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sábado, 21 de março de 2020

O que é um Vírus

Um vírus é um serzinho desprezível, e na verdade, muito incapaz. Não é nem considerado um organismo! É formado somente por uma cápsula proteica que envolve o material genético. Seu nome vem do Latim, e significa "toxina". É um ser tóxico, que prejudica, que ofende, que fala do que não sabe e infecta outros...

O vírus sozinho não é nada, ele precisa de algum lugar para viver. E vive de forma parasitária, como muita gente que conhecemos. Ele invade uma célula e planta ali suas ideias, para se reproduzir. E como se reproduz rápido! Cria milhões de outros vírus que repetem exatamente a mesma coisa que ele: ofendem, são tóxicos e falam do que não sabem.

O vírus não tem nem metabolismo próprio! Ele precisa explorar alguém, uma célula, um organismo, uma câmara de deputados, um plenário, um Palácio do Planalto... e só então  o problema começa. Quando um vírus se instala no hospedeiro, ele age como um ditadorzinho, um reizinho mau: ele explora, retira energias e nutrientes, e depois intoxica e mata seu hospedeiro.

Quando está fora da célula hospedeira, o vírus não pode nem captar nutrientes, não consegue utilizar energia e não realiza nenhuma atividade. E mesmo quando invade a célula e vive dela antes de destruí-la, ele não faz muita coisa diferente, manda um projetinho ou outro para  aprovação, projetos que são em sua maioria rejeitados.

O vírus começou a ser estudado em meados do século XIX, com a Teoria Microbiana das Doenças, de Louis Pasteur, mas sabemos que eles atuam há muito mais tempo, desde o Império Romano, onde algum vírus muito prejudicial fez com que um Imperador nomeasse seu cavalo como senador. Este mesmo imperador, se tivesse um filho fritador de hambúrguer, o teria nomeado como embaixador...

O vírus só é barrado pela vacina. A maravilhosa vacina que faz com que desenvolvamos anticorpos que identificam a ignorância e inutilidade do vírus e o combatem imediatamente, antes que ele se hospede nas cadeiras do governo.

Há muita discussão na comunidade científica se o vírus deve ser considerado ser vivo ou não. A maioria dos cientistas defende a ideia de que para ser considerado ser vivo, um organismo precisa ter capacidade própria de retirar energia e nutrientes do ambiente, deve ter metabolismo próprio, ou seja, viver por si mesmo. E o vírus é somente uma partícula infecciosa. 

Eu concordo com estes cientistas: quem não tem capacidade de viver sem ser às custas dos outros, quem precisa parasitar um cargo e infectar outros para se manter no poder, nem gente é!

sábado, 5 de outubro de 2019

Jerry Lewis - Rock 'n' Roll

Jerry Lewis,  comediante, roteirista, produtor, ator, diretor e cantor norte-americano. Como você faz falta...

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domingo, 13 de maio de 2018

Jerry Lewis

Em 16 de março de 1926 em Las Vegas nasceu Joseph Levitch, de família russo-judia. O humor fantástico deste jovem fez com que ele se tornasse famoso em suas comédias no estilo pastelão, adotando o nome artístico de Jerry Lewis.

Inicialmente Jerry Lewis trabalhava com Dean Martin, e formavam uma dupla fantástica, mas aos poucos, o talento de Lewis foi suplantando Dean e a amizade e parceria dos dois começou a esfriar.

Após a separação da dupla, Jerry Lewis fez mais sucesso ainda com seus filmes na Paramount. Fez também programas de humor para a TV, como o The Jerry Lewis Show, na NBC em 1957.

Jerry Lewis foi professor de direção na University of Southern California em Los Angeles, e teve entre seus alunos Steven Spielberg e George Lucas.

