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sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Fabiano Negri - The Basement Trunk - 2025 - Download

 

Gênero: Progressive Rock

CD 01
1. Mysteries the Night Hides Rerecorded
2. God Is Love, Not Fear
3. Last Stand Rerecorded
4. Raped Rerecorded
5. All Those Minds Rerecorded
6. Let There Be Light Rerecorded
7. Hopeland Rerecorded
8. Moth
9. What I'm Looking For Stripped Down
10. Big Brown Eyes Acoustic
11. Any Blessing on My Soul Piano Version
12. I'd Do It All Again for You Acoustic
13. The Fall Piano Version
14. Z.3.R.O. Demo
15. Vampires Piano Demo
16. Zebathy (The Mistress of Darkness) Demo

CD 02
17. Ugly Days Demo
18. N.I.L.E. Live
19. Shall We Dance? Live
20. Hello Stranger Live
21. Imperfections Live
22. The Night Stairway Live
23. The Outlaw's Journey Live
24. Blond Hair, Baby Face Live
25. The Long Run Demo
26. Don't Fall for Me Demo
27. Potsdamer Platz Demo
28. The Architect Demo
29. Flames of Ambition Demo
30. So Sad Demo
31. Come Back Home Demo
32. May It Be So, Blessed Creatures Single Edit

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Aos 50 anos, com mais de três décadas dedicadas ao heavy metal e à construção de uma das trajetórias mais consistentes do cenário independente brasileiro, Fabiano Negri decide abrir seu acervo íntimo e entregar um documento sonoro raro. The Basement Trunk reúne 32 faixas que, ao mesmo tempo, soam inéditas e familiares para quem, como eu, acompanha sua obra há muitos anos.


O álbum é composto por demos, gravações ao vivo, canções esquecidas e registros nunca antes divulgados, todos retirados de um arquivo pessoal guardado por décadas. Esse conjunto funciona como um testamento afetivo, um recorte arqueológico das múltiplas fases criativas de Negri, onde cada faixa opera como um fragmento de memória recuperado, limpo da poeira do tempo, mas preservando suas imperfeições estruturais.


O ponto crucial é que The Basement Trunk não se apresenta como uma coletânea de sobras. O disco se comporta como uma exposição curada com rigor emocional. Em vez de organizar cronologicamente ou tentar criar uma narrativa artificial, Negri deixa as gravações respirarem na sua ordem própria, permitindo que o ouvinte perceba o atravessamento entre épocas distintas, como se as canções conversassem entre si através de décadas.


Quando Negri revisita essas gravações antigas, ele não está simplesmente relançando demos. Ele está criando um encontro entre o eu de 2025 e todas as versões anteriores de si mesmo que ficaram suspensas nas fitas, nos HDs e nos arquivos esquecidos. É uma espécie de autoexame público, onde o artista admite que a passagem do tempo não é apenas técnica. É emocional.


Esse processo ganha um peso ainda maior porque o disco se desloca entre duas perdas que se tornaram estruturantes: a morte da mãe em 2020 e a morte de Ozzy Osbourne, seu maior espelho musical, em 2025, meses antes do lançamento. As 32 faixas, mesmo as mais distantes no tempo, acabam ressignificadas por esse contexto. As canções inéditas, especialmente, surgem como pontos de tensão dentro desse grande inventário de vida e morte.


“Moth” é o epicentro emocional do álbum. Originalmente lançada em estúdio no disco Reborn (2021), ela retorna aqui num registro que soa mais cru, mais exposto. Negri parece não ter se conformado com a primeira versão ou talvez o luto não estivesse suficientemente decantado naquele momento.


A letra funciona como um diálogo direto com a mãe.
O que chama atenção é o título faz um jogo duplo. A palavra está escrita “Moth”, não “Mother”. O “-er” final foi arrancado. Corte seco. Como quem começou a escrever “Mother” e não conseguiu terminar. Esse “er” interrompido é o luto em estado puro: a sílaba que não sai, a palavra que fica pela metade, o nome que a garganta não consegue mais pronunciar inteiro.


No polo oposto está “God Is Love, Not Fear”, a única composição em que a ferida realmente se abre para um gesto de cura. A base é uma demo de 2009, mas Negri acrescenta a guitarra do filho, Ian Absurd, que entra como um fio de luz atravessando um ambiente fechado. É a única faixa em que o peso se dissolve, onde a herança emocional deixa de olhar para trás e começa a apontar para o futuro.


