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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Stranger Things

Há muito tempo uma série não conquistava jovens e adultos - e até mesmo crianças - prendendo todos pela curiosidade. Stranger Things se passa nos anos 80 (1983), mas faz com que crianças de 8 anos fiquem quietas assistindo seus episódios. A série da Netflix, com apenas uma temporada de oito episódios, mistura Stephen King com Steven Spielberg, trazendo drama, mistério, suspense, terror e humor ao mesmo tempo. 


Mike Wheeler (Finn Wolfhard), Dustin Henderson (Gaten Matarazzo), Lucas Sinclair (Caleb McLaughlin) e Will Byers (Noah Schnapp) são garotos na faixa dos dez ou doze anos, amigos inseparáveis, fãs de Star Wars e Senhor dos Anéis, que passam horas em imensas campanhas de RPG, rolando dados e se divertindo. Após uma dessas campanhas, Will volta para casa de bicicleta e cruza com uma criatura estranha e perigosa. Assustado, ele tenta se proteger correndo a pé (ele cai da bicicleta) até sua casa. Enquanto ele pega uma arma em um depósito de ferramentas, o monstro reaparece levando-o consigo. Seus amigos se unem para tentar descobrir o que aconteceu a ele, enquanto a mãe de Will se desespera e começa a ser tratada como louca pelas pessoas da cidade. Os amigos de Will fazem buscas na floresta e acabam encontrando uma menina assustada (Millie Brown), que possui poderes mentais. Ela tem o número 11 gravado em seu braço e eles a chamam de "Eleven". Mike a esconde em seu porão, e logo eles descobrem que há um laboratório do governo na cidade, que possui ligações com Eleven, o monstro e o sumiço de Will.



A série vai te levar aos anos 80 de uma maneira incrível: a música, os velhos telefones de disco, o rádio, o relógio calculadora, as bicicletas antigas, os walkie talkies... As referências a Star Wars, Senhor dos Anéis, ET, Tubarão, Evil Dead, citações de quadrinhos (X-men 134 - O Despertar da Fênix), Scanners, Carrie, a Estranha. Frases, cenários, músicas, estilos, tudo nos faz reviver os anos 80. As filmagens da segunda temporada foram prometidas para 2017, mas há indícios de que já tenham começado. Será uma longa espera, mas se os Duffer Brothers (criadores da série) continuarem neste ritmo, será novamente um sucesso. 

Na 68ª edição do Emmy, o "Oscar da Televisão", a série não foi indicada, mas Millie Brown, Gaten Matarazzo e Caleb McLaughlin fizeram seu show: distribuíram sanduíches de pasta de amendoim para os convidados e cantaram "Uptown Funk" antes da premiação. Só este momento já valia um prêmio.


sábado, 15 de fevereiro de 2014

Jack Sparrow ao vivo na Globo!

Excelente cosplay de Jack Sparrow aparece em uma tomada ao vivo da Globo, roubando a cena e fazendo a reportagem tornar-se plano de fundo.

quarta-feira, 23 de março de 2011

RPG - O Bruxo, a Princesa e o Dragão

"Role-playing game, também conhecido como RPG (em português: "jogo de interpretação de personagens"), é um tipo de jogo em que os jogadores assumem os papéis de personagens e criam narrativas colaborativamente. O progresso de um jogo se dá de acordo com um sistema de regras predeterminado, dentro das quais os jogadores podem improvisar livremente. As escolhas dos jogadores determinam a direção que o jogo irá tomar.

Os RPGs são tipicamente mais colaborativos e sociais do que competitivos. Um jogo típico une os seus participantes em um único time que se aventura como um grupo. Um RPG raramente tem ganhadores ou perdedores. Isso o torna fundamentalmente diferente de outros jogos de tabuleiro, jogos de cartas, esportes, ou qualquer outro tipo de jogo. Como romances ou filmes, RPGs agradam porque eles alimentam a imaginação, sem no entanto limitar o comportamento do jogador a um enredo específico." (Wikipedia)

O RPG é um teatro sem cenário físico, pois o cenário é criado pela narrativa do mestre e pela imaginaççao dos players. Quer ouvir um grupo ótimo (Jovem Nerd e Cia.) jogando uma aventura básica? Eu ouvi e gostei muito. Você pode ouvir no próprio site, ou baixar e ouvir em seu MP3, MP4, Iphone... whatever... Ouça "O Bruxo, a Princesa e o Dragão"

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Double damage

Pensar em destino, livre arbítrio, Deus, todas essas coisas, me fez chegar à conclusão de que a vida é um grande RPG. RPG, o Role-Playing-Game, é aquele jogo nerd em que os jogadores interpretam papeis. Existe o mestre, que ministrará toda a aventura, ou seja, ele cria o universo e expõe as regras, orientando seus personagens. Dentro daquele universo, o mestre é supremo, mas os personagens podem fazer o que bem entenderem. Ou seja, existe um universo delimitado com regras bem definidas, e o mestre é supremo. Mas os jogadores tem livre arbítrio para escolherem por que caminho seguirão. O mestre sabe exatamente onde cada caminho vai dar, mas não sabe qual a decisão do jogador, alias, talvez até saiba, se ele conhecer bem o personagem. Isso parece com algo que você já viu?
90% das guerras do mundo são causadas porque o ser humano não sabe chegar ao meio termo. 100% das discussões no mundo são causadas pelo mesmo motivo. Pessoas gastam horas, às vezes vidas, pensando e discutindo se existe destino ou livre arbítrio. A própria revista Superdesinteressante, neste mês de janeiro, dedicou sua capa a essa pergunta. O problema é que o ser humano só enxerga em linha reta. Ele acha impossível existir destino e livre arbítrio simultaneamente.
Vamos aos “fatos”: Primeiro: Deus existe. A partir desse “fato”, desdobra-se mais um: Ele é onisciente e onipresente. Ora, se ele é onisciente e onipresente, como pode existir livre arbítrio, se ele sabe de tudo? Ora, ele sabe de tudo, não significa que ele decidiu tudo. O tempo de Deus não é linear como o nosso. Pensem nisso.
A partir desses “fatos”, encontramos um terceiro: o destino existe, sim. Afinal de contas, você não escolheu nascer no Brasil, em 1989, ser da família Silva, pobre, morar no cafundó do Judas. Não escolhi nada disso. Foi Deus, o destino, o Universo, ou seja lá que nome você dê, que me jogou nessa situação. O mestre deu as regras. A partir delas, eu farei a minha vida.
O que nós nunca entenderemos é o fato de Deus ser onisciente. O tempo dele não anda como o nosso, como já disse. Ele sabe exatamente onde cada caminho aberto na nossa vida vai dar, mas nós somos livres para escolher esses caminhos. É o livre arbítrio que nos difere de qualquer outra criatura. Você é jogado num mundo pré-determinado, mas cada passo que você dá depende apenas de você. Portanto, neste grande RPG chamado vida, cuidado onde você joga seu dado.

terça-feira, 20 de julho de 2010

RPG

Um assunto que nos interessa é RPG. Gostariamos de jogar, no entanto, não temos "experiencia" e não conhecemos ninguem que possa nos mestrar. Se algum lageano passar por aqui e jogar rpg, ou se algum puder nos indicar algo via internet, agradecemos. Agradecemos tambem se alguem nos indicar um site ou livro que nos mostre as regras e nos interaja no mundo do rpg.