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domingo, 4 de maio de 2025

Angra - Rebirth (20th Anniversary Edition) 2025 - Downloaad

 

Gênero: Progressive Metal, Power Metal

01 - In Excelsis
02 - Nova Era
03 - Millennium Sun
04 - Acid Rain
05 - Heroes Of Sand
06 - Unholy Wars
08 - Judgement Day
09 - Running Alone
10 - Visions Prelude
Bonus Track:
11 Running Alone (Demo)
12 Acid Rain (Demo)
13 Rebirth (Demo)
14 Unholy Wars (Demo)

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Angra - Temple Of Shadows (20th Anniversary Edition) - 2024 - Download

 

Gênero: Power Metal, Progressive Metal

1. Deus Le Volt!
2. Spread Your Fire
3. Angels and Demons
4. Waiting Silence
5. Wishing Well
6. The Temple of Hate
7. The Shadow Hunter
8. No Pain for the Dead
9. Winds of Destination
10. Sprouts of Time
11. Morning Star
12. Late Redemption
13. Gate XIII
14. Spread Your Fire (Pre-production version)
15. Late Redemption (Pre-production version)

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terça-feira, 29 de outubro de 2024

Angra - Acoustic - Live At Ópera De Arame - 2024 (live) - Download

 

Gênero: Power Metal, Progressive Metal


CD-1
01. Nova Era
02. Make Believe
03. Storm Of Emotions
04. Gentle Change
05. Bottom Of My Soul
06. Holy Land 07. No Pain For The Dead
08. Here In The Now
09. Reaching Horizons

CD-2
01. Silence And Distance
02. Tears Of Blood
03. Rebirth
04. Bleeding Heart
05. Late Redemption
06. Carry On

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O Angra acaba de liberar seu tão aguardado álbum acústico Acoustic – Live at Ópera de Arame, gravado em Curitiba, em 2023. O projeto, que conta com 15 faixas cobrindo toda a discografia da banda, já está disponível em todas as plataformas de streaming e nas principais lojas do Brasil, com versões físicas em box de CD duplo, DVD e vinil em edição limitada. Esse show intimista trouxe uma nova perspectiva para os maiores sucessos da banda.


Apesar da ausência da icônica versão de Wuthering Heights no álbum físico e digital por questões de direitos, o Angra compensou os fãs com um videoclipe exclusivo da faixa no YouTube e nas redes sociais. A performance da música, cantada pela lendária Amanda Somerville, emocionou o público ao lado de Fabio Lione, trazendo uma energia inesquecível para esse momento.


O show contou com participações especiais de peso, como Toni Garrido em Late Redemption e Vanessa Moreno em No Pain for the Dead. A atmosfera acústica foi elevada pelo piano de Davi Jardim, a percussão de Guga Machado e uma orquestra completa, provando que mesmo sem a marca registrada dos solos e baterias explosivas, o som do Angra continua grandioso.


Com o sucesso estrondoso dessa experiência desplugada, o Angra embarcou em uma série de shows acústicos em 2024, passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e até uma performance histórica no Chile. Além disso, a banda se prepara para uma turnê comemorativa dos 20 anos de Temple of Shadows.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

Angra - Discografia



Gênero: Power Metal, Progressive Metal, Melodic Metal


Angels Cry (1991-1994) 

A banda Angra foi formada por Rafael Bittencourt e Andre Matos com a proposta de fundir a agressividade do heavy metal, os ritmos étnicos brasileiros e a sofisticação da música erudita. O nome significa "deusa do fogo e da beleza" na mitologia tupiniquim, além de significar uma pequena enseada ou baía usada como porto natural (como em Angra dos Reis). Além disso, também foi escolhido por se parecer com o adjetivo angry, que, em inglês, significa "raivoso".

Na época, Andre Matos foi quem trouxe os contatos com o empresário Antônio Pirani, então proprietário da revista Rock Brigade e do selo Rock Brigade Records, por volta de 1991 no auge do estilo power metal. Rafael, que estava retornando dos Estados Unidos, resolveu montar uma super banda com músicos conhecidos na Faculdade Santa Marcelina como o vocalista Andre Matos. Os músicos André Linhares (guitarra), Luis Mariutti (baixo), e Marco Antunes (bateria) completaram a banda, mas após algum tempo André Linhares deixou a banda e André Hernandes o substituiu. Pouco depois, Kiko Loureiro assumiu o lugar de André Hernandes. A ideia era aproveitar a onda do power metal (ou metal melódico como o gênero ficou conhecido no Brasil) que estava bastante popular na Europa, Japão e no Brasil graças a nomes como Helloween e Gamma Ray.

O quinteto ensaiou praticamente por um ano para lançar sua primeira demo tape, intitulada Reaching Horizons em 1992. Ainda desconhecidos do grande público, o Angra assinou com a JVC e viajou para a Alemanha para gravar seu primeiro álbum de estúdio. Antes das gravações iniciarem, Marco Antunes deixa o grupo, ficando a cargo de Alex Holzwarth tocar a bateria no disco.

O primeiro show da banda foi dia 17 de Abril de 1993 no Black Jack em São Paulo. O tecladista foi Fábio Ribeiro, que fez alguns shows e depois saiu para trabalhar na Korg. Entrou então Leck Filho.


No fim de 1993 foi lançado o disco de estreia, Angels Cry, que contava com a participação de Kai Hansen, Dirk Schlachter, Thomas Nack (Gamma Ray) e Sascha Paeth (Heavens Gate). O álbum apresentava uma mistura de heavy metal e música clássica, sonoridade que marcou o estilo da banda. Após o lançamento a banda ganhou fama no Japão, onde Angels Cry chegou à terceira posição na parada internacional, tendo vendido 106 mil cópias, ganhando seu primeiro Disco de Ouro. Leitores de revistas japonesas e sul-americanas elegeram o Angra "Melhor Banda Nova" de 1993, sendo que, na Rock Brigade, o grupo (e Angels Cry) venceu diversas categorias da votação dos leitores: "Melhor Álbum", "Melhor Vocalista", "Melhor Capa", "Melhor Tecladista" e "Melhor Música" (Carry On). O videoclipe de "Time" foi executado muitas vezes em emissoras de TV do Brasil e do Japão, enquanto que o de "Carry On" foi indicado para o MTV Video Music Awards.
O sucesso continuou no verão de 1994, quando Angels Cry foi lançado na Europa, pela Dream Circle/Polydor (Europa) e pela CNR Music/Arcade (França). No mesmo ano, André Matos participou da remixagem de três músicas – Evil Warning, Carry On e Angels Cry – para inclusão num EP chamado Evil Warning, lançado somente no Japão, com uma edição limitada de 13 mil cópias que vinha com uma camiseta. Nesse meio tempo, a banda levou a cabo uma extensa turnê, já apresentando o novo baterista Ricardo Confessori, substituto de Marco Antunes.

