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domingo, 23 de janeiro de 2022

Vários Artistas - Brazil Painted Blood...The Brazilian Tribute To Slayer - 2021 - Download

 

Gênero: Heavy Metal, Thrash Metal, Death Metal

CD 01
01 – Korzus – War Ensemble
02 – Chaos Synopsis – Fictional Reality
03 – Apple Sin – South of Heaven
04 – Endrah – Repentless
05 – Hell’s Punch – Stain of Mind
06 – Thunderspell – Tormentor
07 – Hylidae – Chemical Warfare
08 – Tailgunners – Dead Skin Mask
09 – Venomous – Killing Fields
10 – Tosco – Piece by Piece
11 – Patria – At Dawn They Sleep
12 – Carniça – Blood Red
13 – Vulture – Show No Mercy
14 – Burn the Mankind – Dittohead
15 – Obskure – Seasons in the Abyss
16 - DyingBreed - Criminally Insane

CD 02
01 – Leviaethan – Raining Blood
02 – Armum – Postmorten
03 – Siegrid Ingrid – Skeletons of Society
04 – Pagan Throne – Divine Intervention
05 – Uganga – Mandatory Suicide
06 – Genocídio – Kill Again
07 – Dorsal Atlantica - Altar Of Sacrifice
08 – Macumbazilla – Expendable Youth
09 – Andralls – Bloodline
10 – Losna – Hell Awaits
11 – Malefactor – Angel of Death
12 – Bulletback – World Painted Blood
13 – Chaosfear – Love to Hate
14 – Matricidium – Spirit in Black
15 – Ignispace – Seasons in the Abyss (Accoustic Version)

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Felizmente a Armadillo/Secret Service Records não para! Após os tributos a ícones como Motörhead, Black Sabbath, AC/DC, Deep Purple, Kiss e Iron Maiden, mais um grandioso tributo lançado pela gravadora londrina, que desta vez nos presenteia com o tributo aos mestres Thrashers do Slayer, lendária banda que infelizmente encerrou as atividades (Será!?)


O luxuoso CD formato digipack vem com 2 CDs contendo 30 grandes versões para clássicos, lados B e até alguns lados ‘Z’ que para os fãs mais alucinados, acaba sendo um pacote final ainda mais atraente


Tive a oportunidade de escutar detalhadamente todos os tributos citados aqui anteriormente, e não tenho dúvidas em falar que este é o que mais agradou ao lado do Black Sabbath. Aqui, não há espaço pra firulas ou blá blá blá, aqui é Metal de verdade sem dó nem piedade. Obviamente, algumas versões irão agradá-lo mais que outras, e com este redator aqui, não foi diferente.


Nomes consagrados de nossa cena Heavy Metal underground deram conta do recado como Korzus, Dorsal Atlantica e Andralls, que quebrou tudo com a clássica ‘Bloodline’ uma das mais icônicas faixas de “God Hates Us All’ (2001).


Destaco também Dyingbreed arregaçando com um clássicos de ‘Reign in Blood’, no caso “Criminally Insane”; os paulistanos do Tailgunners que foram muito felizes ao escolherem uma faixa com uma forte pegada melódica como ‘Dead Skin Mask’, já que os caras são fãs de Iron Maiden, inclusive alguns deles fazem parte de uma banda tributo aos britânicos. Um dos destaques máximos vai para “Piece by Piece”, a cargo da banda Tosco. A fidelidade ao original chama a atenção ao ouvinte, que poderá deixar Kerry King orgulhoso. Outro imenso destaque (talvez o maior deles) vai para os cearenses do Obskure que deram uma nova faceta ao hino “Seasons in the Abyss”. É como se o Amon Amarth, por exemplo, fizesse um cover dessa faixa. Ficou demais!


No CD 2, destaco os paulistanos do Chaosfear que deram um quê de Industrial a ‘Love to Hate’ que combinou perfeitamente com a atmosfera da versão original presente no polêmico “Diabolus in Musica’ (1998) e o Leviaethan, que arregaçou naquele que acredito ser o maior clássico do Slayer, “Raining Blood”. Sem fugir ao original, conseguiram dar uma modernizada no hino, algo corajoso, já que mexer em hinos é sempre um caminho espinhoso. Pra mim, ficou excelente!


Por outro lado algumas bandas fizeram a sua parte, porém sem grande brilho, posso citar aqui as versões do Apple Sin, Endrah, Burn The Mankind, Macumbazilla e Malefector, mas nada que não mereça sua atenção. As versões também são boas o bastante para estarem aqui.


