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terça-feira, 28 de abril de 2026

Soulfly - Chama - 2025 - Download

 

Gênero: Groove Metal, Thrash Metal

1. Indigenous Inquisition
2. Storm the Gates
4. No Pain = No Power (feat. Gabriel Franco, Ben Cook & Dino Cazares)
5. Ghenna (feat. Michael Amott)
6. Black Hole Scum
7. Favela / Dystopia
8. Always Was, Always Will Be...
9. Soulfly XIII
10. Chama

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Cavalera - Schizophrenia - 2024 - Download

 

Gênero: Thrash Metal, Death Metal

1. Intro
2. From the Past Comes the Storms
3. To the Wall
4. Escape to the Void
5. Inquisition Symphony
6. Screams Behind the Shadows
7. Septic Schizo
8. The Abyss
9. R.I.P. (Rest in Pain)
10. Nightmares of Delirium

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Um ano após terem regravado os clássicos “Bestial Devastation” e “Morbid Visions“, os irmãos Max e Iggor Cavalera estão de volta, regravando “Schizophrenia“, que à exemplo dos outros dois, só sairá na gringa, via “Nuclear Blast“. As razões, já sabemos, são os direitos autorais, pertencentes à Cogumelo e a Shinigami, que comumente lança em versão nacional as bolachas que saem pela NB, não vai comprar essa briga. Uma pena, quem sai perdendo é o fã.


Os irmãos estão na companhia do filho de Max, Igor Amadeus, que assumiu o baixo e na guitarra solo está o baixista do Pig Destroyer, Travis Stone. A receita é a mesma dos lançamentos anteriores: regravar faixa a faixa, com direito a uma nova composição como bônus: e ao contrário das outras duas regravações, quando as faixas extras são composições em língua portuguesa, aqui eles se voltaram ao idioma de Shakespeare, com a inédita “Nightmares of Dellirium“.


Igualmente como nos lançamentos anteriores, eles respeitaram a arte da capa, desenhada novamente pelo artista Eliran Kantor. A ordem das faixas também foi mantida como no lançamento original e o que temos aqui é um ganho em relação a qualidade de gravação. Em 1987, o Brasil não era a referência que é hoje em termos de estúdio e de pessoas qualificadas para produzir  álbuns de Heavy Metal e por isso a necessidade de repaginar a obra. “Schizophrenia” pode ser considerado verdadeiramente o primeiro  álbum do Sepultura e foi a partir deste, e com a entrada de Andreas Kisser, que os brasileiros se tornaram conhecidos mundo afora. Claro que muitos, puramente por conservadorismo, terão repulsa por essa regravação, mas ela não anula o que foi feito, há 37 anos atrás, ao contrário, traz uma perspectiva melhor e mais moderna para as  músicas que já demonstravam um poder letal, mas que não pôde ser bem compreendida naquele  álbum lançado sob o nome Sepultura. E para corroborar essa afirmação, basta o ouvinte escutar o  CD, caso tenha, e compare as  músicas tocadas, com a bônus track, “Troops of Doom“, que entrou na prensagem feita pela Roadrunner. Há diferença. E não querer aceitar isso é puramente ser cabeça fechada.


Grandes clássicos escritos pelos irmãos, como “From the Past Come the Storms“, “To The Wall“, “Escape to the Void“, “Inquisition Symphony“, “Septic Schizo“, entre outras, ganharam uma robustez que não seria imaginável no lançamento original. O “Schizophrenia” de Max e Iggor não vai apagar o “Schizophrenia” lançado anteriormente pelo Sepultura, mas é uma maneira de resgatar o passado, que hoje, Andreas tanto tenta se desgarrar, mas que os shows não deixam, já que as  músicas que levantam mesmo o público são as a da formação clássica.


Apesar da resistência enorme por alguns, e honestamente, incompreensível, porque reviver o passado é resgatar a memória dos primórdios, lembrar do que eles eram antes de se tornar esse grande nome que se tornaram da  música pesada, ainda mais em um país onde o Heavy Metal está longe de ser uma  música popularesca. Os irmãos acertaram em cheio ao regravar esse clássico do Thrash Metal oitentista. Continua old-school, pesado e intenso. Mas o headbanger conservador (duas palavras que não cabem na mesma frase) vai torcer o nariz. Azar o deles.

Go Ahead And Die - Better Dead Than Mainstream - Live At The Marquee Theater - 2024 -Download

 

Gênero: Death Metal, Thrash Metal

 1. Truckload Full of Bodies
2. Toxic Freedom
3. I.C.E. Cage
4. Isolated / Desolated
5. Prophet's Prey
6. Punisher
7. El Cuco
8. G.A.A.D.
9. Worth Less than Piss
10. (In the) Slaughterline

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segunda-feira, 23 de outubro de 2023

Go Ahead And Die - Unhealthy Mechanisms - 2023 - Download

 

Gênero: Death Metal, Thrash Metal

 1. Desert Carnage
2. Split Scalp
5. No Easy Way Out
6. M.D.A. (Most Dangerous Animal)
7. Chasm
8. Cyber Slavery
9. Blast Zone
10. Unhealthy Mechanisms

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Max Cavalera é incansável. Além do Soulfly, Cavalera Conspiracy e Killer Be Killed, o vocalista e guitarrista também encontrou tempo para formar um projeto com o filho, Igor Amadeus Cavalera. Após a estreia homônima, disponibilizada em 2021, o Go Ahead and Die chega ao segundo trabalho, “Unhealthy Mechanisms”.


