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sexta-feira, 15 de abril de 2022

Shaman - Rescue - 2022 - Download


Gênero: Power Metal

01 - Tribute
02 - Time Is Running Out
04 - Don't Let It Rain
05 - Where Are You Now?
06 - The Spirit
07 - Gone Too Soon
08 - The Boundaries Of Heaven
10 - What If?
11 - The Final Rescue
12 - Resilience




Resiliência não é uma “palavra da moda”. Ela significa superação e força, algo que o Shaman sempre mostrou. Ter o poder de acessar outras dimensões e determinação ao escrever sobre uma perda irreparável e musicá-la. Andre Matos se foi, mas ficaria orgulhoso de ouvir o conteúdo de “Rescue”. Com letras abordando sobre as perdas e as fases do luto, “mas não de uma maneira negativa”, segundo contou o vocalista Alirio Netto, o repertório álbum traz um elemento fundamental que faz a música lhe tocar: sentimento. Para quem hoje vê de fora, mas esteve ao lado da banda em diversos momentos, incluindo o dia da escolha do próprio nome Shaman, houve, primeiramente, a emoção em saber que os irmãos Hugo e Luis Mariutti, Ricardo Confessori e Fábio Ribeiro seguiriam o legado contando com os dotes de um cantor impressionante como Alirio Netto. Sim, sabemos que ficará para sempre a marca de “o substituto do saudoso Andre Matos”. Porém, aqui se inicia uma nova fase, um novo mundo. É um olhar para o passado, com muito respeito, e um passo para o futuro.


FAIXA A FAIXA: OUVINDO PELA PRIMEIRA VEZ…

Não quis ouvir o disco inteiro várias vezes, como faria se fosse resenhá-lo para a revista Roadie Crew, onde trabalho desde 1996 e que teve seu nome inspirado efetivamente no trabalho que o editor, Claudio Vicentin, e eu tivemos quando trabalhamos de roadie de Confessori. Preferi fazer aquilo que hoje chamam de “react”. Sim, quem nunca viu um vídeo react? Por isso, escolhi dar o play “no escuro” e sentir a emoção fluir, algo que vocês, fãs, vão sentir a partir do dia 15 de abril.


01. TRIBUTE (INTRO)
A introdução é longa, densa e cinematográfica, gerando um clima e uma expectativa para o que está por vir. Feche os olhos e aguarde…


02. TIME IS RUNNING OUT
Mais acelerada, mas não speed, “Time is Running Out” traz exatamente o DNA dos músicos. Um heavy metal com a marca Shaman. É exatamente aquele olhar para o passado e um olhar para o futuro. A parada no meio, com bateria mais tribal, com riffs pesados e o baixo de Luis Mariutti aparecendo com destaque nos ‘two hands’, dão um clima especial antes da ponte que antecede os solos, iniciando com teclado mais progressivo e emendado com o de guitarra, com uma entrada furiosa. Além disso, a versatilidade de Alirio Netto comprova, de cara, o motivo pelo qual foi escolhido para o posto.


03. THE “I” INSIDE
O início mais tribal e climático remete à marca estilística da fase “Holy Land” do Angra, que também serviu de base para diversos momentos da carreira do Shaman. Mas isto, obviamente, é o clima inicial da música, que depois mantém a vibe de “Time is Running Out”, com o beat também acelerado, contratempos e uma refrão forte. Os teclados ao fundo, mais orquestrais, dão um tempero extra. Na caída, o piano de Alirio Netto e o violino alternam para uma atmosfera cinematográfica com vocais emocionais. É o lado prog do Shaman falando mais alto. Na sequência, o solo de Hugo Mariutti nos faz lembrar a pegada Steve Rothery, do Marillion. Não por acaso, uma de suas referências. Então, volta o clima tribal e as percussões de Confessori, e mais um solo de Hugo, desta vez no clima heavy metal. Uma música completa que agrupa quase todos os elementos da musicalidade do Shaman.


04. DON’T LET IT RAIN
Música grandiosa e versátil, com belas harmonias, climas intensos e bela interpretação vocal. Nessa, a vocalização de Alirio Netto nos faz lembrar o saudoso Maestro. Um refrão empolgante que arrepia. A sensação é de estar diante de uma tela sendo pintada. Mais uma vez, a mão de Hugo Mariutti acerta em um solo melódico, que cabe para o que a música pede. A veia prog e até AOR falou alto aqui.


