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quinta-feira, 28 de abril de 2022

Ivory Gates - Behind The Wall - 2022 - Download

 

Gênero: Progressive Metal

01. The Book of Life
02. Prisoner of a Modern World
04. The Leaves of Winter
05. Good Enough
06. Duality
07. Yesterday's News

Bonus Track
9. Folhas De Inverno
10. Betrayal of the Heart (re-recorded)
11. Devil´s Dance (re-recorded)

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(Bonus Track)

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Após lançar dois singles, o Ivory Gates, formado por Felipe Travaglini (vocal), Matheus Armelin (guitarra), Hugo Mazzotti (baixo) e Thiago Siqueira (bateria), lança o novo álbum, “Behind the Wall“. Musicalmente, o material mostra uma concepção musical diferente para a banda piracicabana, que se mostra mais pesada e versátil. “Fomos a extremos e usamos o medo do desconhecido e a acomodação da zona de conforto como conceitos para a criação musical de ‘Behind the Wall’. Assim, apesar de manter firme nossas raízes, buscamos adicionar elementos que nunca tínhamos usado, seja uma balada em 6/8 como em ‘Leaves of Winter’, onde a influência do Savatage fica aparente; o peso do thrash em ‘Fall of Jericho’ ou indo até os ritmos brasileiros e latinos utilizados na instrumental ‘Duallity'”, detalha o guitarrista Matheus Armelin, que produziu e gravou o material no Transient Studio, em Piracicaba, cidade natal do grupo.


Já a bateria, gravada pelo ex-integrante, Fabricio Felix, substituído por Thiago Siqueira, assim como violões e vocais complementares foram gravados e coproduzidos por Renato Napty no iPu Va’e Estúdio.


“The Book of Life”, faixa que abre o repertório, foi escolhida para, de cara, apresentar a proposta do novo trabalho. “As características progressivas e melódicas foram mantidas, mas é possível notar que a banda chega mais pesada e direta. Mesmo sendo complexa e extensa, com cerca de sete minutos e meio, ela é de fácil audição, pois não há exageros. Utilizei muitas referências para trazer uma pitada de suspense e tensão no pré-refrão, como um narrador que participa de uma cena, observando e comentando o fatídico veredicto”, explica o vocalista Felipe Travaglini. “É a minha música favorita de ‘Behind the Wall’ e, talvez, de toda a nossa discografia! Nela, é possível encontrar todas as características que nos acompanharam nos discos anteriores, aberturas de guitarras, baixo e bateria sincronizados, refrão marcante e, consequentemente, uma mistura quase completa das nossas principais influências”, acrescenta o guitarrista Matheus Armelin.


Após a abertura, a faixa “Prisoner” vem pesada e rápida, lembrando o Iron Maiden dos anos 80 até chegar nos primeiros versos, onde a veia progressiva e intrincada é retomada pela banda. A temática aborda a apresentação de um mundo perfeito através das mídias sociais e a angústia e frustração daqueles que são sugados por essa ilusão e se isolam do mundo real. “Para mim, ‘Prisoner’ e ‘Yesterday’s News’ são músicas que mais possuem os elementos da história do Ivory Gates. Metal progressivo pesado, especialmente inspirado em Fates Warning, Queensrÿche e Iron Maiden, com alguns toques e melodias do hard rock”, observa o baixista Hugo Mazzotti. “Ela traz um refrão repetitivo à la Maiden, reforçando a ideia da rotina viciante, da perda de tempo, de deixar de viver a realidade. Tivemos um cuidado especial no interlúdio, harmonizando um contexto mais ‘clean’ e melancólico. Ao final, a voz passa a um tom mais agressivo e um drive bem pronunciado, fechando-a com um recadinho de que ‘no final você vai se encontrar sozinho'”, completa Travaglini.


Já o single “Fall of Jericho”, que saiu em lyric video, é apontada como a mais pesada e agressiva. “Mesclando elementos do prog metal moderno a um thrash rápido, ela deixa claro nossa proposta, pois abusa do peso para tratar, de forma figurada, da falta de empatia e intolerância, temas mais atuais que nunca em nossa sociedade. O solo dela é um dos meus favoritos, pois sintetiza o empenho para esse novo trabalho em mesclar partes melódicas marcantes com grande interpretação e possíveis de serem cantadas, com fragmentos mais técnicos”, descreve Armelin.


