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terça-feira, 23 de dezembro de 2025

As The Palaces Burn - Zodiac - 2025 - Download

 

Gênero: Groove Metal

1. Zodiac
2. I and I (One Life, One Matter)
3. Defying the Power
4. United Obsoletion
5. Never Forgive, Never Forget
6. Higher
7. In Your Grave
8. Infernal Dogma

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“Zodiac”, terceiro  álbum completo dos catarinenses do As The Palaces Burn, marca um ponto de virada nítido em sua trajetória, que já acumula sete anos dentro da cena metal brasileira. Desde os primeiros segundos, fica evidente que a banda não está interessada apenas em repetir fórmulas já testadas, mas em consolidar identidade, maturidade composicional e presença sonora. O álbum soa robusto, bem definido e, acima de tudo, consciente do próprio peso — tanto musical quanto conceitual.Colunas portáteis


A produção entrega um equilíbrio coeso entre agressividade e clareza. As guitarras carregam densidade sem embolar, a bateria aparece com impacto e leitura precisa, enquanto o baixo sustenta a base com firmeza, sem desaparecer no conjunto. Nada soa excessivamente polido; há crueza suficiente para manter o caráter orgânico do metal, mas com refinamento técnico que amplia a força das composições.


Musicalmente, “Zodiac” transita por diferentes camadas do metal moderno, flertando com o Groove Metal, o Thrash Metal e o Heavy Metal mais melódico, além de apresentar momentos mais cadenciados e passagens que apostam na tensão atmosférica. O quarteto formado por Alyson Garcia (vocal), Diego Bittencourt (guitarra), Tiago Tigre (baixo) e Gilson Naspolini (bateria) demonstra domínio dos contrastes em todas as áreas das composições, com riffs diretos que convivem com construções mais elaboradas, alternando velocidade e peso de forma natural. Soma-se a isso o uso pontual de vocais limpos, que amplia significativamente a dinâmica emocional das faixas sem diluir sua agressividade.


A temática aborda conflitos internos, enfrentamentos e forças simbólicas que dialogam com o título do álbum, criando, em alguns momentos, uma sensação quase ritualística. Não se trata de um disco fragmentado em singles soltos, mas de um trabalho que funciona melhor quando ouvido como um todo, permitindo que suas nuances se revelem progressivamente.


Há faixas que se destacam pela força imediata — riffs memoráveis, refrões que grudam e mudanças de andamento que elevam a intensidade —, enquanto outras crescem com o tempo, ganhando relevância à medida que o ouvinte se familiariza com o álbum. Essa alternância reforça a ideia de que o disco não busca apenas impacto instantâneo, mas longevidade.


Se existe algum risco, ele está justamente na ambição; contudo, esse risco é contornado pelo bom gosto de seus compositores. Em certos momentos, o desejo de explorar diferentes caminhos pode, a princípio, tornar algumas transições menos diretas, exigindo maior atenção do ouvinte. Ainda assim, para quem busca musicalidade e não se contenta com a mesmice, o saldo é amplamente positivo. Trata-se de um preço pequeno diante do ganho artístico: o disco soa corajoso, inquieto e honesto em sua proposta.


No contexto do metal brasileiro contemporâneo, “Zodiac” se impõe como um lançamento sólido e relevante. Trata-se de um álbum que evidencia evolução técnica, amadurecimento criativo e uma visão clara de futuro. Não é um trabalho que atira para todos os lados; pelo contrário, apresenta direcionamentos bem definidos — sim, no plural —, ainda que não se proponha a ser um álbum revolucionário, o que claramente não parece ser a intenção da banda.


Trata-se, portanto, de um álbum consistente e sincero em sua proposta, daqueles que recompensam a audição atenta. Dentro desse conjunto, algumas faixas se sobressaem com mais clareza: A faixa-título “Zodiac” assume o papel de introdução definitiva ao universo do disco, condensando peso, energia e o atual momento técnico da banda; “Defying the Power” surge como um dos eixos centrais do trabalho, sustentada por uma composição sólida e uma mensagem direta; “Higher” aposta em intensidade constante e agressividade, evidenciando forte vocação para o palco; enquanto “In Your Grave” aprofunda o clima mais denso do álbum, apoiada em riffs secos e atmosfera opressiva. Já as porradas “United Obsoletion” e “Never Forgive, Never Forget” reforçam o lado mais técnico e extremo do repertório, ajudando a consolidar a unidade e a identidade sonora do disco.

As The Palaces Burn - Drowning Into Shadows - 2023 - Download

 

Gênero: Groove Metal

01. Lord Underrated
02. The Hive
04. As Deep As A River
05. Into Emotions
06. For The Weak
07. Last Ride
08. As The Palaces Burn
09. Some Of Them Died

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A banda brasileira de metal As The Palaces Burn lança o tão aguardado novo álbum ‘Drowning into Shadows’, nesta terça-feira, 31 de outubro, pelo selo italiano Rockshots Records, que fará a distribuição do novo disco pela Europa, Ásia e América do Norte.


Com um conjunto de nove faixas, o novo trabalho convida todos os entusiastas do metal a imergir em seu instrumental elaborado, melodias envolventes e peso na medida certa. A banda anuncia a chegada do novo trabalho com o videoclipe da pesada faixa “Obbey”, com direção de Eduardo Köenig.


