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terça-feira, 28 de abril de 2026

Ready To Be Hated - The Game Of Us - 2025 - Download

 

Gênero: Progressive Metal, Power Metal

1. The One
2. Something to Say
3. Forgettable
4. The Old Becomes the New
5. For the Truth!
6. The Game of Us
9. The Great Gift of Now

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Terra que se tornou ainda mais fértil nos últimos anos, o Shamangraverso rendeu mais uma banda: Ready to Be Hated, união que parecia improvável até pouco tempo atrás. De um jeito ou de outro, todos os integrantes — Thiago Bianchi (voz), Fernando Quesada (guitarra), Luís Mariutti (baixo) e Rodrigo Oliveira (bateria) — têm relação com o Shaman, banda formada na virada do século por dissidentes do Angra. Um deles, Luís, pertenceu à formação original, completa por seu irmão, o guitarrista Hugo Mariutti, e outra dupla recém-rompida do grupo anterior: o vocalista Andre Matos e o baterista Ricardo Confessori. O então novo projeto também se dissolveu em 2006, e no ano seguinte Confessori o retomou e o reformulou. Bianchi e Quesada, à época no baixo, foram trazidos para esta segunda fase, que durou até 2013.


O Shaman original se reuniu em 2018, mas Andre faleceu no ano seguinte. Confessori e os irmãos Mariutti seguiram com outro vocalista, Alírio Netto, até 2023, quando conflitos internos explodiram após o baterista desrespeitar um fã nas redes em meio a uma discussão sobre política. O último show, no Summer Breeze Brasil, aconteceu com Rodrigo na vaga deixada por Ricardo. Mais tarde naquele mesmo ano, Luís e Thiago, representantes de fases distintas do Shaman, se uniram em duas iniciativas: o acústico Finally Home, em que integrantes da segunda era do grupo contaram com a participação do baixista durante show acústico, e o revivalista Shamangra, que estrearia — e acabaria — em 2024. Paralelamente, o Sinistra, do baixista, e o Noturnall, do vocalista, se mantiveram ativos. Mas por que não unir duas pontas do mencionado Shamangraverso?


Nasceu daí o Ready to Be Hated, de nome sugestivo por seus integrantes terem convivido com diversas críticas online — Bianchi e Quesada em especial, visto que o Shaman “reborn” de 2007 a 2013 nunca foi unanimidade. Se a alcunha sugeria algo agressivo e disruptivo, o que se ouve no álbum de estreia “The Game of Us”, lançado nesta sexta-feira (30), segue por um caminho mais contemplativo da trajetória dos envolvidos; para o bem, na maioria do tempo, ou, de vez em quando, para o mal.


Quase todas as nove faixas do disco trazem algum tipo de referência à obra passada dos envolvidos: trecho de influência da chamada world music em “The One”, uma espécie de baião em “Something to Say” (cujo título inegavelmente brinca com “Nothing to Say”, do Angra, mas nada soa como ela), um instrumental à la Dream Theater no fim de “Forgettable”, um início vocal que chega a emular Andre Matos em “The Old Becomes the New”, a abertura meio folk/mística de “The Great Gift of Now”… tais menções às vezes parecem até premeditadas, como se estivessem ali para forçar uma conexão. Representam, no fim das contas, uma abordagem comedida, de um grupo que parece ainda receoso de mostrar mais de sua própria identidade.


Nem precisa ser assim. Os momentos mais interessantes do álbum chegam justamente quando o quarteto visa quebrar as correntes do Shamangraverso. A saber: A já citada “Forgettable”, por exemplo, agrada mais em seu miolo “reto”, ancorado em bons riffs e grooves; “For the Truth”, um dos destaques do tracklist, surpreende com seu desenvolvimento: começa balada, vira um power metal ao estilo Shaman — meio dark, mas com refrão “aberto” — e, após o solo, deságua em uma melodia orquestral desacelerada pra lá de surpreendente; A faixa-título “The Game of Us” contraria a estética power metal ao aderir desde guturais a guitarras com whammy, enquanto “Us Against Them”, letra rasa à parte, vai de uma introdução bluesy metal a versos que agregam uma espécie de órgão de igreja ao fundo — esta, diga-se, poderia estar até em algum disco do Sinistra; Até “Searching for Answers”, de longe a mais curta e “diferentona” do play, chama atenção por sua pegada quase inclinada ao rock alternativo — será uma cortesia de Hugo Mariutti, que coassina a produção?