A Armadillo Records está lançando o trabalho essa semana e está divulgando o mesmo em suas mídias digitais. As cópias físicas estão a venda na página do Facebook da Secret Service Records (https://www.facebook.com/secretservicerecords), um prato cheio para qualquer colecionador que se preze. Eu já adquiri a minha, agora faça o mesmo, porque o pacote é da melhor qualidade. Compre!

roadie-metal.com

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Hylidae - Unbreakable Curse - 2021 - Download


Gênero: Death Metal, Thrash Metal

01. Unbreakable Curse
05. Warrior Spirit
06. Losing Myself
07. Peoples Temple
08. Serial Killer
09. Aleph
10. The Ghost of Hank Williams

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A banda Hylidae surgiu no Acre em 2009, e em 2011 estabilizou sua formação. O primeiro álbum não tardou a sair, mas o quinteto teve problemas internos e passou por um período de hiato, retomando as atividades em 2016 como um quarteto. Com um estilo voltado para o death/thrash, lançam em 2021 (depois de segurarem um tempo devido a pandemia) o segundo trabalho completo, Unbreakable Curse. A formação que o registrou é: Aldine Padula (voz), Erbesson Chaves (guitarra), Anderson Cassidy (baixo) e Roberto Bala (bateria).


O álbum foi gravado em Rio Branco/AC, no RB Studio, por José Risley e produzido por Roberto Bala. Mixagem e masterização ficaram a cargo de Davi Serra Barroso (Maximum Violence Productions, de Fortaleza/CE). A arte da capa, fantástica, é obra de Alcides Burn.


Aqui na resenha, vou seguir a tracklist de acordo com as plataformas digitais, e explicarei o motivo no fim desta resenha. O trabalho abre com “Unbreakable Curse”, com uma intro com um cântico de algum xamã, seguida de uma batida tribal de bateria que abre espaço para o restante da banda. O vocal gutural ficou meio deslocado, mas não compromete o resultado final. Um passo a frente é dado com “Hell is Hollow”, não tão pesada mas com partes cativantes no instrumental.


A veloz “Weak Minds” conquista de cara pela agressividade e pelo vocal opressor de Aldine Padula. O leve toque a lá Cannibal Corpse ficou bastante interessante. A melhor do play atende por “Warrior Spirit”, pesadíssima e reta, instaurando o caos principalmente pelo trampo das guitarras e pela profusão de partes distintas. O vocal em boa parte da canção bem esganiçado, meio na linha Fernanda Lira ou Schmier, funcionam muito bem aqui. “Losing Myself” reduz a velocidade mas aplica uma pequena dose extra de peso, com riffs densos e linhas vocais incomuns.


Mais melódica e portanto um pouco mais acessível, “Peoples Temple” conta com bons riffs e igualmente valiosos momentos com blast-beats. As partes mais cadenciadas são um bom complemento à composição (assim como o trecho final caótico), que se destaca em um álbum instrumentalmente homogêneo. Uma faixa com o título “Serial Killer” a princípio poderia sugerir algo mais amedrontador, mas no final da adução, nota-se que o grupo adicionou todos os elementos necessários. Novamente há riffs memoráveis e partes de fácil assimilação, com partes bem conectadas e fluídas. Baseada no terreno do thrash e do death, a Hylidae assimila influências mais modernas, tornando seu som interessante para diferentes tipos de fãs de música pesada.


Chegando a reta final do álbum, “Aleph” mescla os elementos ouvidos até então, servindo de ponte para a chegada da última música, “The Ghost of Hank Williams”. É normal as bandas deixarem seus épicos como encerramento de seus discos, e o Hylidae manteve a tradição. A bela intro engana, pois quando começa a levar o ouvinte para uma outra dimensão, é abruptamente interrompida para a entrada de mais uma composição de metal, com arranjos modernos. Há outro corte inesperado lá pelos quatro minutos e tanto, para a entrada de algo diferente, que parece até mesmo como uma faixa escondida no fim do CD, não uma parte da música em si. Em todo caso, é uma faixa excelente e um dos grandes destaques. Em tempo: Hank Williams era um artista country que morreu aos 29 anos, e tem como maior hit a música “Luke the Drifter” (pois é, eu também nunca ouvi).


