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domingo, 17 de agosto de 2025

Alchimist - The Ritual (The Wisher's 5th Anniversary) - 2023 - Download

 

Gênero: Progressive Power Metal

1. Ritual
2. Beyond Darkness
3. Obsessed
4. Demonized
5. The Wisher
6. Despair
7. Narcissus
8. Never Forget

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quarta-feira, 28 de abril de 2021

Angra - ØMNI - 2018 - Download


Gênero: Progressive Metal, Power Metal 

01 - Light Of Transcendence
02 - Travelers Of Time
03 - Black Widow's Web
04 - Insania
05 - The Bottom Of My Soul
06 - War Horns
07 - Caveman
08 - Magic Mirror
09 - Always More
10 - ØMNI - Silence Inside
11 - ØMNI - Infinite Nothing
12 - Z.I.T.Ø. (2018 Version) [Bonus Track]

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Mega (MP3) | Yandex.Disk (FLAC)

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O Angra passou por maus bocados em determinado período de sua carreira. Houve o lançamento morno de um disco em 2010, alguns embates dentro da formação respectiva e pra decretar o que poderia ser de fato o fim da banda, um show embaraçoso no Rock in Rio. Nesse momento realmente a banda passou a se questionar se ainda deveria se manter em atividades, mas com a perseverança de Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt, as coisas começaram a ter um respiro e assim recrutaram Fabio Lione para o posto de vocalista, que até então seria contratado temporário por ali e saíram em alguns shows pelos Brasil. Vendo que dali podia sair algo, um novo álbum surgiu, chegava em 2014 “Secret Garden“, que era um recomeço para a banda, um novo respiro, agora além do vocalista, tínhamos também um novato na bateria, era a chegada de Bruno Valverde ao banco que havia sido (de novo) de Ricardo Confessori até então.


A formação se consolidou até certo ponto, quando Kiko Loureiro recebeu um convite impossível de se recusar, do próprio Dave Mustaine para integrar o Megadeth. Com isso Rafael via novamente o então último parceiro da formação original ir embora, mas não se abalando com isso, recrutou Marcelo Barbosa (ex-Almah e Khallice) para o posto e daí tivemos o que de novo afirmou o Angra como a grande banda que é, tivemos em 2018 o nascimento de “Ømni“, uma das obras mais completas da banda e que aliado a técnica imbatível que foi acumulada nesses anos de estrada, nos traz um pouco daquilo que tinha de melhor em tempos áureos, a sua identidade brasileira que antes havia sido deixada um pouco de lado em troca de uma sonoridade mais comum do gênero.


Abrindo o trabalho, está “Light of Transcendence” que é um belo power metal executado nos seus mais ricos detalhes e de forma mágica. É rápida, cheia de força e agora mostra um Lione mais a vontade em frente a banda, mostrando o que sabe fazer e que sua escolha foi bastante certeira ali sendo um substituto que já deveria ter aparecido em outro momento (inclusive já sendo sondado por Bittencourt na primeira mudança de formação da banda). O prodígio Valverde empenha seu papel muito bem nas baquetas, criando trabalhos muito bem marcados em pratos e conduções e sem cansar as pernas nos bumbos duplos que permeiam a música em todos os momentos. Há um grande refrão na melhor forma do estilo e que contagia à todos os ouvintes. É um belo começo que desde “Nothing to Say” não me empolgava dessa forma.


Já seguindo pra um ritmo mais “abrasileirado”, “Travelers of Time” começa cheia de quebradas, algumas percussões em seu caminho e logo cai em um heavy tradicional e outro refrão muito bem conduzido. Aqui o baixo de Felipe Andreolli aparece com bastante presença, e sua segunda metade é bastante agressiva cheia de riffs com fúria e velocidade, aliada aos toque de corais clássicos que sempre estiveram presentes nas obras do Angra. Destaque para a ponte cantada por Rafael, que vem desempenhando essa função há algum tempo já e o faz muito bem. E claro que há de se falar da potência vocal de Fabio que abusa de agudos que soam tão naturais quanto respirar.


