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terça-feira, 7 de setembro de 2021

I Am The Sun - Death Water - 2016 - Download

 

Gênero: Stoner Metal

1. Dark Clouds
2. I Saw The Reaper
3. Woke Up In Space
4. Grit
5. Death Water
6. The Burnout
7. Hard To Believe
8. Mare
9. Wicked Thing
10. We Know You Hate Us

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Direto de Bragança Paulista/SP vem um album que faria Red Fang tremer e faz jus a Orange Goblin! Brincadeiras à parte, o novo trabalho do trio paulista I Am The Sun realmente é uma porrada. Referências das duas bandas citadas podem ser encontradas em diferentes dosagens, e fãs delas podem encontrar uma cacetada de motivos para encontrarem em “Death Water” um novo “album de estimação” em 2016, mas não devemos sintetizar o trampo nisso e parar por aí.


O album é uma ode sincera e brutal ao Metal e ao Rock´n Roll, através de diversos elementos e caracteristicas que podem ser ressaltados nas diversas seções da banda: o trampo frenético e monolitico de Stoner Metal e com algo de Blues da guitarra ; vocais puxados para uma linha mais metalizada enérgica e com alguns espasmos quase guturais; e a cozinha revista de aço e pesada como um trator. O trampo se desenvolve entre momentos onde a lei é o “pé no acelerador” absoluto, com um viés alcoolico porra-louca sendo arremessado sem dó e nem piedade nos nossos ouvidos, e outros onde os caras apresentam um lance mais cadenciado e com quebras de ritmo cheias de groove. Seja como for ou em que momento acontece, tudo isso ajuda a compor uma muralha de riffs trovejantes, emaranhados vocais destrutivos e uma união excelente de baixo e batera completando o arregaço.


“Dark Clouds” abre o album, temos uma introdução moderada e aos poucos desenvolvida, e logo somos apresentados a um dos aspectos da proposta sonora do novo trampo da banda, a cadencia mais groveada e em passo mais moderado. Mas não dá nem tempo de se acostumar a ela e logo os caras aceleram o passo e o passeio tranquilo vira uma corrida a 200km/h sem cinto de segurança e em direção a um muro de concreto. A estúpida “I Saw the Reaper” vai direto na veia, com um vocal que impressiona e apresentando riffs que parecem disparados de um canhão. A faixa em si passa uma vibe que associei às otimas bandas gringas Superchief, Corrosion of Conformity e Mother Crone, e algo de “Back to the Abyss“, o ultimo trampo do Orange Goblin. “Woke Up in Space” é outra faixa impressiva com sua abertura carregando um baita dum baixo pesadão e massivo, alem da porradaria seca na batera e os vocais dando continuidade à parada com primor e ferocidade. Uma das faixas que mostra habilidade em fundir elementos mais “modernosos” e tambem alguns mais “classicos”, para originar uma faixa visceral e furiosa.


Voce pode compreender “Grit” como eu: um tipo de releitura feita pela IATS em seu próprio campo de proficiência para os “hinos” oitentistas de Hard Rock, soando (guardadas as devidas proporções)  como uma inspirada versão metalizada de Def Leppard ou coisa que o valha. Sonzeira. A baita sincronia dos vocais de Marco de Sordi e Nenê Pister marca o inicio e a tônica e linha de conducao da faixa titulo “Death Water“, que diminui um pouco a velocidade em detrimento da busca de uma maior gravidade e densidade no som, objetivo alcançado com sucesso. A urrada e acelerada “The Burnout” leva o direcionamento para um rockão ébrio e sem destino, novamente metendo o pe no acelerador e colando o desgraçado lá com Super-Cola. Você novamente ganha aquela sensação de estar em alta velocidade numa estrada poeirenta, quem sabe num baita Charger 70, rumo à colisão fatal com alguma mureta. Mas não se preocupe: está tocando The Burnout no rádio , então voce terá um fim em alto estilo, pilhadão e com uma baita canção de trilha sonora. Apenas relaxe e se espatife.


“Hard to Believe” e “Mare” dão seguimento à reta final do trabalho com mais dois desenvolvimentos rochosos e fodões, pauladas no cérebro e nos ouvidos. O grande destaque nessas duas faixas é o trampo  preciso e vibrante da guitarra, evocando um verdadeiro massacre sonoro de respeito, completamente atordoante. “Wicked Thing“, penultima faixa, é uma das mais poderosas e enérgicas do album, a minha favorita junto a “The Burnout“. Não dá a minima chance pro alto nivel do album ter qualqur chance de queda, entregando mais uma performance arrastadora dos caras com um monolito sônico de alto calibre. E “We Know You Hate Us” encerra os trabalhos com louvor, com uma abertura um pouco atípica em ritmo mais suave e pacifico, mas como aqui nada é realmente lá muito tranquilo e não estamos ouvindo um album de musica celta, logo ganhamos novamente o conforto de uma surra auditiva com uma das peças mais pesadas de “Death Water“.