Ainda em 1994 a banda foi convidada para a inauguração da versão brasileira do festival Monsters of Rock, dividindo palco com o KISS, Black Sabbath e Slayer, tocando para mais de 50 mil pessoas presentes além da cobertura televisiva ao vivo. Com as imagens desse show é feito o clipe da música Carry On.

Após o festival, a banda embarcou numa turnê no Brasil: a Angels Cry Tour, que incluiu um show patrocinado pela 97 FM, que levou 10 mil pessoas ao Aramaçã, e duas apresentações lotadas no Aeroanta, em março. O fim da turnê ocorreu em 13 de maio de 1995, quando a banda foi à Europa para uma série de shows, que compreendiam 11 datas em cinco países, incluindo dois festivais ao ar livre. O tecladista em toda a turnê foi Leck Filho.

No período entre o término dos shows e o início das gravações do segundo álbum, o guitarrista Kiko Loureiro e o baixista Luís Mariutti foram chamados a criar vídeo-aulas para as séries Guitar Rock e Rock Bass, respectivamente.

Holy Land (1995-1997)

O Angra iniciou as gravações de seu novo álbum em 1995. Holy Land, lançado em Março de 1996, sucedido por shows em diversos países europeus, como Itália, França e Grécia.

De acordo com uma entrevista que o André deu à revista alemã Heavy, Oder Was, eles levaram 8 meses para gravar o novo álbum porque ele teve um problema sério nas cordas vocais após a turnê pela Europa. Ele teve que parar as gravações no verão de 1995 (na Europa) e retornar ao Brasil para tratamento médico. Então, ele voltou à Alemanha e gravou a sua parte novamente. Entre outros boatos sobre este álbum, um deles foi o de que o André foi mixar "Holy Land" no exterior sem o resto da banda e que eles não ficaram muito satisfeitos com o resultado final por ter muito teclado e pouca guitarra. Quem responde é o próprio André: "Não é verdade, pois o resto da banda estava lá no fim da mixagem e eles puderam opinar sobre algumas coisas. Além do que, o resultado final os deixou de boca aberta! Eu também acho que poderia ter pintado mais guitarra. É lógico, sem contar as partes de solo. Também acho que o som de guitarra poderia ter ficado melhor, mais pesado".
"Holy Land" foi concebido no sítio do baterista Ricardo Confessori, na cidade de Tapiraí, interior de São Paulo, onde o grupo se isolou durante quatro meses para compor e arranjar as dez músicas do CD. Os ensaios foram feitos durante os intervalos de uma turnê da banda na Alemanha, em junho de 1995. As gravações e mixagens tiveram início no final de junho e foram concluídas em três meses, também na Alemanha. Kiko define "Holy Land" como um álbum conceitual, em que todas as músicas tem um elo de ligação entre si: "Nós usamos como tema a época das grandes navegações, tanto que a capa do disco é um mapa antigo, dos tempos do descobrimento. Nós falamos da mistura de raças no Brasil, colocamos elementos típicos do país nas letras. Também fazemos um paralelo entre aquela época, quando um novo mundo estava sendo desbravado, com os tempos atuais, de grandes mudanças, de aldeia global".

Em dezembro de 96 é lançado o EP Freedom Call, que contém além da faixa titulo, as músicas Reaching Horizons, Queen of the Night, Painkiller (Judas Priest), e mais algumas músicas com versões alternativas. A produção foi de Charlie Bauerfeind e Sascha Paeth.

Assim como o primeiro disco, Holy Land recebeu Disco de Ouro no Japão pelas mais de 100 mil cópias vendidas no país. No início do ano seguinte, a banda faria sua primeira turnê em território japonês. Em 1996 o Angra abriu um show para o AC/DC no Brasil. Como consequência de tantos shows bem sucedidos, foi lançado em 1997 o EP Holy Live, com quatro faixas ao vivo gravadas em Paris. A banda teve o videoclipe da canção "Make Believe" indicado para o MTV Video Music Awards de 1997, acabando como um dos mais votados. O tecladista da turnê foi ainda Leck Filho.

Fireworks (1998-1999)

O ano de 1998 marcou o início de mais uma produção do Angra. Com Chris Tsangarides (que, entre outros, produziu Painkiller do Judas Priest) na produção, a banda antecipou seu próximo álbum com o single de três canções "Lisbon", lançado em julho daquele ano. O álbum, intitulado Fireworks foi lançado em setembro do mesmo ano, mostrando a banda menos voltada para os ritmos brasileiros e mais dedicada ao heavy metal. Durante a turnê do álbum, os problemas de relacionamento com o empresário Antônio Pirani se agravaram, resultando em conflitos internos.

A turnê começou no segundo semestre de 98 na França, o Stratavarius fez a tour junto com o Angra. Destaque para a participação do vocalista Bruce Dickinson em um dos shows na França.

Em 99, o tecladista da turnê foi Fabrizio Di Sarno, que fez os todos os shows da tour europeia, como o Dynamo Open Aire o Gods of Metal. Nestes festivais o Angra dividiu os palcos com bandas como Metallica, Motorhead, Manowar, Stratovarius, Gamma Ray, entre outras.

Depois Fábio Ribeiro retornou à banda após cinco anos e fez o restante de todos os shows. O último show de Andre Matos, Ricardo Confessori e Luis Mariutti foi dia 23 de outubro de 1999 no Credicard Hall em São Paulo.

Rebirth (2000-2002)

Após diversos desentendimentos com Pirani, Andre Matos, Ricardo Confessorie Luis Mariutti saíram da banda em agosto de 2000 e em março de 2001, uma nova formação era anunciada com Aquiles Priester (bateria), Edu Falaschi (vocal) e Felipe Andreoli (baixo). Edu Falaschi era líder da banda Symbols. Felipe Andreoli, por sua vez, era baixista do grupo Karma, e ainda faz parte desta formação. Já Aquiles Priester, fundador do grupo Hangar, que sugeriu para Kiko e Rafael convidarem o tecladista Fábio Laguna (Hangar) para tocar nos shows.

