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segunda-feira, 27 de abril de 2026

Meteora - O Antes E O Depois - 2005 - Download

 

Gênero: Alternative Metal

1 O Antes E O Depois
2 Noites Sem Ninguém
3 Tá Pra Nascer
4 O Espelho
5 Perto Demais
6 Tão Próximo Do Céu
7 Meu Segredo
8 A Chuva
9 Não Vou Deixar
10 Um Dia Sempre Vem
11 Janela
12 Pra Depois

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domingo, 25 de janeiro de 2026

Tokyo Drive - Burn Out Season - 2025 - Download

 

Gênero: Alternative Metal

2. Steal My Thunder
3. Reason
4. All I've Got (Have It All)
5. Those Days Are Over
6. You Will Know
7. Empty Spaces
8. Sweet Delusion

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Audiomack | AppleMusic | Spotify | Deezer | YouTube



A banda Tokyo Drive está pronta para dar um passo marcante em sua trajetória com o lançamento de “Burnout Season”, seu aguardado álbum de estreia, que chega nesta sexta-feira (30) a todos os aplicativos de música via Marã Música. Com oito faixas que transbordam energia, emoção e versatilidade, o disco nasce de um longo processo de amadurecimento artístico e pessoal dos integrantes, consolidando o som potente e autêntico da banda porto-alegrense, que em 2022 já havia mostrado sua força ao abrir o show do Guns n' Roses na capital gaúcha.


Gravado entre os estúdios Dry House e Black Stork, e produzido por Renato Osorio, “Burnout Season” mergulha nas camadas mais densas e também mais resilientes da experiência humana. “O disco fala de tudo um pouco: relacionamentos quebrados, inveja, cansaço, desilusão, mas também de amor, crescimento e superação”, conta a banda. “Poderíamos dizer que é um disco sobre sentimentos humanos, e o título vem dessa exaustão generalizada que se impõe na nossa rotina e na sociedade.” Com uma sonoridade que transita entre o rock alternativo, nuances de metal e baladas cruas como Sweet Delusion, a banda mantém sua identidade plural, fugindo de rótulos e desafiando expectativas. “Nosso foco foi fazer cada faixa como se fosse um single, com refrãos marcantes, daqueles que são feitos para serem cantados em uníssono nos shows.”


O álbum começou a ser composto ainda em 2020, em plena pandemia, após o fim traumático de uma banda anterior. O isolamento, as emoções à flor da pele e o desejo de recomeçar se transformaram em combustível criativo. “Começamos a compor sem pretensão, só pra colocar os sentimentos pra fora. Aos poucos, as músicas foram ganhando forma, e a própria narrativa do álbum se construiu sozinha”, explicam. O resultado é um disco direto, forte e acessível, pensado para causar impacto e deixar aquele famoso “gostinho de quero mais”. Composto por Marcelo Peters Melo (guitarras e vocais), Murilo Bittencourt (guitarras), Leonardo Melo (baixo e vocais) e Chantós Mariani (bateria e piano), o Tokyo Drive conta ainda com teclados de Vinícius Möller na faixa Sweet Delusion, masterização de Benhur Lima e capa assinada por Gabriel Costa Ijuí.


“Burnout Season” chega com a força de quem sabe o que quer: “Estamos muito orgulhosos do nosso debut. Apesar de ser o primeiro disco do Tokyo Drive, todos nós temos estrada com outras bandas, e trouxemos toda essa bagagem para criar o melhor trabalho que já fizemos”, finalizam.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Silver - Turn Around - 2025 (EP) - Download

 

Gênero: Alternative Metal
2. What Is Right
5. Sun over Hills

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Silver, projeto criado pelo guitarrista Felipe Machado (Viper) e o vocalista Rodrigo Cerveira, lançou o EP de estreia Turn Around. A proposta da dupla é apresentar um rock contemporâneo que dialoga com a tradição do rock dos anos 1990. As composições e arranjos carregam um frescor moderno, sem deixar de lado o peso característico do gênero. Turn Around é um lançamento Wikimetal Music.


Produzido por Val Santos, o trabalho traz cinco músicas autorais, que soam como se tivessem aberto um portal para a época áurea do rock, de onde vêm suas principais influências. Como soaria o grunge em 2025? Provavelmente como o Silver. Um riff zeppeliniano dá o tom na faixa-título, que navega entre a energia pesada da banda de Page, Plant, Jones e Bonham, e a sonoridade dos novos tempos. Em What is Right, o destaque é a versatilidade de Cerveira no microfone, com o timbre bem equilibrado entre a potência e a pegada intimista.