05. WHERE ARE YOU NOW?
Conforme a parte lírica retrata, esta música traz uma veia mais melancólica e introspectiva em seu início e cai para uma linha rock progressivo, com cara de balada, mas que tem suas variações. O crescendo muda o panorama e a deixa mais vibrante. Atente para os climas dos teclados de Fábio Ribeiro. Bem colocada na ordem do repertório, deixa “Rescue” com a dinâmica ideal.


06. THE SPIRIT
Introdução que vai crescendo até chegar a uma melodia que remete aos bons tempos do Iron Maiden. Depois, a velocidade (sem exageros) entra em cena e eis que temos um power/heavy metal com a identidade do Shaman. Confessori aqui coloca sua personalidade e Alirio Netto sobe a voz no campo agudo em alguns momentos. A caída traz um solo de teclado muito bem encaixado, com um timbre fenomenal, seguido por um mais curto de Hugo Mariutti. A essência dos velhos tempos foi mantida.


07. GONE TOO SOON
Um tributo a astros que se foram, “Gone Too Soon” vem com piano acústico, orquestrações e o vocal de Alirio Netto. Depois, a intensidade melódica, com a cara do Queen, segue para um tom mais grandioso, épico e progressivo. Uma música intensa, de pura reflexão, que dá vontade de colocar no repeat. Algo que nem todos atentam, mas vale destacar é o brilho dos timbres dos instrumentos. Por sinal, em que pese a produção ter sido feita à distância, somente com Alirio Netto de forma presencial ao lado de Sascha Paeth, nota-se que o produtor conhece muito a concepção musical e as nuances do Shaman. Assim, não seria difícil classificá-lo como o sexto membro, pois obteve um resultado fenomenal na produção de “Rescue”.


08. THE BOUNDARIES OF HEAVEN
Com começo mais prog, a música logo segue com guitarras mais pesadas, encorpadas e belas harmonias. Atente, novamente, para as camas de teclado. A energia sobe na ponte e refrão, que também remete aos velhos tempos. Antes da caída aos 3″, temos belas linhas dobradas na guitarra, com os dois bumbos comendo e o baixo de Luis Mariutti bem encorpado. Depois, o lado prog volta à carga. No final, o andamento fica mais speed até terminar em fade out.


09. BRAND NEW ME
Lançada como videoclipe, esta música já marcou pela ação de ter uma arte de capa vinda através de um concurso, no qual os próprios fãs enviaram suas artes – os próprios integrantes escolheram a arte do ilustrador Eduardo Untura. Musicalmente, ela também conecta com o passado, com narrativas xamânicas – sim, tivemos isso na música “The Shaman”, do Angra, e em alguns momentos do Shaman. Afinal, o conceito da banda veio daí. A música mais acústica, com violões e camas de teclado depois segue para melodias curtas, e incríveis, da guitarra de Hugo Mariutti. Versátil, traz diversos climas e tem também um lado cinematográfico.


10. WHAT IF?
Escutando pela primeira vez, vale ressaltar o cuidado que a banda e o produtor Sascha Paeth tiveram em criar climas e atmosferas, como na introdução de “What If?”. Em um primeiro momento pode parecer “simples”, mas a música segue uma sequência de crescendos com a bateria tribal, baixo potente de Luis Mariutti e linhas vocais marcantes. Intensa e forte, trata-se de uma das melhores do repertório. E definir isso não é fácil, porque a dinâmica do álbum também parece ter sido muito bem estudada.


11. THE FINAL RESCUE
O ‘Outro’ do álbum, encerra o repertório de “Rescue” da mesma forma cinematográfica que se iniciou. Feche os olhos e contemple o trabalho de Fábio Ribeiro e Marcus Viana.


12. RESILIENCE
A faixa bônus vem realmente triste e melancólica pelo início acústico e a presença do violinista Marcus Viana. Fala sobre resiliência, conectando aqui com o que mencionei no início. Se a palavra significa superação e força, saiba que você está diante do novo Shaman. E ele está forte. Muito forte! E, sim, lá de cima certamente terá as bênçãos de Andre Matos.


