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quarta-feira, 1 de março de 2017

Acabou o carnaval!

Graças ao bom Deus acabou o carnaval. Essa bagunça, essa zona onde as pessoas liberam o que há de pior em suas "cabecinhas". Promiscuidade, bebidas, drogas, tráfico livre, falta de educação, som alto, perturbação da ordem, violência e destruição do patrimônio público, tudo em um só feriadão.

Tom Green, o designer britânico e inimigo número 1 do carnaval paulista jogou a toalha e foi embora do Brasil. Foi para a França, onde apesar da fama de má educação, os franceses têm bom senso. Tom Green filmava sempre os exageros que ocorrem no carnaval, e foi várias vezes agredido por brasileiros imbecis que não respeitam o patrimônio alheio. Viu garrafas e pedaços de madeira serem atirados contra sua janela, ouviu agressões verbais e foi xingado até por "artistas" brasileiros. Desistiu de lutar para que as pessoas tivessem um pouco de respeito e bom senso, e provou que o Brasil não é essa terra maravilhosa que tanta gente fala.

É um absurdo ver a situação em que as cidades ficam após o carnaval: praças destruídas, lixo nas ruas, bens públicos depredados. E ainda há prefeituras que mesmo reclamando da crise e deixando de cumprir seu papel na saúde e na educação, investem dinheiro nessa festa da depravação moral.

As instituições públicas não deveriam gastar recursos com atendimento médico para aqueles que se drogam ou bebem até passar mal. Pessoas caídas nas ruas por excesso de álcool e drogas e nós pagando impostos pra que essas mesmas pessoas sem noção sejam atendidas pelo SAMU e nos hospitais. Falta de bom senso, falta de respeito para com aqueles que gostam de diversão sem exageros.

Carnaval é uma festa inútil e prejudicial aos bons costumes e à moral. Uma festa onde todo tipo de libertinagem é permitido não deve fazer parte da cultura de um povo.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Chegou o carnaval!!!!

Não, antes que o Sérgio me interne ou alguém me crucifique, eu não estou ficando maluca. Na verdade estou, mas não é por causa do carnaval. Ou é, coincidentemente as minhas crises de depressão mais agressivas sempre são em fevereiro. Parando para pensar agora, eu sempre fico doente em fevereiro.... meodeos.... mas, enfim, não foi pra isso que eu vim aqui. Quero justamente justificar a "ansiedade" com que espero esta droga de carnaval.



Não existe nada, nem futebol, nem Big Brother, nem nada que seja mais eficaz em esvaziar sua mente do que o carnaval. O carnaval é tão ruim, tão deplorável, tão desprovido de qualquer coisa realmente edificante, tão vazio de qualquer tipo de motivação para protestos e reclamações - porque você não tem força pra protestar contra algo que para o Brasil quatro dias! - que você assiste e não sente nada! Todos aqueles carros alegóricos caríssimos, aquelas mulheres peladas, aquela batucada que você não consegue escutar nada porque fica surdo, tudo isso esvazia sua mente d uma maneira inacreditável e eficiente. Eu assisto essa merd* quase hipnotizada, é bom pra caramba pra você que não quer pensar em nada!

Que venha os quatro dias de folia. E não esqueça que em feriado de carnaval não dá pra ficar doente, que não tem médico em lugar nenhum. Não, péra, isso é o ano inteiro.

Alguém me explica o que significa isso?????

domingo, 10 de fevereiro de 2013

E viva o carnaval!!! #soquenao


Chegou o carnaval!!! Para comemorar a chegada dessa época maravilhooosa - como diria nosso amigo Hilton Verdun, o carnavalesco das multidões - vamos relembrar esse fantástico e instrutivo vídeo do nosso amigo Felipe Neto - sim, porque eu não curto micareta, então posso ser amiga do Felipe, não que faça alguma diferença, claro. Espero que vocês gostem, e aproveitem bem seu feriado de carnaval. Fazendo algo útil, espero.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Ao Sr. Maurício de Sousa

Conheci a Turma da Mônica quando eu tinha uns sete anos. E cresci acompanhando as aventuras dessa turma que foram pra mim sinônimo de pureza e simplicidade, como devem ser as crianças. Hoje, após passar dos meus trinta anos de idade, tenho visto a deturpação destes que foram meus heróis, deturpação por simples interesses comerciais. Não sei a quem devo culpar, mas sei que há uma culpa. Essa coisa toda de "Turma da Mônica teen" e "Turma da Mônica jovem" me desanimou muito. Já havia uma turma jovem que fazia parte da história: O Rolo, a Tina... sem falar na transformação sensual do personagem da Tina, que me deixou boquiaberto...

Hoje, pra completar, descubro que a comemoração dos cinquenta anos da turminha será no trio elétrico da Claudia Leitte. Isso mesmo! Você sabe muito bem o que é o carnaval, seja carioca, paulista ou baiano: sexo, muito álcool e muita falta de respeito e bom senso. É a massa humana se movendo nojentamente e vulgarmente pela avenida. Agora me responde: É lugar de crianças??? Não! Não é lugar para crianças, nem para quem foi exemplo para crianças, e nem para pessoas de bom senso! Mesmo assim, é lá que o Sr. Maurício de Souza vai apresentar a Turma na comemoração dos cinquenta anos deles...

Parabéns por esta "genial" ideia da Claudia Leitte, que chama isso de homenagem...
Parabéns ao Sr. Maurício de Sousa por aceitar a oferta...

Quem quiser acompanhar a palhaçada e o fim do símbolo de inocência da Turminha, será no dia 12/02, terça-feira. Eu não quero nem ver...