Assim, o Angra voltou às atividades no ano de 2001 com o lançamento mundial do disco Rebirth no mês de outubro. O nome do álbum, que significa renascimento em português, remete à nova fase vivida pela banda a partir do primeiro semestre daquele ano e foi gravado no Brasil e na Alemanha pelo produtor Dennis Ward.
O quinteto ingressou num processo de divulgação do disco, realizando em várias capitais brasileiras e na América do Sul, culminando com um show na casa Via Funchal, na cidade de São Paulo, em 15 de dezembro. Em menos de dois meses, Rebirth já havia atingido o número de 100 mil cópias vendidas em todo o mundo.

O primeiro show da banda com a nova formação aconteceu dia 2 de novembro de 2001 no Canadura em Maringá no Paraná.

Em janeiro a banda voltou ao estúdio, novamente sob o comando de Dennis Ward, para gravar o EP Hunters and Prey e a canção "Kashmir" para um tributo ao Led Zeppelin. O álbum trazia algumas faixas novas, além de versões acústicas das canções "Rebirth" e "Heroes of Sand". Logo após as gravações, a banda ainda participou de um show ao ar livre em comemoração ao aniversário da cidade de São Paulo, no dia 25 de janeiro, realizado no Center Norte, contando com um público de cerca de 12 mil pessoas.
Depois de participar de inúmeros programas de rádio e de TV (incluindo uma aparição no Altas Horas, da Rede Globo, e Musikaos, da TV Cultura), o Angra finalizou a edição do primeiro vídeo clipe do disco Rebirth. A canção escolhida foi a faixa título, e tem como base as imagens gravadas no show acima citado, realizado em São Paulo.

Em março do mesmo ano a banda embarcou para mais uma turnê pela Europa. Foram 18 apresentações em sete países: Itália, Alemanha, França, Espanha, Holanda, Bélgica e Suíça, sempre contando com o Silent Force como banda de abertura.

De volta ao Brasil, no início de abril foi retomada a turnê sul-americana, com três shows no interior de São Paulo que totalizaram público de cerca de 25 mil pessoas. Em paralelo, novos produtos com a marca Angra chegaram ao mercado. Um deles é o songbook de Rebirth, com as partiturase tablaturas para guitarra de todas as canções do disco. O livro, de 116 páginas, traz ainda um glossário explicando as principais figuras utilizadas nas tablaturas, facilitando sua utilização por músicos ainda pouco familiarizados com essa simbologia. Também foi lançada, em edição limitada produzida pelo fã-clube do Angra, uma fita VHS com cerca de 80 minutos de duração trazendo o show que a banda realizou no Rio de Janeiro e cenas extraídas dos arquivos pessoais dos músicos da banda.

Hunters And Prey e primeiro DVD (2002-2003)

Em maio foi lançado o EP Hunters and Prey, que, a exemplo de Rebirth, tem arte de capa assinada pela artista plástica portuguesa Isabel de Amorim. O disco conta com oito canções e mais uma faixa interativa, com o clipe da canção "Rebirth". Dentre as canções, encontram-se novas composições, versões acústicas, um cover para a canção "Mama", do Genesis, e uma versão da canção "Hunters and Prey" com letra em português, que recebeu o título "Caça e Caçador".

Antes de embarcar para mais uma empreitada internacional, a banda gravou uma versão heavy metal e um clipe da canção "Pra Frente Brasil". O vídeo foi exibido pelo canal esportivo SporTV durante a Copa do Mundo de 2002 e continua sendo veiculado no canal Multishow.

Em junho a banda esteve mais uma vez no Japão, onde fez cinco apresentações nas cidades de Nagoia, Tóquio, Osaka e Hiroshima, entre os dias 19 e 24. No dia 14, o Angra foi a primeira banda de heavy metal sul-americana a se apresentar em Taiwan, em um show na cidade de Taipé.

Várias rádios, como 89 FM e Brasil 2000 (São Paulo), FM 98 (Belo Horizonte), Cidade (Rio de Janeiro) e Cidade e Transamérica (Recife), incluíram canções do quinteto em sua programação. Também na TV o grupo teve ampla exposição, como nos programas Zapping Zone (Disney Channel, do qual participou duas vezes), Pirata Urbano (AllTV, no qual o bateu recorde de audiência do programa e ganhou uma reprise na semana seguinte), Programa do Jô (Rede Globo) e uma nova participação no Altas Horas(Rede Globo).
No segundo semestre, o Angra participou com destaque em dois dos principais festivais de verão europeus. O grupo tocou no dia 27 de julho no Rock Machine, na Espanha, e no dia 2 de agosto no tradicional Wacken Open Airna Alemanha. Na volta, a banda prosseguiu em sua maratona de shows, se apresentando em diversas cidades brasileiras e visitando outros países sul-americanos como Equador e Colômbia. Em novembro se apresentaram pela primeira vez nos Estados Unidos e no Canadá.

Com um show para cerca de 7 mil pessoas no Credicard Hall em dezembro de 2002, o grupo promoveu o lançamento do CD e DVD Rebirth World Tour: Live in São Paulo, encerrando a turnê mundial, que totalizou mais de 100 shows realizados no Brasil, América Latina, América do Norte, Europa e Ásia.

Temple Of Shadows (2004-2005)

Em 2004 foi lançado Temple of Shadows, um álbum conceitual que narra a saga de um cavaleiro das Cruzadas conhecido como "The Shadow Hunter", e que se passa no final do século XI. O encarte conta com a arte assinada novamente por Isabel de Amorim, e possui formatação de livro, narrando a história por trás das letras. Antes de cada letra de canção há pelo menos um parágrafo explicando a situação ou os fatos que se passam em cada canção. Dennis Ward foi novamente chamado para gravar, produzir e mixar este álbum.

Mais uma vez, houve elementos da canção brasileira no som da banda. Há, inclusive, uma faixa com partes cantadas em português, na voz do cantor Milton Nascimento. Além dele, outros convidados especiais participaram do projeto incluem os vocalistas Kai Hansen (Gamma Ray e ex-Helloween), Hansi Kürsch (Blind Guardian), Sabine Edelsbacher (Edenbridge); o percussionista Douglas Las Casas, a pianista Sílvia Goes, um quarteto de cordas para as partes orquestradas e o violoncelista Yaniel Matos.
Logo após o lançamento do álbum a banda iniciou uma turnê nomeada Temple of Shadows World Tour, e passou por seis continentes: América do Sul, América Central, América do Norte, Europa, Ásia e Oceania.