A faixa seguinte trouxe uma leve polêmica antes de seu lançamento, pois a convidada da vez para um participação era ninguém menos que a cantora Sandy, da dupla Sandy & Junior. Muitos torceram a cara para o convite antes mesmo de saber do que se tratava, porém, há de se falar que a moça é dona de uma belíssima voz independente de qualquer coisa e sua passagem aqui não é menos que um belo resultado. A cantora entoa os primeiros versos de “Black Window’s Web“, que nos remete à algo do Cradle of Filth em seu primeiro momento, mas logo um ritmo quebrado surge aliada à voz de Lione que abre as portas para a segunda convidada, Alissa White-Gluz do Arch Enemy é quem surge com sua potente voz gutural e torna ainda maior a faixa. O ritmo aqui é mesclado com muito peso, velocidade e esbanja melodia com as trocas dos vocais cada um na sua linha, flertando entre heavy, o gótico, algo do doom e uma pitada do sinfônico. É um grande destaque do disco e difere bastante do que o Angra já fez por aí e mostra que ainda tem cartas na manga para surpreender os fãs. Vale ainda ressaltar aqui o grande destaque da bateria de Bruno e o belo solo da canção.


“Insania” é daquelas músicas cheia de efeitos que o Angra sempre cria. Já começa dramática, e cai num momento mais calmo para um ponte mais agitada e um grande refrão que é entoado à plenos pulmões por Fabio. E destaque para a levada do baixo de Andreoli que pulsa notas a todo momento. Destaque para seu solo todo quebrado trazendo a veia prog que acompanha a banda há bons anos já. Faixa que pega bem fácil e de fato é maravilhosa, seu final é apoteótico.


Ah as baladas do Angra!Claro que elas não podiam ficar de fora, e a primeira que dá as caras neste trabalho é “The Bottom of My Soul” que em seus primeiros momentos nos faz recordar de “Make Believe” e que coisa maravilhosa isso. Quem dá voz a canção é Bittencourt e nesses momentos o cara brilha, pois sua voz tem o timbre necessário para entoar essas canções. Que refrão maravilhoso é esse, e a ponte é carregada e cheia de sentimentos, vontade de cantar junto a todo momento. Faixa divina e muito rica em todos os sentidos.


Claro que Kikinho daria as caras não é?! E ele chega com os dois pés na porta e destrói tudo com “War Horns” que parece uma debandada de cavalos à milhão. A faixa tem cara de Megadeth e mostra o Angra flertando de novo com outros estilos e criando um belo momento. O solo é magnifico e o menino Valverde brilha novamente, suas quebradas nos tiram de órbita e quanto peso aparece nessa parte. O bate cabeça aqui é certeiro.


“Caveman” é intricada em seu começo e traz algo mais tribal como o nome sugere, com vozes entoando um canto de selva bastante estranho mas que casa perfeito com a proposta ali e a banda se aproximando com o seu lado mais brasileiro de novo. Apesar de uma primeira metade repetitiva, em sua segunda metade ela se mostra uma faixa bem construída e cheia de detalhes e com andamento muito bem executado cheio de dinâmica. Tem um bom refrão, faz papel do momento experimental do disco.


Mesclando melodia e peso, “Magic Mirror” é uma semi balada agora entoada por Lione que mostra controle total de sua voz em passagens mais brandas e outras realmente agressivas como no refrão. Que bela ponte quebrada temos ali, a melodia é espetacular e enche os ouvidos do apreciador até explodir no ponto chave. A passagem de piano é muito bem encaixada para abrir porta para o momento prog novamente e nos lembrando algo do Symphony X. Muito bom o resultado final.


“Always More” é outra balada mas diferente da outra deste trabalho, não alcança de fato os seus resultados esperados. Longe de ser ruim, é muito bonita em seus momentos e tem um bom refrão, porém acaba por ficar no meio do caminho e meio apagada. É o momento mais fraco do disco todo.


Próximo a seu final, “Silence Inside” é uma síntese de tudo que o Angra é, ali há a música brasileira, o heavy metal, o prog e toda a melodia característica que a bada tem em seu currículo aparecem em sua melhor forma. O melhor está pro final, pois é uma longa faixa de quase 9 minutos que passeia por vários momentos sem nunca deixar o ânimo cair e cheio de muita qualidade. Quem canta os primeiros versos é Rafael e o faz muito bem, a voz do rapaz se encaixa perfeitamente nos versos e explode num refrão pesado e cheio de harmonia que Fabio entoa e o faz com graça. É impossível ouvir só um momento da música e a cada ouvida se nota um detalhe que a torna ainda melhor e maior. Ali todos os músicos esbanjam seu melhor e tudo se junta de forma maravilhosa num gran finale magnífico.


