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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Insanidade - Enough To Be A Loser - 2024 - Download

 

Gênero: Hard Rock

1. Get out of My Way
2 Dead City
3 Bad Boys
4 Girls from Nowhere
5 Black Thunder
6 Easy Living
7 Suicide Rockers
8 Just Fell the End
9 Looks That Kill

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A banda goiana Insanidade lançou seu quarto álbum de estúdio, “Enough to be a Loser”, um trabalho que marca um novo patamar na trajetória do grupo. Considerado o disco mais pesado de sua carreira, o lançamento evidencia uma evolução sonora clara e consolida a banda como um dos nomes mais consistentes do hard rock e heavy metal no cenário underground brasileiro.


Com nove faixas — oito autorais e um cover de “Looks That Kill”, clássico do Mötley Crüe — o álbum mergulha de vez na energia crua do Hard n’ Heavy dos anos 70 e 80, trazendo influências diretas de Motörhead, AC/DC, Guns N’ Roses e The Hellacopters, sem abrir mão de uma identidade própria e atual. Riffs potentes, batidas marcantes e letras carregadas de atitude reforçam a essência rebelde do rock’n’roll que sempre acompanhou a Insanidade.


Formada atualmente por Lucas Tamandaré (vocais), Luis Maldonalle (guitarra), Gustavo Vasquez (baixo) e Rodrigo Miranda (bateria), a banda mostra neste novo trabalho um espírito ainda mais colaborativo e maduro. Disponível nas plataformas digitais e com versões físicas em CD e vinil a caminho, “Enough to be a Loser” reafirma o peso, a entrega e a relevância da Insanidade. A seguir, o grupo fala sobre o processo criativo do álbum, suas influências, a cena underground e os próximos passos da carreira.


Vocês lançaram Enough to be a Loser, o quarto álbum da carreira. Como foi o processo criativo desse trabalho e o que o torna diferente dos anteriores? “Enough to be a Loser” é um álbum feito por oito mãos, foi o primeiro álbum em que todos os membros participaram ativamente, tanto em melodias, arranjos e artisticamente. Então foi um álbum bastante cooperativo e queríamos soar cada vez mais com o Hard n Heavy.


O álbum traz oito faixas autorais e um cover de “Looks That Kill”, clássico do Mötley Crüe. Por que escolheram essa música especificamente? Motley Crüe é uma grande influência e inspiração para todos nós. Crescemos escutando Crüe e é uma das maiores bandas dos anos 80 e transmite todo o espírito de LA oitentista. E “Looks That Kill” é um clássico do Hard Rock, com um riff animal e um refrão pegajoso. Influência pura para nós.


A cena underground brasileira vem se fortalecendo nos últimos anos. Onde vocês veem a Insanidade dentro desse cenário? A Insanidade sempre foi uma banda bastante ativa na cena. Sempre participativa e atuante. E queremos estar cada vez mais inseridos nesse meio, tanto em shows, festivais, entrevistas, rádios, TV e destacando sempre também as bandas da cena. O que os fãs podem esperar dos próximos passos da banda? Já estamos preparando o “Enough to be a Loser II” e provavelmente sai no primeiro semestre de 2026. E novamente vai contar com um cover sensacional de uma outra banda que nos influenciou muito. Vão ser 10 faixas sendo 9 autorais e um cover.

quinta-feira, 27 de abril de 2023

Insanidade - Dogs Of The Subway - 2023 - Download

 

Gênero: Hard Rock

02 Dogs of the Subway
04 Drink and Destroy
05 Alone
06 Give Me Meth
07 Party Hard
08 Suicide (Beast of Death)
09 Goiás Sun

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Insanidade - Insanidade Ao Vivo No Estúdio Showlivre - 2022 - Download

 

Gênero: Hard Rock

1. Destroy Rock N' Roll
2. High Speed
3. Seven Days High
4. Burn Burn Burn
5. Set Me Free
6. Break Up
7. Nihilist Storm
8. Dirty And Nasty
9. On Fire
10. Go Pedro

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quarta-feira, 16 de março de 2022

Bella Utopia - Dilema Do Prisioneiro - 2018 - Download


Gênero: Heavy Metal, Hard Rock

01 - Máscara
03 - Demente
04 - Cicatriz
05 - EscuridÃo da Mente
06 - Tormenta
07 - Queima de Arquivo
08 - Inimigo Meu
09 - Sangrar em Segredo

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A Bella Utopia é uma banda relativamente nova, porém, seus integrantes não são novatos na cena de Rock/Metal de Goiânia. Fazem parte da banda o baterista Junão Cananéia - que participa de projetos variados em estúdio e nos palcos; o baixista Rickson Medeiros - veterano das quatro cordas e bastante solicitado na cena; o guitarrista Luis Maldonalle - que desenvolve trabalhos variados como músico há mais de vinte e cinco anos; e a vocalista Isabela Eva - que também mantém um trabalho constante na área musical há mais de doze anos.