A formação conta com uma mudança: a entrada do baterista Johnny Valles, substituindo Zach “Antinom” Coleman. Nos vocais, uma interessante mescla de características, com Igor apresentando um gutural mais profundo. Max, por sua vez, consegue contornar as indisfarçáveis limitações que a idade traz. Não é e nunca mais será a mesma coisa, mas ainda é possível oferecer uma performance digna.


O death/thrash metal do trio traz uma pegada bastante simplificada e primitiva, com passagens mais groovadas e referências ao hardcore, além de uma pitada noise em vários momentos. O grande porém fica por conta da falta de momentos realmente marcantes durante as 10 faixas do tracklist. Quase tudo soa como filler. Há peso, sem dúvidas. Mas falta inspiração.


Dos poucos destaques, vale citar a sequência de “Drug-O-Cop”, com sua levada old school e “No Easy Way Out”, que remete aos tempos em que o black, thrash e death se misturavam e confundiam como uma coisa só. “Cyber Slavery” também chama atenção. “Unhealthy Mechanisms” oferece diversão a quem acompanha a dinastia Cavalera com afinco. Fora isso, é apenas mais um disco entre vários que passarão sem deixar maiores lembranças.

segunda-feira, 17 de julho de 2023

Cavalera - Bestial Devastation - 2023 (EP) - Download

 

Gênero: Thrash Metal, Death Metal

1. The Curse
2. Bestial Devastation
3. Antichrist
4. Necromancer
5. Warriors of Death
6. Sexta Feira 13

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Os irmãos Cavalera aproveitaram para regravar também o primeiro EP, “Bestial Devastation“, lançado originalmente como um split com os conterrâneos do Overdose. Aqui, os irmãos foram curtos e grossos em refazer a pedra fundamental do Heavy Metal brasileiro.


Se em “Morbid Visions” os irmãos lapidaram e deixaram o som mais brutal e moderno, aqui eles foram mais além, passaram o carro com força sem nem saber quem estava na frente. Quase 40 anos depois, Max e Iggor conseguiram se reinventar e entregaram um material 100% honesto e carregado de fúria.


É impressionante notar que músicas como a faixa título, “Necromancer” e “Antichrist“, ganharam nesta nova roupagem. Curioso que o Sepultura na época dos irmãos tocava essas duas ao vivo, sendo que “Antichrist” sofreu uma leve mudança na letra e como é uma composição de Wagner Lamounier, que saiu para montar o Sarcófago, Max promoveu essa mudança, chamando-a de “Anticop“, mas aqui no EP, ele manteve o original.


A produção está impecável e isso fica nítido quando escutamos o play, que é curto. A única coisa que o ouvinte quer é repetir até a exaustão. É muito curto, são apenas vinte minutos e isso porque eles incluíram uma música nova, “Sexta-feira 13“, cantada em português e que também ficou matadora, soando como o Discharge, só que com bem mais técnica.


É uma sensação maravilhosa rever os dois irmãos tocando juntos novamente as primeiras canções que escreveram quando eram adolescentes. E também uma excelente oportunidade para quem não teve a sorte de testemunhar a oportunidade no passado. E o que é melhor, com uma fúria absurda no som. Revisitar o passado é voltar as origens, onde tudo começou. Não existiria o Sepultura sem esse EP. Eles são o que são porque começaram aqui.


Agora é só aguardar a tour de celebração dos dois lançamentos passar pelo Brasil. Enquanto isso não acontece, a gente vai batendo cabeça escutando esse tesouro. “Bestial Devastation” não foi o primeiro lançamento brasileiro de Heavy Metal, mas foi o lançamento da primeira banda que mostrou ao mundo que o nosso país apesar de ser um antro de música ruim, é também um rico celeiro da música pesada. E aqui temos o verdadeiro Sepultura tocando suas canções lá do seu início. Estamos diante do Alpha do Heavy Metal brasileiro.

Cavalera - Morbid Visions - 2023 - Download

 

Gênero: Thrash Metal, Death Metal

1. Morbid Visions
2. Mayhem
3. Troops of Doom
4. War
5. Crucifixion
6. Show Me the Wrath
7. Funeral Rites
8. Empire of the Damned
9. Burn the Dead

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O melhor disco do ano acaba de ser lançado e não haverá outro álbum que vá tirar de “Morbid Visions” esse título. A menos que o Black Sabbath volte com sua formação original e faça um disco tão bom quanto qualquer um dos seus seis primeiros. Como essa hipótese inexiste, deixemos essa honra com Max e Iggor Cavalera. Só temos a lamentar a partida da Dona Vânia Cavalera, que não vai poder acompanhar o remake daquilo que ela presenciou lá nos primórdios.