O lado power metal entra em cena na agressiva e veloz “Good Enough”, que trata da eterna insatisfação humana, sempre querendo algo mais e sem, muitas vezes, dar importância ao que já possui: “Será que a realização desses desejos trará realmente a satisfação ou podem se transformar em um terrível pesadelo?”, questiona a letra. “Ela traz componentes de um belo power metal: velocidade, peso e melodia. Acredito que foi uma das linhas que mais gostei de fazer, contrabalanceando os riffs de guitarra e baixo, e a pegada da bateria. A voz permeia por todos os componentes trazendo muita sinergia para a composição”, avalia Travaglini.


A faixa-título, por sua vez, sintetiza a proposta musical do álbum, que busca novos horizontes e desafios sem abandonar as características desenvolvidas em mais de duas décadas de existência da banda. “No lado lírico, também representa o conceito musical desenvolvido, lidando com o medo da mudança e do desconhecido que nos mantêm presos em uma zona de conforto que traz segurança, mas impede que o crescimento e a evolução aconteçam”, conclui Hugo Mazzotti.

Ivory Gates - 'Un'known Trails - 2015 - Download

 

Gênero: Progressive Metal

1. The Time of the Oath (Helloween Cover)
2. Náufrago (Harppia cover)
3. The Duellists (Iron Maiden Cover)
4. Icarus (Kansas Cover)
5. Eyes of a Stranger (Queensryche Cover)
6. Quietus (Fates Warning Cover)
7. We Rock (Dio Cover)

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sexta-feira, 22 de abril de 2022

Ivory Gates - The Devil's Dance - 2011 - Download


Gênero: Progressive Metal

01 - Beyond the Black
02 - Devil's Dance
03 - Endless Nightmare
04 - Serpents Kiss
05 - Under The Sky of Illusions
06 - Imaginary World
07 - Suite Memory

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Uma das bandas mais legais do prog metal brasileiro, o IVORY GATES, de Piracicaba, finalmente chega a seu terceiro trabalho, mostrando um grande amadurecimento que, aliado à capacidade e criatividade dos músicas envolvidos, coloca a banda entre as melhores do gênero de nossa terra natal.


E quase seis anos após lançarem o aclamado "Status Quo" (2005), a banda retorna com sua obra definitiva até então, conseguindo agregar novos elementos em seu som sem deixar de lado sua origem. O prog metal praticado pelo conjunto esta cada vez mais técnico e, felizmente, mais pesado, e traz ainda várias influências de rock progressivo dos anos 70, além de algumas doses de hard rock, que tornam seu som todo especial. Como toda banda de metal progressivo, possuem alguma influência de DREAM THEATER, mas no geral lembram um pouco mais bandas como THRESHOLD e WATHTOWER, apesar de manter características bem peculiares.


O que chama a atenção logo de cara é a qualidade de gravação do trabalho, que deixou o som mais sujo e agressivo, principalmente na timbragem dos instrumentos de corda, com os guitarristas Matheus Armelin e Heitor Mazzotti exalando riffs e mais riffs pesados e cativantes, cujo peso é ressaltado ainda mais pelas incursões do baixista Hugo Mazzotti, que possui uma técnica absurda, sendo um dos grandes destaques individuais do trabalho. Além disso, o baterista Fabrício Felix é um verdadeiro monstro das baquetas, fazendo um trabalho irrepreensível. O novo vocalista, Felipe Travaglini, também possui uma voz muito potente e agradável, destacando-se mais nas partes graves do que nas mais agudas.


Faixas como a pesada "Beyond the Black" (que possui riffs fantásticos, e um refrão matador), a progressiva Sepent´s Kiss, e a épica "Suite Memory" (com seus mais de 20 minutos) são as que mais se destacam de imediato, embora o disco todo seja excelente, e mereça uma audição mais apurada.


Ok, a capa é meio estranha, e acaba não chamando a atenção, mas não se engane, pois "The Devil´s Dance" é um dos melhores lançamentos nacionais de 2011, e um dos grandes destaques do prog metal brasileiro. Não deixem de conferir esse excelente material desta grande banda que tem tudo para estourar mundo afora, mas infelizmente, no Brasil, acaba tendo pouco divulgação, e não atinge o reconhecimento merecido.