Essa bagagem musical que cada um dos integrantes traz consigo com certeza foi um fator determinante para garantir o resultado final obtido pela banda no recém-lançado álbum de estreia da Bella Utopia, Dilema do Prisioneiro, que possui doze faixas. O processo de produção do álbum foi realizado em Goiânia por Gustavo Vasquez no estúdio Rock Lab, onde a gravação se iniciou em 2012. A masterização foi feita pelo tarimbado Alan Douches, do Estúdio West West Side Music em NY, Estados Unidos, e que já trabalhou com bandas de peso como Sepultura, Yes, Krisiun, entre outros. A banda chegou a divulgar naquele ano seu primeiro videoclipe, "Máscara". Apesar do longo tempo decorrido entre o início e o final da produção em 2014, percebe-se que a demora foi benéfica para o resultado final obtido pela banda, que conseguiu garantir um som pesado, limpo e moderno ao álbum - não devendo nada para produções feitas fora do Brasil.


De modo geral as músicas do Dilema do Prisioneiro foram construídas em cima do velho e bom compasso quaternário (base do Rock ´n´ Roll de qualquer época), com a estrutura padrão de estrofe - refrão - solo - refrão, andamentos moderados com momentos de Hardcore e poucas modulações.


O que se ouve é um álbum de Metal que traz referências variadas em termos de sonoridade. É difícil citar algumas bandas de som semelhante porque, na prática, convenhamos: rotular o som de uma banda, hoje em dia, fica cada vez mais difícil pois os elementos de "escolas" diversas do Heavy Metal mundial estão cada vez mais presentes nas novas bandas! Sobre as músicas... elas estão repletas de riffs e bases de palhetadas alternadas rápidas, power chords abertos e duetos de guitarra melódicos que se desenvolvem em cima de acordes completos; os solos de guitarra são bastante técnicos e melódicos. A "cozinha" é bem consistente, mostrando forte coesão entre baixo e bateria, que apesar de seguirem uma linha mais simples garantem o peso, a harmonia e a variedade rítmica das bases de guitarra.


Chama atenção também a voz da vocalista Isabela Eva, que na maior parte do tempo alterna entre a voz a gutural e a "rasgada", o que confere às músicas uma boa dose de dramaticidade e agressividade. E aqui certamente percebemos a influência de outras vocalistas que também praticam esse tipo de canto, como Angela Gossow, Maria Brink, Alissa White, Candace Kucsulain e outras do mesmo porte. Vale ressaltar a importância de um grande "elemento surpresa" presente em todas as músicas: as letras do álbum foram escritas em portugês - e seguem métrica regular com frases curtas que favorecem as linhas melódicas executadas pela vocalista Isabela.


Como classificar um álbum bem produzido, pesado, moderno e cantado em português? Somando todos os ingredientes presentes em Dilema do Prisioneiro, não há como negar que a banda fez um ótimo trabalho com o produtor Gustavo Vasquez e entregou ao mercado musical um ótimo álbum de Metal capaz de levar a banda para além das fronteiras nacionais. Parabéns à Bella Utopia.

Versus A.D. - Primitivo Silêncio - 2008 - Download

 

Gênero: Progressive Rock, Hard Rock

1 Black Book Of Conflicts
2 Casillero Del Diablo
3 Vesperax
4 Restart
5 Ignition Cells
6 Bones In Traction
7 Transcortex
8 Beginning Of The End

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O power trio goianiense Versus A.D., formado por Luis Maldonalle (guitarra), Paulo Martins (bateria) e Julian Stella (baixo), lançou recentemente seu debut album, chamado Primitivo Silencio. O que escrevi logo abaixo é fruto de duas audições que fiz do álbum e convido você a acompanhar esta pequena análise e conhecer um pouco do trabalho desta banda.


