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terça-feira, 4 de novembro de 2025

DONOVAN ~ ANTHOLOGY 6

This Donovan's Anthology ends here. Six CDs totalizing 8 hours and containing 145 songs, from 1964 to 1981


quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

DIRE STRAITS: "Making Movies"

 

Original released on LP Vertigo 6359.034
(UK 1980, October 17)

Without second guitarist David Knopfler, Dire Straits began to move away from its roots rock origins into a jazzier variation of country-rock and singer/songwriter folk-rock. Naturally, this means that Mark Knopfler's ambitions as a songwriter are growing, as the storytelling pretensions of "Making Movies" indicate. Fortunately, his skills are increasing, as the lovely "Romeo and Juliet," "Tunnel of Love," and "Skateaway" indicate. And "Making Movies" is helped by a new wave-tinged pop production, which actually helps Knopfler's jazzy inclinations take hold. The record runs out of steam toward the end, closing with the borderline offensive "Les Boys," but the remainder of "Making Movies" ranks among the band's finest work. (Stephen Erlewine in AllMusic)

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

FREDERICO DE FREITAS: "Dança Da Menina Tonta" / "Suite Medieval"

Edição original em LP Alvorada/Melodia MEL 362
(PORTUGAL, 1980)

Frederico de Freitas was one of Portugal’s most prolific composers, whose highly successful ballets are inspired by local folklore and romance. "The Dance of the Foolish Girl" is a work of exuberant musical vitality about a timid village girl who turns out to be the loveliest of them all. "The Medieval Suite" conjures ‘the fragrance of medieval Portuguese poetry’, while dances, songs and ‘fiestas’ are evoked in the lively Ribatejo. "The Medieval Suite" was written after the completion of the composer’s opera "A Igreja do Mar" ("The Church of the Sea"). In the composer’s own words, he felt the need “after a complex polyphonic and sometime polytonal work, to compose a contrasting work whose melodic and harmonic structure is inspired by the fragrance of medieval Portuguese poetry”. The Suite’s harmonic structure is pre-classical, almost modal, with rare modulations into distant keys. It has 6 contrasting mono-thematic movements whose respective main themes are repeated often, although in different instrumentations and with slight variations. Their titles are medieval and not easily translatable: 1. Bailia (baile or ball): a dance (Allegro vivo ma non troppo); 2. Serena (serene / serenade / night music): a nocturnal song about unrequited love (Andante largo, Mesto); 3. Serranilha (serra or mountain range): a song from the mountains (Tempo di pastorale, Moderato); 4. Cantar de Amigo (A friend’s song): a well-known poem by King Dom Dinis (1261–1325) (Andante affettuoso); 5. Cantarcilho (cantar or song): a well-known Iberian poetic-musical form (Allegretto); 6. Jogralesca (jogral or jester): a medieval jester’s dance (Allegro con spirito). From an instrumental viewpoint, the suite follows quite closely a chamber music or “concertante” approach. Each movement is scored differently (all instruments appear in the last movement only), and each one, except for the first, features different and very delicately handled solo instruments. The second is written for solo flute and strings, a reflective “pause” contrasting with the flowing feeling of the other movements. The work is scored for one flute, pairs of oboes, clarinets, bassoons, horns, trumpets, timpani, percussion, harp and (reduced) strings.



domingo, 13 de setembro de 2020

RUI VELOSO: OS Vês Pelos Bês




















Sobre Rui Veloso já tive a oportunidade de ler as opiniões mais díspares. Lembro-me aqui há alguns anos, num comentário a um post inserido no blog YéYé do meu amigo Luís Pinheiro de Almeida, de alguém o apelidar, e cito, «o António Calvário do cavaquismo, assim uma espécie de cantor do regime!» No polo oposto, quantas vezes a designação de “Pai do Rock Português” não lhe foi já concedida? É por demais sabido que extremismos nunca levarão nada a bom porto. E se apenas por maledicência se pode conotar o Rui Veloso com o nacional-cançonetismo (o que até pode não ser um insulto, pois mesmo dentro desse género musical existem coisas muito interessantes e de qualidade), já o cognome de “Pai do Rock Português” só poderá ser atribuído por ignorância. Como diria o meu amigo José Forte, «Rui Veloso é tanto pai do rock português como o Elvis Presley é o rei do rock ‘n’ roll». Com o devido distanciamento, é claro. Aliás, sendo o Rock um tipo de música marginal e irreverente, nunca lhe consegui vislumbrar “sangue azul” ou atribuir sequer uma ascendência legítima. Pelo contrário, sempre o vi mais como que um bastardo filho-da-mãe, fruto acidental de uma noitada de copos e devaneios.