No ano em que “Chaos A.D.“, um dos álbuns mais icônicos do Sepultura completa 30 anos, os irmãos surpreenderam a todos ao anunciar que estavam regravando os dois primeiros lançamentos, que aqui foram lançados separadamente. Os fãs aguardavam talvez por uma tour celebrando esse disco que colocou a banda entre as maiores da década de 1990, foram tomados de surpresa e emoção pelo anúncio.


O álbum marca a estreia dos irmãos pela Nuclear Blast e é realmente uma pena que a bolacha não ganhe uma versão brasileira. Então, os fãs que quiserem comprar, terão de desembolsar uma pequena fortuna. Se você for um saudosista como este redator que vos escreve (ou viúva mesmo), esse lançamento é um prato cheio. Se você não conhece os primórdios do Sepultura ou não gosta mesmo do que foi lançado originalmente, é a sua oportunidade de dar uma nova chance a essas relíquias.


Lá em 1985, apesar da pífia qualidade do que foi registrado, dava para perceber que as canções tinham algum valor, apenas eram mal executadas, produzidas por quem não tinha a menor intimidade com o Rock pesado, no caso mais especificamente uma vertente mais extrema que era nova para todos. São os casos da faixa título, “Mayhem“, “War“, “Crucifixion“, “Show me Wrath” e a mais famosa delas, “Troops of Doom“, que consegue a proeza de ser executada por nada mais que três diferentes bandas: os próprios Cavaleras, o The Troops of Doom, de Jairo Guedz, guitarrista que gravou o primeiro disco do Sepultura, além do próprio Sepultura atual, esta toca essa música na mesma intensidade que o cometa Halley nos visita.


Eles conseguiram a façanha de repaginar canções escritas há quase 40 anos atrás, deixando-as ainda mais brutais, ao mesmo tempo modernas e sem perder um pingo da brutalidade e rispidez de quando foram escritas e gravadas lá em Belo Horizonte. Talvez o único ponto fraco deste álbum, se é que dá pra chamar isso de ponto fraco, é o vocal de Max, que já não tem o mesmo alcance de outrora. Mas o leitor pode discordar e dizer que, lá em 1985, o vocal e a pronúncia dele eram ainda piores. E eu não vou dizer o contrário. Mas que Max perdeu um bocado de seu poderio, isso é verdade, porém, não diminui nem um pouco a qualidade da obra. Agora imaginem vocês se esse instrumental tivesse a voz de Max dos tempos de “Chaos A.D.“, seria ainda mais impiedoso.


O lado bom de se ter mais experiência é que, se não temos mais o mesmo vigor da juventude, a experiência nos ensina que pegando os atalhos, a gente consegue chegar no mesmo objetivo e muitas vezes com até melhores resultados, pois quando jovens temos o defeito de enfiar os pés pelas mãos e colocar as coisas a perder. Talvez essa falta de maturidade tenha impedido que todos encontrassem uma solução para que o Sepultura tivesse seguido com sua formação clássica, lá em 1996. Todavia, se não houvesse a separação, não estaríamos falando do relançamento de “Morbid Visions“.


A experiência de revisitar o passado fez de Max um riffmaker ainda mais letal. Seus riffs estão ainda mais insanos. E convenhamos que ele manda muito melhor quando toca mais extremo do que quando toca grooveado. Iggor Cavalera segue uma máquina destruidora, seus blastbeats são tão perturbadores quanto em 1985, com a diferença de que lá ele tinha um kit de bateria vagabundo. Tudo nesta regravação beira a perfeição. Mas vai ter o fã que vai encher a paciência dizendo que o original é melhor. Ok, nós somos democráticos e aceitaremos a sua opinião, mas negar que eles melhoraram muito uma pedra preciosa que só precisava ser lapidada, é no mínimo, não ser inteligente.


Se é um caça-níquel? Talvez. Se é um bom disco? Não, é excelente. Há os que vão criticar os irmãos dizendo que eles insistem em ficar no passado? Certamente. Mas eles cometeram algum crime? Obviamente que não. Esse “Morbid Visions” versão 2023 é a coisa mais maravilhosa que alguém em nome do Sepultura gravou desde “Roots“. Se você torceu o nariz, aceite que dói menos. E se você gosta de reviver o passado, prepare-se, pois este álbum é uma aula de Metal extremo. E pode ser utilizada como trilha sonora do fim do mundo.