Bons tempos...

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Brasil - Para Refletir

“O Brasil, que muita gente valoriza tanto pelo futebol, carnaval, e 'estilos musicais' que não merecem ser chamados de música, é uma bosta cultural, um país corrupto e sem educação, de um povo malandro e acomodado, sem cultura, e que exporta vagabundas e músicas horrorosas.”
(Dinho Ouro Preto)

sexta-feira, 18 de março de 2011

O Carnaval

Estou repetindo esta postagem, não gosto de fazer isso, mas esta vale à pena. Espero que novos leitores tenham acesso, e possamos mudar um pouco nossa maneira de pensar.
Clique no link abaixo, e boa leitura!

O Carnaval

sábado, 6 de março de 2010

Prostituição e Drogas com o apoio do ESTADO

                                    Esse texto saiu atrasado, mas vale à pena.

                    O carnaval realizado no Brasil é a maior festa popular do mundo. Grande parte dos foliões brasileiros, no entanto, não conhecem as origens e as implicações dessa festa. Pensa-se que o carnaval é uma brincadeira típica do Brasil, mas várias cidades do mundo como Nice (França), Veneza (Itália), Nova Orleans (EUA), dentre outras, também a celebram anualmente.
                    O carnaval, para surpresa de muitos, é um fenômeno social anterior a era cristã. Assim como atualmente ela é uma tradição em vários países, na antiguidade, o carnaval também foi praticado por várias civilizações. No Egito, na Grécia e em Roma, pessoas de diversas classes sociais se reuniam em praça pública com máscaras e enfeites para desfilarem, beberem vinho, dançarem, cantarem e se entregarem as mais diversas libertinagens.
                    A diferença entre o carnaval da antiguidade para o de hoje é que, no primeiro, as pessoas participavam das festas mais conscientes de que estavam adorando aos deuses. O carnaval era uma prática religiosa ligada à fertilidade do solo. Era uma espécie de culto agrário em que os foliões comemoravam a boa colheita, o retorno da primavera e a benevolência dos deuses. No Egito, os rituais eram oferecidos ao deus Osíris, por ocasião do recuo das águas do rio Nilo. Na Grécia, Dionísio, deus do vinho e da loucura, era o centro de todas as homenagens, ao lado de Momo, deus da zombaria. Em Roma, várias entidades mitológicas eram adoradas, desde Júpiter, deus da urgia, até Saturno e Baco.
                    Na Roma antiga, o mais belo soldado era designado para representar o deus Momo no carnaval, ocasião em que era coroado rei. Durante os três dias da festividade, o soldado era tratado como a mais alta autoridade local, sendo o anfitrião de toda a orgia. Encerrada as comemorações, o “Rei Momo” era sacrificado no altar de Saturno. Posteriormente, passou-se a escolher o homem mais obeso da cidade, para servir de símbolo da fartura, do excesso e da extravagância.
                    Com a supremacia do cristianismo a partir do século IV de nossa era, várias tradições pagãs foram combatidas. No entanto, a adesão em massa de não-convertidos ao cristianismo, dificultou a repressão completa. A Igreja foi forçada a consentir com a prática de certos costumes pagãos, muitos dos quais, cristianizados para evitar maiores transtornos. O carnaval acabou sendo permitido, o que serviu como “válvula de escape” diante das exigências impostas aos medievos no período da Quaresma.
                    Na Quaresma, todos os cristãos eram convocados a penitências e à abstinência de carne por 40 dias, da quarta-feira de cinza até as vésperas da páscoa. Para compensar esse período de suplício, a Igreja fez “vistas grossas” às três noites de carnaval. Na ocasião, os medievos aproveitavam para se esbaldar em comidas, festas, bebidas e prostituições, como na antiguidade.
                     Na Idade Média, o carnaval passou a ser chamado de “Festa dos Loucos”, pois o folião perdia completamente sua identidade cristã e se apegava aos costumes pagãos. Na “Festa dos Loucos”, tudo passava a ser permitido, todos os constrangimentos sociais e religiosos eram abolidos. Disfarçados com fantasias que preservavam o anonimato, os “cristãos não-convertidos” se entregavam a várias licenciosidades, que eram, geralmente, associadas à veneração aos deuses pagãos.
                      O carnaval na Idade Média foi objeto de estudo de um dos maiores pensadores do século XX, o marxista russo Bakhtin. Em seu livro Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento, Bakhtin observa que no carnaval medieval – “o mundo parecia ficar de cabeça para baixo”. Vivia-se uma vida ao contrário. Era um período em que a vida das pessoas tornava-se visivelmente ambígua, pois a vida oficial - religiosa, cristã, casta, disciplinada, reservada, etc. – amalgamava-se com a vida não-oficial – a pagã e carnal. O sagrado que regulamentava a vida das pessoas era profanado e as pessoas passavam a ver o mundo numa perspectiva carnavalesca, ou seja, liberada dos medos e da ética cristã.
                       Com a chegada da Idade Moderna, a “Festa dos Loucos” se espalhou pelo mundo afora, chegando ao Brasil, ao que tudo indica, no início do século XVII. Trazido pelos portugueses, o ENTRUDO – nome dado ao carnaval no Brasil – se transformaria na maior manifestação popular do mundo, numa das maiores adorações aos deuses pagãos do planeta e, por tabela, na maior apologia à prostituição apoiada pelo Estado. Você participa? De que adianta campanhas contra o sexo irresponsável e contra às drogas se o Estado apóia tudo isso com uma divulgação em massa na mídia e participação de grande parte da população, que nos demais dias do ano tenta passar uma imagem de moralidade e respeito???