Por se tratar de um quarteto, cada integrante conseguiu destaque de modo mais orgânico. Thiago Bianchi mostrou seguir como uma das vozes de maior alcance da música pesada brasileira, indo desde seus agudos já conhecidos até uma espécie de gutural na faixa-título, mas adotou — e acertou ao seguir o caminho de — uma abordagem mais direta em comparação aos trabalhos recentes com o Noturnall. Fernando Quesada, talvez a grande surpresa por pouco se saber de sua performance na guitarra, tem desempenho similar: deixa de fritar para privilegiar linhas mais simplificadas, com foco em riffs pesados e uso de solos não como obrigação, mas sim recurso para engrandecer as músicas. Luís Mariutti tem, talvez, a performance de maior destaque em sua carreira, pois frequentemente assume a dianteira para solar e confirmar sua posição como um gigante, por vezes até subestimado, do instrumento. Como cereja do bolo, Rodrigo Oliveira oferece o que as canções pedem, e às vezes não é pouco, tendo em vista a variedade de ritmos explorada ao longo do tracklist.


Se não tem o que dizer da performance de cada integrante, há ressalvas em relação ao trabalho de produção. Por vezes, os vocais ficam soterrados na mix — como no refrão de “Something to Say” e em “Searching for Answers” —, que também privilegia os médios até em faixas onde os graves deveriam ser mais proeminentes. Nada, contudo, que atrapalhe a experiência de modo destacado, especialmente porque esta mesma produção também elevou várias passagens instrumentais complexas.


Se estava pronto para ser odiado, o Ready to Be Hated provavelmente receberá admiração de quem parar e ouvir “The Game of Us” com a devida atenção. Mesmo com a vasta experiência dos envolvidos, ainda se trata de uma banda em maturação. Quando — ou se — desgarrar-se dos dilemas estéticos do Shamangraverso para brilhar de modo mais autônomo, privilegiando uma originalidade que começou a surgir neste álbum de estreia, pode oferecer algo ainda mais interessante ao heavy metal brasileiro. Por ora, contudo, temos à disposição um bom disco.

Empiric - The Seven Laws - 2024 - Download

 

Gênero: Heavy Metal, Hard Rock

1. There's More Power
2. With Your Desires
3. Don't Stop It
4. Karma
5. Step Into the Unknown
6. Mission
7. Don't Forget
8. Live in the Moment

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

Ready To Be Hated - Ready To Be Hated - 2024 (EP) - Download

 

Gênero: Progressive Metal, Power Metal

3. The Old Becomes The New

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O baixista Luis Mariutti anunciou a fundação do Ready To Be Hated. A nova banda conta com o vocalista Thiago Bianchi, o guitarrista Fernando Quesada e o baterista Rodrigo Oliveira, com co-produção de Hugo Mariutti. É a primeira vez em que ex-integrantes de duas fases distintas do Shaman se unem em um projeto autoral. Luis também se notabilizou pelo trabalho com o Angra na década de 1990 e projetos como Sinistra, About2Crash, entre outros. Assim como o irmão Hugo, integrou o Shaman da fundação até 2006, participando também da reunião entre 2018 e 2023.


Thiago Bianchi e Fernando Quesada, como baixista, estiveram envolvidos com a segunda formação do último grupo mencionado, entre 2007 e 2013. Ambos conceberam o Noturnall na sequência, com Bianchi permanecendo no grupo enquanto Quesada saiu em 2019. Por sua vez, Rodrigo Oliveira é conhecido em especial pelo trabalho com o Korzus, mas até ele esteve relacionado ao Shaman: o baterista substituiu Ricardo Confessori durante o show final da banda, como atração do Summer Breeze Brasil 2023.


O anúncio do Ready To Be Hated vem acompanhado pela estreia de um EP composto por três faixas e também pelo lançamento do videoclipe para a música “Something To Say”. As novas faixas antecipam o primeiro álbum completo do quarteto, previsto para o primeiro semestre de 2025. O grupo também será uma das atrações do Bangers Open Air 2025, que acontece em São Paulo nos dias 2, 3 e 4 de maio de 2025. Abaixo, você confere o videoclipe de “Something to Say” e o EP.


