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domingo, 3 de novembro de 2013

#365Livros - #Livro307 - PEDAGOGIA DA AUTONOMIA




Pedagogia da Autonomia
Paulo Freire

Freire coroou sua trilogia em 1996, com Pedagogia da Autonomia – o livro preferido da trilogia para a maioria das pedagogas. Freire trás propostas práticas para o quefazer pedagógico, como ele mesmo dizia, objetivando exatamente a autonomia dos alunos. Em seus escritos, Freire sempre transpareceu sua atitude progressista como professor, defensor do diálogo, da criticidade dos estudantes, enfatizando sempre, acima de tudo, a ética e o compromisso pedagógico. Freire era acima de tudo um defensor da liberdade,e essa liberdade, esta autonomia, só é conseguida pela educação. Sua mensagem atravessou os anos, o país, e permanece viva. Esta foi a última obra de Freire publicada em vida. Um ano depois, em 2 de maio de 1997, Freire nos deixou, mas seu legado permanece aceso, em todos aqueles que conhecem a grandiosidade do ato de ensinar. Mesmo quem não é professor....

domingo, 15 de setembro de 2013

#365Livros - #Livro258 - PEDAGOGIA DA ESPERANÇA




Pedagogia da esperança
Paulo Freire

24 anos após escrever sua obra prima, Paulo Freire retoma ao plot central da sua primeira pedagogia, plantando a semente de que sim, a educação é nossa esperança, de futuro, de dignidade, de libertação, de autonomia. Dividido em seis partes, Freire versa sobre a democratização da escola, o diálogo, revê os conceitos apresentados no primeiro livro – principalmente a “educação bancária” – a humanização da educação, além de nos trazer um pouco dos episódios que participou durante a ditadura – vale lembrar que Pedagogia do Oprimido foi escrito em seu exílio, no Chile, e foi proibido de ser publicado no Brasil, conseguindo tal direito somente seis anos após escrevê-lo.

domingo, 1 de setembro de 2013

#365Livros - #Livro244 - PEDAGOGIA DO OPRIMIDO




Pedagogia do oprimido
Paulo Freire

Escrito em 1968, em seu exílio no Chile, e lançado no Brasil em 1974, após 6 anos de censura, Pedagogia do Oprimido inaugura a trilogia “Pedagogia” de Freire. Afinal, não importa a área do professor, ele é, por força da profissão, um pedagogo. Tido por algumas de minhas colegas como um livro “não tão bom quanto os outros dois”, este talvez seja o melhor livro de Freire, o mais profundo. Seu título já é uma pedrada, afinal, a opressão é algo que se vive todo dia, em uma sociedade que prendeu o ser humano na corrida dos ratos. A educação, que deveria constituir elemento libertador da opressão, muitas vezes se torna a própria opressora. Freire apresenta os conceitos da Ação educadora dialógica, através do qual somente o diálogo pode formar cidadãos conscientes, a educação, centrada no cotidiano do aluno, como enfatiza o método educacional de Freire, deve ser instrumento de libertação, libertação da “Educação bancária”, outro conceito de Freire, relacionado à educação opressora que por vezes se manifesta nas escolas. Com suas palavras fortes e claras, Freire enfatiza aquela verdade obvia, que enfatizou sua vida toda, mas que o Brasil recusou-se a aprender. Somente a educação a educação libertadora, transforma uma pessoa, um povo, em algo melhor.