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Mostrando postagens com marcador Eduardo Parras. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Armored Dawn - AD Remix - 2024 (EP) - Download

 

Gênero: Power Metal

1. Zombie Viking (Radio Edit)
2. Animal Uncaged (Radio Edit)
3. Ragnarok (Radio Edit)
4. Sail Away (Radio Edit) 
5. Enough (Radio Edit)

Link 01
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domingo, 20 de julho de 2025

Armored Dawn - Brand New Way - 2023 - Download

 

Gênero: Power Metal

02. S.O.S.
05. Too Far
06. Ghosts
07. The Pretender
08. Purify
09. Tides
10. Stronger Together

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sábado, 19 de julho de 2025

Armored Dawn - Zombie Viking - 2019 - Download


Gênero: Power Metal

Normal Edition
Fire and Flames
The Eyes of the Wolves
Face to Face
Drowning
Heads Are Rolling
Blood on Blood
10 Embrace the Silence
11 Rain of Fire

Deluxe Edition
13 Ragnarok (Unplugged)
14 Animal Uncaged (Live)

Link 01 (MP3)
Link 02 (FLAC)
Link 03 (Deluxe Edition)

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sexta-feira, 18 de julho de 2025

Armored Dawn - Armored Dawn No Estúdio Showlivre - 2020 - Download


Gênero: Power Metal

01 Beware of the dragon
02 Face to face
03 Gods of metal
04 Fire n flames
05 Animal Uncaged
06 Heads are rolling
07 Zombie viking
08 Sail away
09 Rain of fire

Link 01
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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Doctor Pheabes - Doctor Pheabes No Estúdio Showlivre - 2019 - Download


Gênero: Hard Rock

01 Rebel Riders
02 Your Love Is Mine
03 Find a Way
04 Better Off Alone
05 Here To Stay
06 Army Of The Sun
07 Stranded In Love
08 Live Forever
09 Back In Town
10 Ask Of You

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Doctor Pheabes - Army Of The Sun - 2019 - Download


Gênero: Hard Rock

01 Army of the Sun
04 Here to Stay
06 Ask of You
07 Find a Way
08 Back in Town
09 Stranded in Love
10 Let's Go

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Doctor Pheabes - Welcome To My House - 2017 - Download


Gênero: Hard Rock, Rock And Roll

01. Carpe Diem
02. Ready to Go
03. Roaring
04. Show Me Your Mother
05. Walking Alone
06. In My Mind
07. Ugly Bird
08. Running to the Edge
09. Where Do You Come From
10. The Last Doctor Pheabes Letter

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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Doctor Pheabes - Seventy Dogs - 2013 - Download


Gênero: Hard Rock

01. Seventy Dogs
02. Let Me Down
03. Godzilla
04. Sound
05. Hey Mamma
06. Where Do You Come From
07. Running To the Edge
08. Lost Girl
09. Suzy
10. Just Want To Live Forever

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Armored Dawn - Barbarians In Black - 2018 - Download


Gênero: Power Metal

03 - Men Of Odin
05 - Unbreakable
09 - Survivor
10 - Barbarians In Black

Link 01 (MP3)
Link 02 (FLAC)

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Já escrevi muitas críticas em algumas plataformas nessas mais de três décadas que acompanho o mundo da música pesada. E é com muita satisfação que digo que essa resenha não vai apenas retratar a minha opinião a respeito desse novo álbum da banda Armored Dawn, pois quando você tem a oportunidade de acompanhar durante alguns anos a luta por um objetivo, é impossível não se levar em conta todo o contexto que esse trabalho merece.


Os primeiros passos foram dados com o nome de Mad Old Lady desde o início desse década e ao longo dos anos pude acompanhar diversas vezes a banda capitaneada pelo vocalista Eduardo Parras abrindo shows para alguns nomes de respeito como Alcatrazz, Marillion, Tarja, Symphony X, Sabaton, Rhapsody entre tantos.


Mudanças foram necessárias na busca pela formação ideal, assim como o próprio nome da banda. Muito se diz que para se investir em um sonho às vezes temos que saber escolher entre muitos caminhos e acreditar em suas convicções. E mesmo a distancia tenho plena certeza que o Armored Dawn com sua atual formação passou por diversas situações complicadas, onde sua convicção no bom trabalho foi à cola que manteve o sonho vivo. Mudar de nome nunca é fácil, mas foi uma escolha acertada.