Como todo bom “disco dos anos 90”, não podia faltar a power ballad: Love is Rage tem uma bela introdução de piano até que a guitarra, baixo e bateria se juntam à melodia para criar um dos melhores momentos do EP. A canção conta com a participação especial de Giovanna Cerveira, cuja voz forte e delicada brilha como prata – com o perdão do trocadilho em relação ao nome do projeto. Na reta final, Hard Times e Sun Over Hills surgem com riffs extraídos de uma Sunset Strip imaginária que conecta Los Angeles e São Paulo, assim como tem acontecido nos diversos renascimentos do movimento roqueiro, ao longo das últimas décadas.


A música vive de ondas. Das ruas surgem as maiores, que acabam dominando a cena. Foi assim com o rock nos anos 60, o punk nos 70, o pop e o hip hop nos anos seguintes. O rock voltou com força nos anos 90, mas, desde então, parecia ter perdido espaço para os beats eletrônicos e os MCs. É por isso que o primeiro EP do SILVER é uma ótima notícia. Ele nos faz lembrar, com felicidade, que Rock é Rock Mesmo, como dizia a tradução do filme do Led Zeppelin, The Song Remains the Same.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

In Domine - Vivens En Mortis - 2025 (EP) - Download

 

Gênero: Alternative Metal

01 - Vivens En Mortis
02 - No Mercy
03 - The Call Of The Wolves

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Em seu primeiro EP, “Vivens En Mortis”, o In Domine reforça a tese de que nunca se tem uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão. E o quinteto aproveita essa oportunidade com propriedade: Davi Chaim (vocal), Dennis Romera e Fernando Gebram (guitarras), Octavio Loverso (baixo) e Ricardo Damas (bateria) constroem uma identidade própria logo na estreia ao mesclar metal clássico com elementos épicos e modernos. O resultado são faixas enérgicas, adornadas por um lirismo denso, reflexivo e poderoso — provando que agressividade, peso e melodia podem, sim, caminhar juntos.


Com letras poéticas, intensas e repletas de narrativas reflexivas, o In Domine explora uma ampla diversidade de temas com notável profundidade lírica. Algumas composições dialogam diretamente com questões contemporâneas, enquanto outras buscam inspiração em  livros, filmes e obras de ficção. Suas músicas conduzem o ouvinte por sentimentos, percepções e comportamentos que moldam a sociedade atual, refletindo sobre conflitos emocionais e a dualidade inerente à natureza humana.Prateleiras


Com produção e mixagem primorosas a cargo de Windi Ribeiro, o EP de três faixas, já disponível nas plataformas digitais, transmite significados e conceitos bem definidos, sustentados por um instrumental excepcional e vocais emocionantes, repletos de ambiências e camadas que conduzem a uma audição carregada de complexidade e profundidade. A sonoridade da banda combina riffs pesados e criativos, solos afiados e bem elaborados, vocais primorosos que transitam entre o melódico e o agressivo e refrões marcantes e cheios de classe — tudo isso preservando a essência do Heavy Metal, mas com uma abordagem moderna e direta.


A faixa-título, “Vivens En Mortis”, funciona como o eixo conceitual do EP. A música narra a história de um serial killer enterrado vivo e levado ao colapso emocional, revivendo seus crimes enquanto a tensão psicológica se intensifica. Destaca-se pela ambientação instrumental envolvente e pela interpretação vocal carregada de tensão dramática, cuja construção atmosférica sustenta a narrativa sombria do início ao fim. Aqui, o In Domine sintetiza sua proposta artística ao unir peso, melodia e intensidade conceitual em uma composição densa e impactante.Colunas portáteis


“No Mercy” representa o lado mais direto e agressivo do trabalho. A faixa aborda como a revolta é capaz de criar sua própria noção de justiça, apostando em uma abordagem frontal, com dedilhados precisos, andamento incisivo e um refrão visceral que reforça a intensidade da composição. Cumpre papel essencial ao equilibrar o caráter conceitual do EP com impacto imediato, evidenciando a segurança da banda em dinâmicas mais objetivas sem perder identidade.