O gênio da comédia faleceu em 2017, deixando muita saudade, mas também inspirando muita gente boa com seu humor inteligente. Basta olharmos para Jim Carrey e Steve Martin...


domingo, 19 de março de 2017

Humor - COMUNICADO À IMPRENSA (carne vencida)

Em virtude dos últimos acontecimentos e da operação "Carne Fraca" deflagrada pela Polícia Federal, o Grupo FRANGOS DE PAPEL e seus associados vem à público esclarecer alguns fatos de singular importância para os consumidores:

Nossas fábricas distribuídas pelo Brasil são responsáveis pela maioria da produção de carne de frango consumida pelos brasileiros e também por grande parte das exportações.

Temos utilizado papelão reciclado de excelente qualidade na mistura com os mais variados produtos que têm por base frango e peru, e estes produtos são embalsamados embalados nos mais altos padrões de qualidade e eficiência.

Possuímos duas certificações internacionais, sendo elas a "Paper Meat 2017" e a "High Quality Salmonella 2017" concedidas merecidamente no início deste ano.

A FRANGOS DE PAPEL nunca comercializou carne podre... antes que comece a cheirar, a carne é entregue aos mercados, tornando-se problema deles.

A utilização de ácido ascórbico não era para esconder o cheiro da carne podre, e sim para fortalecer os brasileiros com vitamina C.

As etiquetas não eram trocadas para alterar a data de vencimento. Eram trocadas quando estavam em mal estado, pois quando as carnes são guardadas por mais de um ano, as etiquetas se deterioram e precisam ser trocadas.

Nunca houve pactuação com fiscais do Ministério da Agricultura. Não pactuamos com corruptos, não forçamos nenhum dos fiscais para falsificar dados em seus relatórios, sempre pagamos pelo que queremos.

Tony Ramos, Roberto Carlos e Fátima Bernardes não foram pagos para promover carne estragada, eles apenas não sabiam.


terça-feira, 3 de maio de 2016

George Carlin - A Place for my Stuff

Entre tantas apresentações do humorista George Carlin, entre tantos temas fortes e humor negro, encontrei este episódio onde ele fala de nossas "coisas" (stuff). Deixando de lado sua maneira agressiva e seus palavrões frequentes, podemos encontrar um "fundinho de verdade" em suas palavras.

George Carlin foi um humorista americano nascido em Manhattan, filho de uma secretária e um gerente de propagandas. Se apresentava em programas de rádio e coffee houses, até ser convidado a participar de vários shows de televisão, tornando-se uma lenda. 

Ele faleceu aos 71 anos, em 22 de junho de 2008 devido a problemas cardíacos e deixou várias críticas sobre política, língua inglesa, religião, psicologia, ambientalismo e outros assuntos.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Natal...

Natal é uma época difícil para cronistas. 
Eles não podem ignorar a data e ao mesmo tempo não há mais maneiras originais de tratar do assunto.
Os cronistas, principalmente os que estão no métier há tanto tempo, que ainda usam a palavra métier – já fizeram tudo que havia para fazer com o Natal. Já recontaram a história do nascimento de Jesus de todas as formas: versão moderna (Maria tem o bebê numa fila do SUS), versão coloquial ("Pô, cara, aí Herodes radicalizou e mandou apagá as pinta recém-nascida, baita mauca"), versão socialmente relevante (os três reis magos são detidos pela polícia a caminho da manjedoura, mas só o negro precisa explicar o que tem no saco) versão on-line (jotace@salvad.com.bel conta sua vida num chat sitc), etc.
Papai Noel, então, nem se fala. Eu mesmo já escrevi a história do casal moderno que flagra o Papai Noel deixando presentes sob a árvore de Natal, corre com o Papai Noel e não conta nada da sua visita para o filho porque querem criá-lo sem qualquer tipo de superstição várias vezes. 
Poucos cronistas estão inocentes de inventar cartas fictícias com pedidos para o Papai Noel: patéticas (paz para o mundo, bom senso para os governantes), políticas ("Só mais um mandato e eu juro que acerto, ass. Fernando") ou práticas ("Algo novo para escrever sobre o Natal, por amor de Deus!").
Já fomos sentimentais, já fomos amargos, já fomos sarcásticos e blasfemos, já fomos simples, já fomos pretensiosos – não há mais nada a escrever sobre o Natal! Espera um pouquinho. Tive uma idéia. Uma reunião de noéis! Noel Rosa, Noel Coward e Papai Noel. Acho que sai alguma coisa. 
Noel Rosa, Noel Coward e Papai Noel estão reunidos... onde? Na mesa de um bar? Papai Noel não freqüenta bares para não dar mau exemplo. Pelo menos não com a roupa de trabalho. No Pólo Norte? Noel Coward, acostumado com o inverno de Londres, talvez agüentasse, mas Noel Rosa congelaria. Não interessa onde é o encontro. Uma das primeiras lições da crônica é: não especifica. Noel Rosa, Noel Coward e Papai Noel estão reunidos em algum lugar. Os três conversam. 