Tão acertada que após o bom disco “Power of Warrior” – que tem suas versões com ambos os nomes – chegamos ao verdadeiro motivo dessa resenha. O tão aguardado novo disco que é assinado por músicos conhecidos da cena pesada nacional e que hoje representam o nome do Armored Dawn.


Além do vocalista Eduardo Parras, as guitarras são responsabilidade do finlandês Timo Kaarkoski e do virtuoso Tiago de Moura. A cozinha é muito bem representada por Fernando Giovannetti no baixo (Karma, Wizards entre outras) e pelo batera Rodrigo Oliveira (Korzus). E nos teclados Rafael Agostino (ex-Eterna).
A identidade do Armored Dawn é totalmente voltada para o ‘Viking Metal’, mas pela experiência acumulada ao longo dos anos, muitos ingredientes estão presentes nas composições. Faz parte do padrão da banda usar coros melódicos cativantes, dando aquela sensação de poder e grandeza, envolvendo um conteúdo lírico com batalhas e mitologia nórdica.


Sempre gostei, desde que é possível, ouvir meus álbuns de forma aleatória, fugindo da sequência proposta e com isso buscando um novo ponto de vista. E da vez que escutei o disco para iniciar essa resenha logo de cara explode pelos autofalantes a sensacional ‘Beware of the Dragon’. Que rife meu amigo. Já conhecia, pois a banda andou tocando-a nos recentes shows realizados no final do ano passado, mas o impacto pela excelente produção me chamou muito a atenção. Sem dúvida uma das melhores do disco graças à cama que os teclados e os bumbos proporcionam como pano de fundo deixando os coros e peso da melodia se destacar facilmente.


Por falar em ‘coro’ – aqueles backing vocals harmônicos – muitas bandas tentam utilizar essa arma, mas conseguir um resultado ‘a lá Accept’ não é nada fácil. Ponto para o Armored Dawn que utiliza essa prática com muita propriedade como nas ótimas ‘Men Of Odin’, que só pode ser definida como Épica e a totalmente Power Metal ‘Bloodstone’ com seu refrão cativante e um coro matador.


Vale ainda destacar ‘Eyes Behind The Crow’ que tem uma atmosfera teatral no seu início para depois cair, no bom sentido, em um Heavy Metal muito particular da metade dos anos 90. É um show a parte o trabalho que o batera Rodrigo proporciona nesse tijolo. Propositalmente deixei duas faixas para comentar no final. Uma delas a primeira ‘música de trabalho’, a balada ‘Sail Away’.


De cara esse hit possui um vídeo clipe de se tirar o chapéu. Produção de primeiro mundo com muito bom gosto, digna dos bons tempos que se investir em um clipe de qualidade, poderia abrir mais portas do que um single. Não se esqueça de conferir o clipe no final desta resenha. A música anda tocando com boa frequência nas ‘webrádios’ especializadas e até mesmo em ‘rádios rock’ do modelo tradicional (entenda-se FM), onde conseguir se afirmar na programação não é uma tarefa nada fácil. Mas como se trata de uma bela melodia, cativante, mesmo quem não está lá muito acostumado com a música pesada, se impressiona de cara com o refrão e a dramaticidade proporcionada pelos teclados muito inspirados do Rafael. É perfeita para se angariar novos fãs.


O outro grande destaque vai para a contagiante ‘Survivor’ com seu ‘groove headbanging’, que só pode ter sido escrita com o propósito de não deixar ninguém parado. Você começa a ouvir e sem perceber começa a bater o pé, balançar a cabeça acompanhando o ritmo do pesado rife. Coisa simples, mas que faz uma falta danada nos dias de hoje, uma música típica pra se curtir. Muito útil para encaixar no ‘setlist’ na parte final dos shows.


Em suma “Barbarians In Black” não traz ‘aquela novidade’ ou ‘aquele novo som’, até porque a proposta não é e nunca foi essa. O álbum foi forjado para ser um pedaço do bom e velho HEAVY METAL, com todas as suas certezas e qualidades, com todo seu poder de cativar os fãs. É disso do que se trata. O universo da música pesada esta pavimentado há muito tempo, pronto para aqueles que querem percorrer um caminho seguro, onde banda e fãs interagem em nome da boa música. E se continuar nessa estrada o Armored Dawn terá sua recompensa. E não se trata de fama ou remuneração, mas sim conquistar como bons vikings, um lugar para SEU NOME ao lado dos Grandes.