Sobre ‘Drowning into Shadows’, a banda comenta:
“Destacamos faixas como ‘For The Weak’, ‘Into Emotions’ e a envolvente ‘Obbey’. O álbum também inclui a cativante ‘Some Of Them Died’, uma homenagem às lendas do metal que deixou uma marca indelével no gênero. Essa música presta homenagem a ícones como Children Of Bodom, Nevermore, Dio, Van Halen, Rush, Pantera, Slayer, Death e Depeche Mode, todos entrelaçados na essência de As The Palaces Burn”.


O segundo álbum da banda, “Drowning Into Shadows”, foi produzido por Adair Daufembach e co-produzido pelo baterista Gilson Naspolini no IMGN Studios em Criciúma, Santa Catarina. O álbum foi habilmente mixado e masterizado por Adair Daufembach no Daufembach Studios em Los Angeles, resultando em um som poderoso e preciso.


No dinâmico cenário do metal brasileiro, a banda As The Palaces Burn esculpiu seu espaço, numa fusão equilibrada de agressividade e técnica. Inspirados em diversas influências que abrangem o heavy metal tradicional, o thrash metal e nuances sutis de progressivo e metal moderno, a identidade sonora da banda é tão variada quanto poderosa.
Emergindo na cena em 2018, As The Palaces Burn fez sua presença ser sentida com um álbum de estreia intitulado ‘End’evour’, de 2019. Já neste primeiro trabalho, a banda demonstra a habilidade em mesclar diversos subgêneros do metal em um som coeso. No ano seguinte, em 2020, foi lançado o EP ‘All The Evil’, que apresentou duas novas músicas autorais e uma homenagem ao Savatage com interpretação de “Hall of the Mountain King”. Esse período também marcou o reconhecimento crescente da banda, recebendo indicações para os prêmios “Melhores do Ano” da revista Roadie Crew em 2019 e 2020.


Em 2021, o lançamento do single “For The Weak” capturou a essência do que estava por vir. Acompanhada por um lyric video, tendo sua première pela revista brasileira Roadie Crew, essa faixa determinou o caminho das composições posteriores. Buscando solidificar ainda mais sua presença, em 2022 a banda trouxe o EP ‘Offer To The Gods’. Este lançamento prestou homenagem a lendas do metal brasileiro como Angra (com “Streets Of Tomorrow”), DR. SIN (com “Fire”) e Sepultura (com “Mass Hypnosis”) , exibindo a versatilidade da banda e o respeito por suas raízes.


As The Palaces Burn retorna em 2023 com o single “Into Emotions” acompanhado de um impactante vídeo clipe. Isso marcou um prelúdio para seu tão aguardado álbum completo, ‘Drowning Into Shadows’, produzido por Adair Daufembach. Previsto para chegar ao público em Outubro, este álbum promete impressionar pela evolução da banda.


Com sua música ressoando nas plataformas digitais, As The Palaces Burn convida fãs de diversos estilos de heavy metal a experimentarem sua fusão única. Conforme continuam a evoluir e deixar sua marca na cena do metal brasileiro, sua história se desenrola com um horizonte promissor à frente.

As The Palaces Burn - Offer To The Gods - 2022 (EP) - Download

 

Gênero: Groove Metal

1. Mass Hypnosis (Sepultura Cover)
2. Streets of Tomorrow (Angra Cover)
3. Fire (Dr. Sin Cover)

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segunda-feira, 9 de novembro de 2020

sábado, 17 de agosto de 2019

As The Palaces Burn - End'evour - 2019 - Download


Gênero: Groove Metal

01. Ritus Pacis
02. L.E.O.H.
03. The Devils Hand
04. Gonna Be Fall
05. I Tried
06. The Absence
07. The Passage
08. Arcanum
09. Incarnate
10. Face Your Hell
11. Turns to Black
12. Abigail

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Estreando com uma sonoridade sólida e marcante, a banda catarinense de metal As The Palaces Burn lançou em agosto de 2019, pela gravadora True Metal Records, o seu disco de estreia intitulado End’evour. Composto por doze faixas, dentre elas uma versão de Abigail (King Diamond), o debut reflete a união de quatro músicos experientes que já celebram a estreia nos palcos do sul do Brasil e


Capa de End´evour, primeiro disco da As The Palaces Burn. (Foto: Divulgação)
tem sua presença confirmada em importantes eventos. Dia 15 de fevereiro a banda fará um show ao lado do Korzus e Armored Dawn, no Otacílio Rock Festival 2020.


Gravado no estúdio IMGN e produzido pela banda, End’evour conta com mixagem e masterização de Júnior Bussolo do Orland Studios, concepção de arte visual por Jean Michel (Designations Artwork) e fotos por Bruna Búrigo. O disco ainda traz a participação especial do renomado tecladista Fábio Laguna (Hangar) na faixa tributo á King Diamond em “Abigail.” Confira abaixo o clipe da faixa Arcanum.;


End’evour, que já está disponível em todas as mídias digitais e em formato físico, podendo ser conferido também através do Youtube por meio dos vídeos dos singles The Devil’s Hand, I Tried e Arcanum (acima), esse último produzido pela Foogy Filmes, empresa que já trabalhou com James LaBrie, Helloween, Noturnall, Angra e outros.


Formado em Criciúma-SC, o As The Palaces Burn foi idealizado por Diego Bittencourt (guitarra e vocais de apoio, ex-Symbolica) visando uma sonoridade pautada pelo equilíbrio entre peso, melodia, ritmo e linhas vocais muito versáteis. Estas características são provenientes de influências que partem do heavy metal tradicional,  passam pelo thrash e culminam no prog metal.