Já “The Call Of The Wolves” amplia o espectro emocional do EP ao conduzir o ouvinte para um território épico, simbólico e grandioso. Dramática e sombria, a música utiliza metáforas para tratar de desafios, lutas internas e sacrifícios enfrentados em silêncio. Intensa e agressiva, cresce progressivamente até alcançar um refrão forte, que empurra a narrativa para um clima épico e envolvente, encerrando o trabalho com peso, dramaticidade e senso de grandeza.


Na estrada desde 2022, o promissor quinteto de Jundiaí/SP entrega um EP de estreia intenso, maduro e sólido, ao mesmo tempo em que já se encontra em processo de gravação de seu primeiro  álbum. Fica a expectativa para que a banda mantenha sua ambição artística e que este lançamento represente apenas o início de uma longa e frutífera trajetória deste novo nome do metal nacional.

Hungrs - Simbiose - 2025 - Download

 

Gênero: Alternative Metal

1. [soslaio]
2. Live Again
3. The Seeker
4. Somebody Says
5. Far From Home
6. Entwined
7. Born and Raised
8. Shades of Sorrow
9. Guilt From Yesteryear
10. Worldless
11. Mono No Aware
12. Simbiose

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Pode ser que, nas últimas semanas, você tenha sido impactado(a) por um lançamento em específico que chamou a atenção, sobretudo pela curiosa narrativa do projeto Hungrs, unindo não só duas gerações, mas também pai e filho. Arte da capa: Abidin Katipoğlu (Turquia)
Formado por Marcos (44) e Lucca (16), o projeto, que teve início no segundo semestre de 2024, é, em partes, a continuação de um antigo sonho com um novo propósito. Isso porque, segundo Marcos, em sua juventude, ele já havia tido bandas e sonhava em trilhar um caminho na música, mas, assim como para uma grande parcela de pessoas, a vida e suas demandas vão desenhando outros espaços, que muitas vezes colocam esse desejo na prateleira.


O tempo, assim como a vida, trouxe a Marcos uma nova perspectiva através de Lucca, uma forma de se ver reconectando a esse universo, inicialmente naquela expectativa e desejo de poder compartilhar com o filho os mesmos gostos, como a música e os shows. Porém, o tempo foi ainda mais generoso, criando também curiosidade e vontade musical, aliadas a um grande talento, que se tornou uma janela de oportunidade para um recomeço: era um momento em que Marcos via a possibilidade de não só incentivar seu filho, mas, com maior maturidade, poder se ver tirando da prateleira seu grande sonho de outrora.


Com isso, nasceu a Hungrs, projeto em que Marcos assume os vocais e Lucca mostra toda a potência da nova geração, ao assumir a bateria, guitarra e baixo. Mas, mais do que uma chamativa capa de livro, o mais interessante não está apenas em sua bonita narrativa, mas na realidade sonora à qual somos convidados a imergir, à medida que o álbum se desenrola.


Simbiose inicia com algo simples, às vezes esquecido, porém sempre certeiro: um prelúdio lento com cadências crescentes e um pequeno monólogo abafado (soslaio), que prende a atenção justamente por ser forte o suficiente para capturá-la, mas ao mesmo tempo sem revelar para qual direção o ouvinte será levado ao longo da obra. Em uma transição sinistra e direta, Live Again chega como um petardo no ouvido, com o peso do new metal entre suas batidas e riffs pesados que imediatamente te fazem bater a cabeça e lembrar de nomes como Slipknot, Korn, Deftones e Tremonti, somados às alternâncias entre a voz gutural pesada e a voz limpa de Marcos, que, em alguns momentos, chega a transmitir todo o peso de um sentimento de agonia que vai se dissipando em seus gritos, como alguém que realmente experiencia suas palavras sobre estar “vivo novamente”.


E se você acha que apenas essa primeira música te dá uma boa ideia do que esperar, The Seeker te mostra o contrário, acelerando ainda mais entre um início provocativo que já diz: “Prontos ou não, aqui vou eu”. Com um refrão que gruda na cabeça, é interessante perceber como a parte limpa da voz de Marcos muitas vezes se assemelha a um spoken word, que ganha muito ritmo nas linhas e batidas de Lucca, despontando em um forte breakdown seguido de um solo que praticamente materializa um mosh na sua frente.


Com um Groove envolvente, Somebody Says parece uma mensagem a todos aqueles que desacreditam e descreditam os sonhos e percepções alheias, com gritos potentes de Marcos que parecem ser um apontamento direto a tais “vozes”. A faixa se encerra diminuindo sua cadência em uma coda que leva a um estado de tranquilidade à medida que a desaceleração ocorre.


