãos, foi o primeiro álbum em que todos os membros participaram ativamente, tanto em melodias, arranjos e artisticamente. Então foi um álbum bastante cooperativo e queríamos soar cada vez mais com o Hard n Heavy.


O álbum traz oito faixas autorais e um cover de “Looks That Kill”, clássico do Mötley Crüe. Por que escolheram essa música especificamente? Motley Crüe é uma grande influência e inspiração para todos nós. Crescemos escutando Crüe e é uma das maiores bandas dos anos 80 e transmite todo o espírito de LA oitentista. E “Looks That Kill” é um clássico do Hard Rock, com um riff animal e um refrão pegajoso. Influência pura para nós.


A cena underground brasileira vem se fortalecendo nos últimos anos. Onde vocês veem a Insanidade dentro desse cenário? A Insanidade sempre foi uma banda bastante ativa na cena. Sempre participativa e atuante. E queremos estar cada vez mais inseridos nesse meio, tanto em shows, festivais, entrevistas, rádios, TV e destacando sempre também as bandas da cena. O que os fãs podem esperar dos próximos passos da banda? Já estamos preparando o “Enough to be a Loser II” e provavelmente sai no primeiro semestre de 2026. E novamente vai contar com um cover sensacional de uma outra banda que nos influenciou muito. Vão ser 10 faixas sendo 9 autorais e um cover.

domingo, 25 de janeiro de 2026

Nite Stinger - What The Nite Is All About - 2026 - Download

 

Gênero: Hard Rock

1. You Know Why
2. Your Own Way To Be
3. The Night Is Never Over
4. Love & Freedom
6. Fantasy
7. What The Night Is All About
8. High Above
9. Highway Bound
10. All The Love That You Need
11. Reach The Sky

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Se tem uma banda que me surpreendeu (e continua surpreendendo) nos últimos anos é o Nite Stinger. Fundada em 2019 pelo baixista Bento Mello ao lado do vocalista Jack Fahrer, o grupo prova que o hard rock continua mais vivo do que nunca. Isso ficou evidente com o lançamento de seu homônimo álbum de estreia, em 2021, que já figura no panteão dos melhores discos do estilo no país. Desde então, a banda vem abrindo shows para vários nomes importantes dessa esfera musical, o que deixa clara sua ascensão como um dos principais expoentes do hard rock nacional.


"What The Nite Is All About", segundo e aguardado novo álbum, mantém a marcha engatada na quinta, ou seja, no mais alto pico. Se o debut já havia sido muito bem recebido, este novo trabalho tende a repetir — ou até superar — o feito. O hard rock oitentista, fortemente influenciado pela cena americana da Sunset Strip, permanece intacto, mas agora ganha uma dose extra de efervescência, diversão e empolgação. Tudo isso é regado a boa música, atitude e a atmosfera noturna que o próprio título do álbum sugere.


A produção, assinada pelo competente Henrique Baboom, extrai de cada membro o que eles têm de melhor. Jack Fahrer entrega dinamismo aos vocais, alternando entre interpretações mais envolventes e agressivas, conforme cada música pede. As guitarras, comandadas por Bruno Marx e pelo estreante Ivan Landgraf, são a cereja do álbum, trazendo riffs e solos de arrancar aplausos. O timbre alcançado pela dupla é realmente assombroso, já que são poucas as bandas hoje no planeta que conseguem resgatar com tanta propriedade o revival oitentista nas guitarras. A cozinha, formada pelo baixista Bento Mello e pelo baterista Leandro Araújo (outro estreante), é responsável por manter o coração do álbum pulsando. Dito tudo isso, não há por que não querer ouvir What The Nite Is All About.