O nome Ready To Be Hated
Em nota, os integrantes do Ready To Be Hated explicam que o nome dab anda “incita uma reflexão sobre a aceitação e rejeição social, incentivando discussões sobre autenticidade e a coragem de ser diferente”. O comunicado destaca:


“Em uma época onde o ‘hate’ é absolutamente comum e muitas vezes devastador, a banda mostra desde o seu nome que não apenas aceita as críticas, mas as transforma em combustível para seguir em frente. […] O Ready To Be Hated não tem medo de ser controverso ou polarizador, pelo contrário, abraça essas reações como parte de sua identidade, afinal, em um mundo onde a conformidade muitas vezes reina, ser odiado pode ser um sinal de verdadeira inovação e coragem artística.” “Essa banda não diz apenas sobre mim ou seus integrantes, é sobre você, sobre persistência e atitude, sobre a capacidade de preservar a própria identidade. Num mundo onde as opiniões e críticas são amplificadas, a verdadeira liberdade está em ser capaz de ouvir, refletir e seguir em frente.”

segunda-feira, 2 de outubro de 2023

Luis Mariutti - Unholy - 2023 - Download

 

Gênero: Progressive Metal

02. The Eye of Evil
03. Addicted
04. Journey
05. Dangerous Life
06. Fema
07. God of War
08. Illustrious Nobody

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O baixista e compositor Luis Mariutti (Sinistra, ex-Angra, ex-Shaman), lançou nesta sexta, 29, o seu aguardado primeiro álbum solo, Unholy. Segundo uma declaração divulgada à imprensa, o conceito por trás do trabalho é o desenvolvimento da humanidade, nas crenças e conceitos de sociedade, instintos e emoções.


“Fazer esse disco foi uma forma de me provar. Depois de tantos anos de carreira, diversos discos gravados, mais ainda lançados, eu queria mostrar tudo que um baixista de heavy metal, que não tem medo de ser diferente, pode fazer”, destaca Luis. Unholy veio acompanhado do clipe da faixa-título, que você pode assistir no fim desta matéria. O vídeo tem direção de Caike Scheffer e produção de Fernanda Mariutti.


Os vocais são de Thiago Bianchi, com bateria de Henrique Pucci e percussão de Rafa Kabelo. Coprodução, mixagem e masterização foram realizadas por Thiago Bianchi no Estúdio Fusão. As artes são de Raphael Efez e produção artística de Fernanda Mariutti. As fotos são de Caike Scheffer.

quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Sinistra - Sinistra - 2022 - Download


Gênero: Heavy Metal, Hard Rock

01 - Mente Vazia
04 - Santa Inquisição
06 - Umbral
07 - Livre Pra Seguir
08 - Rock And Roll Na Veia
10 - Insônia


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Anunciada há certo tempo e com algumas músicas disponibilizadas nas redes sociais, a superbanda brasileira de heavy metal Sinistra lançou oficialmente seu primeiro álbum no domingo, 27 de novembro, na casa Tiarlinda Eventos, na Zona Leste da capital paulista. O evento, restrito a convidados, reuniu bom número de músicos, jornalistas e pessoas ligadas ao rock. Luiz Carlini (Tutti Frutti), Nelson Brito (Golpe de Estado), Rogério Fernandes (Carro Bomba), Rodrigo Grecco (Casa das Máquinas), BJ (Spektra, Tempestt), Andrés Recasens (Madgator), Luiz Sacoman (Cavalo Vapor), Adriano Daga (Malta), Diego Lessa (Trezzy) e Ackua Calomino (Knock Out) eram alguns dentre os muitos músicos que foram prestigiar a nova empreitada de Nando Fernandes (vocal), Edu Ardanuy (guitarra), Luís Mariutti (baixo) e Rafael Rosa (bateria).


Um coquetel antecipou o início do evento, que foi transmitido ao vivo via YouTube – um problema técnico impediu que a transmissão ocorresse pelo canal da banda, mas ela acabou acontecendo através do canal do Mariutti Team. Chamou a atenção também a trilha sonora que rolou durante todo o evento: apenas rock nacional cantado em português. Rolou Golpe de Estado, Made in Brazil, Harppia, O Terço e muito mais.