As outras músicas se organiza, como um campo de ecos: riffs revisitados, letras que reaparecem como variações de temas anteriores, gravações ao vivo onde o público quase não existe, como se a própria música bastasse a si mesma. Há faixas que operam como camadas de negação, outras como ensaios de aceitação, outras ainda como repetições compulsivas de motivos que Negri já explorou mil vezes. No conjunto, o álbum desenha um ciclo completo do luto que vai da exposição da dor até a tentativa de reorganizar o caos interno.


The Basement Trunk é, portanto, menos um lançamento e mais um gesto de honestidade radical. Não tenta parecer grandioso, não tenta construir um monumento para si mesmo. Fabiano Negri entrega algo mais raro: uma escuta do próprio passado sem filtros. O resultado é um documento que fala sobre música, mas também sobre identidade, permanência e sobre o que significa envelhecer continuando a criar.


No caso de Negri, isso ganha um sentido particular: ele segue produzindo há mais de 30 anos, atravessando mudanças de cena, perdas pessoais, transformações estéticas e desânimos que teriam silenciado muitos outros. O que realmente impressiona é essa resistência em continuar, essa insistência quase teimosa em manter a criação viva apesar de tudo, como se a própria constância fosse parte essencial da sua arte.

Fabiano Negri - The Outlaw's Journey - 2025 - Download

 

Gênero: Progressive Rock

1 Dust and Sorrow
2 The Goat, The Machine Gun and The Jackal
3 Winds That Show Our Real Nature
4 The Outlaw's Journey
5 Empty Heart 6 Wiseman
7 Something's Going Wrong
8 Imperfections
9 Ballad of a Lazy Man

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Rock’n’roll! Pode parecer clichê, mas se tem uma expressão que define o último álbum de Fabiano Negri, é essa. Focado em riffs, o disco tem como destaques, em especial, as guitarras, que apresentam timbres ao mesmo tempo agudos e pesados, remetendo ao hard rock setentista (um bocado de oitentista, também), em ótima performance de Igor Russo e André Pereira – completam a banda o filho de Fabiano, Ian Absurd, no baixo e Tomás Mainieiri na bateria. A vibe do álbum não é de músicas rápidas e velozes, mas sim algo mais arrastado, no melhor sentido da palavra, e os vocais de Fabiano, rasgados e agudos, seguem à risca essa proposta, daquele tipo que você provavelmente vai fazer caretas maliciosas e gesticular com as mãos enquanto ouve se entrar realmente no espírito da música. E, falando nelas, a sequência foi bem escolhida, dando uma sensação de naturalidade quando se passa de uma para outra, nunca perdendo, especialmente nas músicas pesadas, aquela sensação de “rockeiro bad boy” de outrora – e coloque aí pitadas de humor e sarcasmo em várias letras, com críticas de forma divertida a diversos pontos da música mundial, que canalizam a raiva com o mercado musical de forma saudável, irônica e criativa, incluindo uma escrita por Tony Monteiro, redator da ROADIE CREW.


Ponto de destaque, as baladas presentes apresentam uma sensação muito agradável de tranquilidade, daquelas que você facilmente encontraria na trilha sonora de algum filme ou série sobre motociclistas (como, por exemplo, “Sons of Anarchy”), ou algo sobre “pegar a estrada”. Importante destacar, porém, que a proposta do disco não é ser uma produção milionária, e isso fica nítido com a mixagem, que, embora faça-o soar natural, demonstra alguns problemas, em especial no som de bateria, com pratos muito baixos, e no geral acaba sendo encoberta pelas guitarras. Não tira o brilho do álbum, que se não apresenta qualquer novidade que nunca tenhamos visto, mostra um trabalho feito de rockeiros para rockeiros seguindo apenas a vontade do músico e sua banda, denominada Bebê Diabo, de fazerem, de forma honesta e muito competente, simplesmente um bom e tradicional rock’n’roll.

Fabiano Negri - No Matter How Much You Feel Alive - 2024 - Download

 

Gênero: Progressive Rock

1. Sun Machine
2. Ready To Go
3. Sad Clown
4. Ugly Days
5. My Flesh
6. So Sad
7. In My Bed
8. Flames Of Ambition
9. Potsdamer Presentation
10. No One Gets Here Alive
11. Everything That I Want
12. Dying City
13. Older
14. Free Fall

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Fabiano Negri - Between Playing And Cursing... Live - 2023 - Download

 

Gênero: Progressive Rock

1. The Pure and the Damned
2. Flames of Ambition
3. Dear Captain
4. The Night Stairway
5. Potsdamer Platz
6. Dying City Live

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terça-feira, 9 de abril de 2024

Fabiano Negri - Mysteries The Night Hides - 2023 - Download

 

Gênero: Progressive Rock

1. Mysteries the Night Hides
2. A Necessary Evil
4. Terrifying Lullaby
5. The Raven's Feast

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Pouco mais de um ano após o anúncio de Zebathy e dois meses depois de divulgar Terrifying Lullaby, o multi-instrumentista Fabiano Negri surpreende e lança um novo material. Intitulado Mysteries The Night Hides, seu oitavo álbum de estúdio, o músico oferece a exploração conjunta do heavy metal e do gênero dramaturgo terror.             