CAPA
Criada pelo renomado Carlos Fides, que já fez trabalhos para nomes como Almah, FlowerLeaf, Evergrey, Semblant, Noturnall, Alchemia, Trezzy e Kryour, a bela arte de “Rescue” traz a colorização tradicional do Shaman. Mais que isso, ela retrata bem o elo passado, presente e futuro.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Alírio - All Things Must Pass - 2021 - Download

 

Gênero: Progressive Metal, Hard Rock


02. Let It All Burn (Feat. Hugo Mariutti)
03. Here I Am
04. Back To The Roots
05. The First Time
06. Edinburgh
07. Back To The Light (Feat. Andria Busic)
08. I'm Still Here (Feat. Andria Busic)
10. You Hate (Feat. Alberto Rionda)
11. Breeze (Bonus Track Digital)
12. Come With Me (Bonus Track Digital)
14. Mentiras (Feat. Alberto Rionda) (Bonus Track Digital)
15. Nada Se Compara (Bonus Track Digital)

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Alirio é um cantor e ator brasileiro, e uma das vozes do rock mais reconhecidas no Brasil e um nome emergente entre os maiores do país. Seja no palco, no estúdio ou atuando em musicais, Alirio causa uma forte impressão com sua voz poderosa e alcance incrível e sem esforços. “Me considero um compositor muito eclético quando se trata de estilos de rock. Meus compositores favoritos no momento, e também grandes influências, são Chris Cornell, George Harrison e, obviamente, Queen”, diz Alirio.


Sobre o significado por trás do primeiro single do álbum, ele disserta: “O poder está constantemente mudando de mãos e você precisa tentar aproveitá-lo ao máximo enquanto o tem. Mas isso também passará e, quando isso acontecer, você terá sido verdadeiro consigo mesmo ou corrompido pelo sistema?”.


All Things Must Pass será a estreia internacional de Alirio, com um álbum que abrange uma ampla gama de estilos de rock e hard rock, com espaços para grandes melodias e baladas apoteóticas. Entre os músicos do álbum estão o baterista Adriano Daga (produtor ganhador do Grammy) e o baixista Felipe Andreoli (Angra). Além disto, ninguém menos que o vocalista do Journey, Arnel Pineda, aparece em um marcante dueto.


“Estou emocionado e sinceramente agradecido em fazer parte da família Frontiers”, afirma o artista. “Este álbum é muito especial para mim, não apenas por contar com amigos realmente próximos e conhecidos mundialmente, mas especialmente pela paixão e verdade que eu coloquei em cada nota deste álbum. Este é provavelmente o trabalho mais honesto da minha carreira. Ter uma gravadora dessa magnitude acreditando na minha música, em um momento tão difícil para o mundo, é uma grande bênção”.


Como cantor de rock, Alirio liderou a banda Khallice, que na época assinou contrato com a gravadora de rock progressivo Magna Carta para o lançamento de seu álbum de estreia, “The Journey”. Alirio também integrou a banda de metal Age of Artemis, que lançou dois discos, um deles produzido pelo renomado cantor e produtor Edu Falaschi (ex-Angra). Mais recentemente, juntou-se à banda Shaman, como substituto do saudoso Andre Matos.


Alirio também interpretou personagens em diversos musicais, incluindo o protagonista “Galileo” em We Will Rock You, a produção musical oficial do Queen. Posteriormente, foi anunciado como o novo vocalista da banda Queen Extravaganza, o que levou Roger Taylor a comentar: “Alirio não é apenas um cantor soberbo, mas também é um grande showman”. Alirio também dublou o personagem “Lefu” em A Bela e a Fera, live action da Disney.


Desempenhou o papel de Jesus na produção oficial mexicana de Jesus Christ Superstar, e atuou como Judas na produção oficial brasileira do mesmo espetáculo, pelo qual foi indicado ao prêmio de Melhor Ator Principal de 2014, pelo jornal Estado de São Paulo. Com isso, as portas se abriram e se apresentou em alguns dos principais programas de TV do Brasil, como o maior talk show do país, o Jô Soares, além do Altas Horas, Faustão, The Noite, Jornal Hoje, Jornal do SBT, Jornal da Globo e Programa Todo Seu. Participou do programa televisivo Good Morning LA, nos Estados Unidos, junto com o Queen Extravaganza.