A audição do disco mostrou o que se pode imaginar em se tratando de uma banda com esses integrantes: vocal poderoso, guitarra virtuosa mas repleta de melodia e cozinha muito técnica e pesada. A inspiração de Black Sabbath da fase com Ronnie James Dio é clara, mas não é dó disso que vive a Sinistra. Dão um toque especial as letras em português, algo que poucos se aventuram a fazer (e menos ainda conseguem um resultado de qualidade). A cada bloco de músicas, alguns dos músicos presentes eram convidados a dar suas impressões sobre o repertório.


Na sequência, aconteceu uma entrevista coletiva (veja aqui)  na qual a banda pôde falar sobre o disco e sobre a história da Sinistra. Contando com as presenças de Leandro Coppi (ROADIE CREW), Marcelo Moreira (Combate Rock), Luciano Piantonni (Pegadas de Andreas Kisser) e representantes de diversos outros órgãos da imprensa especializada, a banda começou explicando que a demora entre o anúncio do grupo e seu efetivo lançamento se deveu por vários fatores, mas principalmente por conta da pandemia, como explicou Nando. Uma passagem divertida aconteceu quando comentou-se que o repertório mais cadenciado da Sinistra ia na contramão da velocidade a que Mariutti estava acostumado em seus trabalhos anteriores. “Ele precisou de uns três ensaios pra se acostumar”, brincou Ardanuy. Já as letras em português foram uma proposta de Nando que a banda resolveu abraçar. E os músicos não acreditam que isso virá em prejuízo de possíveis turnês internacionais: “Vamos ver os gringos cantando em português”, afirmou o baixista.


Em seguida, a banda fez o que todos esperavam: subiu ao palco para mostrar parte do repertório do disco. O pocket show começou com Quem É Você?, primeiro single e sem dúvida uma das melhores do disco. Seguiram-se Santa Inquisição e O Amanhã, mostrando que, a despeito de ter feito um trabalho primoroso em estúdio, a Sinistra é uma banda de palco. Peso e virtuosismo foram os pontos altos da apresentação.


A banda ainda anunciou seu primeiro show, a acontecer no dia 29 de janeiro de 2023, no Carioca Clube, em São Paulo. Ouça agora mesmo o homônimo álbum de estreia do Sinistra.

sexta-feira, 15 de abril de 2022

Shaman - Rescue - 2022 - Download


Gênero: Power Metal

01 - Tribute
02 - Time Is Running Out
04 - Don't Let It Rain
05 - Where Are You Now?
06 - The Spirit
07 - Gone Too Soon
08 - The Boundaries Of Heaven
10 - What If?
11 - The Final Rescue
12 - Resilience




Resiliência não é uma “palavra da moda”. Ela significa superação e força, algo que o Shaman sempre mostrou. Ter o poder de acessar outras dimensões e determinação ao escrever sobre uma perda irreparável e musicá-la. Andre Matos se foi, mas ficaria orgulhoso de ouvir o conteúdo de “Rescue”. Com letras abordando sobre as perdas e as fases do luto, “mas não de uma maneira negativa”, segundo contou o vocalista Alirio Netto, o repertório álbum traz um elemento fundamental que faz a música lhe tocar: sentimento. Para quem hoje vê de fora, mas esteve ao lado da banda em diversos momentos, incluindo o dia da escolha do próprio nome Shaman, houve, primeiramente, a emoção em saber que os irmãos Hugo e Luis Mariutti, Ricardo Confessori e Fábio Ribeiro seguiriam o legado contando com os dotes de um cantor impressionante como Alirio Netto. Sim, sabemos que ficará para sempre a marca de “o substituto do saudoso Andre Matos”. Porém, aqui se inicia uma nova fase, um novo mundo. É um olhar para o passado, com muito respeito, e um passo para o futuro.


FAIXA A FAIXA: OUVINDO PELA PRIMEIRA VEZ…

Não quis ouvir o disco inteiro várias vezes, como faria se fosse resenhá-lo para a revista Roadie Crew, onde trabalho desde 1996 e que teve seu nome inspirado efetivamente no trabalho que o editor, Claudio Vicentin, e eu tivemos quando trabalhamos de roadie de Confessori. Preferi fazer aquilo que hoje chamam de “react”. Sim, quem nunca viu um vídeo react? Por isso, escolhi dar o play “no escuro” e sentir a emoção fluir, algo que vocês, fãs, vão sentir a partir do dia 15 de abril.