O ambiente é noturno. O céu, com suas poucas, mas acinzentadas nuvens tampando o brilho intenso de uma noite mística, oferece um clima quase fabulesco. Nele, a tensão e o temor andam juntos, deixando o personagem em pose de alerta frequente, com os músculos enrijecidos e a pupila generosamente dilatada. Aos vislumbrar um desfiladeiro por entre as fuligens, o que se vê causa ojeriza, pavor e repulsa. Uma carnificina canibalesca fez da grama orvalhada uma união de corpos amontoados e ensanguentados. E a trilha sonora para essa cena aterrorizante vem na forma de um heavy metal misturado com pitadas de doom metal e metal sinfônico. Gélida em sua essência, a faixa-título é adornada por um clima melódico tenebroso e entorpecente que, narrada por um timbre afinado em sua consistência drive, evidencia não apenas a morbidez, mas também a melancolia como elementos emotivo-sensoriais que permeiam sua estrutura. Lembrando, em alguns momentos, o vocal de Ritchie Kotzen, Fabiano Negri faz da obra um enredo cujo personagem convive abertamente com a morte. Mas não a morte em sentido figurado. Afinal, enquanto a faixa-título consegue fazer com que o ouvinte se veja caminhando entre galhos secos espalhados entre as covas de um cemitério, o cheiro de carniça é outro extrassensorialismo que Negri proporciona. Com todos esses elementos, o protagonista desse abre-alas progressivo, gélido e funesto, se vê na companhia de uma figura sem vida, sem alma, pálida, gelada e sem olhos. A perfeita representação humano-mórbida da ausência de brilho, vivacidade e, principalmente, gratidão pela vida. E o desafio do personagem, portanto, mora em sua capacidade de não se seduzir pela manipulação perante a desistência e a covardia de se lançar na escuridão do torpor eterno.


O cenário é ainda mais aterrorizante do que aquele apresentado anteriormente. Sem qualquer presença de luz, é apenas o som que importa. E ele não é de todo agradável. Sons rastejantes sugerem o repugnante, enquanto o grotesco também vai tomando forma. A partir de um rugido que une cinismo com uma espécie de provocação masoquista, a melodia é apresentada em sua totalidade. Crua, mas sem o devido peso que pede a sua estética sonora, ela vem curiosamente mais digestiva e com uma harmonia que, aparentemente, tem o intuito de ser enganosamente alegre e contagiante. Surtindo em uma textura melancolicamente entorpecente sob as bases de um heavy metal ao estilo Iron Maiden, A Necessary Evil, de fato, vem, se é possível dizer, mais pop, mesmo que tenha um viés densamente alucinante em seu aroma dilacerante. Abraçada por um refrão curiosamente contagiante em sua desesperança, a canção narra a chegada, o nascimento do filho do Demônio. Uma figura capaz de sintetizar toda a desarmonia existente no planeta e de escancarar a falsidade. Um indivíduo que retira a cegueira estrutural e evidencia uma humanidade sem um real senso de empatia, a fazendo criar uma estrutura comunitária calcada no individualismo e na cegueira coletiva de um falso perfeccionismo estrutural.


Doce, gélida e melancólica, a nova paisagem amanhece adornada por uma densa camada de dramaticidade fornecida pela amaciada e triste pronúncia das teclas do piano. Assim que um súbito valsante proporcionado pelo sobrevoo do sonar sintético do violino, tal como uma brisa fantasmagórica, é sentido, a melodia entra em um punch melodramático latente fomentada pela sintonia entre as guitarras. Fluindo para um verso intimista e cabisbaixo, Vampires assume uma estrutura morbidamente dançante e linear até o estouro de um solo de guitarra dramático que, esteticamente, recria a energia exalada por Slash em seu solo presente em November Rain, single do Guns and Roses. Não à toa que, também aqui, o ouvinte consegue se ver desprotegido e abraçado por uma chuva torrencial que o acompanha até um visceral e tocante desabafo de uma tristeza profunda por não poder vivenciar um novo amanhã. Como o próprio nome sugere, portanto, Vampires é uma narrativa em torno da mitologia vampiresca, em que seres se alimentam do sangue e da essência do outro, sem poder ver a luz do Sol e só se garantindo pelo frio e soturno clima noturno. Vampires é a história de um casal recém convertido em vampiros, o que entrega à canção toques românticos soturnos e uma libido entorpecidamente melancólica.