Viper - To Live Again - Live In São Paulo - 2021 - Download


Gênero:
 Heavy Metal

CD
01 - Knights Of Destruction
02 - Nightmares
03 - Wings Of The Evil
04 - H.R.
05 - Soldiers Of Sunrise
06 - To Live Again
07 - A Cry From The Edge
08 - Living For The Night
09 - Prelude To Oblivion
10 - Act One
11 - Theatre Of Fate
12 - Moonlight
13 - Rebel Maniac
14 - The Spreading Soul Forever (Bonus Track)

DVD
14 - The Whipper
15 - Signs of the Night
16 - Killera (The Princess of Hell)
17 - Law of the Sword
18 - At Least a Chance

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Link 03 (DVD Audio)
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Viper - Viper & Guests No Estudio Showlivre - 2020 - Download


Gênero: Speed Metal, Melodic Power Metal

01. To Live Again
02. A Cry From The Edge
03. Moonlight
04. Nightmares
05. Rebel Maniac
06. Living For The Night

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Shaman - Brand New Me - 2020 (Single) - Download


Gênero: Power Metal

01 - Brand New Me


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Shaman - Live! - 2020 (Bootleg) - Download



Gênero: Progressive Metal

01 Turn Away
02 Distand Thunder
03 For Tomorrow
04 Reason
05 Brand New Me
06 Fairy Tale
07 Innocence
08 Pride
09 Time Will Come
10 More

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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Viper - To Live Again - Live In São Paulo - 2015 - Download


Gênero: Heavy Metal

CD
01 - Knights Of Destruction
02 - Nightmares
03 - Wings Of The Evil
04 - H.R.
05 - Soldiers Of Sunrise
06 - To Live Again
07 - A Cry From The Edge
08 - Living For The Night
09 - Prelude To Oblivion
10 - Act One
11 - Theatre Of Fate
12 - Moonlight
13 - Rebel Maniac

DVD
14 - The Whipper
15 - Signs of the Night
16 - Killera (The Princess of Hell)
17 - Law of the Sword
18 - At Least a Chance


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Ótimas notícias para quem curte o bom e velho metal brazuca lá dos primórdios! O Viper, este ano, lança em CD o seu show gravado lá em 2012. A apresentação já havia saído em DVD em 2013, mas para comemorar os 30 anos de banda, o Viper resolveu disponibilizar o CD também, e o que é melhor: com o ilustre retorno do filho pródigo! Sim, André Matos (ex-Angra, ex-Shaman) retornou à banda há alguns anos atrás e desde então vem fazendo turnês com sua primeira banda de carreira e cantando os clássicos do grupo, para a alegria de todos.


O Viper, até mesmo (mas nem sempre) por culpa deles mesmos, veio passando por períodos atribulados durante o passar dos anos. Fizeram dois álbums com um ainda jovem André Matos, lá pelos idos do final dos anos 1980, Soldiers of Sunrise (1987) e o grande clássico do metal brasileiro Theatre of Fate (1989); depois Matos saiu da banda para formar o Angra e o baixista Pit Passarell assumiu os vocais do grupo, o que se mostrou um equívoco dos grandes, especialmente em relação ao material antigo, apesar de terem feito uma coisa boa ou outra no álbum Evolution (1992), já com Passarell cantando.


Fizeram mais dois discos, Coma Rage (1994) e Tem Pra Todo Mundo (1997) e um mini-álbum, Vipera Sapiens (1993) dessa forma, e depois a banda acabou, porque eles foram mudando o seu gênero musical. De uma banda de metal, passaram para uma banda punk e depois para uma banda pop-rock, estilo um Legião Urbana mais capenga, com letras bem bobas. Até fizeram o último disco em português, para completar a massaroca. De 1996 a 2007 ficaram meio desativados, até que resolveram que haviam aprendido a lição de seus fracassos passados e retornado com um novo álbum de heavy metal, All My Life (2007).


