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sexta-feira, 24 de abril de 2015

As Estátuas que Caminham - Os Moais

O mistério dos Moais, as famosas estátuas da Ilha da Páscoa - um pedaço de terra chilena na Polinésia com 24 km de comprimento por 12 km de largura. Quem as construiu? Quem as transportou?

São 887 estátuas gigantes de pedra construídas por volta de 1200 a 1500 pelos alienígenas Rapanui.

As cabeças dos Moais tem cilindros de pedra de até 12 toneladas, representando "penteados" usados por algumas tribos. Os moais representam reis, guerreiros e sacerdotes que se destacaram na cultura do povo da ilha. 

Um grupo de cientistas e estudantes recriaram o transporte dos Moais, o que era um mistério, já que as estátuas eram construídas próximas à cratera de um vulcão - onde a rocha era mais maleável devido ao calor - e transportada para os altares da costa por alienígenas a 10 quilômetros de distância.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Monte Saint-Michel - França

Seu antigo nome é Mons Sancti Michaeli in periculo mari (Monte Saint-Michel em perigo do mar). Nesta ilha, no ano 708, o bispo Aubert de Avranches mandou construir um santuário em honra a São Miguel Arcanjo. No século X os monges beneditinos instalaram-se na abadia e uma pequena vila foi se formando aos seus pés.

O Monte Saint-Michel já foi fortaleza na Guerra dos Cem Anos, resistindo aos ingleses sem nunca ser tomada. De 1789 até 1863 foi utilizada como prisão. É considerado Patrimônio Mundial desde 1979 e foi declarado Monumento Histórico em 1987.

A ilha liga-se ao continente através de uma ponte natural que é coberta pelo mar na maré alta, isolando o monte e tornando a paisagem ainda mais bela, fazendo deste local o ponto turístico mais visitado da Normandia com cerca de 3.200.000 visitantes por ano.

Os fãs de Cornwell já conhecem o local. Ele aparece como Ynys Trebes no livro “O Rei do Inverno”. Abaixo, um trecho do livro descrevendo Saint Michel:

“Ouvi homens dizerem que nenhuma cidade, nem mesmo Roma ou Jerusalém, era tão bela quanto Ynis Trebes, e talvez esses homens falassem a verdade, porque apesar de não ter visto aquelas outras, conheci Ynis Trebes, e era um local de maravilhas, uma cidade espantosa, o lugar mais bonito que já vi. Era construída numa íngreme ilha de granito dentro de uma baía ampla e rasa que podia se encher de espuma e uivar com o vento, mas dentro de Ynis Trebes tudo ficava calmo. No verão a baía tremulava de calor, mas dentro da capital de Benoic sempre parecia fresco, Guinevere teria amado Ynis Trebes, porque todas as coisas antigas eram consideradas tesouros, e nada de feio tinha permissão de manchar sua graça.

Os romanos estiveram em Ynis Trebes, claro, mas não a haviam fortificado, apenas construído um par de vilas no cume. As vilas continuavam ali: o rei Ban e a rainha Eliane tinham-nas juntado e depois aumentado, pilhando edifícios romanos no continente em busca de colunas, pedestais, mosaicos e estátuas, de modo que agora o cume da ilha era coroado por um palácio arejado, cheio de luz, onde cortinas de linho branco balançavam a cada sopro de vento do mar brilhante. A ilha era mais facilmente alcançada por barco, mas havia uma espécie de caminho que era coberto a cada maré alta, e que na maré baixa podia ficar traiçoeiro com areias movediças. Cordas de vime marcavam o caminho, mas o surgimento das gigantescas marés da baía arrastavam as marcas e apenas um idiota tentaria a passagem sem contratar os serviços de um guia local para se desviar da areias sugadoras e dos riachos trêmulos. Nas marés baixas, Ynis Trebes emergia do mar e ficava em emio a uma vastidão de areias onduladas, cortadas por sulcos e poças, enquanto nas marés mais altas, quando o vento soprava forte do oeste, a cidade era como um navio monstruoso abrindo caminho intrepidamente pelos mares tumultuosos.