A cena é de um misticismo contagiante em seu pavor. Enquanto as nuvens tocam o chão causando uma grossa camada de neblina, o pôr do Sol, ao fundo, parece perder sua graça, sua vida. Eis que os urros do vento sobre as rochas da falésia criam sons fantasmagóricos capazes de agradar os filhos da noite, lhes proporcionando um sono entorpecido pela tristeza estrutural e pela reconfortante ausência de alegria. Para eles, o pesadelo é um bálsamo, um prazer que deixa o adormecer mais confortável e atraente. Entre relâmpagos e trovões, o luar vai se tornando cada vez mais caótico àqueles com sanidade, mas um adorável aconchegar para os que vivem na escuridão. Capaz de criar um clima denso, tenso e sombrio tal como aquele de Kashmir, single do Led Zeppelin, Terrifying Lullaby ainda tem rompantes que caminham por uma textura mais agressiva que flerta com o thrash metal. É assim que a canção apresenta um enredo sobre uma garota manipulada pela melodia da morte. Um som não ouvido por todos, mas que, para a protagonista, a atormenta, a enfurece e a torna agressiva. Uma canção que a tira de sua consciência, de sua sanidade e a faz reverenciar e espalhar a praga e as doenças. A partir dessa música, a garota é tomada por uma arma. A arma da melodia que, sempre que ouvida e levada à dança, causa a morte de inocentes.


Tal como Vampires, ela nasce melancólica. Porém, sua tristeza tem toques nauseantes interessantes que dão à melodia introdutória uma espécie de torpor manipulativo. Doce em sua tristeza, ela traz um enredo intimista e visceral que, pela interpretação de Negri, se torna generosa e amplamente dramático. Esteticamente minimalista, The Raven’s Feast traz uma escuridão mística e tenebrosa em que a risada das bruxas reverbera por entre as árvores secas. Essa risada é o som da satisfação por ter conseguido fazer com que o protagonista se afundasse em sofrimento e ficasse ausente da possibilidade de enxergar uma saída de tal senso de lamentação. The Raven’s Feast pode até soar como uma crítica social, ao passo em que traz um recorte que é capaz de ser inserido no campo político, pois verbaliza “they’re coming to eat the carcass of those who promised what they couldn’t do”. E por isso, ela serve como um banquete para as aves da morte, que se alimentam da culpa, do remorso, do sofrimento e, também, da má índole e da mentira.


Primeiramente, é preciso dizer que, apesar de possível, é preciso saber fazer. Unir um gênero musical, uma vertente sombria do rock, com um gênero literário, é, de fato, um sonho, um desejo de diversos músicos e autores. Felizmente, para Fabiano Negri isso não foi apenas um sonho. Foi uma realidade conquistada com Mysteries The Night Hides, um álbum sombrio, mórbido, dramático e soturno. Se apoiando por entre mitologias obscuras de vampiros e trazendo personagens em constante relacionamento com a morte, Negri consegue, curiosamente e despropositadamente, criar uma espécie de romance entre os protagonistas sofrentes e a figura onipresente do óbito.


Entre paisagens obscuras, densamente sombrias e místicas, Mysteries The Night Hides consegue caminhar pelo melodrama, mas também pela densidade melódica. Executada também por Negri, a mixagem do álbum, ainda que capaz de fazer o ouvinte perceber e degustar as nuances melódicas propostas, que, por sinal, transitam entre o heavy metal, o doom metal, o metal sinfônico e raspas de thrash metal, não entregou a pressão que as paisagens sonoras pediram para cada um de seus cinco capítulos.


Ainda assim, o ouvinte consegue admirar as composições, as intenções e as histórias que vão desde o nascimento do filho do Demônio ao hipnotismo de uma garota a partir do som da morte. Por isso, o álbum não é um produto tomado por uma fácil digestão. Afinal, suas texturas são propositadamente repugnantes e asquerosas. Fechando o escopo técnico, vem a arte de capa. Assinada também por Negri, ela apresenta seu rosto com uma forma santificada pelos seres do submundo. Seres esses representados por contornos repulsivos e atordoantes que rodeiam tal busto como em uma adoração. É a luz das trevas dando liberdade aos escravos da noite.