Encerrando o disco, há o momento instrumental com “Infinite Nothing” que parece ter saído direta de um final de jogo de RPG da Square.


Em seu resumo, o trabalho é o que Angra precisava há muitos e muitos anos desde suas truculentas trocas de formação e momentos de incerteza. Este álbum coloca a banda de volta aos holofotes seja com a crítica ou seu público e de forma correta e merecida dessa vez, e nos mostra que o nome é maior do que um ou outro integrante e que ele ressurgirá quantas vezes for necessário, se renovando e surpreendendo, saindo da zona de conforto de um gênero e nos brindando com obras únicas e de extrema qualidade como “Holy Land” em outro momento e agora Ømni, que nos mostra o porque de ser uma das, se não a maior banda do Metal Nacional. Ansioso com o que pode vir pela frente.

Almah - E.V.O - 2016 - Download


Gênero: Progressive Power Metal

01 - Age Of Aquarius
02 - Speranza
03 - The Brotherhood
04 - Innocence
05 - Higher
06 - Infatuated
07 - Pleased To Meet You
08 - Final Warning
09 - Indigo
10 - Corporate War
11 - Capital Punishment

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Tivemos a honra de conferir, em primeira mão, o novo álbum do ALMAH, "E.V.O", que será lançado no Brasil pela MS Metal Records, no próximo mês de setembro e, devo admitir, a primeira impressão foi a melhor possível, principalmente porque temos um Edu Falaschi renovado, cantando de forma mais voltada para o lírico, como nos seus tempos com o Angra, da fase do álbum "Rebirth".


Como parâmetro deste trabalho, fique à vontade para pegar a própria discografia da banda, pois este aqui é uma progressão natural dos dois últimos discos, "Motion" (2011) e "Unfold" (2013). Ou seja, eles mantiveram a roupagem mais moderna, fugindo do Power Metal que consagrou Edu Falaschi no Angra, todavia, toda a obra aqui apresentada emana sentimentos bem positivos, abordando temas ligados à Era de Aquário e suas conexões, diferentemente do que observamos em seus predecessores.


Marcelo Barbosa continua muito bem, imprimindo técnica e melodia na medida certa, agora ao lado Diogo Mafra, que acrescenta mais peso e diversidade à sonoridade em todo o disco. Outro estreante é o baterista Pedro Tinello, que compõe a cozinha com Raphael Dafras, ambos muito entrosados e que não permitem qualquer tipo de sentimento saudosista, com relação às formações anteriores do grupo. Sendo assim, melhor panorama impossível, já que o próprio Falaschi, como já mencionado acima, resolveu voltar para as suas origens, com intervenções agudas muito bem empregadas, drives em profusão e muita personalidade, sendo esta a melhor atuação do cantor em anos a fio.


Partindo destes pontos, vamos ao faixa a faixa com todas as minhas impressões sobre este álbum, que já pode ser considerado como um dos principais lançamentos do ano no Brasil.


Age of Aquarius: Típica faixa de abertura. Andamentos rápidos, solos melodiosos, arranjos de bateria técnicos e extremamente precisos, mas o destaque vai mesmo para Edu Falaschi, que me remeteu muito aos seus tempos em que era vocalista do Angra. O cara voltou a cantar em uma região mais alta, usando de forma inteligente tons mais agudos, mostrando estar completamente em forma. Acredito que esta seja uma belo presente para os fãs do Angra e do Symbols.


Speranza: Essa é uma faixa mais mainstream, que tem traços do Coldplay e corais muito bem empregados, principalmente o que foi conduzido por crianças na primeira metade da canção. As melodias fixam na memória facilmente aqui, embasadas por mais uma excelente atuação de Edu, novamente cantando em tons mais altos, e chamando a responsabilidade para si! O resultado de "Speranza" é o melhor que ouvi, desde os seus tempos de "Rebirth" e "Temple of Shadows".


The Brotherhood: No Brasil, em matéria de compor baladas, eu realmente não ponho ninguém acima de Edu Falaschi, e está aqui mais uma para a coleção do cara. Mantendo o nível altíssimo de canções como "Bleeding Heart", "Wishing Well", "Lease of Life" e "Warm Wind", "The Brotherhood" tem tudo para ser o próximo hit nos corações dos fãs da banda. E, para acrescentar mais carga emocional nesta avaliação, lendo a sua letra, é bem nítido que ela foi composta em homenagem ao seu irmão Tito Falaschi.