Far From Home inicia então em um ritmo mais lento, trazendo até a percepção de ser a “balada” do álbum, com um ritmo que vai crescendo até despontar em seu refrão, que vai da voz limpa ao gutural e, mesmo em uma música mais lenta, não deixa de fora os elementos agressivos e marcantes da sonoridade do Hungrs. Já em Entwined, a velocidade e pancadaria retornam, com uma percussão e linhas frenéticas rolando até certas pequenas pausas ao longo da música, que criam esse espaço de tensão antes do breakdown principal, reforçando o quão difícil é ouvir o som sem se pegar movimentando a cabeça.


Born and Raised é outra que começa extremamente agressiva, com as batidas da bateria já dando essa ideia de que é outro título de grande força, representado ainda em gritos, falas mais graves e guturais por Marcos, em contraposição a outras faixas em que talvez essas partes teriam sido cantadas em voz limpa. Outro destaque se dá pelo próprio tema abordado na música, que faz referência e crítica à tecnologia, como inteligência artificial e as mídias sociais.


Em Shades of Sorrow, temos também um prelúdio de vários elementos sonoros, somados à crescente da bateria, em um movimento de desaceleração/aceleração presentes na voz ao longo da música, que causa uma “quebra” em relação ao que talvez se passaria a esperar das outras músicas, mostrando a contínua diferenciação dos ritmos encontrados ao longo do álbum.


Guilt From Yesteryear é outra faixa que toma seu tempo até as primeiras letras saírem da boca de Marcos, em uma crescente sonora e, assim como em Born and Raised, mantendo uma voz mais grave na maior parte, até algumas partes mais limpas no refrão, que gruda na cabeça rapidamente, antes de chegarmos a um breakdown com direito ao clássico “GO”, presente em algumas músicas e que sempre casa muito bem ao ritmo, em meio a riffs e uma cadência sinistra de Lucca. Wordless é outra pedrada que mal te dá tempo de respirar, do início ao fim, com muita agressividade, viradas e talvez uma das mais pesadas do álbum, muito em conta, talvez, por um som mais abafado em alguns momentos na voz de Marcos.


Chegando para dar um respiro, Mono No Aware traz uma batida mais lenta e melancólica, quase como que preparando o ouvinte para o derradeiro fim, onde um dos destaques fica também por conta das linhas de orquestra que, assim como em Far From Home, são feitas por Vithor Moraes, do Armiferum, dando um elemento diferencial em contraposição às outras músicas do álbum.


Fechando com Simbiose, música que carrega o nome do álbum, temos ainda uma grata surpresa, não apenas pela continuidade da orquestração, mais em evidência, mas por toda a produção da faixa enquanto algo puramente instrumental, flertando com um progressivo que parece dar a ideia de que ainda existem muitas cartas nas mangas do projeto e que este começo, apesar de ter sido extremamente assertivo no que tange a dar um cheiro sobre o que é o Hungrs, ao mesmo tempo te mostra que há muito a ser explorado.


Segundo uma rápida definição, Simbiose é: “Uma relação ecológica intensa e duradoura entre dois organismos de espécies diferentes. Essa interação pode ser benéfica, neutra ou prejudicial para os envolvidos.” Após conhecer a história de pai e filho e ver a união de ambas as gerações (magistralmente representadas nas artes tanto dos singles quanto da capa do álbum, feitas por Bidin Katipoğlu), fica claro que esta é uma relação que transcendeu a convivência e passou a se manifestar também nos campos da expressão e simbolismo musical, onde tanto um passa a retomar um sonho pausado quanto o outro passa a navegar em um novo mundo ao lado de alguém de grande confiança. E o resultado final é, sem dúvidas, um grande álbum que vale a pena dar um play.