“Barbarians In Black” tem sua data de lançamento marcada para o dia 23 de fevereiro, fique de olho.

domingo, 27 de maio de 2018

Mad Old Lady - Viking Soul - 2012 - Download


Gênero: Alternative Metal, Progressive Metal

01 - Glances In The Dark
02 - King
03 - Power Of Warrior
04 - Prison
05 - Too Blind To See
06 - Mad Train
07 - My Heart
08 - Someone
09 - Far Away
10 - Viking Soul

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Chega em mãos o registro da banda paulistana Mad Old Lady, formada há pouco mais de 02 anos, com old  school e acrescentando elementos como gaita, banjo, piano e harpas, tornando a banda com identidade própria e um resultado surpreendente. Um cd que apreciei demais. São 10 músicas autorais, escrita pelo vocalista Eduardo. Além dele, divide os vocais com Marcelo, Guilherme e Tiago nas guitarras, Gabi no comando do baixo, Guga na baquetas e o Rafael no teclado. Com muito peso nas guitarras, o Mad Old Lady consegue encaixar bem instrumentos que diríamos 'estranhos no ninho'. Vi algo assim em outras bandas e realmente quando bem utilizados, trazem algo valioso no toque final do trabalho. A melodia é sempre presente no som da banda. Hard/Heavy puxado a gloriosa década de 80. A parte gráfica foi caprichada, apesar de sentir falta de uma foto da banda. O encarte trás as letras, assim como info de contatos da banda, que hoje é muito necessário a quem acompanha a banda, para novidades correrem mais rápido e abranger um maior número de pessoas. Partindo propriamente pro cd, para as músicas em sí, podemos então perceber melodia já nos primeiros acordes. 


Abrindo o cd vem "Glances in the dark", que já me deu excelente expectativa sobre o que viria pela frente. Certamente repetirei muito: melodia, guitarras, vocal e refrão, batidas precisas, baixo marcante.. É que assim se faz por todo o cd. As músicas ficam presas em tua mente. Então, nessa primeira faixa a levada, o andamento já te posiciona, mas não te livra das boas surpresas que virão. "King", a próxima faixa é épica. Te carrega pelo mundo viking eu diria rs. A banda me lembrou algo também de Blind Guardian. A banda me veio a mente, mas não achei ainda o comparativo exato. Um solo de guitar nessa faixa se faz presente ao fundo e todo o andamento da música é carregado por um coro melódico, batera mandando bem e a banda esmerilhando no geral. "Power of warrior" dá seqüência ao trabalho,  cola a banda no trilho de um hard rock com consistência. Essa música ao vivo deve agitar bem a galera. Tento achar semelhanças de vocal, mas suas variações o colocam com uma característica própria e de qualidade. "Prison" é a próxima. Cheguei a lembrar do Primal Fear, de Bob "gaita" Dylan e de outros mais, mostrando o quão diversa é a banda, mesmo com sua identidade própria.


A banda trabalha bem cada refrão, que aliado as melodias, deixam sempre aquela sensação de quero ouvir novamente. Até que chega a faixa "Too blind to see", que se tornou uma de minhas preferidas. Cdzaço de uma banda que merece espaço!! Guitarras mandando bala e logo entra o vocal para conduzir mais uma faixa de grande destaque. A bateria sempre fazendo sua parte com imensa energia. Baixo se fazendo nítido, tudo para um clássico. "Mad train" é a próxima, e o melódico trem se desgoverna pra um 'hardão' compacto com um grande passeio no cadenciamento. "My heart" é a próxima. Linda música!!


A essa altura do cd a banda já confirmou sua sonoridade, sua qualidade musical. É outra faixa épica. A balada forte que se encaixa muito bem. "Someone" me traz Lacrimosa na lembrança. Uma faixa de estilo! Gosto dos 'elementos estranhos' inclusos na música. O refrão é sempre constante no trabalho da banda. "Far away", cadenciada, traz um trampo mais arrastado, mais melancólico, chorada as guitarras rs. Tem o piano dando um tom clássico e vocal bem conduzido, com a bateria dando firmeza a música. "Viking soul" vem pra fechar este registro. Muito feeling seguido por um andamento nervoso. Pude ver o clipe dessa música e curti demais. É realmente voltada ao viking, aos grandes hinos, ao refrão característico do estilo. Alma viking, define muito bem como o próprio título. Detalhes técnicos sempre me escapam a mente, mas com certeza, é um registro de muita musicalidade, merecendo atenção. A gravação soa limpa e talvez pudesse ter sido deixado mais 'suja', o que não causa grande problema em meio a tanta coisa boa. Parabéns a banda. Espero poder apreciar novos trabalhos e uma performance ao vivo.