O porém do trabalho fica para a performance vocal, que parece ter ficado menos impactante em comparação com o debut. Os vocais rasgados em sua maioria são bastante efetivos, esganiçados e agressivos. Os guturais, por sua vez, soavam mais agressivos e bem encaixados no álbum anterior, aqui, estão mais fracos em potência. Os primeiros urros em “Hylidae”, logo a faixa de abertura, deixam isto bastante evidente. Uma atenção maior a pronúncia do inglês certamente aumentaria a nota em alguns pontos. Há momentos certeiros, entretanto, como em “Home of Souls”, onde os urros vomitados remetem a algo do Carcass. De resto, o trampo conta com uma ótima produção sonora, músicas bem estruturadas e uma concepção gráfica impressa em digipack deslumbrante (algo que faltou no disco de estreia).


Há uma discordância entre a traseira do CD e o encarte, com títulos grafados de maneiras diferentes: A faixa 10, “A Ghost of Hank Willians”, no encarte consta como “The Ghost of Hank Williams”. A música anterior também diverge: na traseira está “Aleph”, e no encarte, “Aleph – Circle of the Rainbow Light”. A mesma coisa com “Peoples Temple” e “The Peoples Temple”, respectivamente. Se formos olhar para as plataformas digitais, outra curiosidade: No disco a abertura é com “Hylidae”, e online, a faixa se chama “Unbreakable Curse” (verificado em duas plataformas: Spotify e Deezer).


O Hylidae apresenta ótimas músicas neste segundo registro, e apesar de algum ponto específico, o balanço final é muito positivo. Acompanho a banda desde o álbum anterior, e recebi este com satisfação. Quando a pandemia permitir, o negócio é tocar bastante para divulgar este disco. A perseverança e o apoio dos headbangers é fundamental neste processo. Portanto, confira e prestigie o trampo do grupo e faça com que nossa cena musical cresça ainda mais.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Hylidae - Promiscuous World - 2012 - Download

 

Gênero: Thrash Metal

1 Intro
2 Promiscuous World
3 Malism
4 Scarlet Moon
5 Bleeding Out
6 Everyday I Day
7 Evil Serpent
8 Alive But Dead
9 The River

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Hylidae, em português, hilídeos, é uma família de anuros (sem cauda), vulgarmente chamados de pererecas, que contam com dedos dilatados na extremidade, sendo algumas espécies arborícolas (que vivem nas árvores). Esta é a definição da palavra que dá nome ao grupo idealizado no Acre em 2009, mas que passou por diversos percalços até chegar a Promiscuous World, sua estreia em CD.


“Intro”, como o nome preconiza, abre o disco. E nada de barulhos indescritíveis ou pianos com flautas. A faixa é um som pesadão e instrumental, que emenda direto com “Promiscuous World”, outra que transborda peso. O trampo de guitarra é violento, a rifferama é o que conduz o álbum como um todo. Uma pena que “Malism” quebre a empolgação estruturada no começo. É uma composição que tem suas boas ideias afogadas em partes que parecem desconexas e vocais limpos que não convencem. Os vocais limpos surgem em outros momentos, como em “Bleeding Out”, mas aqui a coisa funciona razoavelmente bem. Este som, inclusive, é uma balada Death Metal (uma baladeath?) bem interessante.


Em pouco menos de 40 minutos, o grupo mostra um trabalho bacana, feito com bastante esmero. Há momentos mais agitados, como “Alive But Dead”, e outros mais acessíveis, como “Evil Serpent” (esta merece single e clipe). No meio da pancadaria thrash metal, há toques de progressivo, afinal, há muitas partes distintas e coesas. O encerramento surge com “The River”, um épico com mais de seis minutos, onde a única coisa que não encaixa legal são as vozes limpas – o resto é muito bom. Os vocais guturais de Aldine Padula são brutais, assim como seus gritos mais rasgados; nestas partes e principalmente nós tons médios, lembra bastante o timbre de Angela Gossow, ex-Arch Enemy. O riff quebrado que alicerça o refrão de “Everytime I Die” deixa isto bem claro.


O álbum foi gravado em 2012 – é, faz tempo – no Silent Music Studio, com o produtor Karim Serri, e a masterização foi feita no Finnvox, a cargo de Mika Jussila (Nightwish, Stratovarius, Helloween), em maio de 2013. Sim, a banda do Acre gravou em Curitiba/PR e o disco teve sua finalização feita na Finlândia. O som, um híbrido de Arch Enemy com Nevermore – só para citar as duas referências mais gritantes – merece uma ouvida. Ah, eles costumam tocar “Pursuit of Vikings” ao vivo – tá aí mais uma referência, caso queira.