O novo trabalho do trio I Am The Sun não tem mistérios ou segredos. Pense em algo como Motorhead: rock´n roll, por vezes mais “alto” e ganhando a alcunha de “Metal”, mas sempre carregando aquele espirito voraz, acelerado e desenfreado, sem concessões para a suavidade e a lentidão. Bom, mesmo o trio capitaneado por Lemmy Kilmister tinha la seus momentos mais “melancolicos”, mas definitivamente isso não acontece com o IATS. É música violenta, explosiva e contagiante feita para bebados, psicopatas e pessoas de bom gosto. E nesse quesito, é certamente um dos grandes do ano. Prepare-se para as dores no ouvido!!!!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

I Am The Sun - Drink, Destroy, Repeat - 2015 - Download


Gênero: Stoner Metal

1. Black Label
2. End Of Days
3. Relapsed
4. Guiding Light
5. You Can't Fix Me
6. Way Over My Limit

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Quando se falar em Stoner Rock/Metal, as pessoas têm uma idéia um pouco errônea, de que o gênero remete diretamente aos anos 70, sendo retro e bolorento, ou com qualidades sonoras duvidosas. E não é por aí. É sabido desde sempre: nenhuma banda é obrigada a fazer algo novo ou revolucionário, mas tem por compromisso criar algo dela, uma música pessoal que ouçamos e que seja distinto de outras bandas do gênero. E um belo exemplo do que tratamos aqui é o excelente quarteto I AM THE SUN, de Bragança Paulista (SP), que acaba de soltar seu primeiro trabalho, o EP “Drink, Destroy, Repeat”.


Aqui realmente é um Stoner Metal de primeira, com uma música espontânea e descompromissada, mas longe de ser simplória ou mal feita. Aqui, temos o peso, melodia e agressividade nas medidas certas, e ao mesmo tempo em que temos aquele feeling retro, a banda apresenta muito groove e energia. Ótimos vocais (com muitos backing vocals certeiros), riffs raçudos e gordurosos, solos melodiosos e simples (mas não achem que falta técnica, por favor), baixo pesado e firme na marcação, e uma bateria com peso e boa técnica. E essa mistura gera algo bem pessoal e pesado, mas melodioso e envolvente. 


I Am The Sun
Ricardo Biancharelli fez a produção do EP nos estúdios FUZZA, e verdade seja dita, ele acertou em cheio. A sonoridade do trabalho está pesada e azeda, mas com um nível de clareza que é até um pouco estranho para o gênero, mas que encaixou perfeitamente com o que o grupo quer. É orgânico, cru e pesado, mas com muita qualidade.


Quando se fala em composição, apesar da obsessão por cerveja, barulho e destruição, a banda arrasa. Arranjos simples e bem feitos, uma boa dinâmica de andamentos, e uma qualidade que surge da experiência (basta dizer que o baterista é o mesmo do excelente grupo SILENT CELL).


Seis canções raçudas compõem o EP, com cada uma delas com seu próprio valor. É impossível não ficar ensandecido com as ótimas “Black Label” e seu jeito sujo e truculento de ser, com um trabalho diferenciado de guitarras e bateria; a azeda e melodiosa “End of Days” e seus riffs cabulosos, e excelentes backings; o jeito mais espontâneo e pesado de “Relapsed”, que transita entre o Metal e o Hard Rock sem pudor algum (e reparem bem no peso que o baixo dá à base rítmica do grupo); a mais intimista “Guiding Light”, que tem um peso absurdo e alguns toques grooveados excelentes; a rebelde “You Can’t Fix Me”, mais uma vez com um mix inteligente entre Metal e Hard Rock clássico, mas sem abrir mão do peso; e a gigante “Way Over My Limit”, com seus mais de 8 minutos de duração, é uma faixa bem diversificada em termos musicais, mas longe de ser enjoativa, com momentos mais intimistas e outros mais “Sabbathicos”.


Sim, a banda é ótima, o EP está disponível para download gratuito no site oficial do grupo, e é uma excelente oportunidade para conhecer um trabalho feito com tanta espontaneidade.

sábado, 29 de dezembro de 2018

Vários Artistas - Hard'n Slow Brazilian Compilation Vol. 2 - 2017 - Download


Gênero: Black Metal, Death Metal, Doom Metal, Shoegazing

01 Augustine Azul - Cogumelo
02 - Black Witch - Sitra Ahra
03 - Blackdust - Black Door
04 - Broken & Burnt - Deep Inside the Void
05 - Erasy - Telling Lies
06 - Fallen Idol - Seasons of Grief
07 - Gods & Punks - The Tusk
08 - Gren Morton - Status Quo
09 - I Am The Sun - The Burnout
10 - Inverted Cross Cult - Praise the Lord (Or Files)
11 - Macaco Bong - Macaco
12 - Mad Head Machine - Kings of the New Days
13 - Mais Valia - Tigris
14 - Mondo Bizarro - Too Loud Is Not Enough
15 - Muñoz - Soulless
16 - Necro - Espelhos E Sombras
17 - Pantáculo Místico - Vagando Por Caminhos Desconhecidos
18 - Projeto Trator - Rato Morto
19 - The Mountain Season - Something on Mind
20 - Unholy Outlaw - Dark Wings

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