E deixa eu fazer um adendo aqui, pessoal: nada contra o punk e o pop-rock, eu mesmo curto algumas bandas desses gêneros, mas imagina que de repente você visse o Eric Clapton começar a cantar death metal estilo Children of Bodom? Você concorda que tem que começar a questionar as pessoas quando isso acontece, certo? É claro que sim! Além do mais, o disco de pop rock do Viper era vergonhoso, nem dava para defender algo alí. Talvez tivessem feito isso porque eram uma das únicas bandas de rock brasileiras que tinham alguma projeção internacional mais significativa na época além do Sepultura, embora o Angra e o Dr. Sin tivessem começado a dar as caras nos anos 90, e quiseram inovar de alguma forma, mas mesmo assim, não justifica. Eu curto o grupo e considero demais os caras, mas a gente tem que ser mais crítico nessas horas.


Enfim, o retorno do Viper em 2007 à música pesada e às letras em inglês que os consagrou, agora com o vocalista Ricardo Bocci, rendeu a eles alguma publicidade e visibilidade no exterior, mas o álbum era bem mais ou menos, pelo menos pra mim, eu escutava e falava "meu, esses caras já foram muito melhores lá no início". Não havia no All My Life uma música sequer que eu saía cantarolando, uma melodia que se tornasse memorável, apesar do disco ser bem executado e muito, mas muito melhor do que os dois últimos trabalhos deles.


Mas foi um canal que permitiu ao Viper recuperar o prestígio que havia perdido lá atrás, mexendo com os sentimentos nostálgicos de muitos fãs que sabiam as letras de "Living for the Night" de cor e salteado, mesmo sem dois de seus membros mais importantes, André Matos e o guitarrista Yves Passarell que passou a integrar o Capital Inicial. Enfim, desde esse retorno às raízes, o Viper vem excursionando por aí, porém sem lançar nada de novo. Agora, em 2015, com o retorno de Matos e a inclusão do guitarrista Hugo Mariutti (ex-Shaman, André Matos), a banda resolve lançar este ao vivo com performances avassaladoras e sensacionais das músicas de seus primeiros dois álbuns, que são ainda os mais importantes de sua carreira.


E o show? Emocionante! Muito bom mesmo, contando com uma banda revigorada e disposta a tocar seu heavy metal sem reservas. Bom também foi não precisar escutar a voz do Pit que somente tocou seu baixo e grunhiu uma frase ou duas, o que significa que finalmente ganhamos registros ao vivo decentes destes clássicos, uma vez que o único ao vivo que a banda lançou em sua carreira foi o show Live: Maniacs in Japan (1993), onde as músicas saem todas atropeladas, com performances medíocres e com o vocal nada expressivo de Passarell.


Destaques aqui mais do que merecidos para "Nightmare", com o coro animadíssimo da plateia, "Soldiers of Sunrise" que ganhou uma versão sublime, a ótima "A Cry from the Edge" que teve até corinho da plateia na introdução, emocionante!


Agora, após apresentações fantásticas como essa, que a banda vem promovendo até hoje (tocaram na Virada Cultural deste ano), creio que o melhor passo que a banda possa dar, aproveitando aí a volta de André e a chegada de um super guitarrista como Hugo Mariutti, é nos presentear com um novo álbum, não é mesmo? Eu acredito que sim. Um álbum digno e que dê continuidade ao que a banda estava fazendo nos primeiros dois álbuns. Seria uma forma ótima de mostrarem que realmente voltaram. No mais, eu mais do que recomendo este lançamento e aguardo os próximos passos do Viper.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Viper - Live At Manifesto Bar - 2005 (Bootleg) - Download

 

Gênero: Heavy Metal, Power Metal

Ilusions 
Prelude To Oblivion
3 Knights Of Destruction
To Live Again
Deadlight
A Cry From The Edge
The Shelter
Do It All Again

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Remove Silence - Stupid Human Atrocity - 2012 - Download

 

Gênero: Alternative Rock

1 Admirable
2 Wormstation
3 So Wrong
4 The Curse
5 Real World
6 How Long Is The Street
7 Spellbound
8 Last Days
9 Drop By Drop
10 Taste Of Iron
11 The Train
12 The Sound Of The Horns
13 Dancing For The Sun Guitar [Additional Guitars] – Fabio Ribeiro

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Apesar do que o currículo dos músicos sugere, Stupid Human Atrocity não é um álbum de heavy metal. Formado por Hugo Mariutti (vocal e guitarra - Andre Matos, Viper, Shaman), Fábio Ribeiro (teclado - Angra, Shaman, Andre Matos), Alê Souza (vocal e baixo) e Edu Cominato (vocal e bateria - Jeff Scott Soto), o Remove Silence chega ao seu segundo disco executando uma sonoridade ampla, que tem no metal apenas um de seus elementos.