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

Soulfly - Totem - 2022 - Download


Gênero: Groove Metal, Thrash Metal

1. Superstition
3. Filth upon Filth
4. Apodrecer em Dor
5. O Dano Feito
6. Totem
7. Ancestrais
8. Êxtase de Ouro
9. Soulfly XII
10. Animal Espiritual

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Como nosso ilustre Dr. Fisting não escreve mais para nós (e o resto da equipe é um bando de babacas), recebi a tarefa de revisar o quadragésimo sétimo lançamento completo do Soulfly . Fiz tudo o que pude para evitá-lo, mas aqui estamos. Antes que você comece a me atacar por ter a ousadia de criticar uma banda que eu odeio, eu não odeio eles. Na maior parte, eu gosto de Soulfly . Mesmo que raramente tragam algo novo para a mesa. Acho que Soulfly e Primitive contradizem essa afirmação porque Max Cavalera explorou um novo território do Korn y, Limp Bizkit metal. Contradizendo porque, enquanto Cavalera saiu de sua zona de conforto, eu odeio pra caralhoesses álbuns—ainda mais do que eu odeio Ferrous . No entanto, quando Marc Rizzo se juntou às fileiras em Prophecy , de 2004, Cavalera e sua equipe trouxeram thrash, death e insinuações de Chaos AD e Roots de volta à mistura. A partir desse ponto, me acostumei com a existência do Soulfly e gosto de álbuns como Dark Ages , Conquer e Enslaved . Agora é 2022, e Rizzo se foi. O que isso significa para o velho Maxie?


Com ou sem Rizzo, o Ritual de 2018 preparou o palco para o Totem deste ano . Ritual foi uma mudança surpreendente, cortando a gordura e entregando músicas sólidas de thrash/death. Embora Soulfly tenha escrito muitas peças pesadas, a abordagem despojada de Ritual levou os riffs a outro nível. Tenho certeza de que muitos fãs ansiavam pelos elementos do rap-metal e números longos e sinuosos, mas você não os encontrará lá. Totem não é diferente, pois anseia por riffs, solos e continuidade. A diferença desta vez é que Cavalera emprega o poderoso Arthur Rizk ( Eternal Champion , Sumerlands ) nas guitarras principais. 1 totemé um disco de bolas para a parede que se curva ao sagrado RIFF.


Totem faz as coisas acontecerem rapidamente com o trio consecutivo, “Superstition”, “Scouring the Vile” e “Filth upon Filth”. A abertura tem um refrão de Cavalera viciante, um riff esmagador e preenchimentos de bateria lisos. “Scouring the Vile” combina vocais de guitarra estridentes com thrash do Slayer enquanto entrega uma carga de morte monstruosa apoiada pela voz sempre reconhecível de John Tardy. “Filth upon Filth” tem um galope clássico de metal que esmaga outro refrão memorável, intensificando-se à medida que chega ao fim.


A partir daqui, o álbum torna-se um saco misturado. “The Damage Done” é uma faixa chugtastic com um refrão que sobe no braço da guitarra com as guitarras. Também inclui alguns solos memoráveis ​​- especialmente o último, que inicia um riff monstruoso para encerrar a música. Como a abertura, “Ancestors” é um cruzador do Slayer / Sepultura polvilhado com alguns trabalhos legais de bateria de Zyon Cavalera. Mas, a melhor parte é o riff de construção no final. Embora eu adorasse se essa construção explodisse em uma conclusão climática, ainda é uma faixa agradável. Então, há o mais próximo, “Spirit Animal”. Esta canção de nove minutos se baseia em seu antecessor instrumental, “Soulfly XII”, entregando humor antes que a distorção chegue. Embora tenha alguns riffs robustos e boas contribuições vocais de InciteRichie Cavalera, o único momento memorável são os vocais limpos no final. Então, seis dos nove minutos da música não acrescentam muito ao final.


Embora o Totem não esteja no topo da... enquete, é um lançamento sólido com a agressividade que nós, velhos, desejamos quando você diz o nome “Cavalera”. Mas, tenho que admitir, gostei do meu tempo revisitando o discog do Soulfly para este lançamento. É uma coleção concisa de lutadores que o marcam como o acompanhamento adequado do Ritual . Dito isto, fica um pouco aquém de seu antecessor. Especialmente quando se trata das dicas do Korn y-core no início de “Rot in Pain” e do “Spirit Animal” discutido anteriormente. A maior parte do álbum não é muito bem-vinda, Cavalera está em sua melhor forma, e as pistas de Rizk podem ser melhores que as de Rizzo em Ritual . Totemtambém não está inchado com dez mil participações especiais, mantendo-o focado no prêmio. No geral, este é um álbum principalmente agradável que continuarei revisitando pelo resto de 2022.

sexta-feira, 11 de junho de 2021

Go Ahead And Die - Go Ahead And Die - 2021 - Download

 

Gênero: Death Metal, Thrash Metal

03. I.C.E. Cage
04. Isolated / Desolated
05. Prophets Prey
06. Punisher
07. El Cuco
09. Worth Less Than Piss
10. (In The) Slaughterline
11. Roadkill

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Mesmo sendo suspeito para falar sobre qualquer coisa de Max Cavalera, senti a necessidade de fazer esta resenha. Em mais um projeto, agora em família com seu filho Igor Amadeus Cavalera, a promessa era de algo mais Old School com influências da música extrema dos anos 80, principalmente do Death Metal e do Punk.