A vendagem total do álbum ultrapassou as 200 mil cópias e garantiu mais de 50 prêmios para a banda. No ano de 2005, dezenas de shows foram feitos pelo mundo (acrescentados aos do ano anterior, que fizeram com que a Temple of Shadows Tour tivesse mais de 100 concertos realizados), inclusive com a abertura do Nightwish no Japão. O tecladista da turnê foi Fábio Laguna.

Destaque para o show de comemoração aos 14 anos da banda, realizado no Via Funchal em São Paulo no dia 5 de novembro de 2005, o show teve 3 horas de duração, foram tocadas mais de 20 músicas e o álbum Temple of Shadowsfoi executado na íntegra.

 Aurora Consurgens (2007-2008)

Em novembro de 2006, após meses de espera, é lançado o álbum Aurora Consurgens, caracterizado por ser uma comemoração dos 15 anos da banda e possuir elementos de todos os seus discos anteriormente lançados. Baseado no livro homônimo, o álbum possui mais uma vez a capa feita pela portuguesa Isabel de Amorim e aborda uma temática mais voltada aos distúrbios mentais e psicológicos. Fabrizio Di Sarno gravou os teclados.

Além da baixa repercussão do Aurora Consurgens, brigas internas e discussões com o empresário Toninho Pirani levaram novamente o Angra às manchetes dos principais órgãos de imprensa do Metal Para piorar a situação, Pirani também se envolveu em diversos problemas (inclusive legais), que culminaram na reformulação total da revista Rock Brigade, com redução drástica na tiragem e troca de diversos colaboradores "das antigas", que também participavam diretamente de atividades envolvendo o Angra.

Com sérios problemas financeiros e brigas internas, o Angra encarava a mesma crise vivida na época de Andre Matos, Luis Mariutti e Ricardo Confessori. Na época, chegou-se a especular a troca do empresariamento da banda, encerrando uma parceria de 15 anos entre o Angra e Toninho Pirani, detentor dos direitos do nome da banda. Porém, o que se confirmou foi a saída do baterista Aquiles Priester, após declarações bastante polêmicas ao longo de 2007 e 2008.

Aqua (2010-2011)

Em entrevistas, Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro afirmaram que o Angra estaria de volta entre abril e maio de 2009, com uma turnê para marcar o recomeço das atividades da banda. Kiko, inclusive, chegou a anunciar a gravação de um novo álbum, que seria lançado em 2010, tendo agora, Monika Cavalera como empresária.

Em 2009 o site da banda, em construção, estampava como título do site a frase "Bring the sunrise again"(traduzido do inglês como "Traga o nascer do sol novamente"), um verso da canção "Nova Era", o que indicava um possível retorno. No dia 12 de março de 2009, o site do Angra retornou ao ar, com as frases Look Who's Back (Olhe quem está de volta, em português) e Back to Life ("de volta à vida", também um verso de "Nova Era"). A formação da banda trouxe o retorno do baterista Ricardo Confessori, que fez parte do Angra entre 1993 e 2000, quando criou o Shaman. Confessori retomaria o posto que foi ocupado por Aquiles Priester, que atualmente se dedica integralmente ao Hangar.

Em 12 de março de 2009, o site da banda passou a informar que o Angra faria uma turnê conjunta com a banda Sepultura, a Angra & Sepultura Tour. A turnê passaria pelo Brasil no mês de maio pelas cidades de Maceió, Recife, Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Ourinhos, Rio de Janeiro, Vitória e Governador Valadares.

Em 2010, a banda gravou no estúdio Norcal Studios, em São Paulo o álbum intitulado Aqua, que foi baseado na peça A Tempestade de William Shakespeare. O álbum foi lançado no dia 11 de agosto de 2010 no Japão via JVC/Victor, e 22 de agosto no Brasil de forma independente. Fabrizio Di Sarno gravou alguns teclados.
Logo após o lançamento a banda fez uma turnê mundial intitulada Aqua World Tour que passou por 4 continentes (América do Sul, América do Norte, Europa, Ásia), e encerrou no dia 16 de julho de 2011 em São Paulo.

Em 19 de abril de 2011 os integrantes Kiko Loureiro e Felipe Andreoli (músico) acusaram o grupo Parangolé de plágio em um riff da canção "Nova Era". Os integrantes da banda discutiram via Twitter com o vocalista da banda, Léo Santana. Em retaliação, usuários do microblog colocaram a tag #Parangolixo nos Trending Topics Brasileiro. A assessoria da banda Parangolé informou a um site que as Editoras que cuidam das músicas dos grupos envolvidos estão conversando para resolver o impasse. Já a assessoria da banda que acusou o plágio, informou que irá se reunir com os integrantes para ver quais providências irão tomar sobre o assunto. Semanas depois, o guitarrista da banda baiana reconheceu ter usado o riff de autoria de Kiko, alegando ter extraído de uma videoaula do Kiko Loureiro, e pediu desculpas por não fazer menção como música incidental e o assunto foi encerrado.

No dia 25 de setembro de 2011 o Angra participou do Rock in Rio IV (Dia Metal), ao lado da cantora finlandesa Tarja Turunen (ex-Nightwish), comemorando os 20 anos da banda. A banda preparou um repertório especial para o evento, tocando "The Phantom of The Opera" (cover de Nightwish, originalmente de Andrew Lloyd Webber) e depois de 15 anos "Wuthering Heights" (cover de Kate Bush), canção presente no álbum de estreia Angels Crye era tocada apenas na fase com Andre Matos nos vocais.

Angels Cry 20th Anniversary Tour (2012-2014)

Em 24 de maio de 2012, o vocalista Edu Falaschi publicou uma nota anunciando sua saída do Angra. O último show de Edu com o Angra foi no Rock in Rio 2011. Em setembro/outubro de 2012 a banda que lançou sua primeira coletânea, intitulada Best Reached Horizons contém os sucessos das duas épocas da banda. A coletânea foi lançada apenas na Europa e Japão.

A banda foi confirmada como atração no cruzeiro 70,000 Tons of Metal, que aconteceu em janeiro de 2013. O vocalista Fabio Lione (Rhapsody of Fire, Vision Divine) foi o vocalista do Angra no evento.