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Apnea - Beyond The City Limits - 2025 (EP) - Download

 

Gênero: Alternative Metal

Death Race
Undertow
 Paper Cup
Hope Springs Eternal
Hope Springs Eternal (Extended)

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domingo, 25 de maio de 2025

Noizzy - Dreamland - 2025 - Download

 

Gênero: Alternative Metal

2. Fake
3. Addiction
4. Time
5. Cycle
6. Here
7. Faces
8. Sands
9. Wake Up
10. Need
11. Not Enough

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sábado, 5 de abril de 2025

Phantom Elite - Blue Blood - 2023 - Download

 

Gênero: Symphonic Metal, Alternative Metal

1. Skin of My Teeth
3. This Sick World
4. Birdcage
6. Fragments
7. Laid with Vines
8. Daydark
9. Blue Blood
10. Black Sunrise

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domingo, 23 de fevereiro de 2025

Baby Loyds - Baby Loyds - 2004 (EP) - Download


Gênero: Alternative Metal, Hardcore

01- imagens e crimes
02- decadência
03- garoto
04- nação ferida
05- mundo cruel
06- oi tchau!
07- injusta justiça

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Baby Loyds - Embriagados Na Caverna - 2000 (EP) - Download


Gênero: Alternative Metal, Hardcore

01- Embriagados na caverna
02- Em pé cansa
03- Alerta Ecológico
04- conspiração
05- Pra que forças armadas
06- Greve geral
07- Fé cega
08- Inteligência humana

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Baby Loyds - Nação Ferida - 1999 - Download


Gênero: Alternative Metal, Hardcore

01- nação ferida
02- comparações
03- pobres pobrezas
04- valores
05- embriagados na caverna
06- kripteia século XX
07- vida de operário (banda excomungados)
08- oi tchau!
09- Abreu
10- jogo sujo
11- mundo cruel
12- qual futuro das crianças do Brasil
13- estudantes
14- inteligência humana

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domingo, 16 de fevereiro de 2025

Deserto Absoluto - Real x Irreal - 2021 - Download

 

Gênero: Alternative Metal, Heavy Metal

1. Deserto Incerto
2. Oceano Absoluto
3. Robô de Pagamento
4. Hall de Extinção
5. Vale Absoluto
6. Campo Intenso
7. Sempre Estarei Aqui
8. Ciclo

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quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

Yohan Kisser - The Rivals Are Fed And Rested - 2024 - Download

 

Gênero: Alternative Metal

01 The Rivals Are Fed and Rested
03 Rosa Fúcsia
04 Não Encontros
05 A Tábua e o Metro
06 Flush if You Must
07 Tall Being
08 Quantas Línguas
09 Loan Shark
10 Passou das Seis
11 To Whom Does Food and Rest Belongs?
12 Os Supérfluos e a Supernova

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O multi-instrumentista e compositor Yohan Kisser disponibilizou seu primeiro álbum solo. “The Rivals Are Fed and Rested” conta com 12 músicas e engloba uma série de influências estilísticas. As faixas também alternam letras em inglês e português. O trabalho teve dois singles divulgados antecipadamente. O primeiro foi a canção que dá título à obra e abre o tracklist. O segundo foi “Membro Fantasma”, homenagem a Patrícia Perissonoto Kisser, mãe do artista, falecida há dois anos em decorrência de um câncer.


Diz o filho de Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, em material promocional:
“Eu não poderia estar mais contente com esse trabalho, é o primeiro ‘full-length’ da minha carreira. Comunica bem as minhas ideias e acabo explorando diferentes direções. Explora uma ampla variedade de estilos musicais e timbres, mas no final, ele une tudo em uma narrativa coesa. Há faixas mais íntimas, dedicadas à minha mãe, e outras que incorporam diferentes línguas. Ele também inclui músicas com piano e violoncelo, além de composições grandiosas com diversos timbres, teclados, órgãos e sintetizadores. Apresenta desde músicas com bateria até aquelas sem bateria, algumas apenas com piano e voz, e até mesmo faixas que são apenas vocais.”


O disco foi gravado no Lhama Records, em São Paulo. O protagonista é acompanhado por Guto Passos no baixo, que também atuou como produtor, e William Paiva na bateria. Participaram como convidados Luiz Carlini (lap steel guitar em “A Tábua e o Metrô”), Sandra Ribeiro (fagote em “Flush if You Must”), Bruno Serroni (violoncelo em “Quantas Línguas”), Tatiana Abdo, Carina Assencio e Mariana Benassi (vozes em “Membro Fantasma”).

quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

Panaceia - Panaceia - 2024 - Download

 

Gênero: Alternative Metal

2-Porrada
3-Mantra
4- Nada Menos que o Absurdo
5-A outra Face
6-Cicatriz (Blast Beat)
7- O Pior Homem do Mundo
8-Emergência
9-Placebo
10-Fake

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Panaceia - Panaceia No Estúdio Showlivre (Ao Vivo) - 2022 - Download

 