As treze faixas do disco vão para diversos caminhos. Há canções com características mais progressivas, outras que flertam com o rock alternativo e até mesmo uma surpreendente influência de pós-punk. Isso tudo faz de Stupid Human Atrocity não apenas um trabalho diferenciado, mas, principalmente, um disco ousado, que confronta o ouvinte e arranca-o de sua zona de conforto.


Momentos de grande beleza permeiam o álbum. A abertura com “Admirable” é o primeiro deles. Provavelmente a faixa mais prog do play, tem uma inspirada participação de Fábio Ribeiro e linha vocais muito bonitas. “Real World” mostra a maturidade do quarteto, pouco preocupado em se limitar a rótulos e mais focado em produzir canções que saciem suas aspirações artísticas. “How Long is the Street” mostra o quão vasto é o universo musical do grupo, e soa como uma amálgama entre Joy Division e New Order. “The Train” é outra que vai nessa caminho, com direito a bateria eletrônica e ecos de The Cure.


O Remove Silence aproxima-se bastante do rock alternativo em diversas faixas de Stupid Human Atrocity. Há composições mais raivosas como “Wormstation” (com um ótimo refrão) e “Spellbound” (que me trouxe à mente as aventuras mal compreendidas de Bruce Dickinson em Skunkworks), assim como faixas com fartos elementos pop, como é o caso de “Drop by Drop” e a excelente “So Wrong” - essa última bem U2.


Quando decide focar no metal, o quarteto soa moderno e atual como poucas bandas brasileiras são capazes de soar. Basta ouvir faixas como “The Curse” para perceber isso com grande facilidade.


A divisão dos vocais entre Hugo Mariutti, Alê Souza e Edu Cominato faz o disco ficar ainda mais variado, com cada faixa trazendo um diferente tom. A ótima produção torna toda essa multiplicidade mais forte, apresentando um leque de timbres muito bem escolhidos e de acordo com o que cada canção pede.


A identidade do Remove Silence está na imprevisibilidade, em ser sempre surpreendente. A banda demonstra sabedoria ao explorar a sua criatividade sem preconceito, levando a música pelos caminhos que seus sentimentos apontam. Essa é uma qualidade rara e merecedora dos mais rasgados elogios.


Sinceramente, rotular o Remove Silence dentro do heavy metal seria uma injustiça. O grupo vai muito além do gênero em seu segundo disco, um trabalho extremamente bem feito, com excelentes composições e muito acima do que se produz, de maneira geral, no rock brasileiro como um todo. A música aqui é inteligente, desafiadora, adulta, provocativa - e tudo isso sempre com muita qualidade.


Corajoso e destemido, o Remove Silence acertou em cheio em Stupid Human Atrocity. Ouça e comprove!

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Andre Matos - The Turn Of The Lights - 2012 - Download


Gênero: Power Metal

CD 01
(Brazilian Edition)
01 - Liberty
02 - Course Of Life
03 - The Turn Of The Lights
04 - Gaza
05 - Stop!
06 - On Your Own
07 - Unreplaceable
08 - Oversoul
09 - White Summit
10 - Light-Years
11 - Sometimes
12 - Wings Of Reality (Bonus Track)

CD 02
(Japanese Edition)
01 - At Least A Chance (Bonus Track)
02 - I Don't Believe In Love (Bonus Track)
03 - Fake Plastic Trees (Bonus Track)
04 - Hisame (Bonus Track)

Link 01 - MP3
(Japanese Edition)
Link 02 - FLAC
(Brazilian Edition)

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Remove Silence - Fade - 2011 - Download


Gênero: Alternative Rock

01 - The End Has Begun
02 - Fade
03 - Pressure
04 - Dirty Ashtrays
05 - Fast Turnover
06 - Where Will The Children Live
07 - Ministry Of Ghostland
08 - Black Again
09 - When The Madness Fills The Space
10 - Out Of Time
11 - Dream Brother