No mesmo ano, o Angra iniciou uma turnê pelo Brasil e América Latina celebrando os 20 anos de lançamento do álbum Angels Cry, o primeiro álbum da história da banda. Fabio Lione continuou com a banda por toda a turnê, ainda como vocalista convidado. Essa excursão resultou no lançamento de um DVD, gravado no HSBC Brasil, em São Paulo, no dia 25 de agosto de 2013, e lançado no dia 1º de novembro do mesmo ano. O DVD, intitulado "Angels Cry 20th Anniversary Tour", é o segundo lançado pela banda em sua carreira, e conta com diversas participações especiais, como Tarja Turunen, Uli Jon Roth (ex-Scorpions), Família Lima, entre outros.

No dia 4 de novembro de 2013 o Angra confirmou através de sua página em uma rede social que o vocalista Fabio Lione gravaria o oitavo álbum de estúdio da banda.

Em 5 de maio de 2014, a assessoria de imprensa da banda anuncia a saída do baterista Ricardo Confessori, sob a alegação de se aventurar por outros projetos. Ele permaneceu com a banda até o término da Angels Cry: 20th Anniversary Tour. Em seu lugar, passa a integrar a banda o jovem Bruno Valverde, que já havia tocado anteriormente com Kiko Loureiro e Felipe Andreoli no projeto solo do guitarrista. 

Secret Garden (2014-2017)

Em junho de 2014, o guitarrista Kiko Loureiro comentou sobre o novo álbum, dizendo: "As mudanças musicais sempre acontecem porque nós mudamos como pessoas também. Então não apenas as mudanças de formação, então você pode esperar algumas mudanças, é claro, com o Fabio, uma voz diferente. Nós tentamos buscar novos caminhos para fazer música, então com certeza vocês ouvirão uma coisa nova e diferente, mas o núcleo e a essência do Angra estarão sempre lá de qualquer forma."

Em novembro de 2014, a banda postou uma imagem no Facebook revelando o nome do seu oitavo álbum, Secret Garden. O álbum foi produzido e gravado na Suécia por Jens Bogren (que já trabalhou com bandas como Kreator, Arch Enemy, Opeth e Dragonforce), com pré-produção de Roy Z (Judas Priest, Bruce Dickinson, Halford) e foi lançado em 17 de dezembro no Japão e em 16 de janeiro no Brasil e na Europa. O álbum contou com diversas participações especiais, dentre elas a cantora holandesa Simone Simons (Epica) e a alemã Doro Pesch, além de alguns vocais cantados por Rafael Bittencourt. A arte da capa ficou por conta do artista Rodrigo Bastos Didier. Em entrevista, Bittencourt afirmou que Secret Garden é o melhor álbum da banda desde o bem sucedido Temple of Shadows.

Ainda em novembro, a banda postou em seu canal oficial do YouTube o seu primeiro novo single, intitulado "Newborn Me". Junto com a música, a banda revelou que seu oitavo álbum de estúdio será mais um trabalho conceitual, cuja história traz à tona a questão: "Pode uma coisa que não existe para os olhos, ou que não é percebida pelos sentidos, ser considerada inexistente?".

Em dezembro de 2014 a banda divulga seu primeiro videoclipe do novo álbum Secret Garden, produzido para a faixa "Storm of Emotions". Em março de 2015 é divulgado oficialmente o segundo videoclipe, o da música "Final Light".
Durante o festival Rock in Rio de 2015, a banda anunciou que Marcelo Barbosa (Almah) substituirá Kiko Loureiro durante as próximas turnês, quando este não puder tocar com o Angra, em virtude da ida de Kiko para o Megadeth. O show ainda contou com a participação da cantora alemã Doro Pesch, e também do vocalista da banda Twisted Sister, Dee Snider.

Omni (2017-atualmente)

Em março de 2017, foi anunciado que a banda havia iniciado o processo de composição de um novo álbum, cuja previsão de lançamento é para o começo de 2018. Em agosto, revelaram o título do disco (ØMNI) e que ele contará uma história que conecta todas as histórias contadas em todos os discos anteriores do Angra. Em 21 de Julho de 2018 foi realizado o show de gravação do DVD em São Paulo com participação da cantora Sandy nas músicas Black Widow's Web e Heroes of Sand.

Em 2020 a banda soltou um comunicado dizendo que não lançaria mais seu tão aguardado DVD, devido a insatisfação da banda com o resultado final das gravações. Dessa forma, em 2021 a banda resolveu disponibilizar um vídeo por semana em seu canal no YouTube, do show em questão, laçando assim, em sua loja virtual, uma versão limitada em DVD e CD do ØMNI Live, gravado no Tropical Butantã.


Membros da banda:

Atuais


Rafael Bittencourt – guitarra, teclado e vocais (1991-presente)
Kiko Loureiro – guitarra, teclado (1992-presente; em hiato desde 2015)
Felipe Andreoli – baixo, teclado (2001-presente)
Fabio Lione – vocais (2013-presente)
Bruno Valverde – bateria, percussão (2014-presente)
Marcelo Barbosa
 – guitarra (2015-presente)

Membros de apoio

Dedé Reis
 – percussão (ao vivo)
Bruno Sá
 – teclado (2016-presente)
Fábio Laguna
 – teclado (2001–2007)
Fábio Ribeiro
 – teclado (1999)
Leck Filho
 – teclado (1994-1998)
Fabrizio Di Sarno
 – teclado (1999)
Daniel Santos
 – teclado (2009-2010)

Ex-membros

Ricardo Confessori – bateria, percussão (1993–1999; 2009-2014)
Edu Falaschi – vocais, violão (2000–2012)
Aquiles Priester – bateria, percussão (2001–2007)
Andre Matos – vocais, teclado, piano (1991–1999)
Luis Mariutti – baixo e violão (1991–1999)

Fábio Ribeiro – teclado (1992-1993)
Marco Antunes – bateria, percussão (1991–1993)

Andre Hernandes – guitarra (1992)
Andre Linhares – guitarra (1991–1992)

Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 6 de novembro de 2023

Angra - Cycles Of Pain - 2023 - Download

 

Gênero: Power Metal, Progressive Metal

1. Cyclus Doloris
3. Dead Man On Display
6. Vida Seca
9. Faithless Sanctuary
11. Generation Warriors
12. Tears Of Blood
Bonus Track:
13. Tears Of Blood (Speed Version)
14. Here In The Now (Vanessa Moreno Version)

Link 01 (MP3)
Link 02 (FLAC)

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Um disco novo do Angra é sempre um evento dentro do metal nacional e sempre estamos preparados para ouvir de tudo e mais um pouco nas reações de seus ouvintes. A última empreitada do grupo foi “Omni”, de um já distante 2018 e que de lá para cá muita coisa aconteceu no Angraverso, desde a prematura morte de Andre Matos a uma recente (e temporária) saída de Kiko Loureiro do Megadeth, entre outros demais fatos polêmicos e algumas “farpinhas” aqui e acolá, pois não seria o Angraverso sem elas.