01. TRIBUTE (INTRO)
A introdução é longa, densa e cinematográfica, gerando um clima e uma expectativa para o que está por vir. Feche os olhos e aguarde…


02. TIME IS RUNNING OUT
Mais acelerada, mas não speed, “Time is Running Out” traz exatamente o DNA dos músicos. Um heavy metal com a marca Shaman. É exatamente aquele olhar para o passado e um olhar para o futuro. A parada no meio, com bateria mais tribal, com riffs pesados e o baixo de Luis Mariutti aparecendo com destaque nos ‘two hands’, dão um clima especial antes da ponte que antecede os solos, iniciando com teclado mais progressivo e emendado com o de guitarra, com uma entrada furiosa. Além disso, a versatilidade de Alirio Netto comprova, de cara, o motivo pelo qual foi escolhido para o posto.


03. THE “I” INSIDE
O início mais tribal e climático remete à marca estilística da fase “Holy Land” do Angra, que também serviu de base para diversos momentos da carreira do Shaman. Mas isto, obviamente, é o clima inicial da música, que depois mantém a vibe de “Time is Running Out”, com o beat também acelerado, contratempos e uma refrão forte. Os teclados ao fundo, mais orquestrais, dão um tempero extra. Na caída, o piano de Alirio Netto e o violino alternam para uma atmosfera cinematográfica com vocais emocionais. É o lado prog do Shaman falando mais alto. Na sequência, o solo de Hugo Mariutti nos faz lembrar a pegada Steve Rothery, do Marillion. Não por acaso, uma de suas referências. Então, volta o clima tribal e as percussões de Confessori, e mais um solo de Hugo, desta vez no clima heavy metal. Uma música completa que agrupa quase todos os elementos da musicalidade do Shaman.


04. DON’T LET IT RAIN
Música grandiosa e versátil, com belas harmonias, climas intensos e bela interpretação vocal. Nessa, a vocalização de Alirio Netto nos faz lembrar o saudoso Maestro. Um refrão empolgante que arrepia. A sensação é de estar diante de uma tela sendo pintada. Mais uma vez, a mão de Hugo Mariutti acerta em um solo melódico, que cabe para o que a música pede. A veia prog e até AOR falou alto aqui.


05. WHERE ARE YOU NOW?
Conforme a parte lírica retrata, esta música traz uma veia mais melancólica e introspectiva em seu início e cai para uma linha rock progressivo, com cara de balada, mas que tem suas variações. O crescendo muda o panorama e a deixa mais vibrante. Atente para os climas dos teclados de Fábio Ribeiro. Bem colocada na ordem do repertório, deixa “Rescue” com a dinâmica ideal.


06. THE SPIRIT
Introdução que vai crescendo até chegar a uma melodia que remete aos bons tempos do Iron Maiden. Depois, a velocidade (sem exageros) entra em cena e eis que temos um power/heavy metal com a identidade do Shaman. Confessori aqui coloca sua personalidade e Alirio Netto sobe a voz no campo agudo em alguns momentos. A caída traz um solo de teclado muito bem encaixado, com um timbre fenomenal, seguido por um mais curto de Hugo Mariutti. A essência dos velhos tempos foi mantida.


07. GONE TOO SOON
Um tributo a astros que se foram, “Gone Too Soon” vem com piano acústico, orquestrações e o vocal de Alirio Netto. Depois, a intensidade melódica, com a cara do Queen, segue para um tom mais grandioso, épico e progressivo. Uma música intensa, de pura reflexão, que dá vontade de colocar no repeat. Algo que nem todos atentam, mas vale destacar é o brilho dos timbres dos instrumentos. Por sinal, em que pese a produção ter sido feita à distância, somente com Alirio Netto de forma presencial ao lado de Sascha Paeth, nota-se que o produtor conhece muito a concepção musical e as nuances do Shaman. Assim, não seria difícil classificá-lo como o sexto membro, pois obteve um resultado fenomenal na produção de “Rescue”.


08. THE BOUNDARIES OF HEAVEN
Com começo mais prog, a música logo segue com guitarras mais pesadas, encorpadas e belas harmonias. Atente, novamente, para as camas de teclado. A energia sobe na ponte e refrão, que também remete aos velhos tempos. Antes da caída aos 3″, temos belas linhas dobradas na guitarra, com os dois bumbos comendo e o baixo de Luis Mariutti bem encorpado. Depois, o lado prog volta à carga. No final, o andamento fica mais speed até terminar em fade out.