Tudo no álbum Primitvo Silencio é intencional. Seu título, sua arte gráfica, sua estrutura e musicalidade... enfim, tudo foi meticulosamente pensado pelos membros da banda - provavelmente para garantir a coesão da obra. No encarte há um prólogo, com a definição das palavras "primitivo" e "silêncio" e um texto que explica o formato e o sentido do álbum. Na verdade, Primitivo Silencio é a primeira parte de uma trilogia, ou seja, de uma obra que foi dividida em três partes; as outras duas partes - e consequentemente, os dois próximos álbuns da banda - são Plastic Age e Paradizo (cujas produções já estão em andamento). Segundo o autor do prólogo, Renzo Nery, o álbum "convida o ouvinte a se entranhar sensorialmente em intenções musicais que remetem à angústia, escravidão social, escapismo, mecanização da sociedade industrial e à psique humana". Então surge a pergunta: como transmitir todas essas sensações através de sons, de música? Fugindo um pouco da parte filosófica da pergunta e focando apenas na musicalidade, é possível dizer que Primitivo Silencio permite ao ouvinte realmente viajar no seu som devido à sua mistura de estilos.


A sonoridade do álbum é algo muito diferente do que se ouve por aí atualmente. Em certos momentos você "bate-cabeça" sem parar, em outros viaja nas partes virtuosísticas, e em outros curte uma leve depressão, com certa dose de melancolia e - por que não? - paz interior, como se determinados trechos entrassem na sua mente como mantras. Parece "viagem", mas não é. Se observarmos as influências dos músicos da banda, encontraremos jazz, heavy metal, blues, música indiana, espanhola e brasileira, e muito mais; logo, é cabível que a mistura de tantas coisas diferentes resultem em algo diferente, que por sua vez, causa sensações diferentes em quem ouve.


As músicas do Primitvo Silencio são longas (a menor tem 5min38seg) e possuem estruturas rítmicas, melódias e harmônicas complexas. Essa complexidade é observada melhor no aspecto macro, tomando a música em sua totalidade, já que cada composição possui o que eu chamo de divisões ou "sub-partes", e cada divisão possui suas próprias características rítmica, melódica e harmônicas. De forma geral, o que se nota é uma mistura entre Heavy Metal e Jazz, mistura essa temperada por elementos de World Music. Frases em compasso simples são sucedidas por outras em compasso composto, com acentuações típicas de jazz, gerando as famosas "levadas quebradas". Aliás, do jazz foram herdados o uso de acordes dissonantes em riffs e levadas de bateria e baixo irregulares, porém, não muito ousadas, como de praxe são. Tudo servindo de base aos riffs "jazz-metal" do guitarrista Luis Maldonalle, que neste álbum deixa mais evidente sua veia harmônica e, principalmente, melódica, através do uso de acordes dissonantes dedilhados, modulações definitivas e passageiras para tons inesperados. O destaque do guitarrista está mesmo é nos solos, mais melódicos e menos racionais, não decepcionando nenhum fã de Jason Becker, Marty Friedman e Greg Howe. Neles, houve espaço até para temas brasileiros, como na música "Bones in Traction", na qual um dos solos foi finalizado em cima de uma melodia criada em modo mixolídio, característico da música nordestina e bastante usado no Baião.


Enfim, eu poderia ficar aqui por vários dias analisando os diversos aspectos do álbum tamanha é sua riqueza. Como não vou fazer isso (risadas) vou deixar para você, leitor, a tarefa de ouvir o Primitivo Silencio e tirar suas próprias conclusões. Pode até parecer se tratar de um álbum para músicos, mas não é. Pelo contrário, está cheio de feeling e sonoridades diferentes e familiares para qualquer pessoa, sem ser massante ou chato.


Eu o recomendo. Vamos agora aguardar as próximas partes dessa trilogia...

Luis Maldonalle - Manicomial - 2006 - Download

 

Gênero: Heavy Metal, Hard Rock

1 Placebo
2 Something For The Pain
3 Manicomial
4 A Place To Die From
5 Schizofrantic
6 Dweeling Between The Poles
7 Parvm Antequam Morior
8 Sedatory Needles
9 Phineas Gage 1848
10 Ungewitter

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Laia Vunje - ... O Resto Fica Pra Depois - 1999 - Download

 

Gênero: Pop Rock

1 Esqueça
2 Dance
3 Insônia
4 (In)Confidências
5 Sexta-Feira
6 É O Que Há
7 Tudo Ou Nada
8 Sal 9 Telegrama
10 Eu E Você
11 Nada A Ver

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