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sábado, 20 de janeiro de 2018

Vários Artistas - Brasil Metal Union 2004 - 2004 - Download


Gênero: Death Metal, Doom Metal, Folk Metal, 
Gothic Metal, Heavy Metal, Power Metal, Progressive Metal, Speed Metal, Symphonic Metal, Thrash Metal

01 - Tuatha de Danann
Lover Of The Queen
02 - Holy Sagga
Searching For The Sun
03 - Torture Squad
Horror And Torture
04 - Eterna
Mother Land
05 - Venin Noir
The Wine
06 - MonsteR
At Last
07 - Malefactor
The Pit
08 - Dark Avenger
Unleash Hell
09 - Glory Opera
House Of Flutes
10 - Silent Cry
The Half Light
11 - Thoten
Taking Control
12 - Drowned
All Despise For God
13 - Sagitta
Bad Sings
14 - MindFlow
Meeting Her Eyes
15 - Massacration
Metal Milkshake
16 - Krusader
Ocean To War


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sábado, 29 de novembro de 2014

Glory Opera - Equilibrium - 2007 - Download


Gênero: Power Metal

01 - Tucandeira
02 - Ants of Fire
03 - The Darkest Fear
04 - First Hunting
05 - Tempest of Fury
06 - Drowing Into Madness
07 - Spirits of Sorrow
08 - A Leaf of the Wind
09 - Manhunt
10 - Sunset in Glory
11 - Sunrise in Disgrace

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Definitivamente, aquilo que chamam de Power Metal, rótulo ao qual discordo, pelo motivo das bandas nada terem com os pioneiros do estilo, no Brasil é algo que rendeu muitas e muitas bandas maravilhosas, outras mais no nível médio, e outras bem fraquinhas pois esta fórmula, que já foi repetida até a exaustão, realmente não é lá muito simples de se fazer, pois há uma peculiaridade no Metal como um todo que não há em outros estilos: o ouvinte mais atento e experiente pode perceber quando a música foi feita de coração ou por pura obrigação contratual.


Ou seja, tentar fazer Metal, seja lá qual sub-estilo que for, sem pôr alma e vida no que toca, é como masturbação: parece sexo, mas não o é. E a música do GLORY OPERA é como aquelas ótimas vezes em que saímos satisfeitos totalmente do ato em si, pois há sentimentos no que se é feito.


‘Equilibrium’, segundo disco desta excelente banda, foi lançado já há um bom tempo, e é algo de impressionante este CD! Bem trabalhado como todas as boas bandas do estilo são, com leves toques de regionalismos aqui e ali em seu som, vocalizações ótimas, dupla de guitarras extremamente bem feitas, baixo e bateria de alto nível, em suma, um time bem homogêneo, sem contar que suas letras, fugindo do padrão ‘Senhor dos Anéis’ que permeia o estilo, buscam falar da cultura do Amazonas, e aqui, vemos mais um disco conceitual da banda, como o primeiro, ‘Rising Moangá’, esclarecendo alguns pontos deixados em aberto na estória. Uma fábula brasileira digna dos melhores livros, e que tem a melhor parte em ser dada através de música.


A apresentação visual caprichada é de alto nível, coisa de Primeiro Mundo, mostrando na capa uma pintura estilizada do Rio Amazonas, como era visto pelos primeiros colonizadores, e quando se vai ouvir o CD, é algo de fantástico, um verdadeiro prazer ouvir este disco, e várias e várias vezes seguidas sem ficar enjoado ou sem ele soar repetitivo.


Seguindo uma linha bem própria, ainda mais pesada que em seu primeiro CD, embora se vejam aqui e ali influências de HELLOWEEN, DREAM THEATER, IRON MAIDEN, mas vejam bem: a banda tem cara para mostrar.