Gênero: Alternative Metal

1 Emergência
2  Mantra
3 Porrada
4 Santo Forte
5 Savage
6 Papel
7 Concreto
8  Fake

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domingo, 29 de dezembro de 2024

Lani - Live At Demo-Tape - BH - 2024 (EP) - Download

 

Gênero: Alternative Metal, Heavy Metal

1 – Identity
2 – Bring Me Home
3 – Leave Me Alone
4 – Bright and Shiny Surface
5 – Chaotic Frame of Mind
6 – Release

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Ballburya - Ataxia - 2024 - Download

 

Gênero: Alternative Metal

1 Ripped-Off Souls
2 Apathy
3 Coin Collectors
5 Lich
6 Hodophobia
7 Grass Memories
8 Dama-da-Noite
9 Burn These Walls
10 Golden Mother

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É um prazer, quase terapêutico, para mim estar sempre garimpando em busca de novidades musicais. E, apesar de ainda restarem alguns meses para o término do ano, já posso apontar a Ballburya como uma das grandes revelações de 2024. Formado há apenas quatro anos, o grupo paulistano foi ganhando cancha lançando nos anos seguintes uma série de singles que mostravam maturidade e identidade sonoras, mesmo com a pouca idade dos integrantes. Esse processo de aprimoramento culminou nesse surpreendente álbum de estreia, Ataxia, que reforça a inovação que essa promissora banda traz para a cena musical.


Beneficiado por uma produção de alta qualidade realizada por Douglas Neves no conceituado estúdio Fusão (Shaman, Angra, Kiko Loureiro, Edu Ardanuy), Ataxia ressalta uma banda competente e cheia de atitude. As músicas são um amálgama de influências, ritmos, experimentalismos e atmosferas. Imagine o peso e a variedade de um System of a Down, mas com uma mistura de ritmos regionais brasileiros em algumas faixas, que também incorporam referências da MPB (especialmente no estilo de cantar da vocalista Cath Castro) e elementos da cultura nordestina, ao invés de raízes armênias. E falando em Cath, ela garante um dos maiores diferenciais da Ballburya. Assim como uma flor de lótus embeleza o pântano, seu estilo ‘clean’ de cantar e suas linhas melódicas e amenas adicionam doçura e poesia ao caos instrumental do grupo. Um belo exemplo dessas referências pode ser conferido na faixa Coin Collectors, que transita do frenesi característico do System of a Down e do despojamento da música alternativa à leveza de um xote. Agora, vamos a alguns dos outros destaques do álbum.


Instrumentalmente, a intrincada e pesada Ripped-off Souls abre o álbum Ataxia revelando os ótimos timbres das guitarras da afiada dupla Mike Stn (responsável pelos ‘male vocals’ da banda) e Bélity Milanesi, além da competência da cozinha formada por Gabriel Carvalho (baixo) e Ruan Cezar, baterista que, logo a 1 minuto de música, começa a mostrar sua versatilidade em estilos fora do rock/metal, inserindo uma tradicional levada de samba com bumbo, shimbal e aro da caixa. Por sua vez, Cath canta uma espécie de mantra semelhante ao que o saudoso Layne Staley fez no início de Sludge Factory do Alice in Chains no Unplugged da MTV. Escolhida apropriadamente como primeiro videoclipe de Ataxia (confira abaixo), Beholder’s Land soa dramática e proporciona um clima cinematográfico e, por que não dizer, circense. Sem me aprofundar em detalhes, outras faixas que se destacam são as pesadas Lich e Burn These Walls, Hodophobia (essa com mais uma pitada de samba e algo da MPB e do jazz), a bela Grass Memories e Dama da Noite, que, como o título indica, é cantada em português. 


É uma pena que hoje não tenhamos no cenário nacional o apoio que a citada MTV oferecia ao new metal, ao rock alternativo e às bandas que incorporavam ritmos brasileiros em sua música, como Raimundos, Virna Lisi, Mundo Livre S.A., Catapulta, De Falla, Ostheobaldo e outras. Se a emissora ainda estivesse ativa no país e dando espaço para bandas com esse viés sonoro, a Ballburya seria uma potencial candidata a figurar na programação. Não havendo mais MTV, fico na torcida para que, de algum modo, a banda encontre outros meios de alcançar o reconhecimento e a visibilidade que merece.

domingo, 1 de setembro de 2024

Codinome Winchester - Reunião Entre Céu E Inferno - 2018 - Download

 

Gênero: Alternative Metal

1. Alvorada
2. Ácido Esse
3. Silver Sunset
4. Buraco de Bala  5. Dominó  6. Kan
7. Mesmo Porto
8. A Busca
9. O Terço
10. O Paulista
11. Maísa
12. Terror
13. Misofonia
14. Trevosa

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Com um foco grande no rock, Codinome Winchester lançou, na última semana, seu álbum “Reunião Entre Céu e Inferno” Apresentando 14 faixas, ele mistura algumas mais lentas com outras mais pesadas sempre com a presença de um ótimo vocal e boa utilização instrumental.