Mas indo ao cerne deste texto, finalmente temos “Cycles of Pain”, o décimo disco da carreira do Angra e que foi avidamente aguardado por seus fiéis seguidores, fosse para lançar alguma hashtag ácida ou, elogiar o que encontramos ali. Podemos dizer que para ambos os lados existem brechas no novo álbum que chega no início do próximo mês pela Atomic Fire Records.


Em entrevista, Rafael Bittencourt disse que o registro seria uma autoreferência e passaria por toda a carreira do Angra, o que ele não mentiu. Há de tudo um pouco no caldeirão novo e a mistura é acertada e cada ingrediente é colocado na pitada correta.


Indo as músicas, como de praxe, há uma abertura rápida com “Cyclus Doloris”, tipicamente “Angraniana” e que dá espaço a já conhecida do público “Ride Into the Storm”, faixa veloz, de riffs cavalgados e um Fabio Lione imponente em um de seus melhores registros vocais na banda. O refrão é grandioso e marcante, cheio de drama e acertado. “Dead Man on Display”, tem um começo soturno e soa densa, cadenciada e logo cai em algo mais ágil com um Bruno Valverde preciso e bruto na bateria. A faixa desfila peso e precisão. A quebradeira na metade é caótica e mostra uma sincronia incrível de Bruno e Felipe Andreoli. E claro que ao se tratar do Angra, uma balada não poderia ficar de fora e com isso chegamos a “Tide of Changes”, dividia em duas partes, a primeira mais calma fazendo a vez de melódica, e a parte dois mais certeira, que inclusive traz claras referências a “Holy Land”, especificamente a música “Carolina IV”. Mais uma faixa de refrão marcante e carregado de força, também já conhecida do público. Na sequência chegamos a um dos mais belos momentos do disco. “Vida Seca” traz a presença de Lenine fazendo a abertura do vocal cantado em português em linhas maravilhosas e hipnóticas, cantando a vida do brasileiro que luta no seu dia a dia e logo um riff traz o lado metal e a passagem para Lione assumir as vozes acontece numa dinâmica incrível. Sem dúvidas uma das mais belas e imponentes músicas do disco. As melodias das guitarras de Marcelo Barbosa e Bittencourt são um espetáculo a parte e a cozinha uma das maiores dessa formação. Seguindo, abertura cinematográfica de “Gods of the World” abre espaço de uma música poderosa, que poderia facilmente figurar em um disco do Blind Guardian. A faixa título finalmente dá as caras, quase na reta final do registro, mas não é nada menos do que uma das melhores faixas título já feitas pelo Angra. As nuances de baixo são espetaculares e mais espetacular ainda é a dinâmica fluída dos versos para o refrão e depois, ao solo, que é grandioso e um dos mais bonitos que a banda já colocou em um disco seu. A ponte é de arrepiar e imagino o impacto que terá nos próximos shows. “Faithless Sanctuary” traz ritmos “abrasileirados” e uma quebradeira insana e agressiva que preenche a audição de forma impactante, sendo obrigatória ser tocada nos shows, pois isso aqui ao vivo vai fazer estrago! Os riffs de Rafael e Marcelo são gigantes e a cozinha é uma bomba marcada para explodir! Lione soa como um monstro aqui, com sua voz explodindo no teto e eis aqui mais uma fortíssima candidata a melhor do álbum. Não vou falar do solo, simplesmente, OUÇAM! “Here in the Now” é um momento mais calmo e brando e após a surra de porradaria anterior, passa de forma mais morna. “Generation Warriors” é o momento alegria dos fãs de power metal raiz e irá tirar sorrisos dos ardorosos do gênero. Há ainda uma parte mais prog em sua metade que irá dar um belo nó na cabeça do ouvinte. Quem encerra o registro é a enigmática “Tears of Blood” que divide os vocais de Lione com a cantora Amanda Somerville, e traz ainda Juliana D’Agostini no piano. A música é gigante e traz Fabio usando sua voz “operistica” em um épico triunfante para fechar o disco de forma arrepiante em todos os sentidos que a palavra possa descrever.


O Angra faz valer a espera e entrega um dos seus maiores trabalhos em toda a sua história e certamente o melhor da atual formação. E dessa vez a tag ácida pode vir da própria banda, que mostra porque ainda é uma das maiores potências do heavy metal brasileiro, com uma obra regida com maestria, peso, dinâmica e respeitando cada capítulo de sua trajetória.

quarta-feira, 23 de agosto de 2023

Angra - Angra Ilumina Sonasterio - 2023 (EP) - Download

 

Gênero: Power Metal, Progressive metal

1.Rebirth
2.Judgement Day
3. Millennium Sun
4.Upper Levels
5. Black Widow's Web
6. Nothing to Say

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

Angra - Aqua (2020 Remix) - 2022 - Download

 

Gênero: Power Metal, Progressive metal

01 - Viderunt Te Aquae
02 - Arising Thunder
03 - Awake From Darkness
05 - The Rage Of The Waters
06 - Spirit Of The Air
07 - Hollow
08 - A Monster In Her Eyes
09 - Weakness Of A Man
10 - Ashes

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quarta-feira, 30 de março de 2022

Angra - ØMNI Live - 2021 - Download


Gênero: Power Metal, Progressive Metal

CD 1:
1. Newborn Me
2. Running Alone
3. Light of Transcendence
4. Travelers of Time
5. Black Widow’s Web (feat. Sandy)
6. Insania
7. The Bottom of My Soul
8. War Horns
9. Caveman

CD 2:
1. Magic Mirror (feat. Família Lima)
2. Always More (feat. Família Lima)
3. Omni – Silence Inside
4. Upper Levels
5. Carolina IV
6. Rebirth