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Fade é o primeiro álbum da recém formada banda Remove Silence ( afinal eles se agruparam em 2007 ) que é composta de Hugo Mariutti ( ex-Shaman, atualmente no Henceforth e também na banda solo de André Matos ) comanda os vocais e guitarra, Fábio Ribeiro ( ex-Shaman e Angra e também na banda de André Matos ) nos teclados, Alexandre Souza no baixo e vocais, sendo completado por Edu Cominato ( ex-Tempestt e que também integra a banda solo de Jeff Scott Soto ) na bateria e vocais. Como já deu para perceber, mesmo sendo uma banda com suas atividades iniciadas há menos de dois anos, temos músicos com muitos e importantes serviços prestados ao heavy metal nacional, e porque não dizer mundial. O resultado da química que será encontrada em Fade é um som muito diferente do que normalmente você imaginaria ao ler os nomes envolvidos no projeto. A produção ficou a cargo dos membros da banda e a masterização do israelense Appel Baum.


Os efeitos sombrios e estranhos de The End Has Begun abrem o  CD e, rapidamente transformam-se em um som mais caótico e progressivo cheio de uma percussão envolvente, momento ao qual, pela primeira vez já me rendo ao talento de Edu Cominato. A  voz de Hugo Mariutti é ouvida em meio à uma grande distorção de guitarra e muitos solos de teclados sendo aplicados no decorrer de The End Has Begun. Em seguida é a vez de Fade, música alternativa e de certa forma, mais dançante, que intitula a primeira incursão do Remove Silence no formato de CD. Fade evidencia o baixo de Alexandre Souza, mas não pense que o peso é esquecido, pois num clima apocalíptico que lembra Paradise Lost, o que se ouve é muita percussão e muitos solos de guitarra. Com Pressure já ouve-se uma ótima seqüência na bateria de Edu Comunitato, os gritos de Alexandre Souza e Hugo Mariutti realizando competentes riffs em sua guitarra. Estes fatos somados causam andamento cheio de grooves que pode ser considerado como " uma das trilhas sonoras do final do mundo ", pela cara diferenciada de Pressure.


Os acordes tristes do piano de Fábio Ribeiro elevam à superfície Dirty Ashtrays, que após um mergulho na melancolia recebe uma dose de ânimo com os vocais, lembrando um pouco de Alice Cooper em uma letra onde se diz que para suportar os dias se faz necessário pírulas, cigarros e realizar questionamentos sobre a existência. As inversões de ritmos, dão a Dirty Ashtrays os pontos necessários para ser considerada uma das melhores de Fade. Em Fast Turnover são exibidos efeitos que mais parecem que acontece uma oscilação na energia para em seguida Hugo Mariutti e Alê Souza cantarem juntos de uma forma mais calma os versos que evoluem para uma música muito mais pesada e caótica. A seguinte é Where Will The Children Live e a linha seguida pelo Remove Silence é de uma balada bem desoladora, mas, após os primeiros versos, sons de conversas são ouvidos e aí o batera Edu Cominato solta a voz e aplica outra dose emocionante ao continuar a cantar. Além disso, ele é responsável junto com Fábio Ribeiro na concretização da triste viagem que culmina em um momento pesado, questionando o destino das crianças e encerra Where Will The Children Live em clima de trilha de filme sem encontrar uma resposta plausível.


A pesada Ministry Of Ghostland é dotada de muitas variações de ritmos que sobem ao apogeu mesmo quando a sessão de efeitos sonoros são comprimidos pelo poderio da guitarra de Hugo Mariutti que não ataca sozinho, pois o baixo e a bateria vem fortemente intensos. A seguinte é Black Again, que apresenta efeitos espaciais bem 'pinkfloydianos', tanto que com uma melodia bem viajante encontramos versos emocionantes. Com Edu Cominato fazendo os vocais principais de When The Madness Fills The Space, o Remove Silence quis ao final deste CD continuar com a jornada progressiva, para confirmar basta observar atentamente o violão e a guitarra que ditam o sensacional ritmo desta nona faixa de Fade. A maneira que os riffs são realizados tornam esta música ainda melhor e outro destaque vai para a atuação de Fábio Ribeiro que deixa sua marca nos solos de teclados.