Em seus 40 minutos, What The Nite Is All About traz composições que exalam vigor e intensidade, algo que já fica evidente na explosiva “You Know Why”. Mas o melhor vem na sequência com “Your Own Way To Be” (trazendo um riff que remete a “Miracle Man”, de Ozzy Osbourne) e “The Night Is Never Over”, cujos refrões, por sinal memoráveis, são daqueles feitos para cantar junto e que dificilmente saem da cabeça de quem ouve pela primeira vez. O mesmo vale para “Love Freedom”, uma das melhores desse início, mostrando que é possível unir peso e partes melódicas em uma única música.  Já “Only You”, primeiro single, segue a mesma proposta, porém de maneira mais lúgubre, mas nada aflitivo; pelo contrário, soa mais bucólica, algo que casa muito bem com o título da faixa. Só por essas músicas, o álbum já valeria a audição, mas calma que há mais destaques pela frente.


A Dokkenana "Fantasy", a pesada faixa-título que conta com a participação do lendário vocalista Stevie Rachelle (Tüff, Tales From The Porn), a brilhante "High Above" e a hardzante "Highway Bound" conseguem atingir o fulgor criativo da banda e definir perfeitamente como é o álbum: pesado, coeso e incalculavelmente formidável. Dando uma acalmada nos ânimos, ainda temos a linda balada "All The Love That You Need", antes de encerrar com a cadenciada "Reach the Sky". Se fosse definir em palavras, What The Nite Is All About é um álbum dinamite, perigoso e peçonhento, pois, uma vez que você o escuta, a vontade de ouvir novamente surge de imediato, de tão bom que é. Sim, 2026 já tem um forte candidato a melhor disco do ano.

Nite Stinger - Nite Stinger Ao Vivo No Estúdio Showlivre - 2022 - Download

 

Gênero: Hard Rock

1 Let Me In
2 Hell Is Getting Higher
3 That Feeling
4 Heading Out
5 By Your Side
6 Beat It
7 You Want It, You Got It
8 Crank It Up
9 Gimme Some Good Lovin'
10 Saturday Night / 11 Entrevista

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Psychotic Apes - Marakatus - 2025 - Download

 

Gênero: Heavy Metal, Hard Rock

1. Boomers
2 Heirs of Chaos
3 Dying Soul
4 You Better Try
5 Get Out
6 Be Welcome... To Leave
7 In the Line of Fire
8 Step Ahead
9 Shattered to the Bone
10 Livre Iniciativa
11 The Road
12 Ciranda

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sábado, 17 de janeiro de 2026

Peace Will Come - Rock 'n' Roll City - 2025 - Download

 

Gênero: Hard Rock

1. Among The Stars
2. Don’t Panic
3. Lonely
4. The Song
6. Time Will Heal The Pain
7. Digital Pollution
8. Get Ready
9. Winds of Hope

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O Peace Will Come inaugura uma fase decisiva com “Rock’N’Roll City”, um trabalho que consolida a banda como uma das vozes mais afiadas do hard rock nacional. Formado por Emerson Macedo, Andria Busic, Cesar Bottinha e Ivan Busic, o grupo entrega um álbum que une vigor técnico, maturidade estética e uma personalidade sonora cada vez mais evidente. É o tipo de lançamento que não só reafirma uma trajetória em construção, mas amplia o horizonte de quem acompanha o rock brasileiro em busca de autenticidade e renovação.


O projeto nasceu em circunstâncias improváveis, durante o isolamento de 2020, quando Emerson Macedo decidiu registrar composições que estavam se acumulando no caderno. O que parecia um movimento pontual ganhou corpo com a entrada de Cesar Bottinha e Ivan Busic, que adicionaram peso, estrutura e um pulso que definiu a primeira fase da banda. O debut, “Peace Will Come”, chegou em 2021 como uma apresentação sólida de um projeto que ainda estava entendendo seu tamanho.


A entrada de Andria Busic nos vocais e baixo, ao lado da consolidação de Ivan Busic como baterista oficial, redefiniu o eixo criativo e trouxe uma química que reorganizou tudo: arranjos mais coesos, guitarras em diálogo constante e um protagonismo vocal que reposicionou o Peace Will Come dentro do hard rock contemporâneo. Essa formação, hoje totalmente integrada, é o motor que impulsiona “Rock’N’Roll City”.