Ele inicia com “Alvorada” de maneira um pouco mais leve. Depois de um minuto de música, ela acelera um pouco e entra em sua melhor parte, onde o cantor usa bastante o agudo, mostrando seu alcance. “Ácido Esse” já começa com uma bateria mais forte e sua melodia é mais rápida também. No meio da canção, há praticamente uma pausa e que depois começa um solo de guitarra muito bom, dando uma diferenciada na música. A terceira faixa é uma instrumental. “Silver Sunset” tem dois minutos de duração e, apesar de não ter voz, consegue dar uma boa continuidade no estilo que vinha sendo apresentado.


“Buraco de Bala” é uma das melhores do disco. Ela tem um começo não tão acelerado e com um vocal mais grave. Mais para o final, ela fica mais pesada, a guitarra aparece com uma força maior, assim como a bateria. A letra é melhor trabalhada e inclui até uma referência a Adoniran Barbosa quando falam da “tauba de tiro ao Álvaro”. “Dominó” já diminui um pouco mais o ritmo. Não só os instrumentos, mas a voz também aparece de maneira bem mais leve, quase abafada. Ela dá uma quebrada no estilo principal do disco, mas não foge completamente do que era propostos. A curtíssima “Kan” tem apenas 40 segundos, já traz o vocal mais “gritado” novamente e os instrumentos mais pesados, fazendo uma boa transição de faixas.


“Mesmo Porto” começa com a guitarra e a bateria fortes e, então, há uma diminuída e entra a voz com apenas uma base de guitarra de fundo. Mais para o final, ela acelera bastante de maneira instrumental e, depois de uma pausa, o vocalista volta lentamente e com efeitos. É mais um bom destaque dentro da produção. Em “A Busca”, o rock aparece de um jeito mais cru, sem tantos efeitos e sintetizadores. A voz também é mais grave, sem arriscar em grandes alcances. Ela é uma das que mais fica na cabeça neste disco. Já “O Terço” começa com toques bem lentos e uma composição de vozes preenchendo mais o som. Depois de um minuto, ela acelerar com a bateria entrando com mais força. Seu final é musicalmente a melhor parte, onde há um grande destaque para o guitarrista.


“O Paulista” inicia com batidas fortes que vão aumentando o ritmo ao passar do tempo. Esta é a melhor faixa do álbum, tanto pela sonoridade quanto pela criatividade da letra retratando um cidadão médio de São Paulo. Com apenas um minuto, “Maísa” é mais uma instrumental e tem como destaque a guitarra mais bem trabalhada. Em “Terror” alguns efeitos já voltam a aparecer e o vocalista força mais sua voz trazendo o estilo mais forte em determinados pontos.


A maior música do disco “Misofonia” oscila muito entre momentos devagares e rápidos, algumas vezes dando uma quebrada bruta no ritmo da faixa. Ela termina aumentando o som dando abertura para a canção de encerramento. “Trevosa” fecha o disco com apenas 40 segundos de uma guitarra muito leve sem grandes mudanças. O “Reunião Entre Céu e Inferno” é bem consistente, reúne ótimas faixas e explora bem o mercado de rock nacional. Foi um grande acerto do Codinome Winchester nesta produção.

Codinome Winchester - Codinome Winchester No Estúdio Showlivre - 2016 - Download

 

Gênero: Indie Rock

1 Vida Vazia
2 Mensagem de Outras Horas
3 Buraco de Bala
4 Mesmo Porto
5 Positividade
6 Alvorada
7 Terror
8 A Busca
9 Espírito Velho
10 O Paulista
11 Índios

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Codinome Winchester - Ocasiões Espaciais - 2016 (EP) - Download

 

Gênero: Alternative Metal

1. A Busca
2. Vida Vazia
4. Entre Estrelas

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