Innocence: Mais um Rock Moderno, pesado e vigoroso. Vai ficar repetitivo nesta avaliação, inclusive, falar dos refrães deste álbum, já que absolutamente todas as músicas contém seus pontos altos, no que se refere a este tipo de abordagem. Refrão lindo, usual e extremamente funcional. Outro aspecto forte em "Innocence" é o trabalho de guitarras. Barbosa e Mafra dão um verdadeiro show de técnica e virtuosismo, imprimindo bases pesadas atreladas a solos melodiosos e complexos.


Higher: A quinta faixa do disco é um Hard/Heavy cativante, com uma presença expressiva de teclados e backing vocals emocionais. "Higher" é a que mais possui elementos comerciais, principalmente no que se refere aos vocais de Falaschi e aos ótimos arranjos, voltados para a música brasileira, do baixista Raphael Dafras. Não se espantem se esta canção se tornar o primeiro videoclipe de "E.V.O".


Infatuated: Talvez a que mais flerte com o Pop até aqui, principalmente quando nos atentamos para o refrão. Novamente, não se culpe por ouvir "Infatuated" e já sair cantarolando logo de cara. Refrão marcante, andamento midi-tempo empolgante e um dos solos mais inspirados de Diogo Mafra. Certamente, um dos pontos mais altos do material.


Pleased To Meet You: Nesta, o ALMAH teve como foco mostrar as suas características oriundas do Progressivo, aliadas ao peso absurdo das bases impostas por Barbosa e Mafra. Mesmo que o direcionamento do trabalho tenha sido mais comercial até o momento, esta aqui é mais voltada para o fã de Heavy Metal, mesmo! Edu usa e abusa dos drives, mesclando o seu lado mais melodioso no refrão, tornando o resultado muito satisfatório.


Final Warning: Mantém a linha mais pesada da sua antecessora, sendo mais direta e menos complexa. O uso de teclados é mais evidente nesta aqui, lembrando um pouco o clima mais denso de "Motion", o que vai agradar em cheio aos fãs mais saudosistas.


Indigo: Esta é a menor de todo o trabalho, com pouco mais de três minutos de duração. Típica música que funcionará bem nas rádios, principalmente pelo seu acentuado apelo Pop. Para os que conhecem o trabalho dos finlandeses do HIM, vão se sentir em casa, pois o tino para melodia de Falaschi, em algum momento, se encontrou com a escola nórdica em "Indigo". Como adendo, mais um destaque para o solo de Marcelo Barbosa, que demonstra estar na sua melhor fase como compositor.


Corporate War: Talvez a música mais ousada de toda a carreira do ALMAH. "Corporate War" é de longe a faixa mais experimental da banda, por flertar com o Grunge estadunidense. Densa, arrastada e melancólica, esta canção vai te levar a lembrar imediatamente dos melhores momentos do Alice in Chains, mais precisamente do álbum "Dirt", um dos grandes clássicos da música pesada mundial.


Capital Punishment: O encerramento do disco meio que nos transporta para o clima otimista das faixas iniciais. "Capital Punishment" é carregada de coros, andamentos mais simples e que facilitam a sua assimilação por parte do ouvinte. Mais um refrão digno de nota e participações individuais que se conectam, tornando o coletivo do ALMAH irrepreensível.


"E.V.O" é o maior acerto na atual carreira de Edu Falaschi, após a sua fase no Angra, sem sombra de dúvidas. Tendo ao seu lado um time de respeito, este trabalho agrada pela diversidade, pelos ótimos refrães e, principalmente, pelo fato da simplicidade e complexidade estarem caminhando juntas e de mãos dadas. Indicado para os fãs que acompanham a carreira do artista, e também para os que sentiam falta dele cantando como na época da banda que o projetou para o mundo.