Noel Rosa – Ahm... Sim... Hmm...
Noel Rosa diz o quê?
Noel Rosa – E então?
Noel Coward e Papai Noel se entreolham. Papai Noel cofia a barba. Ninguém sabe, exatamente, o que é "cofiar", mas é o que Papai Noel faz, enquanto Noel Coward olha em volta com evidente desgosto por estar em algum lugar. Preferia estar em outro. A todas essas eu penso em alguma coisa para eles dizerem.
Noel Rosa (tentando de novo) – E aí?
Papai Noel – Aqui, na luta.
Noel Coward – What? 
 
Esquece. Não há mais nada a escrever sobre o Natal.
Salvo isto, se dão vênia: que seu Natal em nada lembre o da Chechênia. 
(Luís Fernando Veríssimo (espero que seja)).



domingo, 23 de agosto de 2015

Humor: Terrorismo de Janeiro (adaptado)

A CIA revelou recentemente documentos relatando um ato de terrorismo no Brasil que quase se concretizou: pouco depois do fatídico 11 de setembro, terroristas planejaram explodir o Cristo Redentor, um dos maiores símbolos de nosso país. A tática usada seria também o sequestro de um avião, que seria lançado contra a estátua.

Os dois terroristas encarregados da missão chegaram no Rio de Janeiro numa noite de domingo em um vôo da Air France. A missão começou a sofrer empecilhos já no desembarque, quando a bagagem dos terroristas foi extraviada, seguindo para o Paraguai.

Após uma peregrinação (maior e mais sofrida do que quando se vai a Meca) pelos guichês do aeroporto, sem falar na dificuldade de comunicação devido ao inglês ruim tanto dos terroristas quanto dos brasileiros, os dois saíram do aeroporto a pedido de um funcionário da Infraero, que pediu que ambos voltassem no dia seguinte. Entraram num táxi e o motorista, percebendo que ambos eram estrangeiros, rodou por um bom tempo, deixando os dois passageiros num lugar ermo na Baixada Fluminense,onde alguns cúmplices do taxista assaltaram os terroristas.

Restaram apenas alguns dólares que os terroristas haviam escondido nas meias, e graças a um treinamento de guerrilha realizado no Afeganistão, conseguiram pegar carona num caminhão de gás, e na segunda pela manhã chegaram a um hotel em Copacabana e descansaram um pouco.

Depois de dormirem um pouco, alugaram um carro e tomaram o caminho de volta ao aeroporto, resolvidos a sequestrar logo um avião e acabar com o Cristo Redentor, mas enfrentaram um grande congestionamento devido às manifestações que estavam ocorrendo com a greve dos professores. Desceram do veículo e estavam esperando o fim da manifestação, na altura de Manguinhos, avenida Brasil, quando houve um arrastão, e seus relógios e celulares foram levados.

Já passava de meio-dia, quando eles entraram em uma casa de câmbio para trocar os poucos dólares que sobraram, e receberam notas de cinquenta reais falsas. Quando tentaram pagar o almoço em um restaurante, tiveram sérios problemas com o caixa, que só não chamou a polícia  porque recebeu de bom grado um lap top dos terroristas.