Lançado em 01 de dezembro de 2023 de maneira independente, Mysteries The Night Hides é um álbum aterrorizante e asqueroso que propõe uma feliz fusão entre terror e heavy metal. É onde Fabiano Negri dá liberdade aos seres do submundo e faz da morte um protagonista onipresente e absoluto que irradia torpor, medo e insegurança a partir da luz do luar.

sábado, 6 de agosto de 2022

Fabiano Negri - Zebathy - 2022 - Download

 

Gênero: Progressive Rock

1- The Pure And The Damned
2- The Night Staryway
3- Seven Reasons To Die
4- The Universal Builder
5- Envy's Lust
6- Bloody Dawm
7- Princess' Stoned Sleep
8- ZebathY (The Mistress Of Darkness)

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quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Fabiano Negri - Reborn II - 2021 (EP) - Download

 

Gênero: Progressive Rock

1 Sad Clown
2 Naked Blues (Live)
3 Moth
4 A Hidden Life
5 Whole Dreame
6 Kindness

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terça-feira, 12 de outubro de 2021

Fabiano Negri - Reborn - 2021 (EP) - Download

 

Gênero: Progressive Rock

1. Inside Out
2. In the Face of Desire
3. Gazing
4. Ready to Go
5. Reborn
6. Reborn (Acoustic)

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quinta-feira, 11 de março de 2021

Fabiano Negri - The Fool's Path - 2020 (EP) - Download


Gênero: Progressive Rock

01. Voiceless / The Wicked
02. Changing Times
03. Cursed Artist
04. Dying City

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ONErpmAppleMusicSpotifyDeezer | YouTube

Fabiano Negri - The Minster Sessions, Vol. 1 (Acoustic) - 2020 (EP) - Download


Gênero: Progressive Rock

01 Can You Feel It
02 Harvester of Pain
03 Burning Love
04 Quicksand
05 In a Dream

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Fabiano Negri - The Rei Lagarto Years - 2019 (Compilation) - Download


Gênero: Progressive Rock

1. Nightwatch
2. Can I Really Feel You?
3. She's a Star
4. We Need Somebody (Alternative Version)
5. Fireplace
6. Still Raining
7. Dancing in the Moonlight
8. Rockstar
9. N.I.L.E.
10. Tell Me How We Are Insane (Alternative Version)
11. Road of Freedom
12. Lady
13. All of Your Love
14. While the City Sleeps
15. Jump into the River
16. Free Fall
17. The Architect
18. Older (Alternative Version)

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Fabiano Negri - The Lonely Ones - 2018 - Download


Gênero: Progressive Rock

01- Last Stand
02- Distant Shore
04- Behind The Sun
05- All Those Minds
06- Day After Day
07- Raped
08- Bad Love Song
09- Morning Rain
10- Let There Be Life

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Fabiano Negri - Unsuspected Soul Band - 2018 (EP) - Download


Gênero: Progressive Rock

01 In My Bed
02 Guilty
03 The Way to Love
04 I'd Do It All Again for You
05 Unsuspecting
06 I Want You Back

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Fabiano Negri - When Nothing Is Right, Anything Is Possible - 2017 (EP) - Download


Gênero: Progressive Rock

01 – Modern Old Times
02 – Dear Captain
03 – The Long Run
04 – My Flesh
05 – Absolutely
06 – The Apple and the Beast (Faixa Bônus)

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Fabiano Negri - Z.3.R.O. - 2016 - Download


Gênero: Progressive Rock

1. Don’t Try Me
2. Forbbiden Grace
3. My Dark Passenger
4. Z.3.R.O.
5. Hopeland
6. The Muse
7. Faithless Alley
8. Future Paradise
9. The Blue Bird

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Fabiano Negri - Again And Again, Everywhere - 2015 - Download


Gênero: Progressive Rock

1. The Omen of Souls
2. Low
3. Tomorrow
4. Sun Machine
5. Older
6. Mr. Mystery
7. Oceans
8. Flames of Ambition
9. At Midnight
10. The Man Who Died Everyday
11. Unsuspecting
12. Potsdamer Platz
13. Any Blessing on My Soul
14. Bitch (Live)
15. Nosferatu (Live)
16. Can I Really Feel You? (Demo)
17. Nightwatch (Live)
18. Tomorrow (Slow Version)
19. Fascinated by the Flames
20. Joy
21. Words in Vain
22. Dysfunctional World
23. Hey (Remix)
24. Dying City
25. Scream Jackass Blues

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Fabiano Negri - Maybe We'll Have A Good Time.. - 2015 - Download


Gênero: Progressive Rock

01. For the last time
02. Real Woman
03. Spaceship
04. Any blessing on my soul
05. Back to Hell
06. Beauty
07. The Fall
08. Closing credits
10. In a different way
12. Enemies

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