O álbum reúne nove faixas autorais moldadas pela própria banda, reforçando a unidade estética do trabalho. Há riffs que respiram a linhagem de Led Zeppelin, Deep Purple e Black Sabbath, mas com um lirismo que foge dos clichês do gênero e abre espaço para reflexões mais atuais. A energia é clássica, mas a entrega é moderna, guiada por uma banda que domina os códigos do hard rock sem se limitar a eles.


As gravações foram divididas entre o Estúdio Trama NaCena, em São Paulo, onde baixo e bateria ganharam solidez, e o LeBoot Studio, em São Carlos, responsável por guitarras e vozes. A mixagem de Marcelo Sussekind adiciona densidade, clareza e um entendimento profundo do peso que o repertório exige. A masterização de Ricardo Garcia finaliza o conjunto com precisão e acabamento de alto padrão.


“Rock’N’Roll City” pulsa madrugada, estrada, sobrevivência e desejo. É um disco que conversa com o passado do hard rock, mas fala sobre o presente de um Brasil onde guitarras ainda encontram espaço para dizer muito. O Peace Will Come entrega convicção, unidade e uma maturidade que os coloca entre as bandas mais consistentes da cena atual. Com este lançamento, o grupo reforça a própria identidade e se conecta tanto com os fãs mais fiéis quanto com quem descobre, já na primeira virada de bateria, que está diante de um trabalho feito com alma, precisão e propósito.

domingo, 4 de janeiro de 2026

Marcos Mira - Signs - 2025 - Download

 

Gênero: Hard Rock

2 - Last Hope
3 - What Is This?
4 - Cold Heart
5 - Among The Stars
6 - Sweet Guest
7 - Outside
8 - Blind Guides

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A estreia oficial de Marcos Mira no cenário musical acontece em grande estilo com o lançamento de “Signs”, seu primeiro single acompanhado de videoclipe. A música, carregada de intensidade emocional e sonoridade marcante, abre as portas de um projeto autoral construído com paixão, coragem e grandes encontros. Com produção de Thiago Bianchi e direção artística de Diogo Mafra, “Signs” chega como o reflexo de uma jornada de autodescoberta, transformação e realização. “Essa música representa o momento exato em que decidi escutar os sinais e seguir meu próprio caminho”, conta Marcos. O single já está disponível em todas as plataformas.

Ouça “Signs”: https://open.spotify.com/intl-pt/album/19iarPuaZcqmwmPWCsjKuT
Assista o videoclipe de “Signs”: https://youtu.be/RtV2LzG9QKQ?si=LT-sXkWqIIXsmqWA

A ideia do projeto surgiu após um encontro marcante em 2022 com Edu Falaschi e sua banda em São Paulo. “Desde a adolescência, no interior do Paraná, esses músicos eram referências para mim. Conhecê-los pessoalmente me impulsionou a tirar meus projetos da gaveta”, relembra. A partir de uma conversa com Diogo Mafra, nasceu a proposta de gravar uma música. Mas a força da composição e o entusiasmo da equipe transformaram um simples single na semente de um álbum completo. Era o começo de uma nova história, construída com dedicação, afinidade e admiração mútua.

“Signs” nasceu de uma parceria sólida com Fernando Bonfim, amigo de longa data e parceiro em projetos anteriores. Guitarrista e produtor, Fernando cuidou da pré-produção e gravou as guitarras e violões com assinatura única. A letra da canção fala sobre incertezas e a dificuldade de enxergar os sinais que a vida nos oferece. A música ganhou ainda mais força com a participação especial de Aquiles Priester, que gravou sua bateria diretamente de Los Angeles. “Quando Aquiles ouviu a faixa e topou participar, senti que tudo estava se encaixando. Foi um momento mágico”, revela Marcos.

O projeto também contou com colaborações de músicos consagrados como Fábio Laguna, Raphael Dafras e Alex Cristopher, reunidos por Thiago Bianchi. “Em meu dia a dia, vivo finanças, gestão e agronegócio, venho de outra realidade, mas sempre escrevi músicas como uma forma de expressão. Ter essa oportunidade de trabalhar com artistas que admiro é algo que jamais imaginei viver”, confessa Marcos. A construção do álbum foi feita com cuidado e respeito ao processo criativo. Cada músico envolvido trouxe não só técnica, mas verdade — e isso se reflete na energia de cada faixa.