Por fim, chegaram ao Aeroporto dispostos a cumprir sua missão. Quando se dirigiram ao setor de embarque, descobriram que os pilotos estavam em greve por aumento de salário e os vôos foram cancelados. Os controladores de vôo também estavam em greve exigindo equiparação de salário com os pilotos. Viram um único avião na pista e correram até ele, mas o mesmo era da Transbrasil e estava sem combustível.

Voltaram desanimados e quando estavam atravessando o salão do aeroporto, a polícia de choque, disposta a acabar com a greve, chegou batendo em todo mundo, inclusive neles. A polícia, depois de plantar papelotes de cocaína em seus bolsos, levou os dois para a delegacia, onde foram acusados de tráfico de drogas, e encaminhados para a cadeia. À noite houve um resgate de presos orquestrado pelo Comando Vermelho, e em meio à confusão e aos tiros, os terroristas conseguiram escapar também. 

Na terça-feira de manhã, os dois conseguiram comprar bilhetes de vôo da VASP, sem saber que os vôos da companhia estavam desativados. Cansados, sujos, doloridos e mortos de fome, resolveram comprar sanduíches de carne e limonada na lanchonete do aeroporto. Às 15h00, depois de percorrerem em uma ambulância todos os hospitais da região, deram entrada no Miguel Couto, intoxicados pela carne estragada utilizada nos sanduíches. 

Domingo no fim da tarde receberam alta médica, e saíram do hospital a pé, Passaram em frente à saída do Maracanã, onde o Flamengo acabara de perder para o Paraná Clube, e a torcida rubro-negra saiu distribuindo pancada nos adversários. Em meio a socos e pontapés, os terroristas correram como doidos para escapar do espancamento.

Desnorteados, famintos e abalados, os terroristas fugiram do Rio escondidos na carroceria de um caminhão de eletrodomésticos, que foi assaltado horas depois na Serra das Araras. O motorista e seus passageiros clandestinos foram abandonados na estrada amarrados. Um caminhoneiro encontrou os três e os levou para São Paulo, onde o motorista foi até a polícia, e os terroristas resolveram sair à procura de comida. A noite chegou, e os dois foram dormir embaixo de uma marquise. No meio da madrugada de terça-feira foram acordados a socos e gritos por uma turma de mata mendigos, que queria queimá-los vivos. Foram socorridos pela Guarda Municipal, que deixou os dois em um colchão no corredor de um hospital, pois não havia vagas, e informou a Polícia Federal.

O delegado da PF afirmou que após a alta médica, pretende pedir a deportação dos terroristas, mas acha que isso vai demorar um bocado, pois a verba destinada ao transporte de deportados de volta para seus países foi suspensa pelo Governo.

O repórter que teve acesso aos dois terroristas relatou que eles choram muito, estão traumatizados e já não sabem mais se atacar o Brasil é um ato de terrorismo ou caridade...

(capa do calendário do jornal satírico americano The Oniom 2009)

terça-feira, 10 de março de 2015

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Guilherme Briggs

Já falamos aqui do querido Guilherme Briggs, ator, dublador, tradutor e diretor de dublagem. Ele é a voz do Superman (desenho animado e Man of Steel), do Rei Julian e de tantos outros personagens marcantes em desenhos animados e filmes de sucesso. Hoje publicamos algumas fotos, montagens, entrevistas, podcasts e outras "coisas engraçadas" produzidas por ele.

Alguns dos personagens dublados por ele:


Ele costuma personalizar ovos:



Já esteve com o Mestre Yoda:



Já recebeu um certificado, ou melhor, um "atestado", confirmando que ele é um desenho animado que vive entre nós:



E já flagrou conversas entre seres totalmente diferentes, como esse papo entre o Optimus Prime e uma boneca...