Na primeira ouvida não achei nada demais, mas depois de ouvir a segunda, terceira, quarta vez, comecei a “enxergar” o álbum de outra maneira. Você encontra as tais influências facilmente, seja nas letras, nos riffs ou na mixagem, que é bem crua e suja, por sinal. E essas influencias colidem diretamente com alguns projetos principais de Max, como o Cavalera Conspiracy, o antigo Sepultura e, de um modo positivo, se afasta do Soulfly e Killer Be Killed.


O ataque sonoro de Truckload Full Of Bodies abre o álbum mostrando um som rápido, agressivo e com uma pegada Death Metal. Toxic Freedom começa com um riff Punk, mais diretão, a voz de Igor ganha mais destaque aqui e encaixa muito bem no estilo proposto. A ponte tem um riff que acelera a faixa de forma esmagadora.


ICE Cage é direta e conta com riffs mais harmônicos. Ainda assim, bastante consistente, com alguns blast beats aparecendo na faixa. Isolated/Desolated ainda aparece com riffs mais variados em mid-tempo, mudanças de ritmo deixam a faixa bem diferente, transitando entre o Death e o Doom em certos momentos.

 
Um Death/Thrash esmaga a audição em Prophet’s Prey, com riffs no estilo clássico de Max, um destaque para Zach Coleman, que simplesmente detona o seu kit. Provavelmente é a faixa onde a proposta da banda fica mais clara. Em Punisher, temos mais mudanças de ritmo e um certo Groove, até porque o baixo aparece bastante na faixa.


A interessante El Cuco começa cadenciada, pesadíssima, mas ao decorrer se transforma em um Death Metal e finaliza com um Doom arrastado. G.A.A.D. tem um Groove bem bacana que predomina o andamento da faixa, as guitarras apresentam um riff mais cadenciado e sem palhetadas frenéticas, lembra bastante o Death Metal feito pelo Obituary. Worth Less Than Piss é um baita Crossover com muita influencia do Punk/Hardcore oitentista.


(In The) Slaughterline começa sombria e se transforma em uma faixa com um refrão bom demais. Ainda tem uma mudança de andamento com um riff que lembra bastante o Sepultura do Chaos A.D., tenha uma atenção a mais com ela. Roadkill encerra o álbum em grande forma, com um Death Metal direto que começa mais lento e vai acelerando até ficar frenético com palhetadas rápidas e blast beats na sua ponte, aí já com um pegada Thrash bastante Old School.


O velho Max Cavalera mostra que ainda está em grande forma, fazendo o que sabe de melhor, com um novo parceiro, Igor, que claramente deu um gás na performance com a divisão dos vocais com o pai. Coleman tocou com o coração no álbum, deixou uma assinatura consistente com seu estilo mais cru e direto, com muita influencia do Punk. A mixagem ainda deixa um charme, lembrando bastante os álbuns mais precários do final dos anos 80, mas com uma qualidade melhor, obviamente. E essa é a grande diversão do álbum, um tom nostálgico mesclado com temas bastante atuais, influenciados musicalmente pelos estilos mais clássicos da música extrema, com aqueles riffs com a assinatura Cavalera. Ouça sem dó!rodiemetlcom

terça-feira, 11 de maio de 2021

Edu Falaschi - Vera Cruz - 2021 - Download

 

Gênero: Power Metal

1 – Burden
3 – Sea Of Uncertainties
4 – Skies In Your Eyes
5 – Frol De La Mar
6 – Crosses
8 – Fire With Fire
9 – Mirror Of Delusion
10 – Bonfire Of The Vanities
11 – Face Of The Storm – feat. Max Cavalera
12 – Rainha do Luar – feat. Elba Ramalho
13 - Skies In Your Eyes (Bonus Track)
14 - Bonfire of The Valentines (Demo) (Bonus Track)

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Três longos anos após o lançamento do seu primeiro EP em carreira solo, "The Glory Of The Sacred Truth", o vocalista EDU FALASCHI regressa aos holofotes do cenário mundial, com a disponibilização do ambicioso álbum "Vera Cruz". Com um retorno ao direcionamento musical dos seus tempos de Symbols e Angra, principalmente no quesito de técnica vocal e composição, o cara não se furtou de utilizar um verdadeiro arsenal de referências, que vão desde a MPB, passando pelo Power/Prog Metal e, inovando, ao modernizar toda essa salada com inserções de ritmos étnicos, temas celtas e até orientais (árabes).


Sim, o "Vera Cruz" é um álbum extremamente complexo e riquíssimo, porém, ao mesmo tempo, é extremamente palatável. Afinal de contas, estamos aqui falando de um dos maiores compositores da história do Metal brasileiro, que já nos presenteou com clássicas como "Heroes of Sand", "Nova Era", Angels And Demons" e "Spread Your Fire", apenas para citar algumas. Partido desta premissa, não esperem a reinvenção da roda, até porque a proposta aqui visivelmente não é essa, principalmente pela celebração dos seus 30 anos de carreira. A mensagem que esse disco me transmitiu, enxergando ele por completo, é a de continuidade de um trabalho que ele ajudou a desenvolver no início dos anos 2.000, e que foi interrompido por questões que não precisam ser apontadas ou aprofundadas neste texto.