Com uma estética visual intensa, o videoclipe de “Signs” traduz em imagem o conflito interno entre dúvida e impulso, medo e vontade. “É sobre aquela paralisia que sentimos antes de tomar uma decisão importante — e como só avançamos quando escolhemos confiar nos sinais”, explica o artista. Musicalmente, a faixa carrega influências de bandas como Alter Bridge, Stone Sour e Creed, equilibrando peso com lirismo. A produção de Bianchi lapidou cada detalhe para entregar uma experiência sonora densa e emocional, sem perder a essência do autor.

“Signs” marca o início de uma fase importante na minha vida como compositor. É uma música que reúne muitas experiências e reflexões acumuladas ao longo dos anos. Compartilhá-la é um passo pessoal, construído com calma e respeito por tudo o que me trouxe até aqui. O álbum, com lançamento previsto para o dia 22 de agosto de 2025, segue essa linha, com outras faixas que escrevi com cuidado e com a colaboração de músicos que admiro. Durante muito tempo deixei esse lado meu em segundo plano. Agora é o momento de trazê-lo à tona e seguir compartilhando minha criação, feita com total sinceridade. As novidades estarão nas redes sociais e no meu canal do YouTube”, finalizou Marcos Mira.

Marcos Mira nas redes sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/marcosmiramusic/

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Malvada - Malvada - 2025 - Download

 

Gênero: Hard Rock, Heavy Metal

2. Yesterday (My End, My Beginning)
6. Como Se Fosse Hoje
7. Bulletproof
8. So Sweet
9. Aversão

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AppleMusic | Spotify | Deezer | YouTube



Se eu tivesse que te contar sobre o novo trabalho do Malvada de forma rápida, diria que ele chega chegando. Antes mesmo de você perceber, o disco já te pega pela garganta. A produção de Giu Daga está impecável: cada detalhe conta, e cada instrumento tem seu espaço. A guitarra de Bruna Tsuruda corta como lâmina, o baixo de Rafaela Reoli bate forte no peito, a bateria de Juliana Salgado mantém a pulsação firme e orgânica, e a voz de Indira Castillo mostra força, personalidade e controle. Rasgada, intensa, sensual — ela avança e recua como se estivesse provocando e conquistando ao mesmo tempo.


Algumas faixas se destacam de imediato. “Down The Walls” abre o disco com impacto certeiro. “Yesterday (My End, My Beginning)” equilibra peso e melodia de forma envolvente, com a guitarra brilhando pela criatividade; cada acorde e fraseado trazem personalidade à música, e mesmo com uma temática que poderia soar melancólica, a faixa vibra com energia otimista e contagiante.Colunas portáteis


“Veneno” aposta no português para ganhar punch e resgata uma pegada anos 80 nos riffs e na batida, criando uma atmosfera dançante e moderna sem perder a identidade própria da banda. “Fear” cria uma aura quase cinematográfica, enquanto “Como Se Fosse Hoje” atinge espaços emocionais que surpreendem e envolvem.


Comparado ao álbum anterior, este trabalho não é apenas uma apresentação — é uma afirmação. Aqui, a banda demonstra personalidade, presença em cada nota e clareza sobre o que quer transmitir. A experiência de escuta flui de forma natural, engaja e deixa vontade de voltar. No final, Malvada não é só para ouvir: é para sentir. E, quando o disco termina, você não aperta o play por hábito — aperta porque quer sentir de novo.