Abaixo do palácio havia um amontoado de construções menores que se agarravam às íngremes encostas de granito como ninhos de aves marinhas. Havia templos, lojas, igrejas e casas, tudo caiado, tudo feito de pedra, tudo enfeitado com esculturas e decorações que não foram desejadas no alto palácio de Ban, e todos dando para a estrada pavimentada de pedras que subia em degraus em volta da ilha, até a casa real. Havia um pequeno cais de pedra no lado leste, onde os barcos podiam atracar, mas apenas no tempo mais calmo a atracação era possível, e por isso os nossos navios tinham nos deixado num lugar seguro, a um dia de marcha a oeste. Além do cais havia um pequeno porto que não passava de uma piscina de maré protegida por bancos de areia. Na maré baixa a piscina era separada do mar, enquanto na alta o abrigo era precário sempre que o vento estava no norte. Em volta de toda a base da ilha, a não ser nos lugares onde o granito era íngreme demais para se subir, um muro de pedra tentava manter à distância o mundo exterior. Fora de Ynis Trebes era o tumulto, os inimigos francos, sangue, pobreza e doença, enquanto dentro da muralha ficava o aprendizado, a música, a poesia e a beleza”.

Saint Michel: Beleza, História e Poesia...








segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

As sete maravilhas do mundo antigo - A pirâmide de Quéops

As sete maravilhas do mundo (também conhecidas como sete maravilhas do Mundo Antigo) são uma famosa lista de majestosas obras artísticas e arquitetônicas erguidas durante a Antiguidade Clássica, cuja origem atribui-se a um pequeno poema do poeta grego Antípatro de Sídon. Das sete maravilhas, a única que resiste até hoje praticamente intacta é a Pirâmide de Quéops, construída há quase cinco mil anos. É interessante que na Grécia se encontrava apenas a estátua de Zeus em Olímpia, construída em ouro e marfim com 12 metros de altura. A idéia que se tem dela vem das moedas de Elis onde foi cunhada a figura da estátua de Zeus.

A Pirâmide de Quéops (ou Khufu), também conhecida como a Grande Pirâmide, foi construída para ser a tumba do Faraó Quéops da quarta dinastia, cujo reinado se estendeu de 2551 a 2528 a.C. (século XXVI a.C.). É a maior das três pirâmides de Gizé: sua altura original era de 146,60 metros, mas atualmente é de 137,16 m, pois falta parte do seu topo e o revestimento. Estima-se ter necessitado de uma força de trabalho de cerca de 100 mil pessoas ao longo de 20 anos, estes homens eram livres. Entre as pirâmides, a de Quéops sobressai como uma das criações mais espetaculares e geniais da história da arquitetura.

 
Gizeh Cheops BW 1.jpg











Atualmente sabe-se que a Pirâmide de Quéops media, originalmente, cerca de 146,6 metros de altura (atualmente são 137 metros) e teria uma massa de 31.200.000 toneladas. Há duas hipóteses para a origem dos 2.600.000 blocos gigantescos que formam a estrutura. Uma é a de que teriam sido recortados das pedreiras, lapidados e transportados de barco através do Rio Nilo, colocados e unidos exatamente, com precisão milimétrica. Outra hipótese diz que estas pedras seriam sintéticas. O mais curioso é que no seu interior não se encontra nenhuma inscrição em contraste com as outras edificações egípcias, que são ricas em hieróglifos.
A Grande Pirâmide era originalmente revestida externamente com pedra calcária polida, fazendo ela brilhar com a luz do sol e tornando-a visível a quilômetros de distância. Tal revestimento foi saqueado há séculos, mas uma amostra de como era ainda pode ser vista no topo da pirâmide adjacente, a Pirâmide de Quéfren.
A Grande Pirâmide foi durante milênios a construção mais alta realizada pelo homem, só foi superada com a construção da torre de Lincoln (uma torre de Igreja), em 1311, que tinha 159 metros de altura. Porém, esta torre foi destruída em 1549 e depois disto a Grande Pirâmide só voltou a ser superada em 1889, com a inauguração da Torre Eiffel.

Interior da pirâmide


Esquema da seção Sul-Norte do interior da Pirâmide de Quéops

1.Entrada original, na face Norte, atualmente obstruida
2.Acesso atual, mandado abrir por Al-Mamun
3.Blocos de granito, selando o acesso à passagem superior
4.Passagem descendente até à Câmara subterrânea
5.Câmara subterrânea
6.Passagem ascendente de acesso à Grande Galeria
7.Câmara da Rainha
8.Passagem horizontal para a Câmara da Rainha
9.Grande Galeria
10.Câmara do Rei e Canais de ventilação
11.Passagem horizontal para a Câmara do Rei
12.Passagem que comunica a Grande Galeria com a Câmara subterrânea


 
Fonte: pt.wikipedia.org