Então, caro leitor, se você busca um material que enaltece o estilo que o EDU FALASCHI ajudou a criar e desenvolver nos seus tempos de Symbols, Angra e Almah, principalmente, você está no lugar certo. Caso contrário, se você procura ideias fora da caixinha, invencionices e a eterna e utópica busca por algo original em pleno 2021, recomendo outros trabalhos.


Antes de entrarmos na parte musical da obra, propriamente dita, vale ressaltar o massivo trabalho de marketing encabeçado pela gravadora MS Metal Records e pela equipe da Agência Artística, talvez algo inédito no país. São notícias relevantes todas as semanas que antecederam o lançamento do disco, disponibilização de uma web série online, lives, trailer contendo o início da estória, promoções envolvendo fãs nos grupos do artista e, principalmente, o acabamento luxuoso dos produtos físicos, e para falar deles, vamos precisar de um novo parágrafo.


O "Vera Cruz" já nasce com toda a pompa de clássico, e isso já começa a ficar claro com o extremo carinho e dedicação aos seus produtos físicos. A versão regular do álbum é um belíssimo livro de vinte páginas, totalmente em português, com capa dura envernizada, o CD completo e um DVD exclusivo para o mercado brasileiro. Confesso que tive acesso ao produto e tive pena de deslacrar, tamanha é a qualidade dele. Mas não para por aí, com a finalização da produção deste, a gravadora anunciou um digipack que contém luva com letras em prateado, oito painéis, vinte páginas de encarte contabilizando cinco lâminas, uma faixa adicional para o público brasileiro, e um pop-up que é inédito em produções nacionais. Acredite, eu nunca vi algo assim lançado em terras brasileiras, para um artista brasileiro. É de se levantar da cadeira e aplaudir de pé!


Eis que é chegado o momento principal desta análise e, para facilitar a leitura e seu entendimento, vou organizar minhas ideias abaixo dentro de um formato "faixa a faixa", para que nada seja esquecido ou escanteado. Sendo assim, me acompanhem na sequência...


BURDEN - Eis aqui uma bela e teatral faixa de abertura, que já apresenta o trabalho do primeiro convidado especial na obra, Pablo Greg. O cara foi responsável por todas as orquestrações do disco, e nesta em específico tem sua assinatura registrada com louvor. "Burden" foi lançada como primeiro single, dentro de um novo formato (mais um ponto pro pessoal do marketing), como Graphic Trailer no YouTube. Quem não conferiu, confira, pois o resultado ficou belíssimo e nos faz mergulhar de cabeça na narrativa do álbum. Já imagino os shows da próxima tour com a "Burden" rolando nos PAs, e o vídeo sendo exibido em um telão de LED. Será uma experiência de fato emocionante! Essa introdução nos faz pensar que estamos dentro de um filme! É muito emocionante!


THE ANCESTRY - Essa é de fato a primeira música do álbum, e que certamente abrirá os shows da próxima turnê. Aqui EDU FALASCHI e ROBERTO BARROS assinam juntos, e já demonstram logo de cara o que o ouvinte encontrará pela frente: Power Metal, com requintes de virtuose, melodias marcantes e inserções de elementos extraídos do Progressivo. "The Ancestry" exigiu, certamente, 101% de todos os músicos da banda. Ela é rápida, ao mesmo tempo que, muito variada em sua estrutura. É bem provável que o Edu a usou pra passar um recado muito claro, de que voltou à velha forma, usando e abusando de tons altíssimos usando voz de peito como fazia no tempos de Symbols por exemplo! Sempre com muita qualidade, soando encorpado o tempo todo. "The Ancestry" é um verdadeiro soco no estômago, e para os que gostam de comparações, imaginem uma "Spread Your Fire" mais violenta, técnica e melodiosa!


SEA OF UNCERTAINTIES - A "Sea Of Uncertainties" vem na sequência mantendo o ouvinte conectado com a narrativa. Ela tem mais elementos progressivos, contendo muitas mudanças de andamento e um refrão muito marcante. Destaque para o trabalho coeso da cozinha formada por RAPHAEL DAFRAS e AQUILES PRIESTER. Ela soa mais moderna, principalmente se compararmos com a sua antecessora, porém carrega consigo muitos elementos do estilo de composição que o Edu empregou nas suas fases de Angra e Almah, dos álbuns "Temple of Shadows" e "Fragile Equality", respectivamente. O segredo desta, e que a torna atrativa, é justamente a miscelânea do Power/Prog raiz com texturas mais vanguarda.