Olhando com régua crítica do metal:
-Composição/letra – 8.3: refrões fortes e impacto em faixas como Fear e Down The Walls, ainda sem reinventar o letrismo.
Instrumental/arranjos – 8.5: riffs criativos em Yesterday, grooves marcantes em After, consistência técnica sem exageros.
-Produção sonora – 8.6: timbres equilibrados e mix clara, ainda um passo abaixo das grandes produções internacionais.
-Identidade artística – 8.8: ponto mais forte; não imitam ninguém, exploram o português sem forçar e se afirmam na cena.
-Experiência de escuta – 8.5: flui, engaja e pede replay, mantendo energia sem excessos dramáticos.
-Nota final: 8,5/10 — sólido, cheio de energia, com personalidade e pronto para colocar o Malvada em um patamar ainda mais alto dentro da cena.

sábado, 27 de dezembro de 2025

Five Dogs - Ventos Favoráveis - 2025 (EP) - Download

 

Gênero: Heavy Metal, Hard Rock

1. Feelings
2. Quem Não Sabe
3. Perseverança
4. Ventos Favoráveis
5. Alegria

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quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

Electric Mob - Better Live Than Never - 2022 - Download

 

Gênero: Hard Rock

1 Intro
02 Black Tide
03 Gypsy Touch
04 King’s Ale
05 Higher Than Your Heels
06 Brand New Rope
07 Your Ghost
08 Got Me Runnin’
09 Devil You Know
10 Need to Rush
11 Far Off
12 Upside Down

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Electric Mob - 2 Make U Cry & Dance - 2023 - Download

 

Gênero: Hard Rock

02. Will Shine
05. Soul Stealer
06. 4 letters
07. Locked n Loaded
08. Saddest Funk Ever
09. Thy Kingdom Come
11. WATCH ME (I’m Today’s News)

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O ano de 2023 mal começou e ficamos cara a cara com um lançamento poderoso, o segundo álbum da banda curitibana Electric Mob, formada por Renan Zonta (vocais), Ben Hur Auwarter (guitarra), Yuri Elero (baixo) e André Leister (bateria). O novo material inédito atende pelo sugestivo nome 2 Make U Cry & Dance, lançado hoje em todas as plataformas digitais, via Frontiers Records. 2 Make U Cry & Dance, vem com a missão, quase ingrata de manter o nível alto que foi observado em Discharge, o álbum de estreia da Electric Mob, e um dos mais aclamados lançamentos de 2020. E é exatamente por isso que essa redatora que vos escreve diz acima que é uma missão quase ingrata, porque, nós como fãs, sempre esperamos que um artista se supere ainda mais num lançamento que suceda um disco de sucesso e muitas vezes este sucesso não é conseguido na continuidade do trabalho. Mas, calma, porque aqui não há nenhuma decepção, pelo contrário, 2 Make U Cry & Dance é uma demonstração de que a Electric Mob está no caminho certo, em nos brindar com mais um lançamento gigantesco, com uma qualidade absurda, não só em nível das composições em si, mas também dos arranjos e produção, que são impecáveis. A produção é assinada por Amadeus de Marchi, o mesmo dos trabalhos anteriores e a mixagem e masterização por Nico Braganholo.


Chamou-me muito a atenção uma declaração que a própria gravadora postou em seu site oficial sobre o lançamento deste álbum. Ela disse: “Com sua mistura de vocais poderosos, riffs de guitarra cruéis e groove pesado com influências dos anos 70, 80 e 90, a banda está liderando o desafio de colocar o Brasil no mapa do rock ‘n’ roll”. Após ler esta declaração, perguntei-me pelos motivos de se chegar a esta conclusão, e após o primeiro contato que tive com o material de 2 Make U Cry & Dance percebi o motivo real. De fato, de uns anos pra cá, as nossas bandas, os nossos representantes do rock e metal, estão tomando o mundo de assalto, fazendo com que os holofotes se virem para o nosso lado e quando as ‘luzes da ribalta’ encontra seu alvo, eis que lá está uma banda denominada Electric Mob. 2 Make U Cry & Dance chama a atenção para duas situações distintas e complementares. Primeiro porque não houve nenhuma intenção da banda em inovar ou tentar fazer algo diferente do que tinha feito até aqui, ou seja, o ouvinte que se acostumou a ouvir o hard rock pesadão, visceral, que consagrou a banda em seus momentos preliminares estará satisfeita em saber que a banda manteve esse sentimento musical vivo, aliás bem mais vivo e evoluído. Segundo e não menos importante, é o desejo da banda em apresentar algo que soasse como um ponto fora da curva, como já mencionado mais evoluído sem perder sua essência, o que é feito aqui com louvor.