Bonus Track:
7. Angels And Demons
8. Heroes Of Sand (Feat. Sandy)
9. Spread Your Fire
10. Nova Era (Feat. Família Lima)

Link 01 (MP3)
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Link 03 (DVD)
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quarta-feira, 28 de abril de 2021

Angra - On The Backs Of Angels (Compilation) - 2018 - Download


Gênero: Progressive Power Metal

Disc 1
01 - Evil Warning ('94 Version)
02 - Angels Cry ('94 Version)
03 - Carry On ('94 Version)
04 - Wuthering Heights (Edit)
05 - Freedom Call
06 - Queen Of The Night (Remixed Version)
07 - Reaching Horizons
08 - Stand Away (Orchestral Version)
09 - Painkiller (Judas Priest cover)
10 - Deep Blue (Edit Version)
11 - Make Believe (Acoustic Version)
12 - Angels Cry (Demo Version)

Disc 2
01 - Angels Cry (Acoustic Live Version)
02 - Chega De Saudade (Acoustic Live Version)
03 - Never Understand (Acoustic Live Version)
04 - Live And Learn
05 - Hunters And Prey
06 - Eyes Of Christ
07 - Rebirth (Acoustic Edit Version)
08 - Heroes Of Sand (Acoustic Version)
09 - Mama
10 - Caça E Caçador (Hunters And Prey Portuguese Version)

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Angra - ØMNI - 2018 - Download


Gênero: Progressive Metal, Power Metal 

01 - Light Of Transcendence
02 - Travelers Of Time
03 - Black Widow's Web
04 - Insania
05 - The Bottom Of My Soul
06 - War Horns
07 - Caveman
08 - Magic Mirror
09 - Always More
10 - ØMNI - Silence Inside
11 - ØMNI - Infinite Nothing
12 - Z.I.T.Ø. (2018 Version) [Bonus Track]

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Mega (MP3) | Yandex.Disk (FLAC)

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O Angra passou por maus bocados em determinado período de sua carreira. Houve o lançamento morno de um disco em 2010, alguns embates dentro da formação respectiva e pra decretar o que poderia ser de fato o fim da banda, um show embaraçoso no Rock in Rio. Nesse momento realmente a banda passou a se questionar se ainda deveria se manter em atividades, mas com a perseverança de Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt, as coisas começaram a ter um respiro e assim recrutaram Fabio Lione para o posto de vocalista, que até então seria contratado temporário por ali e saíram em alguns shows pelos Brasil. Vendo que dali podia sair algo, um novo álbum surgiu, chegava em 2014 “Secret Garden“, que era um recomeço para a banda, um novo respiro, agora além do vocalista, tínhamos também um novato na bateria, era a chegada de Bruno Valverde ao banco que havia sido (de novo) de Ricardo Confessori até então.


A formação se consolidou até certo ponto, quando Kiko Loureiro recebeu um convite impossível de se recusar, do próprio Dave Mustaine para integrar o Megadeth. Com isso Rafael via novamente o então último parceiro da formação original ir embora, mas não se abalando com isso, recrutou Marcelo Barbosa (ex-Almah e Khallice) para o posto e daí tivemos o que de novo afirmou o Angra como a grande banda que é, tivemos em 2018 o nascimento de “Ømni“, uma das obras mais completas da banda e que aliado a técnica imbatível que foi acumulada nesses anos de estrada, nos traz um pouco daquilo que tinha de melhor em tempos áureos, a sua identidade brasileira que antes havia sido deixada um pouco de lado em troca de uma sonoridade mais comum do gênero.


Abrindo o trabalho, está “Light of Transcendence” que é um belo power metal executado nos seus mais ricos detalhes e de forma mágica. É rápida, cheia de força e agora mostra um Lione mais a vontade em frente a banda, mostrando o que sabe fazer e que sua escolha foi bastante certeira ali sendo um substituto que já deveria ter aparecido em outro momento (inclusive já sendo sondado por Bittencourt na primeira mudança de formação da banda). O prodígio Valverde empenha seu papel muito bem nas baquetas, criando trabalhos muito bem marcados em pratos e conduções e sem cansar as pernas nos bumbos duplos que permeiam a música em todos os momentos. Há um grande refrão na melhor forma do estilo e que contagia à todos os ouvintes. É um belo começo que desde “Nothing to Say” não me empolgava dessa forma.


Já seguindo pra um ritmo mais “abrasileirado”, “Travelers of Time” começa cheia de quebradas, algumas percussões em seu caminho e logo cai em um heavy tradicional e outro refrão muito bem conduzido. Aqui o baixo de Felipe Andreolli aparece com bastante presença, e sua segunda metade é bastante agressiva cheia de riffs com fúria e velocidade, aliada aos toque de corais clássicos que sempre estiveram presentes nas obras do Angra. Destaque para a ponte cantada por Rafael, que vem desempenhando essa função há algum tempo já e o faz muito bem. E claro que há de se falar da potência vocal de Fabio que abusa de agudos que soam tão naturais quanto respirar.


A faixa seguinte trouxe uma leve polêmica antes de seu lançamento, pois a convidada da vez para um participação era ninguém menos que a cantora Sandy, da dupla Sandy & Junior. Muitos torceram a cara para o convite antes mesmo de saber do que se tratava, porém, há de se falar que a moça é dona de uma belíssima voz independente de qualquer coisa e sua passagem aqui não é menos que um belo resultado. A cantora entoa os primeiros versos de “Black Window’s Web“, que nos remete à algo do Cradle of Filth em seu primeiro momento, mas logo um ritmo quebrado surge aliada à voz de Lione que abre as portas para a segunda convidada, Alissa White-Gluz do Arch Enemy é quem surge com sua potente voz gutural e torna ainda maior a faixa. O ritmo aqui é mesclado com muito peso, velocidade e esbanja melodia com as trocas dos vocais cada um na sua linha, flertando entre heavy, o gótico, algo do doom e uma pitada do sinfônico. É um grande destaque do disco e difere bastante do que o Angra já fez por aí e mostra que ainda tem cartas na manga para surpreender os fãs. Vale ainda ressaltar aqui o grande destaque da bateria de Bruno e o belo solo da canção.


“Insania” é daquelas músicas cheia de efeitos que o Angra sempre cria. Já começa dramática, e cai num momento mais calmo para um ponte mais agitada e um grande refrão que é entoado à plenos pulmões por Fabio. E destaque para a levada do baixo de Andreoli que pulsa notas a todo momento. Destaque para seu solo todo quebrado trazendo a veia prog que acompanha a banda há bons anos já. Faixa que pega bem fácil e de fato é maravilhosa, seu final é apoteótico.