O CD é muito bem nivelado em matéria de composições, então, é meio que injusto, e até doloroso, citar uma ou outra faixa de destaque para servir como referência, mas há momentos sublimes como em ‘Ants of Fire’, uma linda, rápida e maravilhosa canção do típico Metal Melódico; ‘Darkest Fear’, uma faixa mais cadenciada, com belíssimas vocalizações e que riffs de guitarra; ‘First Hunting’ é outra faixa bem rápida, mas empolgante; ‘Tempest of Fury’, com seus oito minutos de variações em andamentos e riffs cortantes; a gigantesca epopéia de ‘Drowning Into Madness’, subdividida em oito partes em mais de 25 minutos de música, e para fazer uma faixa assim, tem que ter peito e coragem aos montes; a belíssima balada ‘Spirits of Sorrow’, carregada de forte emoção; ‘Manhunt’, com seu andamento veloz, mas com riffs bem firmes e agressivos; e ‘Sunrise in Disgrace’, mais pesada que as anteriores.


Gostaria sinceramente que a banda lançasse logo seu novo CD, pois merece fazer muito sucesso, inclusive fora do país, já que esses sujeitos superam de longe muitas bandas do estilo gringas.

Recomendo de olhos fechados, e espero que a banda não tenha parado, pois alguns sinais que vi pela net indicam algo nesta direção, o que seria uma imensa perda para o Metal Nacional.

Glory Opera - Rising Moangá - 2002 - Download


Gênero: Power Metal

01 - Boto
02 - Endless Sin
03 - One Step Behind
04 - Half of Darkness
05 - Holy Prophecies
06 - When Falls the Winter
07 - Sacred Ground - Part I
08 - Forest of Remains - Part II
09 - Iara - Part  III
10 - House of Flutes - Part IV
11 - The Path of Waters - Part V

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Há alguns meses resenhei o show de abertura do Glory Opera para o Nightwish aqui no Rio de Janeiro. Achei o show mediano, com excesso de virtuosismo e solos individuais. Recebi várias críticas, normal, cada um expressa sua opinião, mas fiquei com a pulga atrás da orelha: será que os caras são tão bons assim? Numa questão de justiça, e para ver se eu tivera apenas uma má impressão, resolvi resenhar o cd da banda, lançado há alguns dias no Rio de Janeiro.


Queimei a língua. "Rising Moanga" é de longe um belíssimo cd. Com uma arte gráfica muito bem trabalhada e um contexto que une heavy metal, prog metal e rítmos brasileiros, e uma parte conceitual, falando sobre a índia "Iara". De cara vemos uma intro muito bem bolada, chamada "Boto", curta e eficiente, que nos prepara para a pancadaria de "Endless Sin", uma faixa que mescla heavy tradicional com prog metal (ouça alguns ecos de RUSH no meio da faixa!) com extrema habilidade. Baterias e baixo dão a abertura da faixa "One Step Behind", dividida em duas partes, uma mais cadenciada e outra mais acústica, aonde o vocal de Humberto Sobrinho se destaca: além de exímio e competente nos tons agudos, demonstra domínio em tons mais baixos.


O grande problema é que todas as faixas seguem uma mesma tônica: um começo tipicamente heavy, com diversas mudanças de andamento, como na faixa "Half of Darkness", aonde flautas e percussão se misturam ao heavy metal, lembrando a fase "Holy Land" do Angra. Ou momentos mais calmos se misturam a pancadaria tipicamente thrash, como na pulsante "Holy Prophecies". Apesar de muito parecidas, as faixas demonstram altíssimo nível.


O grande destaque do cd vai para a parte conceitual, intitulada "Rising Moanga", aonde os ritmos brasileiros se fundem ao heavy metal tradicional com belos resultados. As faixas "Sacred Ground" e "Forest of Dreams" (belíssimos coros indígenas com uma levada super cadenciada), junto com a linda balada "Iara" e a pesadíssima "House of Flutes" garantem o ápice do cd, de longe um show de habilidade.


A grande questão é: as faixas são muito boas, a banda é excelente, a produção de primeira, mas num show de 1 hora e 30 minutos, toda essa produção pode soar um tanto maçante, pois é muito virtuosismo para um show só. Uma ou duas faixas mais diretas, e esse cd levaria um 10 com certeza.


O Glory Opera estréia em altíssimo nível no seleto clube das bandas top do heavy nacional. Alguns shows e um investimento em sons mais pesados, e essa banda estoura de vez. Confira sem medo.