O início melancólico, progressivo e cheio de violinhos de Out Of Time prepara o ambiente para que o baterista Edu Cominato possa trazer o peso de uma forma que o som fique acima de rótulos conhecidos. A combinação final de bateria, guitarras e teclados, fazem Out Of Time também chegar ao nível das melhores do disco. Dream Brother foi escrita por Jeff Buckley e vem para encerrar Fade com uma sonoridade mais sinistra e diferente de quase tudo que já foi ouvido anteriormente, mas com muito peso, seja na bateria ou nos solos de guitarra.


Em suma, Fade apresenta sonoridades mais alternativas, peso tipicamente heavy metal, influências de rock progressivo e até um pouco de doom, com toda essa mistura realizada competentemente pelos integrantes, Fade não é rotulado facilmente, e como também não sou adepto de rotulações, afirmo aqui que é um álbum que merece ser ouvido com atenção e várias vezes, pois é necessário digerir a arte em várias sessões de audição, e fazendo isso, caro leitor(a) você irá com certeza captar a mensagem e apreciar ainda mais o Remove Silence.

Henceforth - The Gray Album - 2010 - Download


Gênero: Progressive Metal

01 - Dull & Cold
02 - Darker Times Ahead
03 - Worn Out
04 - Lie
05 - Done
06 - Decay
07 - Without The Sun
08 - If I Were Gone
09 - Changing Tide
10 - Alone
11 - Left Aside


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domingo, 8 de janeiro de 2017

Andre Matos - Mentalize - 2009 - Download


Gênero: Power Metal

01 - Leading On!
03 - Someone Else
04 - Shift The Night Away
05 - Back To You
06 - Mentalize
07 - The Myriad
08 - When The Sun Cried Out
09 - Mirror Of Me
10 - Violence
11 - A Lapse In Time
12 - Power Stream

(Japanese Edition)
13 - Don't Despair (Bonus Track)
14 - Forever Is Too Long (Bonus Track)
15 - Teo Torriatte (Bonus Track)

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Mega (FLAC - Brazilian Edition)
Mega (MP3 - Japanese Edition)
Mega (FLAC - Japanese Edition)

LISTEN

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Tempestt - Bring 'Em On - 2007 - Download


Gênero: Hard Rock

01 - Faked By Time
02 - Bring 'Em On
03 - A Life's Alibi
04 - Insanity Desire
05 - Too High
06 - Enemy In You
07 - Fallen Moon
08 - Lose Control
09 - Redoma
10 - Healing
11 - Higher (Bonus Track)
12 - Don't Stop Believin' (Bonus Track)

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Andre Matos - Time To Be Free - 2007 - Download


Gênero: Power Metal

01 - Menuett
02 - Letting Go
03 - Rio
04 - Remember Why
05 - How Long (Unleashed Away)
06 - Looking Back
07 - Face The End
08 - Time To Be Free
09 - Rescue
10 - A New Moonlight
11 - Endeavour

Bonus Track:
12 - Separate Ways (Worlds Apart) [Journey Cover]

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Shaman - Live At Credicard Hall - Reason Tour - 2005 (Bootleg) - Download


Gênero: Progressive Metal

01 - Intro 
02 - Turn Away 
03 - Trail of Tears 
04 - Distant Thunder
05 - Time Will Come
06 - For Tomorrow 
07 - Scarred Forever 
08 - Innocence 
09 - Reason 
10 - Be Free Instrumental 
11 - Drum Solo with Ricardo Confessori 
12 - Ritual
13 - Pride
14 - Ancient Winds
15 - Here I Am
16 - Carry On Without Keyboards
17 - Fairy Tale
18 - More
19 - Iron Soul
20 - Lisbon
21 - Innocence Ending

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domingo, 10 de janeiro de 2016

Shaman - Reason - 2005 - Download


Gênero: Progressive Metal, Power Metal

00 - Intro
01 - Turn Away
05 - Scarred Forever
06 - In The Night
07 - Rough Stone
08 - Iron Soul
09 - Trail Of Tears
10 - Born To Be

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