09. BRAND NEW ME
Lançada como videoclipe, esta música já marcou pela ação de ter uma arte de capa vinda através de um concurso, no qual os próprios fãs enviaram suas artes – os próprios integrantes escolheram a arte do ilustrador Eduardo Untura. Musicalmente, ela também conecta com o passado, com narrativas xamânicas – sim, tivemos isso na música “The Shaman”, do Angra, e em alguns momentos do Shaman. Afinal, o conceito da banda veio daí. A música mais acústica, com violões e camas de teclado depois segue para melodias curtas, e incríveis, da guitarra de Hugo Mariutti. Versátil, traz diversos climas e tem também um lado cinematográfico.


10. WHAT IF?
Escutando pela primeira vez, vale ressaltar o cuidado que a banda e o produtor Sascha Paeth tiveram em criar climas e atmosferas, como na introdução de “What If?”. Em um primeiro momento pode parecer “simples”, mas a música segue uma sequência de crescendos com a bateria tribal, baixo potente de Luis Mariutti e linhas vocais marcantes. Intensa e forte, trata-se de uma das melhores do repertório. E definir isso não é fácil, porque a dinâmica do álbum também parece ter sido muito bem estudada.


11. THE FINAL RESCUE
O ‘Outro’ do álbum, encerra o repertório de “Rescue” da mesma forma cinematográfica que se iniciou. Feche os olhos e contemple o trabalho de Fábio Ribeiro e Marcus Viana.


12. RESILIENCE
A faixa bônus vem realmente triste e melancólica pelo início acústico e a presença do violinista Marcus Viana. Fala sobre resiliência, conectando aqui com o que mencionei no início. Se a palavra significa superação e força, saiba que você está diante do novo Shaman. E ele está forte. Muito forte! E, sim, lá de cima certamente terá as bênçãos de Andre Matos.


CAPA
Criada pelo renomado Carlos Fides, que já fez trabalhos para nomes como Almah, FlowerLeaf, Evergrey, Semblant, Noturnall, Alchemia, Trezzy e Kryour, a bela arte de “Rescue” traz a colorização tradicional do Shaman. Mais que isso, ela retrata bem o elo passado, presente e futuro.

quarta-feira, 13 de abril de 2022

Genghis Rex - Prehistoric Future - 2022 - Download

 

Gênero: Heavy Metal

01 – Angels Dawn
02 – Dreamer
03 – Same Old Faces
04 – Turbulence 19
05 – Fall From the Skies
06 – C01 (Strange Kinda Fun)
07 – Maverick

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Shaman - Brand New Me - 2020 (Single) - Download


Gênero: Power Metal

01 - Brand New Me


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Shaman - Live! - 2020 (Bootleg) - Download



Gênero: Progressive Metal

01 Turn Away
02 Distand Thunder
03 For Tomorrow
04 Reason
05 Brand New Me
06 Fairy Tale
07 Innocence
08 Pride
09 Time Will Come
10 More

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Dan Vasc - Black Wind, Fire And Steel - 2020 (Single)


Gênero: Heavy Metal, Power Metal

01 - Black Wind, Fire And Steel
(Manowar Cover)

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Bruno Sutter - Alive In Hell - 2017 - Download


Gênero: Heavy Metal, Melodic Metal

01- Stalker
03- Facing Temptation
04- My Boss Is A Corpse
06- Troll
07- Rebuilding Destruction
08- I Bloody Love To Love You
09- Haters Gonna Hate
10- Hipócrita
11- Provoke Yourself
12- The Best Singer In THe World
13- Galopeira
14 - What If I Never Speed (Bonus)

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Bruno é muito conhecido por seu lado humorístico que fez fama nos anos 90 com o Hermes & Renato na MTV Brasil, mas também sabemos que se tornou um excelente músico (multi-instrumentista, além de vocalista), presta "serviços" (como ele mesmo diz hehe) ao Detonator (personagem/vocalista que interpreta na banda Massacration), alguns projetos covers, e tem agora a missão de lançar o seu primeiro disco ao vivo (gravado em casas de show de São Paulo como Tom Brasil) em carreira solo.