SKIES IN YOUR EYES - É sabido por todos que acompanham a carreira do EDU FALASCHI, que ele domina a arte de compor baladas, sejam elas mais emocionais ou românticas. Exemplos não faltam, e poderíamos citar "Bleeding Heart", "Heroes of Sand", "Wishing Well", "Breathe" e muitas outras. "Skies In Your Eyes" é, provavelmente, uma das melhores neste formato que esse cara já escreveu. Ela é mais emocional e fica em algum lugar entre "Bleeding Heart" e "Wishing Well". Nela encontramos diversos elementos de música celta, o que acabou enriquecendo mais ainda o resultado final obtivo. Canção linda, que pode vir a ser um novo sucesso do Edu, e que, como ocorreu com "Bleeding Heart" no passado, pode vir a romper as barreiras do segmento.


FROL DE LA MAR – Mais uma faixa assinada pelo Pablo Greg e que serve como prelúdio para "Crosses", que vem na sequência. Mais um trabalho incrível, e que torna a audição do álbum com a leitura do livro simultaneamente, meio que obrigatória. Foi neste momento que me senti mais conectado com a estória, e me importando de fato com alguns personagens. Incrível um trabalho fonográfico conseguir isso! A impressão que tive, é que eles conseguiram musicar um filme ou uma peça de teatro.


CROSSES - "Crosses" é um Power Metal old school e é uma das que mais me remeteu ao passado do Edu com o Angra. Bumbos duplos em profusão, temas e dobras de guitarra bem melodiosos, refrão marcante, inserções de elementos da música brasileira e o vocalista conduzindo tudo isso com personalidade, alternando tons mais altos e graves em toda a duração da faixa. Espero que ela ganhe espaço nos shows, assim como "Winds Of Destination" e "Running Alone" ganharam nas últimas turnês solo do cara.


LAND AHOY - Mais uma composição assinada por EDU FALASCHI e ROBERTO BARROS. Neste momento a experiência com a audição vai lá pra cima. "Land Ahoy" é uma música étnica, com duração de quase dez minutos, e que traz diversos elementos em sua estrutura. Acredito que esse tenha sido o melhor desempenho do Edu em muitos anos como cantor. Da pra sentir sua emoção nessa gravação!


A emoção que senti ouvindo o seu refrão, foi meio que similar quando ouvi "Heroes of Sand" pela primeira vez. Porém entenda, "Heroes of Sand" não conversa em nada com "Land Ahoy", mas o sentimento é tão forte quanto. Nesta constatamos ainda um solo incrível de Roberto ao violão, algo que pode levar facilmente os fãs às lágrimas, e a participação mais que especial do pianista Tiago Mineiro. Sem medo de errar, "Land Ahoy"é uma das composições mais emblemáticas da carreira de EDU FALASCHI, englobando aí tudo que ele fez de mais relevante no Symbols, Angra e Almah. Incrível! Ouso dizer que essa música é a "Bohemian Rhapsody" do Edu.


FIRE WITH FIRE - "Fire With Fire" é mais voltada para o progressivo, "Mid tempo" e ganha uma conotação interessante com algumas inserções de música árabe, que torna o resultado inusitado, e eleva o fator da imprevisibilidade artística vários níveis acima. Orquestrações são mais acentuadas aqui, e um refrão bem grudento gera no ouvinte (pelo menos comigo foi assim), um sorriso de orelha a orelha. Ela tem certamente uma influência da música clássica do período romântico iniciada por Beethoven!


MIRROR OF DELUSION - A minha preferida dentre todas. Power Metal na pegada do Angra, com um dos refrães mais bem compostos pelo EDU FALASCHI em sua carreira. Quando eu estava ouvindo o álbum, e essa música terminou, me peguei voltando ela três vezes, antes de seguir para a próxima. Obrigatória nos shows! É meio que improvável um cara ser fã da fase do Edu no Angra e não gostar dessa música. Vale ressaltar o qualidade técnica dos violōes executados pelo Edu nessa música! Aliás, fora do solo da Land Ahoy, Edu Falaschi gravou todos os violões do álbum!


BONFIRE OF THE VANITIES - Segunda balada do álbum e é a faixa de menor duração do disco. Essa aqui é peça chave e introduz o terceiro ato da narrativa, e que ainda contou com um solo de Tito Falaschi e a participação do violoncelista Federico Puppi. A interpretação do Edu me remeteu MUITO aos seus melhores momentos no Angra. É tão evidente isso que se você fechar os olhos e imaginar aquele cara de vinte anos atrás, vai ficar boquiaberto. O que fica em "Bonfire of the Vanities" são as mensagens do total resgate e da continuidade da carreira de Falaschi, iniciada na primeira metade dos anos 2.000.


FACE OF THE STORM - Épica! Não tem outro adjetivo que se aplique melhor em "Face Of The Storm". Só o Metal mesmo para unir três monstros sagrados em uma composição: MAX CAVALERA, EDU FALASCHI e AQUILES PRIESTER. É aqui onde a magia de fato acontece. Elementos do Thrash Metal se fundem ao Power Metal com um dueto que conversa o tempo todo, de forma natural e, por incrível que possa parecer, se complementam. Nela, que também tem a assinatura de ROBERTO BARROS, podemos conferir o melhor solo do cara em todo o material. Enfim, quem é fã do Sepultura da época dos irmãos Cavalera, vai se sentir homenageado com essa composição. Parabéns aos envolvidos, e espero que esse encontro também aconteça nos palcos.