Saiba mais a respeito dessa figura divertida que realmente parece ter saído de um desenho animado:









quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Ataque à Revista Francesa Charlie Hebdo

Na manhã do dia 07 de janeiro doze pessoas foram covardemente assassinadas por extremistas islâmicos, fanáticos religiosos, ignorantes que se escondem atrás de uma religião. Entre os mortos, quatro cartunistas venerados na França e no mundo: Georges Wolinski, Jean Cabut, Stephane Charbonnier e Tignous. O motivo: charges a respeito de religiosos e suas maluquices. Nosso respeito às vítimas do ataque, às suas famílias e aos cidadãos franceses. Foi um ato covarde. Um ataque ao humor, à imprensa e à liberdade de opinião.

Esperamos que os governos do mundo não fiquem de braços cruzados. Quantas pessoas mais precisam morrer para que alguém reaja? Os assassinos gritavam "vingamos o profeta" e "Alá é deus". Que deus é este? Que o braço forte da justiça caia sobre os fanáticos de todas as religiões. Onde há fanatismo, o amor é esquecido. Ainda há alguns imbecis afirmando que o humor exercido pelos editores da Charlie Hebdo era agressivo demais. Agressivo? E atirar em pessoas com fuzis não é agressivo?


(Charge sobre o ataque, de Ruben L. Oppenheimer)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Velhos!

Sim, o Banguela está terrivelmente certo, nós seremos péssimas velhas, EU serei uma péssima velha. Tenho que começar imediatamente a me policiar!


terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Imagens que Convencem

A LG Electronics criou uma "pegadinha" para mostrar ao público quão reais podem ser as imagens exibidas por seus monitores. E convenceu mesmo...


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Descanse em Paz, Chaves.

Aos 85 anos, morreu nesta sexta-feira o ator mexicano Roberto Gómez Bolaños, criador dos personagens Chaves e Chapolin.

O estado de saúde do ator era grave desde o início do mês, e ele vinha tentando se recuperar de problemas respiratórios.

Bolaños nasceu em 21 de fevereiro de 1929, e começou sua carreira nos anos 50, escrevendo roteiros para rádio e televisão.

As gravações de episódios do Chaves encerraram-se em 1990, mas a série continuou sendo reprisada até os dias atuais no Brasil, pelo SBT, fazendo sucesso entre todos e mostrando ao mundo que, para ser engraçado, não é preciso falar palavrões.

Uma grande perda, um pedaço da infância que se vai. 


domingo, 23 de novembro de 2014

Trote do Pânico - Lobão com medo do Mano Brown

Criticar o trabalho alheio é a especialidade de Lobão. Além de músico, partidário do PSDB e revolucionário (seja lá o que isso significa), Lobão agora se tornou líder do povo brasileiro - Deus nos acuda - nas manifestações anti PT e anti Dilma. E já que está trabalhando muito criticando o governo, resolveu também criticar outros músicos. A lista é grande: Herbert Vianna, Tony Bellotto, Chico Buarque, Tom Jobim... e por aí vai.

LOBÃO SÓ ACERTOU QUANDO CHAMOU restart  DE ABERRAÇÃO DA NATUREZA.

Mas interessante mesmo foi quando ele resolveu falar mal do Mano Brown. Também não curto o cara, não gosto do estilo. Mas o Lobão não sabe criticar, ofende mesmo. Falou mal do Mano, e a galera do Pânico, que não poupa ninguém, resolveu assustar o lobo. Confira o vídeo, e se divirta como eu me diverti. 

Aprende, Lobão, com o Orlando Bloom, que falou mal do Justin "Biba" Bieber, e quando foi intimado, "desceu a porrada" no mimadinho. Quem fala, tem que sustentar.

Se o Lobão afinou pra um Mano Brown "fake", imagina se ele encontrasse o verdadeiro!

"Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau?
Falou fino com o Mano Brown, Mano Brown, Mano Brown"