Há quem também tente justificar o êxito do Rui Veloso com as condições propícias em que ele apareceu. Económicas, sociais e culturais. Não partilho dessa opinião. É verdade que os tempos têm a sua influência, mas penso sinceramente que Rui Veloso seria sempre Rui Veloso e que a sua qualidade se imporia de qualquer modo, independentemente da altura em que aparecesse, contra ventos e marés e arautos da desgraça. A propósito, vale a pena reler o que escreveu em tempos o saudoso Daniel Bacelar, um dos pioneiros, no início da década de 60, do Rock cantado em português (e se o Rui Veloso fosse efectivamente o “Pai do Rock Português”, o Daniel seria provavelmente o “Avô”): «A minha opinião vale o que vale mas continuo a achar que no meio de muita coisa má que apareceu no chamado novo Rock dos anos 80, apareceu muita coisa boa que como de costume desapareceu (as pessoas têm de ganhar a sua vida por outros lados) e também apareceu o excepcional. Incluo o Rui nesta última classe, pois acho-o um artista completo (extraordinário guitarrista, uma voz expressiva e rica, e um compositor cheio de talento). O que lamento é a nossa capacidade tão portuguesa de destruir aquilo que é bom (a nossa inveja é uma doença que nos consome até á destruição total que aí vem em passo acelerado ) em vêz de acarinhar e divulgar o que há de bom nesta terra.»



Esta dupla coletânea de 40 temas foi elaborada há 16 anos, mas acho que continua bem actual, apesar do seu período englobar apenas as primeiras duas décadas da discografia de Rui Veloso. Até porque, e infelizmente, a frequência das gravações foi drasticamente reduzida desde que o novo século se iniciou. Mas estas 40 faixas, dos anos 80 e 90, são canções que fazem parte do modo de estar português e que por isso mesmo a grande maioria de nós reconhece aos primeiros acordes, não sendo necessário ser-se conhecedor ou sequer apreciador de música portuguesa. É assim a música do Rui que, apesar do título do seu segundo album, não está nem nunca estará fora de moda.




Se depois de ouvirem as músicas do Rui ainda sentirem a necessidade de o ver em cima de um palco, aconselho-vos o DVD do “Concerto Acústico”, editado no Natal de 2003. Além dos 18 temas que constituem o alinhamento do espectáculo (gravado num ambiente intimista, com algum público em redor dos músicos), o DVD inclui vários extras, como por exemplo uma entrevista informal com os músicos em casa do Rui Veloso, o making of do DVD e dois temas extras: o “Primeiro Beijo”, gravado no mesmo cenário do concerto com o acompanhamento dos Cabeças no Ar (Tim, João Gil e Jorge Palma) e toda a emoção do tema “Porto Sentido”, gravado ao vivo no Coliseu do Porto.


Para quem queira aprofundar conhecimentos, existe já publicada uma biografia, “Os Vês Pelos Bês” (edição Prime Books, Novembro 2006), da autoria de Ana Mesquita, uma conterrânea mais nova do Rato. Dos diversos depoimentos inseridos na contra-capa do livro, permito-me destacar o de João Gil : «Cresceu ao ponto de conseguir ultrapassar as exibições de virtuosismo e alcançou a capacidade de espaçar, procurando sempre a melhor nota, sem se preocupar tanto com a velocidade. Ou seja, em vez de dar as cinquentas notas do cardápio, escolhe apenas duas. Duas notas tão intensas, tão expressivas, que nelas se resumem as vidas de todos nós.»