Angra - Live At AudioArena Originals - 2017 - Download


Gênero: Progressive Power Metal

01 - Newborn Me
02 - Final Light
03 - Waiting Silence
04 - Rebirth

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Symmetrya - Armageddon - 2019 (Single) - Download


Gênero: Progressive Power Metal

01 - Armageddon


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sábado, 20 de abril de 2019

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Alchimist - The Wisher - 2016 (EP) - Download


Gênero: Progressive Power Metal

01 - Ritual
02 - Narcissus
03 - Beyond Darkness
04 - The Wisher
05 - Despair

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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

quarta-feira, 28 de março de 2018

SupreMa - Nightmare - 2013 - Download


Gênero: Progressive Power Metal

01 - Nightmare


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SupreMa - Traumatic Scenes - 2013 - Download


Gênero: Progressive Power Metal

01 - Marks Of Time
02 - Dark Journey
03 - Rising From The Ashes
05 - Visions From The Other Side
06 - Burning My Soul
07 - Memories
08 - Before The End
09 - Nightmare
10 - Iced Heart
11 - Traumatic Scenes


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domingo, 7 de janeiro de 2018

Vandroya - Beyond The Human Mind - 2017 - Download


Gênero: Progressive Power Metal

01 - Columns Of Illusion
03 - Maya
04 - Time After Time
05 - Last Breath
07 - You'll Know My Name
08 - If I Forgive Myself
09 - Beyond The Human Mind

Angra - Holy Land 20th Year Anniversary (Bootleg) - 2016 - Download


Gênero: Progressive Power Metal

CD 1
01 - Newborn Me
02 - Wings Of Reality
03 - Wainting Silence
04 - Nothing To Say
05 - Silence And Distance
06 - Tribal Jam / Carolina IV
07 - Holy Land
08 - The Shaman
09 - Make Believe
10 - Z.I.T.O.

CD 2
01 - Deep Blue
02 - Final Light
03 - Time
04 - Storms Of Emotions
05 - Lullaby For Lucifer (Acoustic)
06 - Silent Call (Acoustic)
07 - Drum Solo
08 - Rebirth
09 - Angels And Demons
10 - Nova Era
11 - You Really Got Me

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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Angra - Aqua - 2010 - Download


Gênero: Power Metal, Progressive metal

01 - Viderunt Te Aquae
02 - Arising Thunder
03 - Awake From Darkness
05 - The Rage Of The Waters
06 - Spirit Of The Air
07 - Hollow
08 - A Monster In Her Eyes
09 - Weakness Of A Man
10 - Ashes
11 - Lease Of Life (Remixed Version)

Link 01 (MP3)

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Angra - Aurora Consurgens - 2006 - Download


Gênero: Progressive Metal, Power Metal

02 - The Voice Commanding You
03 - Ego Painted Grey
04 - Breaking Ties
05 - Salvation: Suicide
06 - Window To Nowhere
07 - So Near So Far
08 - Passing By
09 - Scream Your Heart Out
10 - Abandoned Fate
11 - Out Of This World (Bonus Track)

Link 01 (MP3)
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Link 02 (FLAC)
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Angra - Temple Of Shadows Tour - Live In Japan - 2005 - Download


Gênero: Progressive Power Metal

01 - Deus Le Volt!
02 -  Spread Your Fire
03 - Waiting Silence
04 -  Acid Rain
05 - Nothing To Say
06 - Carolina IV
07 - No Pain For The Dead
08 -  Angels And Demons
09 - Never Understand
10 - Wishing Well
11 - Aquiles Priester Drum Solo
12 - Temple Of Hate
13 - Kiko Loureiro Guitar Solo
14 - Rebirth
15 - The Shadow Hunter
16 - Angels Cry
17 - In Excelsis
18 - Nova Era
19 - Carry On

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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Angra - Temple Of Shadows - 2004 - Download


Gênero: Progressive Metal, Power Metal

01 - Deus Le Volt!
02 - Spread Your Fire
03 - Angels And Demons
04 - Waiting Silence
06 - The Temple Of Hate
07 - The Shadow Hunter
08 - No Pain For The Dead
09 - Winds Of Destination
10 - Sprouts Of Time
11 - Morning Star
12 - Late Redemption
13 - Gate XIII


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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Angra - 5th Album Demos - 2004 (Demo) - Download


Gênero: Progressive Power Metal

01 - Spread Your Fire
02 - Waiting Silence
3 - Wishing Well
4 - Late Redemption  (Mar-2002)
5 - Angels And Demons (2nd mix - higher vox)
6 - Waiting Silence (Apr-2004)
7 - Winds Of Destiny (A) Apr-2004)
8 - Winds Of Destiny (B) Apr-2004)
9 - Spread Your Fire (Apr-2004)
10 - Shadow Hunter - May 3, 2004
11 - Wishing Well (May 4, 2004)
12 -  Morning Star - May 6, 2004
13 - Morning Star - May 6, 2004
14 -Wishing Well - May 10, 12 -14 (3rd version - Pre Prod.)

Link 01
Link 02

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