Ah as baladas do Angra!Claro que elas não podiam ficar de fora, e a primeira que dá as caras neste trabalho é “The Bottom of My Soul” que em seus primeiros momentos nos faz recordar de “Make Believe” e que coisa maravilhosa isso. Quem dá voz a canção é Bittencourt e nesses momentos o cara brilha, pois sua voz tem o timbre necessário para entoar essas canções. Que refrão maravilhoso é esse, e a ponte é carregada e cheia de sentimentos, vontade de cantar junto a todo momento. Faixa divina e muito rica em todos os sentidos.


Claro que Kikinho daria as caras não é?! E ele chega com os dois pés na porta e destrói tudo com “War Horns” que parece uma debandada de cavalos à milhão. A faixa tem cara de Megadeth e mostra o Angra flertando de novo com outros estilos e criando um belo momento. O solo é magnifico e o menino Valverde brilha novamente, suas quebradas nos tiram de órbita e quanto peso aparece nessa parte. O bate cabeça aqui é certeiro.


“Caveman” é intricada em seu começo e traz algo mais tribal como o nome sugere, com vozes entoando um canto de selva bastante estranho mas que casa perfeito com a proposta ali e a banda se aproximando com o seu lado mais brasileiro de novo. Apesar de uma primeira metade repetitiva, em sua segunda metade ela se mostra uma faixa bem construída e cheia de detalhes e com andamento muito bem executado cheio de dinâmica. Tem um bom refrão, faz papel do momento experimental do disco.


Mesclando melodia e peso, “Magic Mirror” é uma semi balada agora entoada por Lione que mostra controle total de sua voz em passagens mais brandas e outras realmente agressivas como no refrão. Que bela ponte quebrada temos ali, a melodia é espetacular e enche os ouvidos do apreciador até explodir no ponto chave. A passagem de piano é muito bem encaixada para abrir porta para o momento prog novamente e nos lembrando algo do Symphony X. Muito bom o resultado final.


“Always More” é outra balada mas diferente da outra deste trabalho, não alcança de fato os seus resultados esperados. Longe de ser ruim, é muito bonita em seus momentos e tem um bom refrão, porém acaba por ficar no meio do caminho e meio apagada. É o momento mais fraco do disco todo.


Próximo a seu final, “Silence Inside” é uma síntese de tudo que o Angra é, ali há a música brasileira, o heavy metal, o prog e toda a melodia característica que a bada tem em seu currículo aparecem em sua melhor forma. O melhor está pro final, pois é uma longa faixa de quase 9 minutos que passeia por vários momentos sem nunca deixar o ânimo cair e cheio de muita qualidade. Quem canta os primeiros versos é Rafael e o faz muito bem, a voz do rapaz se encaixa perfeitamente nos versos e explode num refrão pesado e cheio de harmonia que Fabio entoa e o faz com graça. É impossível ouvir só um momento da música e a cada ouvida se nota um detalhe que a torna ainda melhor e maior. Ali todos os músicos esbanjam seu melhor e tudo se junta de forma maravilhosa num gran finale magnífico.


Encerrando o disco, há o momento instrumental com “Infinite Nothing” que parece ter saído direta de um final de jogo de RPG da Square.


Em seu resumo, o trabalho é o que Angra precisava há muitos e muitos anos desde suas truculentas trocas de formação e momentos de incerteza. Este álbum coloca a banda de volta aos holofotes seja com a crítica ou seu público e de forma correta e merecida dessa vez, e nos mostra que o nome é maior do que um ou outro integrante e que ele ressurgirá quantas vezes for necessário, se renovando e surpreendendo, saindo da zona de conforto de um gênero e nos brindando com obras únicas e de extrema qualidade como “Holy Land” em outro momento e agora Ømni, que nos mostra o porque de ser uma das, se não a maior banda do Metal Nacional. Ansioso com o que pode vir pela frente.

Angra - Live At AudioArena Originals - 2017 - Download


Gênero: Progressive Power Metal

01 - Newborn Me
02 - Final Light
03 - Waiting Silence
04 - Rebirth

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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Angra - Aqua - Remastered [Fan Made Freitas] - 2017 - Download


Gênero: Power Metal, Progressive Metal

01 - Viderunt Te Aquae
02 - Arising Thunder
03 - Awake From Darkness
04 - Lease Of Life
05 - The Rage Of The Waters
06 - Spirit Of The Air
07 - Hollow
08 - A Monster In Her Eyes
09 - Weakness Of A Man
10 - Ashes
11 - Lease Of Life (Remixed Version)

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domingo, 7 de janeiro de 2018

Angra - Holy Land 20th Year Anniversary (Bootleg) - 2016 - Download


Gênero: Progressive Power Metal

CD 1
01 - Newborn Me
02 - Wings Of Reality
03 - Wainting Silence
04 - Nothing To Say
05 - Silence And Distance
06 - Tribal Jam / Carolina IV
07 - Holy Land
08 - The Shaman
09 - Make Believe
10 - Z.I.T.O.

CD 2
01 - Deep Blue
02 - Final Light
03 - Time
04 - Storms Of Emotions
05 - Lullaby For Lucifer (Acoustic)
06 - Silent Call (Acoustic)
07 - Drum Solo
08 - Rebirth
09 - Angels And Demons
10 - Nova Era
11 - You Really Got Me

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sábado, 6 de janeiro de 2018

Angra - Secret Garden World Tour - Live In Tokyo - 2015 (Bootleg) - Download


Gênero: Progressive Metal, Power Metal

01 Newborn Me
02 Lisbon
03 Perfect Symmetry
04 Drum Solo
05 Reaching Horizons
06 Waiting Silence
07 Carry On
08 Nova Era

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Angra - Live At Kiss Club FM - 2015 (Bootleg) - Download


Gênero: Power Metal, Progressive Metal
 

01 [ABERTURA] Entrevista com Bruno Sutter
02 Newborn Me
03 Final Light
04 [BREAK] ENTREVISTA
05 Lisbon
06 Storm Of Emotions
07 [BREAK] ENTREVISTA
08 Nothing To Say
09 Waiting Silence
10 [BREAK] ENTREVISTA
11 Rebirth
12 Nova Era
13 [ENCERRAMENTO] ENTREVISTA

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