DISCOGRAFIA (ALBUNS ORIGINAIS):
1980 - Ar de Rock
1982 - Fora de Moda
1983 - Guardador de Margens
1986 - Rui Veloso
1988 - Rui Veloso ao Vivo (duplo)
1990 - Mingos & Os Samurais (duplo) (2CDs+ DVD do Concerto no Coliseu de Lisboa)
1992 - O Auto da Pimenta (encomenda da Comissão dos Descobrimentos)
1995 - Lado Lunar
1998 - Avenidas
2003 - O Concerto Acústico (duplo)
2005 - A Espuma das Canções (CD+DVD)
2009 - Rui Veloso ao Vivo no Pavilhão Atlântico (CD+DVD)
2012 - Rui Veloso e Amigos

terça-feira, 28 de julho de 2020

PETER GREEN: "SAME OLD BLUES"


Peter Green (born Peter Allen Greenbaum, 29 October 1946, in Bethnal Green, London) is a British blues-rock guitarist and founder of the band Fleetwood Mac. A figurehead in the British blues movement, Green inspired B. B. King to say, «He has the sweetest tone I ever heard; he was the only one who gave me the cold sweats.» Eric Clapton and Jimmy Page have both lauded his guitar playing as well. Green's playing was marked with a distinctive vibrato and economy of style. Though he played other guitars, he is best known for deriving a unique tone from his 1959 Gibson Les Paul - a result of the magnet of his guitar's neck pickup being accidentally reversed to produce an 'out of phase' sound. The Les Paul would come to be referred to as Green's "magic guitar" but Green told Guitar Player in 2000 that «I never had a magic one. Mine wasn't magic...It just barely worked.» Green was ranked 38th in Rolling Stone magazine list of the "100 Greatest Guitarists of All Time" (in Wikipedia)


This double CD set reunites the essential songs Peter Green recorded in his first comeback after being diagnosed with schizophrenia in the early seventies (he spent all the mid seventies in treatments and inside a psychiatric institution in London). After 6 albums ("In the Skies", 1979; "Little Dreamer, 1980; "Whatcha Gonna Do?, 1981; "Portrait", 1981; "White Sky", 1982 and "Kolors", 1983), he suffered a relapse and went down again, until 1990.

segunda-feira, 27 de julho de 2020

PETER GREEN: "Little Dreamer"

Original released on LP Creole 6.24300
(GERMANY, April 1980)

When Peter Green issued "Little Dreamer" in 1980, it was the second straight year he had released an album after a nine-year gap. Fairport Convention drummer Dave Mattacks must have wondered what he had gotten himself into because the opener, "Loser Two Times," ais almost as close to disco as the Rolling Stones got with "Miss You." Green continues in a funky vein with "Momma Don'tcha Cry," as if shaking off the cobwebs and actually trying to pay attention to the current scene. He goes right back to his roots on the album's third tune with "Born Under a Bad Sign" and stays with blues derivatives the rest of the way. The album-ending title track sounds like a seven-minute version of the dreamy Green tune "Albatross," a hit for Fleetwood Mac in the '60s. Sounding more confident than on his comeback album, he seems more like the Greeny of old, although the move toward funk didn't really suit him. (Mark Allan in AllMusic)

terça-feira, 21 de julho de 2020

RUI VELOSO: "Ar De Rock"

Edição original em LP EMI Valentim de Carvalho 11C 072 40525
(PORTUGAL, Julho de 1980)