RAINHA DO LUAR – "Rainha do Luar" é endereçada para os nordestinos, com direito até a melodias de sanfona do músico Rafael Meninão e as participações do violoncelista Federico Puppi e do pianista Tiago Mineiro. Nela temos também a presença mais que especial de Elba Ramalho, e como canta essa mulher! Voz forte e emocional, trazendo assim um grau de dramaticidade elevadíssimo para a canção. Se você, querido leitor do Whiplash, conseguiu não se emocionar até aqui (o que eu acho bem difícil), a sua hora de se render ao álbum é essa! Grand Finale simplesmente apoteótico! Emocionante ao extremo, mesmo!!!!!!! E meus amigos, durante o disco todo eu parecia estar ouvindo o Edu Falaschi de 20 anos atrás! Maravilhoso esse rejuvenescimento!


"Vera Cruz" foi produzido por EDU FALASCHI e ROBERTO BARROS, co-produzido por Thiago Bianchi e contou com a mixagem e masterização do renomado Dennis Ward, que já assinou trabalhos como "Temple of Shadows" e "Rebirth" do Angra. Então, por tudo que já foi mencionado, acredito que estamos diante de um trabalho que elevou uns três sarrafos acima, o que o Edu e os seus ex-companheiros de Angra conseguiram no início dos anos 2.000, quando lançaram o "Temple Of Shadows", por exemplo.


Este é um disco que merece alcançar o maior número de pessoas que curtem boa música, mas não se enganem! "Vera Cruz" é um material muito detalhado e rico. Recomendo várias audições, para que mais e mais camadas sejam gradativamente percebidas e, se possível, que seja apreciado com o livro em mãos, acompanhando a narrativa! Clássico!


NOTA DO REDATOR: O digibook do álbum "Vera Cruz" conta com um DVD exclusivo para o mercado brasileiro, que traz os depoimentos de todos os envolvidos no projeto. Além dos músicos, participações especiais, gravadora, equipe de produção, marketing, estão presentes. O material contém pouco mais de uma hora e deve ser assistido após uma primeira audição, por conter diversos spoilers.

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Killer Be Killed - Reluctant Hero - 2020 - Download

 

Gênero: Thrash Metal, Groove Metal

03. Left of Center
05. Filthy Vagabond
06. From a Crowded Wound
07. The Great Purge
08. Comfort from Nothing
09. Animus
10. Dead Limbs
11. Reluctant Hero

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quinta-feira, 28 de maio de 2020

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Soulfly - Ritual - 2018 - Download


Gênero: Groove Metal, Thrash Metal

01 - Ritual
03 - The Summoning
04 - Evil Empowered
06 - Demonized
07 - Blood On The Street
08 - Bite The Bullet
09 - Feedback!
10 - Soulfly XI

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terça-feira, 26 de maio de 2020

Metal Allegiance - Volume II - Power Drunk Majesty - 2018 - Download


Gênero: Thrash Metal, Groove Metal 

01 The Accuser
02 Bound by Silence
03 Mother of Sin
04 Terminal Illusion
05 King with a Paper Crown
07 Liars & Thieves
08 Impulse Control
09 Power Drunk Majesty (Part I)
10 Power Drunk Majesty (Part II)

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Soulfly - Live At Dynamo Open Air 1998 - 2018 - Download


Gênero: Thrash Metal, Groove Metal

1. Eye For Eye
2. No Hope = No Fear
3. Spit
4. Bleed
5. Beneath The Remains / Dead Embryonic Cells
6. Tribe
7. Bumba
8. Quilombo
9. Prejudice
10. Roots Bloody Roots
11. Attitude
12. The Song Remains Insane
13. First Commandment

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segunda-feira, 25 de maio de 2020

Cavalera Conspiracy - Psychosis - 2017 - Download


Gênero: Thrash Metal , Groove Metal 

1. Insane
2. Terror Tactics
3. Impalement Execution
5. Crom
6. Hellfire
7. Judas Pariah
8. Psychosis
9. Excruciating

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domingo, 24 de maio de 2020

Soulfly - Archangel - 2015 - Download


Gênero: Groove Metal, Death Metal

01. We Sold Our Souls To Metal
04. Ishtar Rising
05. Live Life Hard!
06. Shamash
07. Bethlehem's Blood
08. Titans
09. Deceiver
10. Mother Of Dragons

Bonus Track:
11. You Suffer (Napalm Death Cover)
12. Acosador Nocturno
13. Soulfly X

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sábado, 23 de maio de 2020

Cavalera Conspiracy - Pandemonium - 2014 - Download


Gênero: Thrash Metal, Groove Metal

02. Banzai Kamakazi
03. Scum
04. I, Barbarian
05. Cramunh?o
06. Apex Predator
07. Insurrection
08. Not Losing the Edge
09. Father of Hate
10. The Crucible
11. Deus Ex Machine (Bonus Track)
12. Porra (Bonus Track)

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