2 Make U Cry & Dance abre a audição com a poderosa “Sun Is Falling”, lançada como primeiro single e que ganhou um vídeo clipe oficial. A canção inicia de uma forma cadenciadamente emocional, mergulhando em seguida numa melodia intensa e bem marcada, com um riff forte e pesado, fazendo-nos balançar a cabeça de forma ritmada. Bela introdução. “Will Shine” surge na sequência abrindo num ritmo nordestino, ao acompanhamento do triângulo. É uma faixa bem festeira e animada, bem marcada pelas linhas de baixo, de Yuri Elero. “It’s Gonna Hurt” foi lançada como single mais recente, já em 2023. É mais profunda e arrastada, onde Renan Zonta até “brinca’ com seus vocais. Em seguida chega a animada “By The Name (Nanana)”, que foi lançada como segundo single. É um hard mais rasgado, com nível elevado ao alto e um refrão que gruda na cabeça. Aqui o show fica por conta da guitarra de Ben Hur Auwarter, que confere uma ambientação cheia de energia.


“Soul Stealer” abre a parte intermediária do play, com seu ritmo marcado, mas ao mesmo tempo variado. A bateria de André Leister chama pra si a responsabilidade sbre o ‘ladrão de alma’. A faixa ainda traz um solo bem interessante e Zonta faz malabarismos vocais de cair o queixo. “4 Letters” inicia ao som do violão ao acompanhamento da cozinha, conferindo-lhe uma atmosfera mais introspectiva. Não chega a ser uma semi-balada, mas carrega mais emocionalidade e menos peso, e ainda nos brinda com um coral de vozes de apoio fantástica e um lindo solo. Uma das mais belas do play. “Locked n’Loaded” chega pra elevar o nível novamente, com seu andamento mais puxado para o hard n’heavy, aliando peso e energia na medida certa. “Saddest Funk Ever” começa na cadência e groove do contrabaixo. A canção é quase um rap, por assim dizer, bem rápida e ritmada.


Infelizmente, ao apresentar a próxima música, “Thy Kingdom Come” é pra avisar que a audição está chegando no final. A faixa é mais uma que abre num ritmo nordestino e mantem a rapidez do andamento da faixa anterior, porém bem mais animada, mas festiva e ainda traz parte quase narrativa e cheia de ritmo. “Love Cage” foi lançada como terceiro single, no final do ano passado. De acordo com a banda, essa música era pra fazer parte do álbum de estreia, Discharge, mas acabou ficando pra depois e aterrissa neste segundo registro. É quase um southern rock, bem swingada. A faixa derradeira, “Watch Me (I’m Today’s News)”, faz uma desaceleração na audição, começando mais devagar, quase sussurrada, e acompanhada por teclados e violões, mas traz uma intensidade de ritmo mais elevada à medida que ela avança e se desenvolve, partindo de uma semi-balada para algo mais agressivo no final, mas sem perder o peso e a cadência.


Após ouvirmos o play por inteiro, cada nota, cada acorde, conseguimos perceber estarmos diante de uma das maiores e mais energéticas bandas de rock que este país já produziu. Aí nos lembramos daquela frase citada no começo desta resenha, dita pela gravadora: “Com sua mistura de vocais poderosos, riffs de guitarra cruéis e groove pesado com influências dos anos 70, 80 e 90, a banda está liderando o desafio de colocar o Brasil no mapa do rock ‘n’ roll”. Sim, amigas leitoras e amigos leitores, com seu segundo álbum, 2 Make U Cry & Dance, a Electric Mob vem provar que brasileiro sabe sim fazer rock and roll, sabe fazer hard rock, sabe fazer metal. Não só sabe, como mostra como se faz um álbum grandioso, emocional, pesado, divertido, mas com inteligência e responsabilidade. Eu juro que tentei encontrar um destaque individual neste trabalho, mas os meninos são tão bons, tão competentes, que não nos permitem achar um destaque, então eu achei 4, 4 destaques individuais, que atendem pelos nomes Renan, Ben Hur, Yuri e André, o quarteto fantástico do metal nacional. Não posso afirmar ainda que 2 Make U Cry & Dance será o melhor álbum nacional de 2023, talvez seja até o melhor álbum do ano. Só o tempo dirá, mas que é um espetáculo sonoro, ah isso é. E pra mostrar que não é nenhum exagero da minha parte, eu os deixo tirar a prova dos nove.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Dicentra - Crossing - 2025 - Download