Em Julho de 1980, num contexto de pós 25 de abril, Portugal era um país que respirava, finalmente, liberdade e onde a mudança cultural era urgente. Rui Veloso conseguiu instalar e afirmar o rock, em Portugal, com "Ar de Rock", o primeiro grande álbum de Rock & Roll cantando em português. Ao som de "Chico Fininho", "A Rapariguinha do Shopping" e "Sei de uma Camponesa", Rui Veloso dava-se assim a conhecer ao público. Estava dado o início de uma longa e célebre carreira, com músicas que atravessaram gerações e que ainda hoje são cantadas. "Ar de Rock" foi o mote para a revolução musical em Portugal e Rui Veloso não só construiu as bases para a sua carreira de sucesso, mas também para aquilo que seria o rock em solo português. Rui Veloso tinha 23 anos quando lançou o álbum "Ar de Rock", gravado com a Banda Sonora (Ramon Galarza e Zé Nabo) e produzido por António Pinho que também escreveu a letra de 2 temas. Além de assinalar a estreia de um cantor-compositor (Rui Veloso) e de um letrista (Carlos Tê), "Ar de Rock" é um retrato do Portugal do final dos anos 1970, início de 80. As fotos da capa são da autoria de Luís Vasconcelos, pai da artista plástica Joana Vasconcelos, na altura também fotógrafo da Valentim de Carvalho. "Ar de Rock" veio arejar definitivamente o panorama da música portuguesa. O single de apresentação "Chico Fininho" foi um marco na história da música rock, cantada em português, e uma inspiração para muitos novos músicos nacionais. O álbum bateu recordes de vendas, conquistou o país, provou que também era possível rockar em português e, em Setembro de 1980, valeu a Rui Veloso um convite para fazer a primeira parte do primeiro concerto dos britânicos Police em Portugal, no estádio do Restelo. O sucesso e a qualidade das músicas de "Ar de Rock", não só "Chico Fininho" mas também "Rapariguinha do Shopping", "Bairro do Oriente", "Sei de uma Camponesa" e "Saiu para a Rua", garantiram a viabilidade comercial do rock cantado em português e mostraram que a parceria Rui Veloso/Carlos Tê tinha futuro e havia de inspirar muitas gerações de músicos. (in RFM)

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Be Careful With THE MOTELS


Original released on LP Capitol ST-12070
(US 1980, June 9)


With their second release, the Motels make steps toward a more seamless style of new wave-inflected pop. Careful kicks off with the perky, sax-driven "Danger," and there are more hits than misses. The lyrics still lean toward the darker side as on the moody, watercolor melody of the title track, but there are also moments that are pop gems like the Europop-styled "Bonjour Baby," the midtempo rock of "Days are O.K. (But the Nights Were Made for Love)", which features the album's catchiest hook, and the uptempo "Cry Baby." Martha Davis, with her distinctive vocals, is still the band's trump card, but this time around the band gives her a little more backing. (Tom Demalon in AllMusic)

sábado, 25 de maio de 2019

ERIC CLAPTON: "Just One Night"

Original released on LP RSO RS-2-4202
(US, May 1980)

"Just One Night" is a live double album by Eric Clapton, released in 1980. It was recorded live at the Budokan Theatre, Tokyo, Japan, December 1979 when Clapton was touring to support "Backless", his latest record at that time. The sleeve contains a Japanese painting by Ken Konno. The album reached No. 2 in the U.S. and No. 3 in the UK, and was certified gold by RIAA. Well, these are the facts. But, personally, I can tell you that “Just One Night” is one of the great Live albums ever appeared in the history of Pop/Rock (it contains the very best version - the slow one - of "Wonderful Tonight", the song that a passionate Clapton wrote for Pattie Boyd in 1977, when they were husband and wife). I bought the vinyl when it first appeared in 1980, and the double-cd much more later. Today the mail man appeared at my door with a little package, wich arrived directly from Japan (less than 2 weeks). The package contained the SHM-CD mini replica LP (13,5 cm X 13,5 cm), and my friends, it just have a terrific sound! Never heard this powerful album with such quality. If you are a Clapton fan like me, don’t hesitate to offer this precious jewel to yourself. Meanwhile you can download the mp3 files, but of course... isn't the same thing.

THE BAND:
Eric Clapton: guitar, vocals
Albert Lee: guitar, vocals; organ on "Worried Life Blues", co-lead vocals on "Setting Me Up" and "All Our Past Times"
Henry Spinetti: drums
Chris Stainton: keyboards
Dave Markee: bass

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