Alive In Hell mostra a versatilidade de um vocalista que não canta apenas em tons mais altos (aliás, aqui Bruno se mostra extremamente confortável em tons baixos), além de tocar muito bem seu contrabaixo.
Stalker (a faixa que abre o disco) e a seguinte, Grattitude, casam perfeitamente em sequência, evidenciando seu lado Heavy com guitarras dobradas e coros alá Bruce Dickinson.


Rebuilting Destruction tem seu lado mais pesado, cheia de mudanças em seu andamento, baixo marcado, vocais ao melhor estilo melódico, rumando para um lado mais extremo (um flerte com o Thrash Metal), refrão acessível...


Um dos momentos mais legais é também o que dá o gosto de "quero mais", afinal, é a canção que fecha o disco, onde faz um cover da famosa canção Galopeira (clássica entre os sertanejos raiz), demonstrando o quanto a diversificação não muda sua qualidade (e ainda inserindo a "intro" de Battle Hymn do Manowar).


A capa do disco foi idealizada pelo ilustrador Eduardo Francisco (conhecido por suas artes internacionais na Marvel), e a parte de mixagem e masterização por Alexandre Russo (engenheiro de som que tem em seu currículo bandas como Angra e Sepultura, entre outras).


Confira o quanto antes este belo registro do Metal nacional, de um excelente vocalista do nosso cenário brasileiro.

About2Crash - About2Crash - 2016 - Download


Gênero: Hard Rock, Metalcore

01 - Liar
02 - Supertaster
03 - Buried Alive
04 - Monster
05 - Massive Revolution

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Motorguts - Seven - 2012 - Download


Gênero: Hard Rock, Heavy Metal

01 - The Announcement
02 - Battlefield
03 - Mercy
04 - Intruder
06 - Runaway
07 - One Day At A Time

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Henceforth - The Gray Album - 2010 - Download


Gênero: Progressive Metal

01 - Dull & Cold
02 - Darker Times Ahead
03 - Worn Out
04 - Lie
05 - Done
06 - Decay
07 - Without The Sun
08 - If I Were Gone
09 - Changing Tide
10 - Alone
11 - Left Aside


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domingo, 8 de janeiro de 2017

Andre Matos - Mentalize - 2009 - Download


Gênero: Power Metal

01 - Leading On!
03 - Someone Else
04 - Shift The Night Away
05 - Back To You
06 - Mentalize
07 - The Myriad
08 - When The Sun Cried Out
09 - Mirror Of Me
10 - Violence
11 - A Lapse In Time
12 - Power Stream

(Japanese Edition)
13 - Don't Despair (Bonus Track)
14 - Forever Is Too Long (Bonus Track)
15 - Teo Torriatte (Bonus Track)

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Mega (FLAC - Brazilian Edition)
Mega (MP3 - Japanese Edition)
Mega (FLAC - Japanese Edition)

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Andre Matos - Time To Be Free - 2007 - Download


Gênero: Power Metal

01 - Menuett
02 - Letting Go
03 - Rio
04 - Remember Why
05 - How Long (Unleashed Away)
06 - Looking Back
07 - Face The End
08 - Time To Be Free
09 - Rescue
10 - A New Moonlight
11 - Endeavour

Bonus Track:
12 - Separate Ways (Worlds Apart) [Journey Cover]

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Shaman - Live At Credicard Hall - Reason Tour - 2005 (Bootleg) - Download


Gênero: Progressive Metal

01 - Intro 
02 - Turn Away 
03 - Trail of Tears 
04 - Distant Thunder
05 - Time Will Come
06 - For Tomorrow 
07 - Scarred Forever 
08 - Innocence 
09 - Reason 
10 - Be Free Instrumental 
11 - Drum Solo with Ricardo Confessori 
12 - Ritual
13 - Pride
14 - Ancient Winds
15 - Here I Am
16 - Carry On Without Keyboards
17 - Fairy Tale
18 - More
19 - Iron Soul
20 - Lisbon
21 - Innocence Ending

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domingo, 10 de janeiro de 2016

Shaman - Reason - 2005 - Download


Gênero: Progressive Metal, Power Metal

00 - Intro
01 - Turn Away
05 - Scarred Forever
06 - In The Night
07 - Rough Stone
08 - Iron Soul
09 - Trail Of Tears
10 - Born To Be

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