 

Gênero: Heavy Metal, Hard Rock

1 Prison
2 Island Buffaloes
3 Sweet Look
4 Shout for Your Glory
5 Woman in Rock
6 A God at Dawn
7 Crossing
8 Still Mountains and Volcanoes
9 Between Songs and Verses
10 The Eyes of the Sad Eagle
11 Only During the Dream
12 Aluminium

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Rovers - Live Forever - 2025 - Download

 

Gênero: Hard Rock, Heavy Metal

1 5:58 Monster
2  New World Rising
3 Black Wings
4 Aware Humanity
5 Rise And Fall
6 Something You Don't
7 Feel That
8 Hard Storming
9 Live Forever
10 Revenge

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A banda curitibana Rovers lançou seu álbum de estreia, “Live Forever”, unindo elementos do Hard Rock e do Heavy Metal, do old school ao contemporâneo com absoluta naturalidade, promovendo um verdadeiro tributo aos grandes nomes do gênero. Idealizada e liderada pelo músico e compositor Rômulo Vicente, a banda conseguiu, por meio de sua obra, respeitar o passado sem perder de vista o futuro, buscando perpetuar o legado deixado pelos ídolos de toda uma geração.


Sobre o álbum, Rômulo Vicente comenta: “Uma pessoa morre, mas sua obra vive eternamente. Essa é uma baita frase. Para mim, ouvir rock e metal nunca foi suficiente, eu tocava tantas músicas quanto era possível, sorvia cada riff, cada estrofe, cada sensação. Absorvi tanto quanto foi possível. Isso se transformou dentro de mim e escolhi 10 músicas para formar o primeiro álbum do Rovers. Eu morrerei, mas gosto de pensar que sempre haverá alguém ouvindo uma música do Rovers.”


O nome Rovers carrega um significado especial. Inspirado na música “The Rover”, do Led Zeppelin, que Rômulo tocava em um antigo power trio de rock clássico, o termo inglês significa “andarilho”, alguém que vagueia sem destino fixo. “Achei que fazia total sentido: é isso que fazemos neste planeta, vagamos de um lugar a outro. Quando finalmente chegamos a algum lugar, logo queremos ir para o próximo,” explica o músico.


“Live Forever”, gravado no Estúdio Casa do Fundo, tem todas as letras e composições por Rômulo Vicente, com mixagem e masterização por Matheus Bittencourt Cardoso, produção por Marcos Dank e Rômulo Vicente, e arte da capa por Carlos Fides. A banda que gravou o álbum é formada por Rômulo Vicente (vocal, guitarra base e guitarra solo nas faixas “Monster” e “Live Forever”), Marcos Dank (guitarra solo nas faixas “Black Wings”, “Aware Humanity”, “Rise and Fall”, “Something You Don’t”, “Hard Storming” e “Revenge”), Maurício Escher (baixo) e Ivan Rodrigues (bateria).

domingo, 14 de dezembro de 2025

Rockaus - Será Que Entendemos O Recado AO VIVO - 2025 - Download

 

Gênero: Hard Rock

1. Será Que Entendemos o Recado?
2. Mulher Devassa
3. Vem e Fala
4. Arco Iris
5. Esperando na Janela
6. Simples
7. Aluga-se
8. Campo Minado
9. O Mundo é Maior Que Teu Quarto
10. Rock N' Roll
11. Cachorro Louco
12. Te Mato Dentro de Mim
13. Futuro Ficou pra Trás
14. Chop Centis
15. És Tu Amor e Poesia
16. Dias Pandêmicos