Ivory Gates - Status Quo - 2005 - Download

 

Gênero: Progressive Metal

1. Overture 2084
2. System of Power
3. One of These Nights
4. Shelter from the Rain
5. We Are the Dead
6. Kill the Giant
7. Status Quo
8. Betrayal of the Heart
9. Closed Eyes

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O conjunto piracicabano Ivory Gates coloca no mercado seu segundo álbum, ‘Status Quo’, via Die Hard Records. Seguindo a linha do "debut" ‘Shapes Of Memory’, o vocalista Malagueta, o guitarrista Matheus Armelin, o baixista Hugo Mazzotti e o baterista Fabrício Felix apostam numa mistura bem dosada de Prog Metal e Rock Progressivo, resultando em mais um disco conceitual interessantíssimo. As letras são baseadas no livro ‘1984’, de George Orwell e foram adaptadas por Mazzotti.


A trama se passa no ano de 2084 e a narração se dá por meio dos personagens Winston Smith, Symme, Julia, O’Brian e a figura do Big Brother – para quem não sabe o "reality show" conhecido mundialmente teve o nome tirado do personagem criado por Orwell. O mote gira em torno do "poder da mídia no controle de massas, globalização e perda do poder de raciocínio". Para os aficionados por discos conceituais, ‘Status Quo’ é simplesmente irresistível.


E não só pelas letras, mas também pela parte musical, vide ‘Overture 2084’, ‘System of Power’, ‘Shelter From the Rain’ e ‘We Are the Dead’. A produção crua permite que os arranjos muito bem elaborados – pelos quatro integrantes do grupo – sejam claramente perceptíveis durante a audição das canções. O único instrumento que sofreu um pouco com essa característica da produção foi a guitarra. Em algumas passagens a falta de peso e distorção diminuem o impacto causado pelos riffs e pelas bases criadas por Matheus Armelin. Não chega a ser um pecado. Matheus é um grande guitarrista que não se deixa levar pelo virtuosismo cheio de firulas. Ele sabe dosar e encaixar seus solos dentro do que cada música pede.


O mesmo acontece na cozinha com o baterista Fabrício Felix e Hugo Mazzotti – excelentes linhas de baixo. Esse quarteto de músicos talentosos não teria atingido o resultado conseguido em ‘Status Quo’ se não fosse por Malagueta. Um vocalista consciente do alcance de sua voz, que sabe interpretar as letras sem exagerar na dose. Fica aqui um bom exemplo para vocalistas que vivem de gritinhos, inclusive alguns do cenário europeu.


‘Status Quo’ é daqueles CDs que merece ser apreciado com calma, percebendo os detalhes de cada composição e viajando com as letras. Deite no sofá, pegue o encarte e fique embasbacado(a) com a obra criada por esses instrumentistas paulistas, cuja maturidade musical é o principal trunfo.

Ivory Gates - Shapes Of Memory - 2001 - Download


Gênero: Progressive Metal

1. Through the Ivory Gate
2. Unchained
3. The Witness
4. Masquerade
5. Transcendence
6. Images Reflected
7. What I Believe


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Diz a lenda que, para retornarmos de um sonho, temos dois caminhos a seguir: ou atravessar o portal de espinhos e lembrar do sonho e faze-lo tornar-se realidade, ou atravessar o portal de marfim (Ivory Gate) e deixar as memórias no mundo dos sonhos.


É assim que começa "Shapes of Memory", atravessando um dos portais ("Through The Ivory Gates")...


Se musicalmente podemos considerar esse um disco conceitual, onde uma música tem relação com a outra, nos temas das letras é um álbum bem variado, indo desde temas mais voltados a fantasia ("Unchained"), literatura ("Masquerade – Edgar Allan Poe "The Masque Of The Red Death"), questões do mundo moderno, solidão e destruição da natureza ("The Witness", "Trancendence") e reflexões sobre as memórias acumuladas ao longo de uma vida ("Images Reflected"), tema esse que também dá título ao disco.


O encerramento se dá com a música "What I believe", que, dividida em três partes distintas, reflete sobre a necessidade de lutar pelo que se acredita, apesar das dificuldades.


Enfim, em pouco mais de cinqüenta minutos, a Ivory Gates mostra sua proposta com um estilo único, com músicas bastante trabalhadas mas sem soar auto-indulgentes, tendo como referências mais próximas os trabalhos mais antigos de Queensryche, Kansas e mais atualmente Symphony X, somados aos arranjos vocais de Rush e Uriah Heep.