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Rockaus - Será Que Entendemos O Recado? - 2025 - Download

 

Gênero: Hard Rock

1. Será que Entendemos o Recado?
2. Vem e Fala
3. O Futuro Ficou pra Trás
4. És tu Amor e Poesia
5. Te Mato Dentro de Mim
6. Rock N' Roll
7. Simples
8. Arco Íris
9. Dias Pandêmicos
10. Mulher Devassa

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Despontando como um dos expoentes de uma crescente nova onda do Rock Gaúcho, a Rockaus lançou seu álbum de estreia “Será Que Entendemos o Recado?”, apresentando uma sonoridade carregada de personalidade, construída a partir de influências que transitam naturalmente entre diferentes vertentes do rock nacional e internacional, resultando em uma sonoridade plural, fazendo com que a banda consiga se comunicar tanto com o público da velha escola do rock clássico quanto com os fãs de uma sonoridade mais contemporânea e audaciosa.


Carregado de mensagens inspiradoras, ora mais poéticas e profundas, ora mais diretas e contundentes, “Será Que Entendemos o Recado?” consolida a trajetória que a Rockaus vem construindo ao longo dos últimos cinco anos. O álbum reafirma o profissionalismo da banda, já reconhecida em seu estado, e marca o início de uma nova etapa em busca de ampliar sua presença em todo o país.


Fundada em 2020 em Porto Alegre-RS, a Rockaus lançou seu álbum de estreia pelo aclamado selo gaúcho Holiday, em parceria com a gravadora Innovate Music. O lançamento foi celebrado em grande estilo no lendário Teatro Túlio Piva, em Porto Alegre, no dia 09 de maio de 2025. O show, que entrou para a história da banda, será lançado em breve como álbum e DVD ao vivo disponível no canal da banda no YouTube, contando com participações especiais de ícones do rock gaúcho e nacional: Blanch Van Gogh (Cogumelo Plutão), Alemão Ronaldo (Bandaliera), Márcio Petracco (TNT) e Thiago Lauer (Gueppardo).


A atual formação da Rockaus conta com Marco Barcelos nos vocais, Andi Castro e Andy Scherer nas guitarras e backing vocals, Erick Panda no baixo e Lucas Mux na bateria. “Será Que Entendemos o Recado?”, gravado no Estúdio Hurricane, tem produção de Sebastian Carsin e Andi Castro, mixagem e masterização por Sebastian Carsin e arte da capa por Fell Rios, da Holiday Produtora. Saiba mais sobre a Rockaus e acompanhe todos os seus lançamentos, novidades e agenda de shows em @bandarockaus no Instagram.

Lippo A Vapor - A Velha Terra Do Rock'n Roll - 2025 - Download

 

Gênero: Hard Rock

1. A Velha Terra do Rock N Roll
2. Criança de Vidro
3. Casulo
4. Dono do Destino
5. Deixa Sair, Pode Soltar
6. Cinzas
7. Por Você
8. Teatro da Vida
9. Futuro?

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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Tantum - Redflag - 2024 (EP) - Download

 

Gênero: Heavy Metal, Hard Rock

1. Speed (Addicted)
2. Rojo
3. Apathy
4. On the Road

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12 Degrees Of Saturation - ...and All Innocence Fades Into Oblivion - 2024 (EP) - Download

 

Gênero: Hard Rock, Heavy Metal

1. Somewhere Near Sarpedon
2. The Gorgoneion
3. A Deceiving God
4. Poor Beautiful and Cursed Gorgon
5. ... and All Innocence Fades into Oblivion
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12 Degrees Of Saturation - Layers - 2024 (EP) - Download

 

Gênero: Hard Rock, Heavy Metal

1. Dance With Me
2. If you Ever Need my Light
3. Feels Like Flying
4. The Way I See You
5. What's Left For Me?
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12 Degrees Of Saturation - Wrath Of Gods - 2023 (EP) - Download

 

Gênero: Hard Rock, Heavy Metal

1. Wrath of Gods
2. The Endless War
3. An Underworld to Rule
4. Of Sorrow and Joy
5. Deconstructing Prayers
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